Questões de Concurso Para médico hematologista

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Q3916450 Direito Sanitário
A Lei nº 8.1421990 é um marco fundamental para a consolidação do controle social no Sistema Único de Saúde (SUS), regulamentando a participação da comunidade na gestão do sistema e tratando das transferências intergovernamentais de recursos financeiros. Esta lei instituiu duas instâncias colegiadas essenciais: a Conferência de Saúde e o Conselho de Saúde. A efetiva participação popular é considerada uma diretriz constitucional, e a Lei 8.14290 detalha como essa participação deve ocorrer, garantindo a representação de diversos segmentos sociais e estabelecendo o caráter deliberativo dessas instâncias, o que representa um avanço democrático significativo na gestão de políticas públicas no Brasil. Assim, analise as afirmativas a seguir sobre as disposições da Lei nº 8.1421990.
I.O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) terão representação no Conselho Nacional de Saúde.
II.As Conferências de Saúde devem reunir-se a cada dois anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação da saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde.
III.A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS: 
Alternativas
Q3916449 Direito Sanitário
A Lei nº 8.0801990, conhecida como a Lei Orgânica da Saúde, detalha a organização, o funcionamento e as responsabilidades das diferentes esferas de governo dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). A complexa rede de serviços exige uma clara delimitação das atribuições da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, visando garantir a integralidade e a eficiência da atenção à saúde. A direção do SUS é exercida em âmbito nacional pelo Ministério da Saúde, em âmbito estadual pelas Secretarias de Estado da Saúde e em âmbito municipal pelas Secretarias Municipais de Saúde. Essa estrutura descentralizada é vital, mas levanta desafios constantes de coordenação e pactuação intergestores para que as políticas de saúde sejam implementadas de forma coesa em todo o território. Acerca das competências específicas das direções estadual e nacional do SUS, conforme estritamente disposto na Lei nº 8.0801990, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)Compete à direção nacional do SUS definir e coordenar os sistemas de redes de assistência de referência estadual e regional, garantindo o fluxo de pacientes.
(__)Cabe exclusivamente à direção estadual do SUS a formulação e execução da política de sangue e seus derivados, incluindo sua normatização técnica.
(__)A direção estadual deve executar as ações de vigilância epidemiológica e sanitária de portos, aeroportos e fronteiras, por delegação da esfera municipal.
(__)Compete à direção nacional do SUS participar da definição de normas e mecanismos de controle relativas a agravos ao meio ambiente ou dele decorrentes, que tenham repercussão na saúde humana.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3916448 Direito Sanitário
A gestão da saúde no SUS abrange não apenas o tratamento de doenças, mas também um forte componente de prevenção e promoção da saúde, além da garantia de direitos fundamentais durante o atendimento. A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) foca nos determinantes sociais da saúde, buscando criar condições de vida que favoreçam o bem-estar da população. Paralelamente, a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde (baseada na Portaria 1.8202009 e resoluções do CNS) estabelece os princípios básicos de cidadania que devem ser assegurados a todos no âmbito do sistema, garantindo um atendimento digno, respeitoso e com autonomia. Essas duas frentes são essenciais para a integralidade do cuidado. Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a PNPS e os Direitos dos Usuários.
I.A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) tem como um de seus objetivos específicos estimular a mobilidade humana segura e sustentável, como o uso de transporte ativo (caminhada, ciclismo).
II.A Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde garante ao usuário o direito de consentir ou recusar procedimentos, diagnósticos ou terapêuticas, exceto em casos de risco à saúde pública, onde a recusa é sempre vedada.
III.A PNPS define a equidade como um de seus valores, reconhecendo as iniquidades em saúde e buscando atuar sobre os determinantes sociais para reduzi-las.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3916444 Sistemas Operacionais
Sobre as características e comandos dos sistemas operacionais Windows e MS-DOS, analise as afirmativas abaixo:
I.O MS-DOS é um sistema operacional monotarefa e monousuário, baseado em linha de comando, que controlava diretamente o hardware por meio de interrupções e chamadas básicas de sistema.
II.No ambiente Windows, o Gerenciador de Tarefas permite ao usuário visualizar processos ativos, desempenho da CPU e memória, além de finalizar programas que não respondem, recurso inexistente no MS-DOS.
III.O comando DIR, utilizado no MS-DOS, exibe o conteúdo de um diretório, podendo listar arquivos ocultos com o modificador /A.
IV.O Prompt de Comando do Windows é uma ferramenta gráfica de interface direta, que substitui integralmente o uso de comandos em texto, mantendo apenas compatibilidade visual com o DOS.
V.No Windows, o utilitário Explorador de Arquivos representa a evolução da estrutura hierárquica de diretórios do DOS, mas com suporte a permissões, caminhos longos e múltiplas extensões por arquivo.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3916443 Segurança da Informação
Em relação aos conceitos e práticas de segurança da informação, bem como aos diferentes tipos de códigos maliciosos (malwares), analise as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3916440 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil

 

O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.

 

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.

 

No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.

 

A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.

 

Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.

