Questões de Concurso Para técnico de enfermagem

Foram encontradas 60.414 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3043679 Português

Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02  



Q17_19.png (912×196)

Disponível em: https://cartunistasolda.com.br/esse-viking-e-uma-figura/. Acesso em: 22 maio 2024.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 02.

I - A fala proferida por Hagar, no primeiro quadro, apresenta-se contundente, porém não convincente. II - A expressão “o horrível”, autodenominação feita por Hagar, em sua primeira fala, não surte o efeito pretendido por ele. III - A fala do interlocutor de Hagar, no segundo quadro, mostra seu destemor em relação às estratégias argumentativas usadas por Hagar em sua fala, no primeiro quadro. IV - Hagar mostra-se destemido, pois, já no segundo quadro, percebe que seu interlocutor é uma mulher. V - Hagar, ante a reação de fragilidade demonstrada por seu interlocutor, conclui que prefere enfrentar um homem a uma mulher.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3043677 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01


O mundo precisa da sua originalidade – e você também

Patrícia Cotton

    A palavra alemã Zeitgeist insinua que somos afetados – ou até mesmo assombrados – pelo espírito do tempo em que vivemos. Esse “fantasma” dá o tom do nosso ambiente cultural e intelectual, e sobretudo das nossas escolhas. O tempo seria uma espécie de molde que torna impossível o exercício pleno da originalidade. E na contemporaneidade isso tem se tornado ainda mais agudo. Fórmulas prontas nos levam a crer que o visível, o recorrente e o seguro são o mesmo que “sucesso”. Padrões de comunicação, de estética, de mentalidade política, de gestão e de autoprodutização apostam cada vez mais na previsibilidade anticancelamento, asfixiando o pioneirismo e a criatividade. Estamos, afinal, perdendo a capacidade de ser originais?
    Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando. Postar fotos com o date, por exemplo, virou o novo anel de compromisso. Estudos, refeições, férias, mudanças de trabalho, e até mesmo malhação – outrora aspectos naturais da existência – tornaram-se extraordinários (uma vez publicados, claro). A espetacularização permanente de quase tudo virou uma espécie de “prova de vida” do INSS. Uma vibe na linha de “mãe, olha o desenho que eu fiz!”. Dando uma de Analista de Bagé, parece que o silêncio (digital) virou sinal de que as coisas, enfim, vão bem.
    Falando da nossa realidade analógica, somos fruto de um momento de inspiração original dos nossos pais. Digitais, DNA e voz comprovam a nossa singularidade estrutural, nossa gênese inquestionável. Originalidade, por este prisma, é um bem democrático, já que a única coisa que não pode ser copiada é justamente você. Se irá aproveitar isso ou não, é outra história. Fato é: o esquecimento deste ativo que é a singularidade nos distancia não apenas de nós mesmos, mas de compor o todo de uma comunidade diversa.
    [...]
    Ao seguir hábitos e padrões de forma irrefletida, indivíduos e negócios vão se tornando muito mais objeto do que sujeito de suas ações. Abatidos pelo Zeitgeist e pela autoconsciência anêmica, fica cada vez mais difícil surpreender. Parece, inclusive, que foi em outra vida que o mote “pense diferente”, da Apple, teve algum valor. Estamos cada vez menos originais, viciados em benchmarks, engajamentos e teses de investimento que trazem supostas garantias. 
    Paradoxalmente, nunca precisamos tanto da originalidade para enfrentar os problemas complexos e inéditos que temos vivenciado coletivamente. E também para a autorrealização individual.
    O tópico da autorrealização me faz lembrar que, por muito tempo, acreditei que ser acessível era ser comprometida, sobretudo profissionalmente. À luz disso, me viciei em um “crackberry” (gíria que se refere à natureza viciante dos smartphones BlackBerry, que eram conhecidos por suas ferramentas eficientes de e-mail, mensagens e produtividade) como instrumento de trabalho. Na época, achava natural que aquele aparelho fosse minha extensão, sem me dar conta dessa perigosa simbiose. Durante um autoexperimento de mudança, em que fiquei quase um ano sem celular, tive o melhor e mais transformador período da minha vida. Desde então, cultivo uma comunicação ecológica, fora da “whatsApplândia” e afins. Sua suposta conveniência jamais me convenceu, e a vida “semioffline” segue trazendo bons frutos, apesar de todas as reclamações, controvérsias e perdas que conscientemente enfrento. O que muitos denominam de loucura, aprendi a chamar de originalidade.
    Encontrar o próprio caminho original não é fácil, mas certamente é mais interessante que o consumo irrestrito de clichês e benchmarks. Ser original é trabalhar na margem de manobra entre o espírito do tempo que nos influencia, e o que é de alcance consciente. É entender que destino é também – mas não só – origem. É expressar a essência na existência através de escolhas corajosamente autênticas. É ser subversivo, fazer algo que ainda não foi imaginado. E pagar os eventuais pedágios com um discreto sorriso de Monalisa no rosto. 


Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 22 maio 2024. Adaptado.

