Questões de Concurso Para supervisor de ensino

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Q3496475 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
O termo em destaque no período “E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência”, presente no décimo primeiro parágrafo do texto “Aprendizagem para o futuro”, possui a seguinte função sintática  
Alternativas
Q3496474 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
Leia o período “O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro” retirado do segundo parágrafo do texto “Aprendizagem para o futuro” e, depois, analise as afirmativas a seguir.

I- Temos, no período em questão, três orações relacionadas, sintaticamente, pela subordinação;
II- Na oração “com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro”, o termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo semântico, por “a fim de”; 
III- O termo em destaque na oração “que garantam educação dos jovens voltada para o futuro” classifica-se morfologicamente como conjunção integrante;
IV- A oração “O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem” classifica-se sintaticamente como coordenada sindética explicativa.

Após análise das afirmativas, conclui-se que são verdadeiras as seguintes:
Alternativas
Q3496473 Português
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Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
As vírgulas utilizadas no período “A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro”, presente no sétimo parágrafo do texto “Aprendizagem para o futuro” são, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, necessárias porque: 
Alternativas
Q3496472 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
Conforme Pestana (2013, p.120), a coesão referencial “ocorre quando usamos as classes gramaticais para recuperar certos termos dentro do texto”. Ciente disso, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir sobre a coesão referencial estabelecida no texto “Aprendizagem para o futuro”.

I- O termo “minuta” foi utilizado para realizar uma substituição lexical do substantivo “relatório”;
II- Em um resumo do texto “Aprendizagem para o futuro”, poderíamos substituir lexicalmente o relatório do grupo The Economist e a minuta do governo da Austrália pelo substantivo “documentos”; 
III- O pronome “Isso”, presente no excerto “[...] Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto [...]” faz referência à conscientização dos alunos sobre o valor da persistência;
IV- No trecho “[...] aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas [...]”, o pronome em destaque exerce uma função catafórica na coesão referencial do texto.

Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é: 
Alternativas
Q3496471 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
No período “Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia”, presente no quarto parágrafo do texto “Aprendizagem para o futuro”, os termos em destaque podem ser substituídos, sem prejuízo semântico ao texto, por: 
Alternativas
Q3496470 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
Ao lermos o texto de Marcos de Lacerda Pessoa, entendemos que, segundo o autor, a aprendizagem voltada ao futuro:
Alternativas
Q3496469 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
De acordo com Pestana (2013), a tipologia textual trata da forma como um texto se apresenta e se organiza. Sabendo disso, podemos afirmar que o texto intitulado “Aprendizagem para o futuro” apresenta, em sua organização, de forma predominante, as tipologias: 
Alternativas
Q3496468 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
Gêneros textuais são textos, por meio dos quais, respondemos às mais diversas práticas sociais da linguagem. As características desses textos dependem, portanto, do propósito comunicativo. Sabendo disso, ao analisar as características do texto intitulado “Aprendizagem para o futuro”, escrito por Marcos de Lacerda Pessoa, percebe-se que se trata do gênero: 
Alternativas
Q3483349 Pedagogia
Na infância, o processo de crescimento e amadurecimento é marcado por diferentes fases que desempenham um papel fundamental na formação das crianças. Neste contexto, a Terceira Infância, abrangendo a faixa etária dos 6 aos 10 anos, merece destaque especial, uma vez que corresponde aos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Sobre as fases do desenvolvimento da criança, atribua:

1. 6 a 7 anos: início da escolarização formal.
2. 8 a 9 anos: aprimoramento da concentração e cooperação social.
3. 10 anos: maturidade cognitiva e social.

( )Atingem um nível mais avançado em várias competências. Cognitivamente, conseguem estabelecer relações de causa e efeito, dominam a leitura e interpretam textos complexos.

( )É nesse período que ocorre o fortalecimento das estruturas da mão, facilitando a capacidade motora fina e contribuindo para atividades como a escrita. A linguagem deixa de ser egocêntrica e se torna mediadora entre experiências concretas e abstratas.

