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Q4117990 Português
Texto 2


    O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não sequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. Assim, o leitor tem condições de definir interativamente o fluxo de sua leitura a partir de assuntos tratados no texto sem se prender a uma sequência fixa ou a tópicos estabelecidos por um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textual que faz do leitor simultaneamente coautor do texto final. O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita. Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de um tema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplos graus de profundidade simultaneamente, já que não tem sequência definida, mas liga textos não necessariamente correlacionados.


MARCUSCHI, Luiz Antônio. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 4, n. 1, p. 79-111, 2001.
No Texto 2, o hipertexto é caracterizado como uma forma de escrita e leitura que se distingue dos textos lineares, principalmente, por 
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Q4117989 Português
Texto 2


    O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não sequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. Assim, o leitor tem condições de definir interativamente o fluxo de sua leitura a partir de assuntos tratados no texto sem se prender a uma sequência fixa ou a tópicos estabelecidos por um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textual que faz do leitor simultaneamente coautor do texto final. O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita. Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de um tema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplos graus de profundidade simultaneamente, já que não tem sequência definida, mas liga textos não necessariamente correlacionados.


MARCUSCHI, Luiz Antônio. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 4, n. 1, p. 79-111, 2001.
No período “O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita.”, do Texto 2, a conjunção “pois” indica o valor semântico de 
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Q4117988 Português
Texto 2


    O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não sequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. Assim, o leitor tem condições de definir interativamente o fluxo de sua leitura a partir de assuntos tratados no texto sem se prender a uma sequência fixa ou a tópicos estabelecidos por um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textual que faz do leitor simultaneamente coautor do texto final. O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita. Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de um tema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplos graus de profundidade simultaneamente, já que não tem sequência definida, mas liga textos não necessariamente correlacionados.


MARCUSCHI, Luiz Antônio. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 4, n. 1, p. 79-111, 2001.
Sequências textuais são unidades básicas e estruturais que compõem os gêneros textuais. Diferentemente dos gêneros, que são infinitos, as sequências são limitadas e estabilizadas, funcionando como uma “gramática” que organiza o texto para cumprir propósitos comunicativos específicos. No Texto 2, predomina o emprego da sequência textual  
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Q4117987 Português
Texto 1


Clichês na ponta da língua


     Outro dia, queixei-me da cacofonia provocada pelo bater dos martelos na mídia. A frequência com que os jornais, sites e a turma do rádio e da televisão se referem a “bater o martelo”, para dizer que alguém tomou uma decisão, é ensurdecedora — aliás, ensurdecedora também é uma palavra de ensurdecer. Até há pouco, só os juízes e leiloeiros batiam o martelo e, mesmo assim, discretamente. Hoje, pelo bater do martelo à nossa volta, é incrível que ainda consigamos nos escutar.


    “Bater o martelo” é um clichê, uma expressão que nos vem à ponta da língua ou ao teclado sem que precisemos pensar. Clichês têm vida própria e, quase sempre, sem razão de ser. “Na ponta do lápis”, para indicar um cálculo feito com precisão, é outro. Como usar um lápis se não for pela ponta que contém o grafite? Já “na ponta da faca” é o contrário. Quando ouço falar num picadinho feito “na ponta da faca”, pergunto-me se a lâmina, e não a ponta, não seria mais prática para o cozinheiro.


    Uma frase que comece por “Na verdade...” também me intriga. Eu próprio às vezes me distraio e a uso. Mas alguém começará uma frase por “Na mentira...”? E o que dizer de “pontuar” no sentido de garantir, afirmar, deixar claro? “Fulano pontuou que sua dieta o proíbe de comer carambola” ou coisa assim. Se temos o verbo pontuar, por que não o verbo virgular, para significar uma coisa que talvez ainda não se possa afirmar com certeza? “Fulano virgulou que...”


    Incompreensível também é chamar de “bloquinho” um megabloco de Carnaval composto de 1 milhão de figurantes. Aliás, o correto seria nem chamá-lo de bloco, se por bloco entende-se historicamente um grupo de foliões em cortejo pelas ruas, cantando e dançando ao som de surdos e tamborins. Um amontoado de gente na fila do gargarejo de um palco, pulando de um pé para o outro e tentando ver o artista pelo telão, não é um bloco — é um show como outro qualquer, com ou sem Carnaval.