Tendo em vista a construção do texto, verifica-se


I - uso reiterado de estrangeirismos.

II - diferentes usos das aspas.

III - uso de citação direta.

IV - frequente uso de arcaísmos.

V - uso de neologismos.


Estão CORRETOS os itens

Alternativas
Q3043674 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01


O mundo precisa da sua originalidade – e você também

Patrícia Cotton

    A palavra alemã Zeitgeist insinua que somos afetados – ou até mesmo assombrados – pelo espírito do tempo em que vivemos. Esse “fantasma” dá o tom do nosso ambiente cultural e intelectual, e sobretudo das nossas escolhas. O tempo seria uma espécie de molde que torna impossível o exercício pleno da originalidade. E na contemporaneidade isso tem se tornado ainda mais agudo. Fórmulas prontas nos levam a crer que o visível, o recorrente e o seguro são o mesmo que “sucesso”. Padrões de comunicação, de estética, de mentalidade política, de gestão e de autoprodutização apostam cada vez mais na previsibilidade anticancelamento, asfixiando o pioneirismo e a criatividade. Estamos, afinal, perdendo a capacidade de ser originais?
    Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando. Postar fotos com o date, por exemplo, virou o novo anel de compromisso. Estudos, refeições, férias, mudanças de trabalho, e até mesmo malhação – outrora aspectos naturais da existência – tornaram-se extraordinários (uma vez publicados, claro). A espetacularização permanente de quase tudo virou uma espécie de “prova de vida” do INSS. Uma vibe na linha de “mãe, olha o desenho que eu fiz!”. Dando uma de Analista de Bagé, parece que o silêncio (digital) virou sinal de que as coisas, enfim, vão bem.
    Falando da nossa realidade analógica, somos fruto de um momento de inspiração original dos nossos pais. Digitais, DNA e voz comprovam a nossa singularidade estrutural, nossa gênese inquestionável. Originalidade, por este prisma, é um bem democrático, já que a única coisa que não pode ser copiada é justamente você. Se irá aproveitar isso ou não, é outra história. Fato é: o esquecimento deste ativo que é a singularidade nos distancia não apenas de nós mesmos, mas de compor o todo de uma comunidade diversa.
    [...]
    Ao seguir hábitos e padrões de forma irrefletida, indivíduos e negócios vão se tornando muito mais objeto do que sujeito de suas ações. Abatidos pelo Zeitgeist e pela autoconsciência anêmica, fica cada vez mais difícil surpreender. Parece, inclusive, que foi em outra vida que o mote “pense diferente”, da Apple, teve algum valor. Estamos cada vez menos originais, viciados em benchmarks, engajamentos e teses de investimento que trazem supostas garantias. 
    Paradoxalmente, nunca precisamos tanto da originalidade para enfrentar os problemas complexos e inéditos que temos vivenciado coletivamente. E também para a autorrealização individual.
    O tópico da autorrealização me faz lembrar que, por muito tempo, acreditei que ser acessível era ser comprometida, sobretudo profissionalmente. À luz disso, me viciei em um “crackberry” (gíria que se refere à natureza viciante dos smartphones BlackBerry, que eram conhecidos por suas ferramentas eficientes de e-mail, mensagens e produtividade) como instrumento de trabalho. Na época, achava natural que aquele aparelho fosse minha extensão, sem me dar conta dessa perigosa simbiose. Durante um autoexperimento de mudança, em que fiquei quase um ano sem celular, tive o melhor e mais transformador período da minha vida. Desde então, cultivo uma comunicação ecológica, fora da “whatsApplândia” e afins. Sua suposta conveniência jamais me convenceu, e a vida “semioffline” segue trazendo bons frutos, apesar de todas as reclamações, controvérsias e perdas que conscientemente enfrento. O que muitos denominam de loucura, aprendi a chamar de originalidade.
    Encontrar o próprio caminho original não é fácil, mas certamente é mais interessante que o consumo irrestrito de clichês e benchmarks. Ser original é trabalhar na margem de manobra entre o espírito do tempo que nos influencia, e o que é de alcance consciente. É entender que destino é também – mas não só – origem. É expressar a essência na existência através de escolhas corajosamente autênticas. É ser subversivo, fazer algo que ainda não foi imaginado. E pagar os eventuais pedágios com um discreto sorriso de Monalisa no rosto. 


Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 22 maio 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que podem ser inferidas do texto.