( )Nessa etapa, as crianças adquirem um maior poder de concentração, reflexão e coordenação de ações individuais, tornando-se mais aptas à colaboração em atividades coletivas. Elas compreendem melhor construções lógicas e começam a desenvolver um raciocínio lógico-reversível.

( )Nessa fase, as crianças ingressam na escolarização formal, impactando suas rotinas e demandando o desenvolvimento de diversas competências. Elas começam a compreender a relação entre o concreto e o abstrato, desenvolvendo a reversibilidade do pensamento.

( )Socialmente, tornam-se mais capazes de cooperar com os outros e distinguir seus desejos dos demais, o que favorece relacionamentos mais duradouros. A identificação com os pares e a compreensão de regras e expectativas sociais também se intensificam.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3483347 Português
A linguagem é um processo fundamental na vida de qualquer indivíduo, pois é através dela que ele constrói conhecimentos, adquire cultura, expressa pontos de vista, defende ideias, assimila visões a respeito do mundo. 

Sobre as formas de conceber a linguagem, assinale:

1. Expressão do pensamento. 2. Meio de comunicação. 3. Meio de interação.

( )É tida como meio de interação, na qual o locutor e o interlocutor vão constituir compromissos e vínculos que não preexistiam à fala, ou seja, a partir do momento em que um locutor se dirige a um interlocutor, ele tem um objetivo ou uma intenção, que podem ser aceitos ou refutados pelo interlocutor.
( )Essa abordagem se ampara, teríamos que ter um emissor, um canal de transmissão e uma mensagem direcionada a um receptor.
( )É a forma de falar, relatar... mas, para isso acontecer, seria necessária uma organização lógica dos pensamentos para poder ocorrer a exteriorização dos mesmos.

A sequência CORRETA é: 
Alternativas
Q3483344 Pedagogia
As dificuldades de aprendizagem são fenômenos complexos que envolvem múltiplas dimensões do desenvolvimento humano.
Com base nos conhecimentos teóricos sobre o tema, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA sobre as dificuldades de aprendizagem: 
Alternativas
Q3483343 Pedagogia
Para garantir a inclusão escolar é fundamental conhecer as necessidades específicas de cada criança portadora de necessidades especiais, para que as estratégias de desenvolvimento pedagógico sejam eficazes, entre elas pode-se destacar:

I. A partir de diagnóstico previamente elaborado, construir um Plano Individual para cada criança, com objetivos e estratégias específicas para suas necessidades identificadas.
II. Implementar nas práticas curriculares e de brincadeiras, materiais pedagógicos que estimule o desenvolvimento físico, intelectual e social.
III. Garantir um ambiente seguro, acolhedor e acessível, onde a criança se sinta confortável para aprender e interagir com seus colegas
IV. Oferecer formação continuada para os educadores, para que estejam preparados para lidar com a diversidade e implementar práticas. Inclusivas.
V. Promover o trabalho em grupo e a interação entre os alunos, com atividades que estimulem a cooperação e o respeito às diferenças.

Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q3483341 Pedagogia
Sobre a atuação da Supervisão como condutora e articuladora do trabalho intelectual dos profissionais da escola, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3483340 Pedagogia
A respeito da atuação técnica, pedagógica e articuladora do Supervisor Escolar, analise as alternativas e assinale a seguir:

