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Q3576127 Português

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

No trecho “O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação.”, a parte grifada veicula, no enunciado, um sentido de:  
Alternativas
Q3576126 Português

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

O que significa a palavra grifada no excerto “Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.”? 
Alternativas
Q3576125 Saúde Pública

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

De acordo com esse artigo, no Brasil,  
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Q3466444 Psicologia
Para Jean Piaget o desenvolvimento psíquico é uma passagem contínua de um estado de menor equilíbrio para um estado de equilíbrio superior. Esse desenvolvimento, que começa desde que nascemos, se dá em seis estágios específicos.
Associe corretamente o estágio ao seu respectivo significado.
ESTÁGIOS 1 - Primeiro 2 - Segundo 3 - Terceiro 4 - Quarto 5 - Quinto 6 - Sexto
SIGNIFICADOS ( ) Dos hábitos motores e das primeiras percepções organizadas.
( ) Dos reflexos.
( ) Da inteligência intuitiva.
( ) Das operações intelectuais abstratas.
( ) Da inteligência sensório motora.
( ) Das operações intelectuais concretas.
A sequência correta para essa associação é:
Alternativas
Q3466443 Pedagogia
“Reconhecendo as especificidades dos diferentes grupos etários que constituem a etapa da Educação Infantil, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento estão sequencialmente organizados em três grupos por faixa etária […]. Todavia, esses grupos não podem ser considerados de forma rígida, já que há diferenças de ritmo na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças que precisam ser consideradas na prática pedagógica”.
BRASIL. Ministério da Educação. Governo Federal. Base Nacional Comum Curricular, 2017.
Avalie as afirmações que contêm os grupos por faixa etária que correspondem ao atendimento em creche na Educação Infantil, segundo a citada BNCC.
I) Bebês (zero a 1 ano e 6 meses), Crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses) e Crianças pequenas (4 anos a 5 anos e 11 meses).
II) Bebês (zero a 1 ano e 7 meses) e Crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses).
III) Bebês (zero a 1 ano e 6 meses) e Crianças bem pequenas (1 ano e 9 meses a 3 anos e 11 meses).
IV) Bebês (zero a 1 ano e 6 meses) e Crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses).
Está correto apenas o que se afirma em
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Q3466442 Português
“Seria preciso desconstruir os dois principais fantasmas que engendram as escolas: as teorias do desenvolvimento (herdeiras do pensamento cartesiano, que tudo separa) e o paradigma da imitação (a mimesis aristotélica, prima-irmã da lógica da identidade e, portanto, da exclusão no mundo ocidental)”.
SANTOS, M. Ferreira. Território da iniciação o brincar escapulindo das trancas e trincas. In: MEIRELLES, R. Território do Brincar - diálogos com escolas. 1 ed. São Paulo: Instituto Alana, 2015.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se apresenta em oposição à ideia das teorias do desenvolvimento e do paradigma da imitação mencionadas no texto.
( ) A criança não cumpre estágios de desenvolvimento como um software pré-programado em torneios de vídeo game, a saltar por fases preestabelecidas.
( ) Quem vê no gesto da criança apenas a imitação do mundo adulto jamais perceberá que ela reinventa, a seu modo, o mundo que se apresenta ante seus olhos e mãos.
( ) A jornada humana é muito mais do que um software pré-programado, é um projeto existencial sempre inacabado.
( ) A criança é uma expectativa de ser cidadão, logo, uma cópia, uma reprodução, uma projeção para ter sentido.
( ) A criança nasce como um ser sem identidade, que será depositada ao longo do seu desenvolvimento pelo meio que a submete.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Q3466441 Pedagogia
A análise comportamental tem implicações na Educação, o que as convida, segundo Henklain e Carmo (2013), para um diálogo.
Esse diálogo, consoante os referidos autores, encontra barreiras como a insistência em classificar a abordagem comportamental à educação como
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Q3466440 Pedagogia

“A Educação deve ser um fator de promoção e proteção à saúde, bem como estimular a criação de estratégias para a conquista dos direitos de cidadania”.


BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Módulo 12: higiene, segurança e educação. Brasília, 2008.


Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se apresenta em relação ao papel da escola na promoção e proteção à saúde das crianças.


( ) Deve incluir, em sua proposta pedagógica, a educação ambiental e sanitária dos estudantes, com extensão às suas famílias e residências.


( ) Deve agir no sentido de que todos os que estão no ambiente escolar adquiram, reforcem ou melhorem hábitos, atitudes e conhecimentos relacionados com higiene e saúde.


( ) Deve propiciar a discussão das temáticas de higiene, saúde e condição de vida em momentos isolados e por segmentação de público.


( ) Deve preparar a comunidade escolar para discutir as relações entre saúde, higiene e alimentação, levando em consideração as condições de vida e os direitos dos cidadãos.


