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Q3954744 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Resolução da Câmara Municipal de Morro da Garça (MG) n.º 65/2025 disciplina sobre o uso de veículo oficial. Segundo esse documento, o veículo oficial tem como objetivo servir aos vereadores e aos servidores, nos atos de representação do poder legislativo. Sobre essa normativa, analise as afirmativas a seguir:

I- O veículo oficial dever ser conduzido por servidor do quadro de pessoal, investido no quadro de motorista.
II- Compete ao setor didático manter organizado o registro da documentação de utilização do veículo.
III- As multas aplicadas, em decorrência da má conservação do veículo, são de responsabilidade do legislativo municipal.
IV- A liberação do veículo oficial obedece à ordem alfabética dos requerimentos, salvo em caso de urgência devidamente comprovada.
V- É vedado o uso de veículo oficial em benefício público ou de terceiros.

Estão CORRETAS as afirmativas 
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Q3954743 História e Geografia de Estados e Municípios
O estudo da produção do lugar permite o conhecimento dos fatos históricos ocorridos, bem como entender as transformações produzidas pela ação do homem. O Morro, assim como todo sertão, nasceu com o signo do boi. Segundo Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, todos os sesmeiros estudados em sua obra mostram como a economia e a civilização sertaneja nasceram sob o signo do boi. Sobre a produção em Morro da Garça no perído analisado por Boaventura Leite (1987), é CORRETO afirmar:
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Q3954742 Raciocínio Lógico
Três cartas de baralho são retiradas de uma amostra com sete cartas. Não há reposição e a ordem não importa. Quantos são os resultados possíveis? 
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Q3954739 Matemática
Para quais valores de  k  e  b, o sistema linear Imagem associada para resolução da questão possui infinitas soluções? 
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Q3954738 Matemática

Para todo valor de x, em que as expressões existem, o valor de  Imagem associada para resolução da questão  é igual a


Dados: tg: tangente

cotg: cotangente

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Q3954737 Matemática
Se log37=a  e  log711=b, quanto vale  log113 ? 
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Q3954736 Matemática Financeira
Um certo produto foi ofertado com 20% de desconto inicial. Na hora da venda, um novo desconto de 10% foi ofertado sobre o preço já com o desconto inicial. O preço da venda, após os dois descontos, foi de R$ 280,00. O valor que mais se aproxima do preço do produto sem desconto algum é
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Q3954735 Matemática
Uma equipe de 12 trabalhadores, trabalhando 8 horas por dia, conclui uma obra em 30 dias. Porém, antes de iniciar a obra, as seguintes alterações ocorreram, a quantidade de trabalhadores aumentará em 25%, enquanto que a jornada de 
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Q3954729 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Na passagem “Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual.”, as vírgulas foram usadas, de acordo com a norma, para separar um 
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Q3954728 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Na passagem “Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.”, o verbo “têm” foi acentuado, de acordo com a norma, porque se trata 
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Q3954724 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Considere a passagem “Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra.”
Os parênteses foram usados pela autora com o objetivo de