I. A ação educativa exige nova postura dos profissionais que são por ela responsáveis. Dentre eles o Supervisor Escolar. Nessa tentativa de redesenhar a prática supervisora, o exercício da supervisão deve transcender à simples fiscalização, ou seja, o Supervisor Escolar não deve assumir como seu papel principal o de ser carrasco, mas sim o parceiro do professor.
II. No atual contexto educacional são várias as ações que caracterizam as competências do Supervisor Escolar. Um dos novos atributos do Supervisor é o de deixar de ser aquele profissional que simplesmente participa dos planejamentos, avaliações, controle, enfim, o novo perfil do supervisor deve estar voltado para a coletivização do pensar e agir educativo, levando em consideração a realidade, os problemas da comunidade e a vivência do aluno e do professor para redefinir as estratégias e metodologia e até mesmo os conteúdos, tornando o sistema escolar mais eficaz.
III. Um Supervisor Escolar que seja parceiro político pedagógico do professor, o que conota um movimento de reflexão-ação e ação/reflexão, ou seja, o trabalho deste especialista deve estar em consonância com a filosofia adotada pela escola, para que seja capaz de acompanhar o trabalho desenvolvido na sala de aula, nas demais dependências da escola, bem como nas relações do gestor com a comunidade local (eventos) e nas ações burocráticas da escola de modo que seja um verdadeiro parceiro.
IV. Quanto às necessidades da Supervisor escolar, ou seja, as razões que demonstram as necessidades da supervisão, pode-se ressaltar que este evita que a rotina ameace o ensino, promove o aperfeiçoamento profissional do magistério, garante o desenvolvimento dos programas educacionais, permite o conhecimento do meio em que funciona a escola, contribui para o planejamento integral na escola, contribui para a melhora das condições do aluno, do mestre e da escola, coopera para o bem-estar da comunidade, estimula a renovação do ensino, vincula a ação da escola à comunidade de Estado e favorece a realização dos fins colimados pelo sistema de ensino.
V. O supervisor precisa estar em consonância com a filosofia de trabalho adotada pela escola na qual atua, sendo inovador, transparente seguindo uma meta de qualidade no ensino e coletivamente. Este deve estar embasado no Projeto Político Pedagógico. Estando comprometido em preocupar-se não somente consigo mesmo, mas também com os demais agentes educativos que permeiam a vida do educando dentro e fora da escola (pais, professores, coordenadores, orientadores, gestor, pessoas da comunidade).

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3480945 Direito Digital
De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018), assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3480944 Direito Digital
O Artigo 2º da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) estabelece os fundamentos que sustentam toda a legislação sobre proteção de dados no Brasil. Esses fundamentos não são apenas orientações técnicas, mas representam princípios éticos, jurídicos e sociais que visam garantir os direitos fundamentais dos titulares de dados.
Considerando o disposto no Art. 2º da LGPD, assinale a alternativa que apresenta corretamente um dos fundamentos da proteção de dados pessoais: 
Alternativas
Q3480943 Arquitetura de Computadores
As memórias de computador são componentes essenciais para o funcionamento de qualquer sistema computacional. Elas têm a função de armazenar dados e instruções, seja de forma temporária ou permanente.

Analise as afirmações abaixo sobre alguns dos tipos de memórias:

I. A memória RAM é volátil e perde os dados quando o computador é desligado.
II. A memória ROM é usada para armazenar instruções básicas de inicialização do sistema, como o BIOS.
III. A memória cache é externa ao processador e tem velocidade inferior à da RAM.

Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q3480942 Noções de Informática
Durante a montagem de um laboratório de informática, um técnico precisou selecionar dispositivos que funcionassem tanto como entrada quanto como saída de dados.
Dentre as opções abaixo, assinale CORRETAMENTE o dispositivo que exerce essa dupla função:
Alternativas
Q3480941 Noções de Informática
Uma empresa de contabilidade realiza, ao final de cada mês, o cálculo das folhas de pagamento de todos os seus clientes. Os dados dos funcionários, como horas trabalhadas e descontos, são coletados ao longo do mês e, apenas em uma data específica, são processados todos de uma vez para a geração dos contracheques.

Com base nessa situação, assinale a alternativa CORRETA sobre a modalidade de processamento de dados utilizados: 
Alternativas
Q3480940 Sociologia
A Cultura refere-se ao conjunto de práticas, crenças, costumes, valores, conhecimentos e artefatos compartilhados por um grupo social, transmitidos de geração em geração. Ela engloba tanto aspectos materiais (objetos, tecnologias) quanto imateriais (crenças, ideias, valores). A cultura molda a forma como um grupo percebe e interage com o mundo, e está em constante transformação devido a influências internas e externas.

Sobre os elementos característicos da cultura, entre outros, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Respostas
281: A
282: E
283: C
284: B
285: B
286: C
287: D
288: D
289: D
290: C
291: D
292: A
293: C
294: C
295: C
296: A
297: B
298: D
299: C
300: C