 

Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.

 

Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.

Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas.
Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:
Alternativas
Q3916438 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil

 

O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.

 

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.

 

No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.

 

A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.

 

Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.

 

Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.

 

Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.

Diante do aumento dos desastres, "fortalecer" a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial.
Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é
Alternativas
Q3904538 Medicina
Homem de 63 anos com mieloma múltiplo IgG κ. Tratado previamente com VRd → transplante autólogo → manutenção com lenalidomida. Evolui com 1ª recaída sintomática (dor óssea e aumento de componente monoclonal) progredindo em uso de lenalidomida. Comorbidades: neuropatia periférica grau 2 e FEVE 45%.
Exames: Hb 10,8 g/dL; Cr 1,0 mg/dL; Ca 9,6 mg/dL; ECOG 1; sem infecção ativa.

Assinale a alternativa CORRETA sobre o esquema de resgate inicial mais apropriado para o caso acima:
Alternativas
Q3904537 Medicina
Homem de 47 anos, previamente hígido, internado por febre persistente há 12 dias, perda ponderal, astenia intensa e icterícia discreta. Evolui nas últimas 48 horas com hipotensão transitória, necessitando volume. Em uso de antibiótico de amplo espectro há 72 horas, sem resolução da febre.

Exame físico: T 38,9 °C; FC 118 bpm; PA 105/65 mmHg; esplenomegalia palpável a 6 cm do RCE; sem foco infeccioso evidente.

Exames: Hb 8,7 g/dL; Leuco 2.900/mm³ (Neutrófilos 1.200); Plaq 62.000/mm³; PCR 19 mg/dL; procalcitonina 8,5 ng/mL (elevada); ferritina 22.000 ng/mL; triglicerídeos 510 mg/dL; fibrinogênio 110 mg/dL; DHL 1230 U/L; TGO/TGP elevadas; INR 1,6; creatinina 1,1 mg/dL. Hemoculturas negativas até o momento. TC abdome: esplenomegalia homogênea, sem abscessos. Mielograma: hemofagocitose presente. Sorologia / PCR: EBV PCR alto.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico sindrômico mais provável e à conduta inicial mais apropriada.
Alternativas
Q3904536 Medicina
Paciente de 52 anos, com linfoma B agressivo refratário, submetido a CAR-T anti-CD19 após linfodepleção padrão.
No D+2, evolui com febre 39,5 °C, hipotensão necessitando noradrenalina em baixa dose e hipoxemia leve, sem foco infeccioso identificado. Culturas iniciais negativas. Recebe tocilizumabe, com melhora hemodinâmica nas 24 horas seguintes.
No D+4, passa a apresentar confusão mental, afasia expressiva, mioclonias finas e dificuldade de escrita. Evolui em horas com crise convulsiva focal, revertida com benzodiazepínico. PA: 145/90 mmHg (habitual 120/80). Afebril no momento. 

Exames:

Na⁺, Ca²⁺, Mg²⁺ normais PCR ainda elevada TC de crânio: sem alterações RM de encéfalo (FLAIR): hipersinal cortical/subcortical bilateral predominando em regiões parieto-occipitais, sem restrição à difusão
Punção lombar: líquor claro, 3 células/mm³, proteína discretamente elevada, glicose normal, PCR viral negativo até o momento

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e à conduta prioritária, de acordo com consensos atuais.

Alternativas
Q3904535 Medicina
Homem de 60 anos, recém-diagnosticado com linfoma B agressivo. Biópsia: linfoma B de alto grau.

IHQ: CD20+, BCL2+, MYC+; Ki-67 ~90%. FISH: rearranjos de MYC e BCL2 positivos (linfoma “double-hit”); BCL6 negativo. Estadiamento: Ann Arbor IV; DHL = 2x LSN; ECOG 1; FEVE 62%; função renal preservada.

Considerando diretrizes atuais (NCCN/ESMO) e nível de evidência disponível, assinale a alternativa CORRETA quanto à estratégia terapêutica inicial mais apropriada.
Alternativas
Q3904534 Medicina
Homem de 70 anos, HAS, com síndrome mielodisplásica de alto risco, internado para suporte transfusional. Durante a primeira hora de transfusão de concentrado de hemácias, evolui com dispneia súbita, taquipneia e hipoxemia. Não havia sinais respiratórios prévios. Rx de tórax com aumento da trama vascular bilateralmente. 
Dados clínicos e exames: PA 110/70 mmHg; FC 118 bpm; temperatura 37,8 °C; SatO₂ 85% em ar ambiente; ausculta pulmonar com estertores difusos; BNP dentro da normalidade; balanço hídrico neutro; função renal preservada; não houve melhora após administração de furosemida 40mg Intravenoso.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e à conduta imediata.
Alternativas
Q3904533 Medicina
Homem de 70 anos com pancitopenia progressiva. Medula: displasia multilinhagem e blastos 7%. Exames: Hb 8,2 g/dL; Neutrófilos 900/mm³; Plaq 32.000/mm³; cariótipo: 46,XY[20] ; ferritina 900; EPO sérica = 200 mUI/mL. Não candidato a transplante por fragilidade.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao enquadramento clínico e estratégia terapêutica mais apropriada.
Alternativas
Q3904532 Medicina
Homem de 33 anos chega ao PS com gengivorragia, epistaxe e equimoses extensas. Ao exame: rebaixamento leve do nível de consciência, PA 100/60, FC 118.
Exames: Hb 7,9 g/dL; Leuco 28.000/mm³ ( observado células de moderado a grande tamanho, alta relação núcleo/citoplasma, cromatina frouxa, presença de 1-3 nucléolos e bastonete de auer); Plaq 18.000/mm³; TP 19 s (INR 1,8); TTPa 55 s; fibrinogênio 85 mg/dL; Ddímero muito elevado; DHL elevada; creatinina 1,2 mg/dL. Sem sinais de infecção evidente.