    Eu sei, essas ranhetices são firulas, para as quais a voz do povo não está nem aí. Pronto — virgulei.



CASTRO, Ruy. Clichês na ponta da língua. Folha de S.Paulo [edição virtual], São Paulo, 18 fev. 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/02/cliches-na-ponta-da lingua.shtml. Acesso em: 06 abr. 2026. 
No encerramento do Texto 1, ao empregar a expressão “Pronto — virgulei”, o autor 
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Q4117986 Português
Texto 1


Clichês na ponta da língua


     Outro dia, queixei-me da cacofonia provocada pelo bater dos martelos na mídia. A frequência com que os jornais, sites e a turma do rádio e da televisão se referem a “bater o martelo”, para dizer que alguém tomou uma decisão, é ensurdecedora — aliás, ensurdecedora também é uma palavra de ensurdecer. Até há pouco, só os juízes e leiloeiros batiam o martelo e, mesmo assim, discretamente. Hoje, pelo bater do martelo à nossa volta, é incrível que ainda consigamos nos escutar.


    “Bater o martelo” é um clichê, uma expressão que nos vem à ponta da língua ou ao teclado sem que precisemos pensar. Clichês têm vida própria e, quase sempre, sem razão de ser. “Na ponta do lápis”, para indicar um cálculo feito com precisão, é outro. Como usar um lápis se não for pela ponta que contém o grafite? Já “na ponta da faca” é o contrário. Quando ouço falar num picadinho feito “na ponta da faca”, pergunto-me se a lâmina, e não a ponta, não seria mais prática para o cozinheiro.


    Uma frase que comece por “Na verdade...” também me intriga. Eu próprio às vezes me distraio e a uso. Mas alguém começará uma frase por “Na mentira...”? E o que dizer de “pontuar” no sentido de garantir, afirmar, deixar claro? “Fulano pontuou que sua dieta o proíbe de comer carambola” ou coisa assim. Se temos o verbo pontuar, por que não o verbo virgular, para significar uma coisa que talvez ainda não se possa afirmar com certeza? “Fulano virgulou que...”


    Incompreensível também é chamar de “bloquinho” um megabloco de Carnaval composto de 1 milhão de figurantes. Aliás, o correto seria nem chamá-lo de bloco, se por bloco entende-se historicamente um grupo de foliões em cortejo pelas ruas, cantando e dançando ao som de surdos e tamborins. Um amontoado de gente na fila do gargarejo de um palco, pulando de um pé para o outro e tentando ver o artista pelo telão, não é um bloco — é um show como outro qualquer, com ou sem Carnaval.


    Eu sei, essas ranhetices são firulas, para as quais a voz do povo não está nem aí. Pronto — virgulei.



CASTRO, Ruy. Clichês na ponta da língua. Folha de S.Paulo [edição virtual], São Paulo, 18 fev. 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/02/cliches-na-ponta-da lingua.shtml. Acesso em: 06 abr. 2026. 
No primeiro parágrafo do Texto 1, no trecho “aliás, ensurdecedora também é uma palavra de ensurdecer”, o verbo “ensurdecer” é uma palavra formada pelo processo de derivação  
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Q4117985 Português
Texto 1


Clichês na ponta da língua


     Outro dia, queixei-me da cacofonia provocada pelo bater dos martelos na mídia. A frequência com que os jornais, sites e a turma do rádio e da televisão se referem a “bater o martelo”, para dizer que alguém tomou uma decisão, é ensurdecedora — aliás, ensurdecedora também é uma palavra de ensurdecer. Até há pouco, só os juízes e leiloeiros batiam o martelo e, mesmo assim, discretamente. Hoje, pelo bater do martelo à nossa volta, é incrível que ainda consigamos nos escutar.


    “Bater o martelo” é um clichê, uma expressão que nos vem à ponta da língua ou ao teclado sem que precisemos pensar. Clichês têm vida própria e, quase sempre, sem razão de ser. “Na ponta do lápis”, para indicar um cálculo feito com precisão, é outro. Como usar um lápis se não for pela ponta que contém o grafite? Já “na ponta da faca” é o contrário. Quando ouço falar num picadinho feito “na ponta da faca”, pergunto-me se a lâmina, e não a ponta, não seria mais prática para o cozinheiro.


