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Q3554596 Português

TEXTO I



Ciência, poder e ética



    O desenvolvimento da ciência e da técnica pode percorrer caminhos diversos e utilizar diferentes métodos. O conhecimento é, por si só, um valor. Mas a decisão sobre quais conhecimentos a sociedade ou os cientistas devem concentrar seus esforços implica a consideração de outros valores. Da mesma forma, não se pode deixar de considerar o papel do cientista ou da atividade que ele exerce. A sua responsabilidade ética deve ser avaliada não só pelo exercício das suas pesquisas em si, mas, principalmente, pelas consequências sociais decorrentes da aplicação das suas pesquisas.

    Enquanto a ciência, não sendo ideológica pela sua estrutura, pode estar a serviço ou dos fins mais nobres ou dos mais prejudiciais para o gênero humano, o cientista não pode permanecer indiferente aos desdobramentos sociais do seu trabalho, é o seu compromisso social.

    Se a ciência, como tal, não pode ser ética ou moralmente qualificada, pode sê-lo, no entanto, a utilização que dela se faça, os interesses a que serve. E nessa questão dos transgênicos, os interesses são inúmeros e altamente comprometedores, e também as consequências sociais da sua aplicação.

    Concluo dizendo que o grande nó relacionado com a questão da manipulação da vida humana, direta ou indiretamente, não está na utilização em si de novas tecnologias ainda não assimiladas moralmente pela sociedade. Não é na utilização, mas, sim, no controle dessas novidades, que reside o fulcro da questão. Esse controle deve se dar em patamar diferente ao dos planos técnico-científicos. O controle não é técnico, nem científico; o controle é ético!

    Hoje, a questão científica que se coloca não é mais “eu não vou fazer porque eu não posso fazer". Hoje a ciência praticamente tudo pode. O que se coloca hoje é “eu não vou fazer porque não devo". Por isso que a ética prática adquire, cada dia mais, uma importância maior.

    Então, é prudente lembrar que a ética sobrevive sem a ciência e a técnica. A sua existência independe delas. A ciência e a técnica, no entanto, não podem prescindir da ética, sob pena de transformarem-se em armas desastrosas para o futuro da humanidade, nas mãos de minorias poderosas e/ou mal-intencionadas.

    O “X" do problema, portanto, está no fato de que, dentro de uma escala hipotética de valores vitais para a humanidade, a ética ocupa uma posição diferenciada em comparação com a pura ciência ou com a pura técnica; nem anterior, nem superior, simplesmente diferenciada. Além de sua importância qualitativa, no caso dos transgênicos, especificamente, a ética serve como instrumento preventivo contra abusos atuais e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos com alijamento e sofrimento de grande parte da população mundial e em detrimento do próprio equilíbrio biossociopolítico do planeta.

    Adaptado de GARRAFA, Volney. In: Anais do Seminário Internacional sobre biodiversidade e transgênicos. Senado Federal. Brasília. 

O texto I, por suas características tipológicas, apresenta diversas passagens com opinião explícita do autor, ou seja, há a projeção de seu julgamento sobre o tema tratado. Sendo assim, assinale a alternativa em que há uma estrutura adjetiva com esse valor avaliativo:
Alternativas
Q3554595 Português

TEXTO I



Ciência, poder e ética



    O desenvolvimento da ciência e da técnica pode percorrer caminhos diversos e utilizar diferentes métodos. O conhecimento é, por si só, um valor. Mas a decisão sobre quais conhecimentos a sociedade ou os cientistas devem concentrar seus esforços implica a consideração de outros valores. Da mesma forma, não se pode deixar de considerar o papel do cientista ou da atividade que ele exerce. A sua responsabilidade ética deve ser avaliada não só pelo exercício das suas pesquisas em si, mas, principalmente, pelas consequências sociais decorrentes da aplicação das suas pesquisas.

    Enquanto a ciência, não sendo ideológica pela sua estrutura, pode estar a serviço ou dos fins mais nobres ou dos mais prejudiciais para o gênero humano, o cientista não pode permanecer indiferente aos desdobramentos sociais do seu trabalho, é o seu compromisso social.

    Se a ciência, como tal, não pode ser ética ou moralmente qualificada, pode sê-lo, no entanto, a utilização que dela se faça, os interesses a que serve. E nessa questão dos transgênicos, os interesses são inúmeros e altamente comprometedores, e também as consequências sociais da sua aplicação.

