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Q3806450 Matemática
Um agricultor colheu 2.387 kg de milho e pretende armazená-los em sacos de 25 kg. Após encher todos os sacos, restaram 12 kg de milho. Quantos sacos completos o agricultor conseguiu encher? 
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Q3806449 Matemática
O marceneiro Marcos produziu 8 cadeiras por dia, durante 7 dias de trabalho, depois vendeu metade das cadeiras fabricadas. Passado um determinado tempo, ele recebeu uma encomenda de 45 cadeiras. Considerando que ele já tinha a quantidade de cadeiras que sobraram do trabalho anterior, quantas ele vai precisar fazer para completar as 45 da encomenda? 
Alternativas
Q3806448 Matemática

Marcos tem três bombas de água no seu sítio, que trabalham de maneira idêntica e, funcionando simultaneamente, despejam 1.200 litros de água em um reservatório. Se uma dessas bombas der defeito e apenas duas continuarem funcionando, quantos litros serão bombeados no mesmo período?
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Q3806447 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto destaca que o ato de compartilhar refeições, antes visto apenas como um costume cultural ou familiar, passa a ser reconhecido também pela pesquisa científica como um elemento determinante no bem-estar. Ao comparar esse hábito com outros fatores tradicionalmente associados à felicidade, percebe-se um deslocamento na compreensão do que contribui para uma vida satisfatória. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor traduz a ideia central apresentada: 
Alternativas
Q3806446 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

Ao observar o contraste estabelecido entre o passado e o presente, percebe-se que o texto propõe uma reflexão sobre a transformação das relações sociais mediadas pelo convívio familiar. Essa mudança, impulsionada por novos hábitos e pela presença constante das tecnologias, afeta não apenas a forma como as pessoas se relacionam, mas também aspectos emocionais mais profundos. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar que o texto destaca:
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Q3806445 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto evidencia que o ato de compartilhar refeições não se limita a um costume cultural ou familiar, mas possui implicações significativas para a saúde emocional, especialmente em determinados grupos etários. Ao relacionar a prática com evidências científicas, o texto indica benefícios concretos associados à socialização durante as refeições. Com base nisso, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem do texto: 
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Q3806444 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto apresenta uma reflexão sobre o papel das refeições coletivas no contexto da vida moderna, destacando momentos específicos do dia em que a interação social é mais significativa. A análise sugere que o ato de compartilhar refeições vai além da nutrição, funcionando como um ponto de apoio emocional e social. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem central do texto: 
Alternativas
Q3806443 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto estabelece uma conexão entre práticas antigas de convivência alimentar e descobertas recentes da ciência sobre o impacto das refeições coletivas no bem-estar humano. Ao relacionar tradição e evidência científica, percebe-se que compartilhar a alimentação vai além de um costume cultural, assumindo funções emocionais e sociais importantes. Considerando essas informações, é correto afirmar que o texto indica: 
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Q3803992 Matemática

Clara foi à lanchonete com R$20,00.

 

Ela comprou:

 

1 sanduíche por R$8,00,

1 suco por R$5,00.

 

Depois, ela quis comprar uma sobremesa que custava R$6,00.

 

Ela ainda ficou com dinheiro suficiente para a sobremesa?

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Q3803948 Matemática
O intervalo para descanso em uma empresa, começa às 10 horas da manhã e termina às 10h30. Quanto tempo dura o intervalo de descanso? 
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Q3803947 Matemática

Larissa tem os seguintes números escritos no caderno:


2 – 5 – 8 – 11 – 14 – 17


Quantos desses números são pares? 

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Q3803945 Raciocínio Lógico

Observe a sequência numérica


1, 7, 13, ____


O número que completa essa sequência é

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Q3803943 Matemática
Algumas letras do nosso alfabeto são utilizadas para representar os algarismos romanos. Qual das opções abaixo NÃO representa um algarismo romano. 
Alternativas
Q3803940 Matemática
Lúcia ganhou 5 figurinhas, sendo duas repetidas. Ela trocou as duas repetidas por outras 4. Quantas figurinhas ela ficou no total?
Alternativas
Q3803939 Matemática
Ana foi à feira com R$50,00. Ela comprou 3 maçãs por R$3,00 cada e 1 melancia por R$12,00. Com quanto dinheiro Ana ficou depois de pagar a conta com o dinheiro que possuía? 
Alternativas
Q3803938 Matemática

Veja a imagem de uma barra de chocolates.


Imagem associada para resolução da questão


Eduardo retirou um pedaço Imagem associada para resolução da questão e comeu. Qual fração representa a quantidade de chocolate que Eduardo comeu?

Alternativas
Respostas
2501: D
2502: A
2503: A
2504: C
2505: A
2506: D
2507: C
2508: B
2509: A
2510: C
2511: C
2512: B
2513: B
2514: D
2515: B
2516: C
2517: B
2518: A
2519: C
2520: A