Questões de Concurso Para monitor de educação infantil

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Q4115293 Português
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Considerando que a semântica é a ciência que se dedica ao estudo do significado e a interpretação dos significados das palavras, frases, ou expressões dentro de um específico contexto, relacione adequadamente os termos destacados com as ideias por eles referidas.

1. Finalidade.
2. Lugar.
3. Companhia.

( ) “A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa.” (1º§)
( ) “Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera.” (1º§)
( ) “O remédio era sair, encontrar-se com a turma [...]” (2º§)

A sequência está correta em
Alternativas
Q4115292 Português
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
No excerto “Como ele observa, ‘parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante’ [...]” (3º§), a expressão destacada significa:
Alternativas
Q4115291 Português
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
A linguagem é o maior instrumento de interação entre sujeitos socialmente organizados. Isso porque ela possibilita a troca de ideias, a circulação de saberes e faz intermediação entre todas as formas de relação humana. Considerando que o sentido conotativo é a acepção figurada da palavra, expressão, ou enunciado, assinale a afirmativa transcrita do texto que evidencia tal função referencial. 
Alternativas
Q4115290 Português
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Indubitavelmente, a solidão não deve ser confundida apenas com o“estar só”, isolado fisicamente, ou socialmente. Muito mais um estado de espírito que algo físico, corporal,de proximidade, podese estar só no meio da multidão. É possível depreender que o título textual “A solidão amiga” expressa um(a):
Alternativas
Q4073566 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com Art. 3 da Lei orgânica de Paraíso/SC. São condições essenciais para a investidura no cargo de auxiliar direto, ser maior de:
Alternativas
Q4073565 Meio Ambiente
O mundo vem debatendo sobre as mudanças climáticas e seus efeitos ao meio ambiente e a sobrevivência humana. Um dos fatores que contribuem para a aceleração desses fatores é:
Alternativas
Q4073564 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise os excertos abaixo:

Excerto I: A primeira madeireira instalada, em 1955, foi fundada pelos irmãos Giacomini.
Excerto II: A primeira tentativa de emancipação foi em 1954, onde foram derrotados pela Câmara Municipal de São Miguel do Oeste.
Acesso em: https://www.cidadesdomeubrasil.com.br/sc/paraiso

Assinale a alternativa CORRETA, sobre os excertos acima: 
Alternativas
Q4073563 Português
O projeto de monitoramento ocorre principalmente nos dias de calor extremo em San Francisco.

O verbo presente na oração é um verbo:
Alternativas
Q4073562 Português
Informações coletadas pelo tráfego de veículos vêm sendo utilizadas para monitorar e combater um fenômeno derivado diretamente das mudanças climáticas.

Assinale a expressão que contenha locução adjetiva.
Alternativas
Q4073561 Português

'Parece' um contrassenso usar carros para combater o aquecimento.


Transpondo o verbo destacado para o pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:

Alternativas
Q4073560 Libras
A educação dos surdos tem apresentado avanços continuamente, com a luta da comunidade surda e de estudiosos que almejam uma educação que atenda todos os cidadãos, permeada pelo respeito às diferenças. Quando se trata da interação das crianças surdas, a comunicação entre pares e demais integrantes da sociedade é assunto emergente, pois favorece a interação, o que ocorre com qualquer ser humano.
Fonte: Silvestre C.O.J; Lourenço, E.A.G. A interação entre crianças surdas no contexto de uma escola de Educação Infantil. v. 26, n. 45, p. 161-174. Santa Maria. Revista Educação Especial, 2013.

Marque a alternativa CORRETA que explicita a diferença de linguagem entre as crianças.
Alternativas
Q4073559 Pedagogia
As diferentes linguagens são expressivos eixos norteadores do trabalho educativo-pedagógico que auxiliam o professor na dinâmica da aula e também no processo de ensino-aprendizagem.

"Esse eixo deve propiciar experiências que possibilitem uma aproximação ao conhecimento das diversas formas de representação e explicação do mundo social e natural para que as crianças possam estabelecer progressivamente a diferenciação que existe entre mitos, lendas, explicações provenientes do "senso comum" e conhecimentos científicos".
Fonte: Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil / Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/SEF, 1998.