    Concluo dizendo que o grande nó relacionado com a questão da manipulação da vida humana, direta ou indiretamente, não está na utilização em si de novas tecnologias ainda não assimiladas moralmente pela sociedade. Não é na utilização, mas, sim, no controle dessas novidades, que reside o fulcro da questão. Esse controle deve se dar em patamar diferente ao dos planos técnico-científicos. O controle não é técnico, nem científico; o controle é ético!

    Hoje, a questão científica que se coloca não é mais “eu não vou fazer porque eu não posso fazer". Hoje a ciência praticamente tudo pode. O que se coloca hoje é “eu não vou fazer porque não devo". Por isso que a ética prática adquire, cada dia mais, uma importância maior.

    Então, é prudente lembrar que a ética sobrevive sem a ciência e a técnica. A sua existência independe delas. A ciência e a técnica, no entanto, não podem prescindir da ética, sob pena de transformarem-se em armas desastrosas para o futuro da humanidade, nas mãos de minorias poderosas e/ou mal-intencionadas.

    O “X" do problema, portanto, está no fato de que, dentro de uma escala hipotética de valores vitais para a humanidade, a ética ocupa uma posição diferenciada em comparação com a pura ciência ou com a pura técnica; nem anterior, nem superior, simplesmente diferenciada. Além de sua importância qualitativa, no caso dos transgênicos, especificamente, a ética serve como instrumento preventivo contra abusos atuais e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos com alijamento e sofrimento de grande parte da população mundial e em detrimento do próprio equilíbrio biossociopolítico do planeta.

    Adaptado de GARRAFA, Volney. In: Anais do Seminário Internacional sobre biodiversidade e transgênicos. Senado Federal. Brasília. 

Um excerto com valor conotativo encontra-se destacado corretamente na opção: 
Alternativas
Q3554594 Português

TEXTO I



Ciência, poder e ética



    O desenvolvimento da ciência e da técnica pode percorrer caminhos diversos e utilizar diferentes métodos. O conhecimento é, por si só, um valor. Mas a decisão sobre quais conhecimentos a sociedade ou os cientistas devem concentrar seus esforços implica a consideração de outros valores. Da mesma forma, não se pode deixar de considerar o papel do cientista ou da atividade que ele exerce. A sua responsabilidade ética deve ser avaliada não só pelo exercício das suas pesquisas em si, mas, principalmente, pelas consequências sociais decorrentes da aplicação das suas pesquisas.

    Enquanto a ciência, não sendo ideológica pela sua estrutura, pode estar a serviço ou dos fins mais nobres ou dos mais prejudiciais para o gênero humano, o cientista não pode permanecer indiferente aos desdobramentos sociais do seu trabalho, é o seu compromisso social.

    Se a ciência, como tal, não pode ser ética ou moralmente qualificada, pode sê-lo, no entanto, a utilização que dela se faça, os interesses a que serve. E nessa questão dos transgênicos, os interesses são inúmeros e altamente comprometedores, e também as consequências sociais da sua aplicação.

    Concluo dizendo que o grande nó relacionado com a questão da manipulação da vida humana, direta ou indiretamente, não está na utilização em si de novas tecnologias ainda não assimiladas moralmente pela sociedade. Não é na utilização, mas, sim, no controle dessas novidades, que reside o fulcro da questão. Esse controle deve se dar em patamar diferente ao dos planos técnico-científicos. O controle não é técnico, nem científico; o controle é ético!

    Hoje, a questão científica que se coloca não é mais “eu não vou fazer porque eu não posso fazer". Hoje a ciência praticamente tudo pode. O que se coloca hoje é “eu não vou fazer porque não devo". Por isso que a ética prática adquire, cada dia mais, uma importância maior.

    Então, é prudente lembrar que a ética sobrevive sem a ciência e a técnica. A sua existência independe delas. A ciência e a técnica, no entanto, não podem prescindir da ética, sob pena de transformarem-se em armas desastrosas para o futuro da humanidade, nas mãos de minorias poderosas e/ou mal-intencionadas.

    O “X" do problema, portanto, está no fato de que, dentro de uma escala hipotética de valores vitais para a humanidade, a ética ocupa uma posição diferenciada em comparação com a pura ciência ou com a pura técnica; nem anterior, nem superior, simplesmente diferenciada. Além de sua importância qualitativa, no caso dos transgênicos, especificamente, a ética serve como instrumento preventivo contra abusos atuais e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos com alijamento e sofrimento de grande parte da população mundial e em detrimento do próprio equilíbrio biossociopolítico do planeta.

