Questões de Concurso
Para médico hematologista
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I.O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) terão representação no Conselho Nacional de Saúde.
II.As Conferências de Saúde devem reunir-se a cada dois anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação da saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde.
III.A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
(__)Compete à direção nacional do SUS definir e coordenar os sistemas de redes de assistência de referência estadual e regional, garantindo o fluxo de pacientes.
(__)Cabe exclusivamente à direção estadual do SUS a formulação e execução da política de sangue e seus derivados, incluindo sua normatização técnica.
(__)A direção estadual deve executar as ações de vigilância epidemiológica e sanitária de portos, aeroportos e fronteiras, por delegação da esfera municipal.
(__)Compete à direção nacional do SUS participar da definição de normas e mecanismos de controle relativas a agravos ao meio ambiente ou dele decorrentes, que tenham repercussão na saúde humana.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) tem como um de seus objetivos específicos estimular a mobilidade humana segura e sustentável, como o uso de transporte ativo (caminhada, ciclismo).
II.A Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde garante ao usuário o direito de consentir ou recusar procedimentos, diagnósticos ou terapêuticas, exceto em casos de risco à saúde pública, onde a recusa é sempre vedada.
III.A PNPS define a equidade como um de seus valores, reconhecendo as iniquidades em saúde e buscando atuar sobre os determinantes sociais para reduzi-las.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I.O MS-DOS é um sistema operacional monotarefa e monousuário, baseado em linha de comando, que controlava diretamente o hardware por meio de interrupções e chamadas básicas de sistema.
II.No ambiente Windows, o Gerenciador de Tarefas permite ao usuário visualizar processos ativos, desempenho da CPU e memória, além de finalizar programas que não respondem, recurso inexistente no MS-DOS.
III.O comando DIR, utilizado no MS-DOS, exibe o conteúdo de um diretório, podendo listar arquivos ocultos com o modificador /A.
IV.O Prompt de Comando do Windows é uma ferramenta gráfica de interface direta, que substitui integralmente o uso de comandos em texto, mantendo apenas compatibilidade visual com o DOS.
V.No Windows, o utilitário Explorador de Arquivos representa a evolução da estrutura hierárquica de diretórios do DOS, mas com suporte a permissões, caminhos longos e múltiplas extensões por arquivo.
Assinale a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é
Exames: Hb 10,8 g/dL; Cr 1,0 mg/dL; Ca 9,6 mg/dL; ECOG 1; sem infecção ativa.
Assinale a alternativa CORRETA sobre o esquema de resgate inicial mais apropriado para o caso acima:
Exame físico: T 38,9 °C; FC 118 bpm; PA 105/65 mmHg; esplenomegalia palpável a 6 cm do RCE; sem foco infeccioso evidente.
Exames: Hb 8,7 g/dL; Leuco 2.900/mm³ (Neutrófilos 1.200); Plaq 62.000/mm³; PCR 19 mg/dL; procalcitonina 8,5 ng/mL (elevada); ferritina 22.000 ng/mL; triglicerídeos 510 mg/dL; fibrinogênio 110 mg/dL; DHL 1230 U/L; TGO/TGP elevadas; INR 1,6; creatinina 1,1 mg/dL. Hemoculturas negativas até o momento. TC abdome: esplenomegalia homogênea, sem abscessos. Mielograma: hemofagocitose presente. Sorologia / PCR: EBV PCR alto.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico sindrômico mais provável e à conduta inicial mais apropriada.
No D+2, evolui com febre 39,5 °C, hipotensão necessitando noradrenalina em baixa dose e hipoxemia leve, sem foco infeccioso identificado. Culturas iniciais negativas. Recebe tocilizumabe, com melhora hemodinâmica nas 24 horas seguintes.
No D+4, passa a apresentar confusão mental, afasia expressiva, mioclonias finas e dificuldade de escrita. Evolui em horas com crise convulsiva focal, revertida com benzodiazepínico. PA: 145/90 mmHg (habitual 120/80). Afebril no momento.
Exames:
Na⁺, Ca²⁺, Mg²⁺ normais PCR ainda elevada TC de crânio: sem alterações RM de encéfalo (FLAIR): hipersinal cortical/subcortical bilateral predominando em regiões parieto-occipitais, sem restrição à difusão
Punção lombar: líquor claro, 3 células/mm³, proteína discretamente elevada, glicose normal, PCR viral negativo até o momento
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e à conduta prioritária, de acordo com consensos atuais.
IHQ: CD20+, BCL2+, MYC+; Ki-67 ~90%. FISH: rearranjos de MYC e BCL2 positivos (linfoma “double-hit”); BCL6 negativo. Estadiamento: Ann Arbor IV; DHL = 2x LSN; ECOG 1; FEVE 62%; função renal preservada.
Considerando diretrizes atuais (NCCN/ESMO) e nível de evidência disponível, assinale a alternativa CORRETA quanto à estratégia terapêutica inicial mais apropriada.
Dados clínicos e exames: PA 110/70 mmHg; FC 118 bpm; temperatura 37,8 °C; SatO₂ 85% em ar ambiente; ausculta pulmonar com estertores difusos; BNP dentro da normalidade; balanço hídrico neutro; função renal preservada; não houve melhora após administração de furosemida 40mg Intravenoso.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e à conduta imediata.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao enquadramento clínico e estratégia terapêutica mais apropriada.
Exames: Hb 7,9 g/dL; Leuco 28.000/mm³ ( observado células de moderado a grande tamanho, alta relação núcleo/citoplasma, cromatina frouxa, presença de 1-3 nucléolos e bastonete de auer); Plaq 18.000/mm³; TP 19 s (INR 1,8); TTPa 55 s; fibrinogênio 85 mg/dL; Ddímero muito elevado; DHL elevada; creatinina 1,2 mg/dL. Sem sinais de infecção evidente.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a conduta inicial mais adequada neste momento.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta mais apropriada.
Homem de 43 anos, sem história hemorrágica prévia, apresenta grande hematoma muscular espontâneo. Exames: TP normal; TTPa 67s; mistura 1:1: TTPa 49s imediatamente e 65s após incubação 2h; FVIII atividade 1%; FIX normal.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e ao próximo passo confirmatório.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a conduta inicial.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico mais provável e ao exame confirmatório prioritário.
Exames: Hb 12,6 g/dL; Ht 38%; He 5,9 milhões/mm³; VCM 72 fL; HCM 23 pg; RDW 13,2% (normal); Leuco 6.100/mm³; Plaq 310.000/mm³; reticulócitos 1,0%. Ferro 38 µg/dL; CTLF/TIBC 420 µg/dL; saturação 9%; ferritina 28 ng/mL; PCR 1,2 mg/L. Eletroforese/HPLC: HbA1 96,1% HbA2 3,1%, HbF 0,8%. Esfregaço: microcitose + hipocromia leves, algumas células-alvo.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a hipótese mais provável e o próximo passo mais apropriado.
Na admissão, foi iniciado rivaroxabana. No 4º dia, o paciente realiza por conta própria um “painel de trombofilia” que mostra: anticoagulante lúpico positivo (dRVVT alterado); anticardiolipina IgG/IgM negativos; anti-β2GPI negativos. Proteína C “baixa”; proteína S “baixa”. Dois meses depois, ele mantém rivaroxabana, está assintomático e pergunta se “já está confirmado SAF” e se “precisa procurar câncer oculto”.
Assinale a alternativa CORRETA sobre investigação de trombofilias e interpretação de exames neste cenário.