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Q4427387 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.



IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas


Veny Santos 


    Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 


    Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 


    Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas. 


    Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office. 


    O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber. 


    Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas. 


    A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível? 


    Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória. 


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024.

A questão refere-se ao trecho reproduzido a seguir.


Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas. 


Nesse trecho, o pronome oblíquo foi empregado para substituir

Alternativas
Q4427386 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.



IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas


Veny Santos 


    Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 


    Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 


    Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas. 


    Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office. 


    O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber. 


    Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas. 


    A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível? 


    Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória. 


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024.

No quarto parágrafo, a maioria dos verbos estão flexionados no 
Alternativas
Q4427385 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.



IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas


Veny Santos 


    Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 


    Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 


    Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas. 


    Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office. 


    O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber. 


    Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas. 


    A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível? 


    Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória. 


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024.

De acordo com o texto, o cuidado com a relação subjetiva entre as pessoas e a inteligência artificial remete ao impacto causado por essa ferramenta na esfera 
Alternativas
Q4427384 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.



IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas


Veny Santos 


    Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 


    Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 


    Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas. 


    Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office. 


    O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber. 


    Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas. 


    A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível? 


    Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória. 


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024.

O texto tematiza, principalmente, 
Alternativas
Q4427383 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.



IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas


Veny Santos 


    Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 


    Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 


    Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas. 


    Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office. 


    O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber. 


    Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas. 


    A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível? 


    Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória. 


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024.

O texto objetiva, principalmente,
Alternativas
Q4424451 Medicina
Uma mulher de 52 anos procura a unidade de saúde relatando que está há cerca de 10 meses sem menstruar, com queixas de ondas de calor (fogachos), sudorese noturna e insônia. Preocupada, pergunta à técnica de enfermagem se já está na menopausa. Considerando que a profissional a orientou corretamente, ela informou que: 
Alternativas
Q4424450 Patologia
Uma mulher de 68 anos é admitida na emergência hospitalar com histórico de insuficiência cardíaca congestiva. Durante a admissão, a técnica de enfermagem observa edema intenso e generalizado, com acentuado inchaço em face, abdome, região genital e membros inferiores. Qual é o termo técnico correto para descrever esse quadro no prontuário? 
Alternativas
Q4424449 Enfermagem
Uma gestante de 30 semanas comparece à sala de vacina na unidade básica de saúde e questiona a técnica de enfermagem sobre a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), disponível gratuitamente no SUS para gestantes. Sobre essa vacina, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4424448 Enfermagem
Durante a realização de um eletrocardiograma (ECG) de repouso em paciente adulto na unidade básica de saúde, a técnica de enfermagem deve adotar cuidados para garantir a qualidade do traçado e o conforto do paciente. Sobre esses cuidados, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4424447 Enfermagem
Paciente com diabetes melito inicia o uso de caneta de insulina e questiona a técnica de enfermagem sobre a escorva (teste de fluxo). De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), assinale a alternativa correta acerca desse procedimento.
Alternativas
Q4424446 Enfermagem
Durante a realização de um curativo, uma técnica de enfermagem fotografa uma criança em tratamento oncológico e publica a imagem em sua rede social, com finalidade educativa. A mãe, responsável legal, autorizou a publicação apenas verbalmente. O rosto da criança e o ambiente da unidade estão visíveis. Considerando o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 564/2017), é correto afirmar que a técnica:
Alternativas
Q4424445 Enfermagem
Na unidade de pediatria, a técnica de enfermagem verifica a prescrição de soro glicosado (SG) a 10% – frasco de 100 mL, para infundir em 6 horas, em um paciente infantil. Quantos gramas de glicose há no frasco?
Alternativas
Q4424444 Enfermagem
Durante acolhimento na unidade básica de saúde, a técnica de enfermagem recebe um idoso de 78 anos e, sob supervisão do enfermeiro, preenche os dados antropométricos na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, incluindo a aferição do perímetro da panturrilha. Sobre esse procedimento, analise as assertivas a seguir:

I. A aferição do perímetro da panturrilha é indicada apenas para idosos com suspeita de desnutrição.
II. Valores de perímetro da panturrilha inferiores a 31 cm sugerem redução da massa muscular (sarcopenia), conforme a Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.
III. Para a aferição, o idoso deve permanecer sentado, com joelhos e tornozelos flexionados a 90°, posicionando-se a fita métrica no ponto de maior circunferência da panturrilha, sem comprimir os tecidos. sendo esse dado utilizado no acompanhamento da saúde do idoso.
IV. O valor do perímetro da panturrilha deve ser registrado na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, sendo esse dado utilizado no acompanhamento da saúde do idoso.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4424443 Enfermagem
Durante o preparo de medicamentos na unidade de saúde, a técnica de enfermagem precisa administrar um antibiótico que se apresenta na forma de pó liofilizado, necessitando de reconstituição antes da administração. Assinale a alternativa correta acerca desse procedimento.
Alternativas
Q4424442 Saúde Pública
Conforme a Lei nº 8.142/1990, que institui as instâncias de participação popular e controle social no SUS, analise a seguinte definição:
Evento que reúne governo e sociedade para avaliar a situação da saúde pública e propor diretrizes para o SUS no município, devendo ocorrer a cada quatro anos, com representação dos vários segmentos sociais — usuários, trabalhadores da saúde, prestadores de serviços e gestores —, assegurando participação paritária dos usuários (50% dos participantes).
A definição acima refere-se à(ao): 
Alternativas
Q4423334 Direito Sanitário
Ao reorganizar uma Região de Saúde, o colegiado regional discute quais serviços são Portas de Entrada das Redes de Atenção à Saúde (RAS), em que condições novas portas podem ser criadas e que ações e serviços a região precisa reunir. Sobre essa organização das redes, analise as afirmativas a seguir:
I. Os serviços especiais de acesso aberto, voltados à pessoa que, em razão de agravo ou de situação laboral, necessita de atendimento especial, figuram entre as Portas de Entrada. II. O município pode instituir nova Porta de Entrada para o seu centro de especialidades por decisão do gestor local, sem pactuação nas Comissões Intergestores da região. III. Para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de atenção psicossocial e de vigilância em saúde, entre outros elencados na norma.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4423333 Enfermagem
Na sala de vacinação, surgem dúvidas sobre retenção de comprovantes por escola, recusa por convicção do responsável e vacina obrigatória estadual. Acerca das regras do Programa Nacional de Imunizações (PNI), registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__) O atestado de vacinação é fornecido gratuitamente, com prazo de validade determinado, e não pode ser retido por pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado. (__) A Secretaria Estadual de Saúde pode tornar obrigatória outra vacina em seu território por ato próprio, bastando que reúna condições operacionais para executar a medida. (__) A dispensa da vacinação obrigatória é admitida mediante termo de recusa assinado pelo responsável e arquivado junto ao registro da criança na unidade de saúde. (__) As vacinações obrigatórias são praticadas de modo sistemático e gratuito pelos órgãos públicos e pelas entidades privadas subvencionadas pelos governos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4423332 Saúde Pública
A implantação do Sistema Único de Saúde (SUS) resultou de marcos da Reforma Sanitária, da reorganização da assistência previdenciária e da legislação sanitária ocorridos em poucos anos. Considere os marcos desse processo listados abaixo:
(1) Extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), com transferência de suas funções às instâncias gestoras do sistema. (2) Realização da 8ª Conferência Nacional de Saúde, cujo relatório final consolidou a saúde como direito e a proposta de um sistema único. (3) Promulgação do texto constitucional que definiu a saúde como direito de todos e dever do Estado. (4) Instituição dos Sistemas Unificados e Descentralizados de Saúde (SUDS) nos Estados, por convênios entre a previdência e as secretarias estaduais. (5) Publicação da lei que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde e sobre a organização e o funcionamento dos serviços.
a alternativa que apresenta a ordem cronológica CORRETA em que esses marcos ocorreram: 
Alternativas
Q4423331 Enfermagem

Uma equipe de Saúde da Família classifica suas ações pelo modelo de Jamoulle, que cruza a perspectiva do profissional (doença identificada ou não) com a do usuário (sensação de adoecimento ou não). Associe cada campo, na Coluna I, à situação correspondente, na Coluna II: 


Coluna I


1. Prevenção primária.

2. Prevenção secundária.

3. Prevenção terciária.

4. Prevenção quaternária.


Coluna II

(__) Mulher de 55 anos, assintomática, cuja mamografia de rastreamento revela lesão inicial não palpável, encaminhada para confirmação e tratamento precoce.

(__) Homem de 40 anos que relata cansaço há meses, com exames normais, a quem a equipe evita novas baterias de exames e oferece escuta e retorno programado.

(__) Menina de 11 anos, sem queixas nem doença, que recebe na escola a vacina contra o papilomavírus humano ofertada pelo calendário nacional.

(__) Idoso com sequela motora de acidente vascular cerebral, em reabilitação domiciliar para reduzir incapacidades e evitar complicações da imobilidade.

Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, de cima para baixo: 

Alternativas
Q4423330 Enfermagem
Um município implantará equipe de Saúde da Família (eSF) em área de risco e vulnerabilidade com 3.000 pessoas, a cobrir inteiramente com agentes comunitários de saúde (ACS) no máximo de pessoas por agente recomendado para essas áreas. Assinale a alternativa que apresenta a proposta de equipe CORRETA.
Alternativas
Respostas
41: C
42: A
43: D
44: D
45: C
46: B
47: A
48: B
49: D
50: A
51: C
52: B
53: D
54: A
55: C
56: D
57: B
58: C
59: E
60: E