    Adaptado de GARRAFA, Volney. In: Anais do Seminário Internacional sobre biodiversidade e transgênicos. Senado Federal. Brasília. 

No 2º parágrafo, a oração “(...) não sendo ideológica pela sua estrutura, (...)”, conforme os mecanismos de articulação do período em que se insere e consoante às intenções comunicativas pretendidas pelo autor, deve ser classificada como:
Alternativas
Q3554593 Português

TEXTO I



Ciência, poder e ética



    O desenvolvimento da ciência e da técnica pode percorrer caminhos diversos e utilizar diferentes métodos. O conhecimento é, por si só, um valor. Mas a decisão sobre quais conhecimentos a sociedade ou os cientistas devem concentrar seus esforços implica a consideração de outros valores. Da mesma forma, não se pode deixar de considerar o papel do cientista ou da atividade que ele exerce. A sua responsabilidade ética deve ser avaliada não só pelo exercício das suas pesquisas em si, mas, principalmente, pelas consequências sociais decorrentes da aplicação das suas pesquisas.

    Enquanto a ciência, não sendo ideológica pela sua estrutura, pode estar a serviço ou dos fins mais nobres ou dos mais prejudiciais para o gênero humano, o cientista não pode permanecer indiferente aos desdobramentos sociais do seu trabalho, é o seu compromisso social.

    Se a ciência, como tal, não pode ser ética ou moralmente qualificada, pode sê-lo, no entanto, a utilização que dela se faça, os interesses a que serve. E nessa questão dos transgênicos, os interesses são inúmeros e altamente comprometedores, e também as consequências sociais da sua aplicação.

    Concluo dizendo que o grande nó relacionado com a questão da manipulação da vida humana, direta ou indiretamente, não está na utilização em si de novas tecnologias ainda não assimiladas moralmente pela sociedade. Não é na utilização, mas, sim, no controle dessas novidades, que reside o fulcro da questão. Esse controle deve se dar em patamar diferente ao dos planos técnico-científicos. O controle não é técnico, nem científico; o controle é ético!

    Hoje, a questão científica que se coloca não é mais “eu não vou fazer porque eu não posso fazer". Hoje a ciência praticamente tudo pode. O que se coloca hoje é “eu não vou fazer porque não devo". Por isso que a ética prática adquire, cada dia mais, uma importância maior.

    Então, é prudente lembrar que a ética sobrevive sem a ciência e a técnica. A sua existência independe delas. A ciência e a técnica, no entanto, não podem prescindir da ética, sob pena de transformarem-se em armas desastrosas para o futuro da humanidade, nas mãos de minorias poderosas e/ou mal-intencionadas.

    O “X" do problema, portanto, está no fato de que, dentro de uma escala hipotética de valores vitais para a humanidade, a ética ocupa uma posição diferenciada em comparação com a pura ciência ou com a pura técnica; nem anterior, nem superior, simplesmente diferenciada. Além de sua importância qualitativa, no caso dos transgênicos, especificamente, a ética serve como instrumento preventivo contra abusos atuais e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos com alijamento e sofrimento de grande parte da população mundial e em detrimento do próprio equilíbrio biossociopolítico do planeta.

    Adaptado de GARRAFA, Volney. In: Anais do Seminário Internacional sobre biodiversidade e transgênicos. Senado Federal. Brasília. 

No que se refere aos elementos coesivos empregados no texto I, assinale a opção em que o termo destacado NÃO apresenta papel anafórico, próprio da coesão referencial:
Alternativas
Q3554592 Português

TEXTO I



Ciência, poder e ética



    O desenvolvimento da ciência e da técnica pode percorrer caminhos diversos e utilizar diferentes métodos. O conhecimento é, por si só, um valor. Mas a decisão sobre quais conhecimentos a sociedade ou os cientistas devem concentrar seus esforços implica a consideração de outros valores. Da mesma forma, não se pode deixar de considerar o papel do cientista ou da atividade que ele exerce. A sua responsabilidade ética deve ser avaliada não só pelo exercício das suas pesquisas em si, mas, principalmente, pelas consequências sociais decorrentes da aplicação das suas pesquisas.

    Enquanto a ciência, não sendo ideológica pela sua estrutura, pode estar a serviço ou dos fins mais nobres ou dos mais prejudiciais para o gênero humano, o cientista não pode permanecer indiferente aos desdobramentos sociais do seu trabalho, é o seu compromisso social.

    Se a ciência, como tal, não pode ser ética ou moralmente qualificada, pode sê-lo, no entanto, a utilização que dela se faça, os interesses a que serve. E nessa questão dos transgênicos, os interesses são inúmeros e altamente comprometedores, e também as consequências sociais da sua aplicação.