    Uma frase que comece por “Na verdade...” também me intriga. Eu próprio às vezes me distraio e a uso. Mas alguém começará uma frase por “Na mentira...”? E o que dizer de “pontuar” no sentido de garantir, afirmar, deixar claro? “Fulano pontuou que sua dieta o proíbe de comer carambola” ou coisa assim. Se temos o verbo pontuar, por que não o verbo virgular, para significar uma coisa que talvez ainda não se possa afirmar com certeza? “Fulano virgulou que...”


    Incompreensível também é chamar de “bloquinho” um megabloco de Carnaval composto de 1 milhão de figurantes. Aliás, o correto seria nem chamá-lo de bloco, se por bloco entende-se historicamente um grupo de foliões em cortejo pelas ruas, cantando e dançando ao som de surdos e tamborins. Um amontoado de gente na fila do gargarejo de um palco, pulando de um pé para o outro e tentando ver o artista pelo telão, não é um bloco — é um show como outro qualquer, com ou sem Carnaval.


    Eu sei, essas ranhetices são firulas, para as quais a voz do povo não está nem aí. Pronto — virgulei.



CASTRO, Ruy. Clichês na ponta da língua. Folha de S.Paulo [edição virtual], São Paulo, 18 fev. 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/02/cliches-na-ponta-da lingua.shtml. Acesso em: 06 abr. 2026. 
Ao afirmar que se queixou da “cacofonia provocada pelo bater dos martelos na mídia”, o cronista produz um efeito de sentido que decorre do fato de ele 
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Q4041456 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (2025) tem como princípio central a educação inclusiva como regra. Neste sentido os estudantes público-alvo desta política devem frequentar: 
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Q4041455 Pedagogia
Após a pandemia de 2020 a educação passou por transformações com relação ao uso do ensino remoto que trouxe diversas implicações para a educação, uma delas foi a consolidação do ensino híbrido que combina atividades:
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Q4041454 Pedagogia
 No processo de avaliação da aprendizagem escolar é possível identificarmos as funções da avaliação. Considerando essas funções relacione as colunas a seguir.
I. Avaliação Diagnóstica. II. Avaliação Formativa. III. Avaliação Somativa.
( ) Ocorre durante o processo e tem como finalidade acompanhar e melhor a aprendizagem.
( ) Ocorre geralmente no início de um processo de ensino e busca identificar conhecimentos prévios.
( ) Tem como principal função classificar ou certificar o estudante ao fim de um período de ensino.


Após análise, conclui-se que a sequência correta é: 
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Q4041453 Pedagogia
A avaliação escolar baseada na Pedagogia do Exame (LUCKESI, 2002) tem suas raízes nas pedagogias tradicionais. Tendo como referência as consequências deste modelo de avaliação, analise as assertivas abaixo.

I. Do ponto de vista pedagógico, ela centraliza a atenção nos exames e não auxilia a aprendizagem dos estudantes.
II. Este modelo de avaliação permite o desenvolvimento de personalidades ativas nos estudantes e o engajamento nas atividades.
III. A pedagogia do exame está mais articulada com a reprovação do que com a aprovação, contribuindo para a seletividade social.


Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4041452 Pedagogia
As metodologias ativas são importantes estratégias para a participação ativa dos estudantes na educação. A Rotação por Estações é um dos exemplos desta metodologia e ocorre quando:  
Alternativas
Q4041451 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular – BNCC (2017) apresenta a organização curricular para o ensino fundamental através das áreas de conhecimento. Assinale a alternativa que mostra um objetivo da área de ciências da natureza. 
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Q4041450 Pedagogia
A didática é o núcleo da prática pedagógica, pois visa compreender o processo de ensinar e de aprender. Considerando as especificidades da didática, analise as assertivas abaixo.

I. O ensino deve ser organizado, disciplinado e centrado na figura do professor, a didática é a oportunidade de o professor organizar a transmissão do conhecimento.