Sobre qual eixo educativo-pedagógico o texto acima refere-se? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4073558 Pedagogia
A conservação do material pedagógico é um assunto que pode envolver além do zelo pelo material, outros ensinamentos às crianças que serão importantíssimos no decorrer de toda a vida delas. Diante disso, marque a alternativa que NÃO exprime um ensinamento proveniente da conservação dos materiais pedagógicos.
Alternativas
Q4073557 Nutrição
A alimentação infantil requer cuidados, pois as fases iniciais do desenvolvimento humano são influenciadas pelos fatores nutricionais. A fase pré-escolar, entre dois anos e sete anos incompletos, caracteriza-se por uma estabilização do crescimento estrutural e do ganho de peso. Sobre os hábitos alimentares das crianças nessa faixa etária, julgue os itens a seguir como V, para verdadeiros, ou F, para falsos:

I.(__)Nessa faixa etária, as escolhas alimentares da criança sofrem intensas influências dos hábitos alimentares da família ou de outras pessoas e crianças que convivem em seu ambiente.
II.(__)Nessa etapa do desenvolvimento infantil, há uma menor necessidade de ingestão energética quando comparada ao período de zero a dois anos.
III.(__)A criança nessa faixa etária ainda não tem a capacidade de selecionar os alimentos.
Fonte: Fernandes B.S et al. Cartilha de Orientação Nutricional Infantil (modificado).

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4073556 Noções de Primeiros Socorros
Ao monitor de educação e todos os demais colaboradores da escola é primordial que tenham noções básicas de primeiros socorros. Portanto, caso, um aluno vá para escola com algum sintoma e venha a progredir nos sintomas no ambiente escolar. Observe abaixo algumas instruções que poderão auxiliá-lo, marque apenas aquelas que estiverem corretas.

I.Não precisa ter nenhum cuidado ou nenhuma observação mais atenta às crianças que já chegam doentes na escola.
II.É importante ter sempre informações corretas e completas sobre a criança, como nome completo, idade, telefone dos pais ou responsáveis.
III.Nunca chamar os pais ou responsáveis, caso as crianças precisem de atendimento médico. IV.Não oferecer qualquer bebida ou comida para as crianças doentes até que haja uma avaliação da situação.

Das afirmativas acima, estão CORRETAS:
Alternativas
Q4073555 Nutrição
A pirâmide de alimentos tem a intenção de promover uma alimentação mais saudável para a população, mostrando os grupos de alimentos a serem consumidos e quantidades. Portanto, dentre os grupos que compõem a pirâmide de alimentos, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4073554 Relações Humanas
No ambiente de trabalho existem diferentes tipos de pessoas com diversas bagagens culturais e personalidades distintas que possuem a necessidade de conviverem harmoniosamente, configurando, portanto, o relacionamento interpessoal. Dentre os perfis abaixo, qual deles que está entre os perfis que mais facilmente cria laços e pontes nos relacionamentos pessoais e que, portanto, pode ser um espelho para os demais colaboradores no ambiente de trabalho? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4073553 Pedagogia
Segundo Nelson Mandela: "Pessoas são pessoas através de outras pessoas".
Fonte: Rossetti-Ferreira (2003, p. 10) apud O Cuidado e a Educação Enquanto Práticas Indissociáveis na Educação Infantil. MACÊDO, Lenilda Cordeiro de. Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

A frase dita por Nelson Mandela traz uma reflexão importante acerca da humanidade no que concerne ao relacionamento interpessoal. Marque a alternativa que a expressa corretamente.
Alternativas
Q4073552 Saúde Pública
As noções de higiene pessoal e coletiva possuem diversos benefícios, dentre eles, o de diminuir o contágio das doenças. Dessa forma, sobre o ato de lavar as mãos, marque a alternativa onde NÃO seria necessário lavar as mãos.
Alternativas
Q4073551 Nutrição
Na fase pré-escolar, entre dois anos e sete anos incompletos, é uma das que mais necessita cuidados, em função do desenvolvimento infantil que é influenciado pelos fatores nutricionais. Essa fase caracteriza-se por uma estabilização do crescimento estrutural e do ganho de peso. As crianças dessa faixa etária podem apresentar uma relutância em consumir alimentos novos prontamente (neofobia).
Fonte: Fernandes, S.B. et al. Cartilha de Orientação Nutricional Infantil.

O que pode ser realizado no ambiente escolar/casa a respeito dessa situação? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
1481: A
1482: C
1483: D
1484: C
1485: D
1486: A
1487: B
1488: B
1489: B
1490: D
1491: D
1492: A
1493: D
1494: A
1495: C
1496: A
1497: B
1498: C
1499: C
1500: C