    Concluo dizendo que o grande nó relacionado com a questão da manipulação da vida humana, direta ou indiretamente, não está na utilização em si de novas tecnologias ainda não assimiladas moralmente pela sociedade. Não é na utilização, mas, sim, no controle dessas novidades, que reside o fulcro da questão. Esse controle deve se dar em patamar diferente ao dos planos técnico-científicos. O controle não é técnico, nem científico; o controle é ético!

    Hoje, a questão científica que se coloca não é mais “eu não vou fazer porque eu não posso fazer". Hoje a ciência praticamente tudo pode. O que se coloca hoje é “eu não vou fazer porque não devo". Por isso que a ética prática adquire, cada dia mais, uma importância maior.

    Então, é prudente lembrar que a ética sobrevive sem a ciência e a técnica. A sua existência independe delas. A ciência e a técnica, no entanto, não podem prescindir da ética, sob pena de transformarem-se em armas desastrosas para o futuro da humanidade, nas mãos de minorias poderosas e/ou mal-intencionadas.

    O “X" do problema, portanto, está no fato de que, dentro de uma escala hipotética de valores vitais para a humanidade, a ética ocupa uma posição diferenciada em comparação com a pura ciência ou com a pura técnica; nem anterior, nem superior, simplesmente diferenciada. Além de sua importância qualitativa, no caso dos transgênicos, especificamente, a ética serve como instrumento preventivo contra abusos atuais e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos com alijamento e sofrimento de grande parte da população mundial e em detrimento do próprio equilíbrio biossociopolítico do planeta.

    Adaptado de GARRAFA, Volney. In: Anais do Seminário Internacional sobre biodiversidade e transgênicos. Senado Federal. Brasília. 

Analisando atentamente o texto I, tendo em vista os aspectos tipológicos de sua construção, o fragmento abaixo retirado dele que se aproxima mais do ponto de vista central defendido pelo autor encontra-se na alternativa:
Alternativas
Q3554591 Português

TEXTO I



Ciência, poder e ética



    O desenvolvimento da ciência e da técnica pode percorrer caminhos diversos e utilizar diferentes métodos. O conhecimento é, por si só, um valor. Mas a decisão sobre quais conhecimentos a sociedade ou os cientistas devem concentrar seus esforços implica a consideração de outros valores. Da mesma forma, não se pode deixar de considerar o papel do cientista ou da atividade que ele exerce. A sua responsabilidade ética deve ser avaliada não só pelo exercício das suas pesquisas em si, mas, principalmente, pelas consequências sociais decorrentes da aplicação das suas pesquisas.

    Enquanto a ciência, não sendo ideológica pela sua estrutura, pode estar a serviço ou dos fins mais nobres ou dos mais prejudiciais para o gênero humano, o cientista não pode permanecer indiferente aos desdobramentos sociais do seu trabalho, é o seu compromisso social.

    Se a ciência, como tal, não pode ser ética ou moralmente qualificada, pode sê-lo, no entanto, a utilização que dela se faça, os interesses a que serve. E nessa questão dos transgênicos, os interesses são inúmeros e altamente comprometedores, e também as consequências sociais da sua aplicação.

    Concluo dizendo que o grande nó relacionado com a questão da manipulação da vida humana, direta ou indiretamente, não está na utilização em si de novas tecnologias ainda não assimiladas moralmente pela sociedade. Não é na utilização, mas, sim, no controle dessas novidades, que reside o fulcro da questão. Esse controle deve se dar em patamar diferente ao dos planos técnico-científicos. O controle não é técnico, nem científico; o controle é ético!

    Hoje, a questão científica que se coloca não é mais “eu não vou fazer porque eu não posso fazer". Hoje a ciência praticamente tudo pode. O que se coloca hoje é “eu não vou fazer porque não devo". Por isso que a ética prática adquire, cada dia mais, uma importância maior.

    Então, é prudente lembrar que a ética sobrevive sem a ciência e a técnica. A sua existência independe delas. A ciência e a técnica, no entanto, não podem prescindir da ética, sob pena de transformarem-se em armas desastrosas para o futuro da humanidade, nas mãos de minorias poderosas e/ou mal-intencionadas.