I- acrescentar uma observação sobre o fato de ela ainda usar o Google como fonte de pesquisa.
II- inserir um contra-argumento a um possível estranhamento pelo fato de ela fazer uso do Google.
III- ratificar a informação de que ela ainda faz uso do Google como uma fonte de pesquisa.
IV- admitir que, na atualidade, o Google é a principal e mais moderna fonte de pesquisa.
V- reconhecer que, de fato, o Google representa hoje a única fonte segura de pesquisa.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
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Q3952887 Noções de Informática
No que se refere às ferramentas de colaboração e comunicação, uma foi criada pela Microsoft, com suporte a diversas funcionalidades, como:
 reuniões, com recursos como agendamento automatizado e transcrições automáticas;
 canais, para discussão de tópicos específicos, facilitando a organização das comunicações;
 chamadas de vídeo, com recursos avançados de áudio e vídeo, para reuniões em tempo real;
 integração com outros aplicativos da plataforma Microsoft 365, como Word e Excel;
 gerenciamento de equipes, em atividades de projetos e tarefas, com colaboração em tempo real.
Essa ferramenta é conhecida como Microsoft:  
Alternativas
Q3952886 Noções de Informática
Computação em Nuvem é definida como a entrega de recursos de TI sob demanda por meio da internet, com preço conforme o uso. Em vez de comprar, ter e manter data centers e servidores físicos, pode-se acessar serviços de tecnologia, como capacidade computacional, armazenamento e bancos de dados, de acordo com a necessidade, usando um provedor de nuvem. Entre os tipos disponíveis, um se destaca por conter os componentes básicos da TI na nuvem. Normalmente, oferece acesso a recursos de rede, computadores (virtuais ou em hardware dedicado) e espaço de armazenamento de dados. Por característica, oferece o mais alto nível de flexibilidade e controle de gerenciamento e constitui o tipo de computação mais semelhante aos recursos existentes de TI, já conhecidos por vários departamentos e desenvolvedores da área. Esse tipo é conhecido pela sigla: 
Alternativas
Q3952885 Noções de Informática
Atualmente, ao navegar em sites da internet por meio de browsers, como no Microsoft Edge, Google Chrome e Firefox Mozilla, em um notebook Intel com Windows 11 BR (x64), é possível visualizar a página do site corrente na modalidade tela cheia por meio do acionamento de uma tecla de função e, paralelamente, imprimir o conteúdo da homepage por meio da execução de um atalho de teclado.  
A tecla de função e o atalho de teclado são, respectivamente:  
Alternativas
Q3952884 Redes de Computadores
Nos dias de hoje, é comum o uso de cabos Cat 5 e Cat 6 na implementação de redes de computadores, com acesso à internet. Nesse caso, o conector normalmente utilizado é padronizado, em conformidade com normas internacionais. A sigla e a imagem para esse conector estão corretamente apresentadas na seguinte alternativa: 
Alternativas
Q3952883 Noções de Informática
Um funcionário da Prefeitura de Arraial do Cabo – RJ está montando uma apresentação de slides no software Impress da suíte LibreOffice 24.8.3.2 versão em português, estando, no momento, no slide 7 de um total de 34, em modo de edição. Para realizar a exibição da apresentação a partir do começo, ele deve acionar uma tecla de função suportada por esse software. Para salvar a apresentação em um documento, ele deve acionar o ícone 36.png (57×44) existente da Faixa de Opções ou, como alternativa, executar um atalho de teclado. Assim, a tecla de função e o atalho de teclado são, respectivamente:
Alternativas
Q3952882 Noções de Informática
A planilha da figura abaixo foi criada no Excel do pacote MS Office 2024 BR, em um notebook com Windows 11 BR (x64). 
35.png (312×194)
 Em D8 foi inserida a fórmula =SOMA(A6;D6).
 Em D10 foi inserida uma fórmula usando a função MAIOR, que determina o maior número dentre todos nas células A6, B6, C6 e D6. 
Nessas condições, o número mostrado em D8 e a fórmula inserida em D10 são, respectivamente: 
Alternativas
Q3952881 Noções de Informática
No editor de textos Writer da suíte LibreOffice 24.8.3.2 versão em português, em um microcomputador com Windows 10 BR (x64), o acionamento do ícone 34.png (48×44) tem um objetivo bem definido. Como alternativa, esse ícone pode também ser acionado por meio da execução de um atalho de teclado.
Das alternativas abaixo, aquela que apresenta corretamente o objetivo e o atalho de teclado são, respectivamente:
Alternativas
Q3952880 Sistemas Operacionais
No Linux, “pasta” refere-se a diretórios que organizam arquivos e outras pastas, e sua gestão é essencial para a eficiência do sistema operacional. Entre os diretórios, um armazena todos os ficheiros globais de configuração do sistema, enquanto outro contém diversos arquivos necessários à partida do sistema operacional. Nesse contexto, esses dois diretórios são, respectivamente:
Alternativas
Q3952879 Noções de Informática
No funcionamento e operação de microcomputadores e notebooks, há dispositivos que operam exclusivamente na entrada dos dados e há outros que operam exclusivamente na saída dos dados. Há ainda uma terceira categoria que se caracteriza por operar tanto na entrada como na saída, mas em momentos distintos. A alternativa que apresenta, nesta ordem, um exemplo de cada uma dessas categorias é a seguinte: 
Alternativas
Respostas
1761: B
1762: C
1763: A
1764: B
1765: E
1766: A
1767: D
1768: E
1769: B
1770: D
1771: A
1772: D
1773: A
1774: B
1775: B
1776: A
1777: C
1778: A
1779: C
1780: D