I - Os problemas complexos necessitam de fórmulas e padrões para serem resolvidos. II - A resolução dos problemas difíceis de forma original leva à autorrealização individual. III - O uso constante das ferramentas digitais para resolver problemas pode se tornar vício. IV - As soluções originais não são fáceis de serem encontradas, mas evitam a manipulação. V - A escolha pela autenticidade exige coragem e consciência das consequências advindas.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3043672 Enfermagem
Considerando o atendimento em acidentes com animais peçonhentos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3043671 Enfermagem
O técnico de enfermagem e o auxiliar de enfermagem, em conformidade com o disposto na Lei n.º 7.498, de 25 de junho de 1986, e com o Decreto n.º 94.406, de 8 de junho de 1987, que a regulamentam, participam da execução do Processo de Enfermagem, naquilo que lhes couber, sob a supervisão e orientação do enfermeiro. A execução do Processo de Enfermagem deve ser registrada formalmente. Com relação ao registro de enfermagem, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3043670 Enfermagem
A suplementação nutricional oral (SNO) é uma importante ferramenta na prevenção, tratamento e reabilitação do paciente desnutrido ou com risco para desnutrição. É considerada uma indicação para a SNO:
Alternativas
Q3043669 Enfermagem
Com relação aos cuidados de enfermagem na realização de eletrocardiograma (ECG), analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3043668 Enfermagem
De acordo com a Lei n.° 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, o técnico de enfermagem exerce atividades de nível médio participando do planejamento da assistência de enfermagem, cabendo-lhe especialmente:
Alternativas
Q3043667 Enfermagem
A influenza é uma doença sazonal, de ocorrência anual. Em regiões de clima temperado, as epidemias ocorrem quase que exclusivamente nos meses de inverno. A transmissão direta (pessoa a pessoa) é mais comum e ocorre por meio de gotículas, expelidas pelo indivíduo infectado com o vírus influenza ao falar, espirrar e tossir. Eventualmente, pode ocorrer transmissão pelo ar, pela inalação de partículas residuais. Tendo em vista o modo de transmissão, assinale a alternativa que contém as precauções que devem ser implementadas para evitar disseminação da doença.
Alternativas
Q3043666 Enfermagem
A figura a seguir apresenta os cinco momentos para higiene das mãos. Observe-a atentamente.


Q4.png (622×408)


Fonte: Organização Mundial de Saúde (OMS). Manual de referência técnica para higienização das mãos. 2009. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/ptbr/assuntos/servicosdesaude/prevencao-e-controle-de-infeccao-e-resistencia-microbiana/ManualdeRefernciaTcnica.pdf. Acesso em: 6 jun. 2024.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3043665 Enfermagem
As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS) são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal. O princípio do SUS “entendido como um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema” é denominado  
Alternativas
Q3043664 Enfermagem
A equipe de enfermagem desempenha inúmeras atribuições na sala de vacinação. Um dos cuidados que deve ser tomado com relação ao equipamento de refrigeração é:  
Alternativas
Q3043663 Enfermagem
Segundo a Portaria n.º 529, de 1º de abril de 2013, a segurança do paciente é a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde. Diante disso, assinale a alternativa que contém um protocolo monitorado pelo Programa Nacional de Segurança do Paciente:
Alternativas
Q3041667 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
O Município de Cavalcante é dotado de autonomia política, administrativa e financeira e reger-se-á pela Constituição Federal, pela Constituição Estadual e por sua Lei Orgânica. De acordo com o artigo 3° desta Lei Orgânica, os poderes do Município são:
Alternativas
Q3041663 Enfermagem
O tratamento de icterícias e anemias graves que consiste na troca lenta e sucessiva de sangue do recém-nascido por sangue compatível é denominado de: 
Alternativas
Q3041662 Enfermagem
Paciente K.F.L. 49 anos deu entrada na Clínica Médica com diagnóstico de anasarca. Diante do diagnóstico em questão, um de seus principais sintomas é:
Alternativas
Q3041661 Enfermagem
Paciente J.L.S., 28 anos deu entrada no Centro cirúrgico para realização de uma histerectomia. O cirurgião solicita que o técnico de enfermagem posicione a paciente na mesa cirúrgica em decúbito dorsal, com as nádegas posicionadas na borda da mesa, com as pernas flexionadas nos quadris e joelhos, de modo que as coxas fiquem aproximadamente em um ângulo de 90 graus em relação ao tronco. As pernas deverão ser mantidas nessa posição elevada apoiadas em suportes especializados chamados estribos ou apoios para as pernas. A presente posição cirúrgica é denominada de:
Alternativas
Q3041660 Enfermagem
“Os pacientes recebem medicamentos adequados às suas necessidades clínicas, em doses que atendam às suas necessidades individuais, por um período de tempo adequado e ao menor custo para eles e sua comunidade” é uma definição:
Alternativas
Q3041659 Enfermagem
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), um evento adverso a Medicamento refere-se aos casos em que existe uma suspeita de que o dano sofrido pelo paciente ou usuário tenha ocorrido após a utilização de um medicamento. Considerando o contexto, é um efeito adverso de baixa complexidade, no uso de opioides:
Alternativas
Q3037275 Enfermagem
Durante a avaliação de um paciente, o técnico de enfermagem registra uma pressão arterial de 160/100 mmHg. Considerando os parâmetros de pressão arterial, como essa medida deve ser classificada e qual a conduta mais apropriada?
Alternativas
Respostas
15941: A
15942: E
15943: B
15944: C
15945: A
15946: B
15947: D
15948: E
15949: C
15950: A
15951: E
15952: B
15953: D
15954: A
15955: B
15956: D
15957: A
15958: D
15959: B
15960: D