II. A didática compreende que o professor é o mediador da aprendizagem, devendo estimular a participação ativa dos estudantes.

III. Ela tem uma preocupação com o contexto social dos estudantes, relacionando o conteúdo escolar com a realidade social do aprendiz.

Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4041449 Pedagogia
Considerando a teoria construtivista de Jean Piaget sobre o processo de como ocorre a aprendizagem, assinale a alternativa que corresponde ao momento da assimilação. 
Alternativas
Q4041448 Pedagogia
O processo de aprendizagem que tem como característica a valorização do conhecimento prévio do estudante, onde se criam as condições para que o conteúdo ensinado tenha sentido para quem aprende, corresponde a teoria: 
Alternativas
Q4041447 Pedagogia
Nos vários períodos históricos existiram várias correntes pedagógicas e cada uma delas fala sobre a ação do (a) professor (a), do estudante e da maneira como deveria ocorrer a produção do conhecimento. Na tendência denominada de Escola Nova o estudante é: 
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Q4039297 Administração Pública
Considerando as concepções contemporâneas de planejamento e gestão educacional, analise as afirmativas a seguir.

I. O planejamento educacional pode assumir caráter técnico e político, pois envolve tanto a definição racional de metas e estratégias quanto disputas de interesses e orientações ideológicas presentes nas políticas educacionais.
II. Na perspectiva da gestão democrática, o planejamento educacional pressupõe a participação efetiva da comunidade escolar e de diferentes atores sociais na definição das ações e metas educacionais, favorecendo processos coletivos de decisão.
III. No modelo de gestão gerencial, o planejamento educacional é construído por meio da participação deliberativa da comunidade escolar em todas as etapas de formulação, implementação e avaliação das políticas educacionais.

Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4039296 Pedagogia
Considerando a interlocução entre Didática e Currículo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039295 Pedagogia
Em uma escola pública de Ensino Fundamental, a professora Ana recebe em sua turma um estudante com deficiência intelectual. Ao perceber dificuldades na aprendizagem, a equipe pedagógica da escola decide discutir coletivamente estratégias para favorecer a participação do estudante nas atividades escolares, considerando adaptações metodológicas, o trabalho colaborativo com o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e a valorização das diferenças presentes na turma. Considerando os princípios da educação inclusiva e os debates contemporâneos sobre inclusão escolar, analise as afirmativas a seguir.

I. A educação inclusiva pressupõe a transformação das práticas pedagógicas e das condições institucionais da escola para atender às necessidades de todos os estudantes, reconhecendo as diferenças como elemento constitutivo do processo educativo.
II. A responsabilidade pela flexibilização curricular do estudante com deficiência intelectual que consiste na redução sistemática dos conteúdos escolares, dispensando-os do acesso ao currículo comum e restringindo sua participação às atividades consideradas mais simples ou adaptadas, deve ser atribuída ao professor do Atendimento Educacional Especializado, visto que ele possui formação específica para lidar com essas necessidades.
III. A construção de práticas inclusivas envolve o trabalho colaborativo entre professores da sala comum, profissionais do AEE e demais atores escolares, com o objetivo de garantir condições de aprendizagem para todos os estudantes.
IV. De acordo com a Lei nº 9.394/1996 (LDB), o atendimento educacional aos estudantes com deficiência deve ocorrer preferencialmente em instituições ou classes especiais, cabendo à escola comum encaminhar esses estudantes para os serviços especializados, sem responsabilidade direta sobre seu processo de escolarização.
V. A perspectiva inclusiva compreende as barreiras à aprendizagem a partir do Modelo Social da Deficiência.

Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4039294 Pedagogia
No contexto das transformações socioculturais contemporâneas, diversas tendências pedagógicas passaram a dialogar com o pensamento denominado “pós-moderno” (Libâneo, 2005). Considerando essas transformações e suas implicações para a educação, assinale a alternativa correta sobre as tendências pedagógicas modernas e contemporâneas alinhadas ao pensamento “pós-moderno”.
Alternativas
Respostas
421: D
422: B
423: A
424: C
425: D
426: B
427: C
428: A
429: D
430: B
431: E
432: B
433: C
434: A
435: E
436: D
437: A
438: E
439: D
440: C