Assinale a alternativa CORRETA sobre a conduta inicial mais adequada neste momento. 
Alternativas
Q3904531 Medicina
Mulher de 62 anos, HAS, linfocitose persistente. Citometria: CD19+, CD5+, CD23+, restrição de cadeia leve kappa. Sem sintomas B. Após 6 meses, piora de fadiga. Exames: Hb 9,6 g/dL; VCM normal; reticulócitos altos; DHL normal; bilirrubina indireta elevada; Coombs direto positivo; plaquetas 190.000/mm³; linfócitos 38.000/mm³.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta mais apropriada.
Alternativas
Q3904530 Medicina

Homem de 43 anos, sem história hemorrágica prévia, apresenta grande hematoma muscular espontâneo. Exames: TP normal; TTPa 67s; mistura 1:1: TTPa 49s imediatamente e 65s após incubação 2h; FVIII atividade 1%; FIX normal.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e ao próximo passo confirmatório.
Alternativas
Q3904529 Medicina
Homem de 71 anos com perda de peso e queixas de esquecimentos com maior frequência. Exames: Hb 9,8 g/dL; VCM 110 fL; RDW 19%; Leuco 3.100/mm³ (neutropenia leve); Plaq 118.000/mm³; reticulócitos baixos; DHL elevada; bilirrubina indireta discretamente elevada.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a conduta inicial. 
Alternativas
Q3904528 Medicina
Homem de 46 anos, assintomático, encaminhado por leucocitose persistente há 3 meses. Ao exame: esplenomegalia 4 cm do RCE. Exames: Leuco 32.800/mm³ (bast 2%, seg 54%, miel 10%, meta 8%, prom 1%, eos 4%, baso 6%, linf 12%, mon 3%); Hb 13,2 g/dL; Plaq 612.000/mm³; DHL 1,8x LSN; B12 sérica elevada; LAP (fosfatase alcalina leucocitária) baixa.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e ao exame confirmatório prioritário. 
Alternativas
Q3904527 Medicina
Mulher de 26 anos, assintomática, procura consulta pré-natal (10 semanas). Nega sangramento digestivo. Refere menorragia desde a adolescência. Pai “tem anemia e nunca precisou tratar”. Sem comorbidades.

Exames: Hb 12,6 g/dL; Ht 38%; He 5,9 milhões/mm³; VCM 72 fL; HCM 23 pg; RDW 13,2% (normal); Leuco 6.100/mm³; Plaq 310.000/mm³; reticulócitos 1,0%. Ferro 38 µg/dL; CTLF/TIBC 420 µg/dL; saturação 9%; ferritina 28 ng/mL; PCR 1,2 mg/L. Eletroforese/HPLC: HbA1 96,1% HbA2 3,1%, HbF 0,8%. Esfregaço: microcitose + hipocromia leves, algumas células-alvo.

Assinale a alternativa CORRETA sobre a hipótese mais provável e o próximo passo mais apropriado.
Alternativas
Q3904526 Medicina
Homem de 59 anos, previamente hígido, apresenta dor torácica pleurítica e dispneia súbita. Angiotomografia confirma TEP segmentar bilateral. Nega cirurgia, imobilização, viagens longas ou trauma recentes. História familiar: irmão com TVP aos 42 anos e mãe com “embolia pulmonar” aos 55 anos. Sem sangramento ativo.
Na admissão, foi iniciado rivaroxabana. No 4º dia, o paciente realiza por conta própria um “painel de trombofilia” que mostra: anticoagulante lúpico positivo (dRVVT alterado); anticardiolipina IgG/IgM negativos; anti-β2GPI negativos. Proteína C “baixa”; proteína S “baixa”. Dois meses depois, ele mantém rivaroxabana, está assintomático e pergunta se “já está confirmado SAF” e se “precisa procurar câncer oculto”.
Assinale a alternativa CORRETA sobre investigação de trombofilias e interpretação de exames neste cenário. 
Alternativas
Respostas
221: B
222: B
223: C
224: A
225: C
226: A
227: C
228: B
229: C
230: D
231: B
232: B
233: B
234: E
235: B
236: B
237: D
238: A
239: C
240: B