( ) Deve praticar uma educação capaz de alterar os hábitos e os comportamentos dos cidadãos, dado que é um direito da população viver em condições adequadas de higiene e saúde.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é:

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Q3466439 Pedagogia
“Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural”.
BRASIL. Ministério da Educação. Governo Federal. Base Nacional Comum Curricular, 2017.
Considerando o enunciado, associe corretamente a palavra ao seu respectivo significado.
PALAVRAS 1 - O eu, o outro e o nós 2 - Corpo, gestos e movimentos 3 - Traços, sons, cores e formas 4 - Escuta, fala, pensamento e imaginação 5 - Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações
SIGNIFICADOS ( ) Experiências que contribuem para que, desde muito pequenas, as crianças desenvolvam senso estético e crítico, o conhecimento de si mesmas, dos outros e da realidade que as cerca.
( ) Experiências nas quais as crianças podem falar e ouvir, potencializando a participação na cultura oral, bem como podem manifestar a curiosidade em relação à cultura escrita.
( ) Experiências nas quais as crianças podem fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações.
( ) Experiências nas quais as crianças podem explorar e vivenciar um amplo repertório de movimentos, gestos, olhares, sons e mímicas com o corpo, para descobrir variados modos de ocupação e uso do espaço com o corpo.
( ) Experiências para que as crianças entrem em contato com outros grupos sociais e culturais, outros modos de vida, diferentes atitudes, técnicas e rituais de cuidados pessoais e do grupo, costumes, celebrações e narrativas.
A sequência correta para essa associação é: 
Alternativas
Q3466438 Pedagogia
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I - A Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, dispõe que as propostas pedagógicas da Educação Infantil deverão considerar a criança como centro do planejamento curricular.
PORQUE
II - A criança é sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.
Sobre as asserções é correto afirmar que
Alternativas
Q3466437 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece que a Educação Infantil será organizada de acordo com algumas regras comuns.
Sobre essas regras, segundo a mencionada Lei, é INCORRETO afirmar que
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Q3466436 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Em 1990 foi promulgada a Lei nº 8.069, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Ainda em vigor, essa Lei visa proteger integralmente a criança e o adolescente.
Avalie as afirmações sobre os direitos fundamentais à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer da criança e do adolescente no Brasil, assegurados pelo referido Estatuto.
I - Serem respeitados por seus educadores.
II - Terem acesso à escola pública e gratuita, próxima de sua residência.
III - Terem igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola.
IV - Terem acesso ao ensino facultativo e gratuito.
V - Terem liberdade de criação e do acesso às fontes de cultura.
Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3466435 Pedagogia
Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, a Educação Infantil é uma garantia do dever do Estado para com a educação e contempla crianças de até 5 (cinco) anos de idade em creche e
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Q3449608 Pedagogia
Para criar um ambiente estimulante na creche, onde o brincar é valorizado como uma parte essencial do processo de aprendizagem e desenvolvimento infantil, é necessário:

I - Realizar rodas de conversa para discutir as brincadeiras favoritas das crianças, incentivando a expressão oral.
II - Direcionar excessivamente as atividades, não permitindo que as crianças assumam o controle.
III - Oferecer oportunidades para brincadeiras ao ar livre, aproveitando espaços externos para atividades.
IV - Preencher o dia da criança com atividades programadas como exercícios de escrita e leitura.
V - Proporcionar suporte e orientação permitindo que as crianças desenvolvam a autonomia ao brincar.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3449607 Pedagogia
As Políticas Nacionais para a Educação Infantil são diretrizes que contemplam, EXCETO:
Alternativas
Q3449606 Noções de Primeiros Socorros
Durante uma tarde ensolarada, várias crianças estão se divertindo no parquinho da creche. Maria, uma menina de 4 anos, escorrega de uma escada e cai, batendo a cabeça no chão. Nesse contexto, os primeiros socorros envolvem ações como:

I - Verificar se a menina está consciente chamando-a pelo nome e tocando-a suavemente.
II - Apalpar delicadamente o couro cabeludo da menina identificando se há ferimentos.
III - Lavar a cabeça da menina com água fria para evitar o sangramento e vômitos.
IV - Aplicar uma compressa quente e pedir que a menina realize movimentos rápidos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3449605 Pedagogia
São diretrizes para o planejamento da recreação na creche, EXCETO:
Alternativas
Q3449604 Pedagogia
Quando as práticas de Educação Infantil garantem uma experiência bem sucedida de aprendizagem a todas as crianças, sem discriminação, proporcionando oportunidades para o alcance de conhecimentos básicos que são considerados aquisições valiosas, significa que, a creche ou a pré-escola contempla na sua proposta pedagógica, um princípio:
Alternativas
Q3449603 Saúde Pública
A manutenção de práticas adequadas de higiene na creche é fundamental para garantir um ambiente seguro, por isso, uma higienização adequada deve contemplar:

I - a limpeza regular e desinfecção de superfícies tocadas com frequência.
II - a restrição da lavagem de cortinas, tapetes, cobertores e travesseiros.
III - a lavagem esporádica das mãos dos funcionários, colaboradores e visitantes.
IV - o descarte de resíduos com recipientes apropriados e a coleta regular de lixo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3449602 Pedagogia
Um ambiente escolar seguro, acolhedor e bemestruturado cria condições propícias para a aprendizagem da criança. A segurança na creche implica na:

I - Manutenção adequada do espaço físico interno e externo.
II - Supervisão constante das crianças durante a recreação.
III - Colocação de tapetes antiderrapantes e proteções em cantos de móveis.
IV - Permissão de entrada constante dos profissionais de serviços externos.
V - Suspensão temporária de uso do parquinho com balanços e escorregadores.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
921: D
922: A
923: B
924: A
925: D
926: D
927: A
928: C
929: D
930: D
931: A
932: A
933: B
934: D
935: C
936: A
937: D
938: B
939: C
940: C