    O “X" do problema, portanto, está no fato de que, dentro de uma escala hipotética de valores vitais para a humanidade, a ética ocupa uma posição diferenciada em comparação com a pura ciência ou com a pura técnica; nem anterior, nem superior, simplesmente diferenciada. Além de sua importância qualitativa, no caso dos transgênicos, especificamente, a ética serve como instrumento preventivo contra abusos atuais e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos com alijamento e sofrimento de grande parte da população mundial e em detrimento do próprio equilíbrio biossociopolítico do planeta.

    Adaptado de GARRAFA, Volney. In: Anais do Seminário Internacional sobre biodiversidade e transgênicos. Senado Federal. Brasília. 

Assinale a alternativa abaixo que apresenta comentário correto sobre o título do texto I, de Volney Garrafa: 
Alternativas
Q2660418 Direito Tributário

Pela Lei Complementar 116/2023, Art. 2º, o imposto não incide sobre:


I – as importações de serviços para o País.

II – a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados.

III – o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2660416 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003

Pelo Estatuto do Idoso, a garantia de prioridade não compreende:

Alternativas
Q2660415 Direito do Consumidor

De acordo com a Lei 8078/1990 (Art. 6º), é direito básico do consumidor a informação adequada e clara sobre:

Alternativas
Q2660414 Direito Civil

De acordo com a Lei 4657/1942, consideram-se ______ as interpretações e especificações contidas em atos públicos de caráter geral ou em jurisprudência judicial ou administrativa majoritária, e ainda as adotadas por prática administrativa reiterada e de amplo conhecimento público.


Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:

Alternativas
Q2660408 Direito Administrativo

Pela Lei 8429/1992, Art. 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando em enriquecimento ilícito auferir, mediante a prática de ato doloso, qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, de mandato, de função, de emprego ou de atividade nas entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente:

Alternativas
Q2660407 Direito Administrativo

Pela Lei 8429/1992. Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão dolosa, que enseje, efetiva e comprovadamente, perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente:

Alternativas
Q2660405 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015

Pelo Art. 77 do Código de Processo Civil, são deveres das partes, de seus procuradores e de todos aqueles que de qualquer forma participem do processo, exceto:

Alternativas
Q2660403 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015

Pelo Código de Processo Civil, Art. 30, além dos casos previstos em tratados de que o Brasil faz parte, o auxílio direto terá os seguintes objetos:


I - obtenção e prestação de informações sobre o ordenamento jurídico e sobre processos administrativos ou jurisdicionais findos ou em curso.

II - colheita de provas, salvo se a medida for adotada em processo, em curso no estrangeiro, de competência exclusiva de autoridade judiciária brasileira.

III - qualquer outra medida judicial ou extrajudicial não proibida pela lei brasileira.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2660401 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015

Pelo Código de Processo Civil, Art. 23, compete à autoridade judiciária brasileira, com exclusão de qualquer outra, em matéria de sucessão hereditária:

Alternativas
Q2660399 Direito Administrativo

De acordo com a Lei 8666/93, nos processos de licitação, poderá ser estabelecida margem de preferência para:


I - efeito na arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais.

II - produtos manufaturados e para serviços nacionais que atendam a normas técnicas brasileiras.

III - bens e serviços produzidos ou prestados por empresas que comprovem cumprimento de reserva de cargos prevista em lei para pessoa com deficiência ou para reabilitado da Previdência Social e que atendam às regras de acessibilidade previstas na legislação.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2660398 Direito Administrativo

Pela Lei 8987/1995 aponta que a concessão de serviço público precedida da execução de obra pública é a construção, total ou parcial, conservação, reforma, ampliação ou melhoramento de quaisquer obras de interesse público, delegados pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade concorrência ou diálogo competitivo, a pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para a sua realização, por sua conta e risco, de forma que o investimento da concessionária seja remunerado e amortizado mediante:

Alternativas
Q2660396 Direito Administrativo

A Lei 9784/1999 (Art. 11º), discorre que a competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo:

Alternativas
Q2660395 Direito Administrativo

Pela Lei 9784/1999, nos processos administrativos serão observados, entre outros, alguns critérios. Indique o incorreto:

Alternativas
Q2660394 Direito Administrativo

O consórcio público será constituído por contrato cuja celebração dependerá da prévia subscrição de protocolo de intenções. Pela Lei 11107/2005, Art. 4º, são cláusulas necessárias do protocolo de intenções as que estabeleçam as normas de:

Alternativas
Respostas
4141: C
4142: E
4143: D
4144: A
4145: B
4146: A
4147: D
4148: D
4149: E
4150: C
4151: B
4152: A
4153: C
4154: E
4155: E
4156: D
4157: D
4158: A
4159: A
4160: A