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Para agente de serviços escolares
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inezita Barroso: voz da nossa terra
No dia em que o programa musical Viola, Minha Viola, da TV Cultura, comemorava 30 anos no ar, em 2010, Inezita Barroso (1925- 2015), internada num hospital, anunciou: “pode contar comigo, porque eu estarei lá”. O recado foi dado ao roteirista e produtor Aloísio Milani. Ninguém acreditava que a apresentadora, mesmo hospitalizada, pudesse conduzir o programa. Contudo, contrariar dona Inezita era tarefa impossível. “Se alguém ainda tinha dúvidas da força dessa mulher, mais uma vez ela dava seu recado. Inezita Barroso fugiu do hospital, passou em casa, colocou vestido e batom vermelhos, subiu ao palco e apresentou o programa com o sorriso e a simpatia que eram sua marca registrada”, relembra Milani.
Essa é apenas uma das muitas histórias que compõem a vida de Ignez Magdalena Aranha de Lima, a menina nascida em 4 de março de 1925, no bairro da Barra Funda, na capital paulista. “Era Carnaval, e no instante em que ela chegou ao mundo, passava na rua de sua casa o bloco que depois viria a se transformar na escola de samba Camisa Verde e Branco. Inezita dizia que esse foi o primeiro som que ela escutou e, a partir daí, nasceu também a sua paixão pela música”, conta Paulo Freire, violeiro, compositor e escritor.
O talento musical de Inezita se manifestou desde cedo, durante as férias nas fazendas dos tios, no interior de São Paulo. A paixão pela viola caipira foi à primeira vista – embora precisasse ser escondida, pois a família considerava “feio ser artista”. “Ela inventava que ia ver ‘a vaca nova que chegou’, quando, na verdade, corria para se meter na roda de viola entoada pelos matutos da roça”, conta Milani. Nas fazendas, a menina absorvia diversas manifestações populares e, ao retornar à capital, tocava em festas e reuniões. “Passei a mão na viola e comecei a tocar, ignorando os comentários que diziam ‘mulher não toca viola’. Ah, toca, sim!, e eu provei”, disse, em entrevista para o documentário Inezita (2018), de Helio Goldsztejn.
(Lígia Scalise. Revista E. Março de 2025. Adaptado).
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inezita Barroso: voz da nossa terra
No dia em que o programa musical Viola, Minha Viola, da TV Cultura, comemorava 30 anos no ar, em 2010, Inezita Barroso (1925- 2015), internada num hospital, anunciou: “pode contar comigo, porque eu estarei lá”. O recado foi dado ao roteirista e produtor Aloísio Milani. Ninguém acreditava que a apresentadora, mesmo hospitalizada, pudesse conduzir o programa. Contudo, contrariar dona Inezita era tarefa impossível. “Se alguém ainda tinha dúvidas da força dessa mulher, mais uma vez ela dava seu recado. Inezita Barroso fugiu do hospital, passou em casa, colocou vestido e batom vermelhos, subiu ao palco e apresentou o programa com o sorriso e a simpatia que eram sua marca registrada”, relembra Milani.
Essa é apenas uma das muitas histórias que compõem a vida de Ignez Magdalena Aranha de Lima, a menina nascida em 4 de março de 1925, no bairro da Barra Funda, na capital paulista. “Era Carnaval, e no instante em que ela chegou ao mundo, passava na rua de sua casa o bloco que depois viria a se transformar na escola de samba Camisa Verde e Branco. Inezita dizia que esse foi o primeiro som que ela escutou e, a partir daí, nasceu também a sua paixão pela música”, conta Paulo Freire, violeiro, compositor e escritor.
O talento musical de Inezita se manifestou desde cedo, durante as férias nas fazendas dos tios, no interior de São Paulo. A paixão pela viola caipira foi à primeira vista – embora precisasse ser escondida, pois a família considerava “feio ser artista”. “Ela inventava que ia ver ‘a vaca nova que chegou’, quando, na verdade, corria para se meter na roda de viola entoada pelos matutos da roça”, conta Milani. Nas fazendas, a menina absorvia diversas manifestações populares e, ao retornar à capital, tocava em festas e reuniões. “Passei a mão na viola e comecei a tocar, ignorando os comentários que diziam ‘mulher não toca viola’. Ah, toca, sim!, e eu provei”, disse, em entrevista para o documentário Inezita (2018), de Helio Goldsztejn.
(Lígia Scalise. Revista E. Março de 2025. Adaptado).
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inezita Barroso: voz da nossa terra
No dia em que o programa musical Viola, Minha Viola, da TV Cultura, comemorava 30 anos no ar, em 2010, Inezita Barroso (1925- 2015), internada num hospital, anunciou: “pode contar comigo, porque eu estarei lá”. O recado foi dado ao roteirista e produtor Aloísio Milani. Ninguém acreditava que a apresentadora, mesmo hospitalizada, pudesse conduzir o programa. Contudo, contrariar dona Inezita era tarefa impossível. “Se alguém ainda tinha dúvidas da força dessa mulher, mais uma vez ela dava seu recado. Inezita Barroso fugiu do hospital, passou em casa, colocou vestido e batom vermelhos, subiu ao palco e apresentou o programa com o sorriso e a simpatia que eram sua marca registrada”, relembra Milani.
Essa é apenas uma das muitas histórias que compõem a vida de Ignez Magdalena Aranha de Lima, a menina nascida em 4 de março de 1925, no bairro da Barra Funda, na capital paulista. “Era Carnaval, e no instante em que ela chegou ao mundo, passava na rua de sua casa o bloco que depois viria a se transformar na escola de samba Camisa Verde e Branco. Inezita dizia que esse foi o primeiro som que ela escutou e, a partir daí, nasceu também a sua paixão pela música”, conta Paulo Freire, violeiro, compositor e escritor.
O talento musical de Inezita se manifestou desde cedo, durante as férias nas fazendas dos tios, no interior de São Paulo. A paixão pela viola caipira foi à primeira vista – embora precisasse ser escondida, pois a família considerava “feio ser artista”. “Ela inventava que ia ver ‘a vaca nova que chegou’, quando, na verdade, corria para se meter na roda de viola entoada pelos matutos da roça”, conta Milani. Nas fazendas, a menina absorvia diversas manifestações populares e, ao retornar à capital, tocava em festas e reuniões. “Passei a mão na viola e comecei a tocar, ignorando os comentários que diziam ‘mulher não toca viola’. Ah, toca, sim!, e eu provei”, disse, em entrevista para o documentário Inezita (2018), de Helio Goldsztejn.
(Lígia Scalise. Revista E. Março de 2025. Adaptado).
Leia o poema a seguir:
Para escrever um poema
que não seja político
devo escutar os pássaros
Mas para escutar os pássaros
é preciso que cesse o bombardeio.
(Marwan Makhoul. Disponível em: https://guatafoz.com.br/poema-do-poeta-palestino-marwan-makhoul/)
A partir da leitura, é correto afirmar que o poema
Leia o texto a seguir:

(Bruno Félix. Poemas Classificados. Belo Horizonte: Editorial Letramento, 2018)
A partir da leitura, é correto afirmar que o texto, escrito como se fosse um anúncio de jornal,
Leia a tira a seguir:

(Willian Leite. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/page/3/)
Assinale a alternativa que explica o sentido da frase “Antes estivesse” (3º quadro) no contexto da tira.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Autorretrato
A produção de autorretratos acompanha uma parcela considerável da história da arte. Não são poucas as veze s em que os artistas projetam suas próprias imagens no papel ou na tela, em trabalhos que trazem a marca da autorreflexão e, por isso, tocam o gênero autobiográfico. Nesses retratos – em que os artistas se veem e se deixam ver pelo espectador –, de modo geral, o foco está sobre o rosto, quase sempre em primeiro plano.
O semblante do retratista/retratado raramente se apresenta em momento de relaxamento ou felicidade. Em geral, a visão do artista sobre si próprio é sombria, angustiada e até mesmo cruel, quando se evidenciam defeitos físicos ou mutilações. O exemplo mais célebre nessa direção é o Autorretrato com Orelha Enfaixada, pintado por Vincent van Gogh (1853-1890), em 1888, após uma crise que o levou a cortar o lóbulo da orelha esquerda. Difícil localizar nos autorretratos algum tom edificante, heroico ou celebrativo. Ao contrário, essas imagens traduzem, pelo registro da expressão, momentos de angústia e introspecção.
(Enciclopédia Itaú Cultural. Autorretrato, https://enciclopedia.itaucultural.org.br/termos/79980-autorretrato. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Autorretrato
A produção de autorretratos acompanha uma parcela considerável da história da arte. Não são poucas as veze s em que os artistas projetam suas próprias imagens no papel ou na tela, em trabalhos que trazem a marca da autorreflexão e, por isso, tocam o gênero autobiográfico. Nesses retratos – em que os artistas se veem e se deixam ver pelo espectador –, de modo geral, o foco está sobre o rosto, quase sempre em primeiro plano.
O semblante do retratista/retratado raramente se apresenta em momento de relaxamento ou felicidade. Em geral, a visão do artista sobre si próprio é sombria, angustiada e até mesmo cruel, quando se evidenciam defeitos físicos ou mutilações. O exemplo mais célebre nessa direção é o Autorretrato com Orelha Enfaixada, pintado por Vincent van Gogh (1853-1890), em 1888, após uma crise que o levou a cortar o lóbulo da orelha esquerda. Difícil localizar nos autorretratos algum tom edificante, heroico ou celebrativo. Ao contrário, essas imagens traduzem, pelo registro da expressão, momentos de angústia e introspecção.
(Enciclopédia Itaú Cultural. Autorretrato, https://enciclopedia.itaucultural.org.br/termos/79980-autorretrato. Adaptado)
Leia a tira a seguir:

(Willian Leite. Anésia. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/category/anesia/page/3/.)
A resposta da senhora no 3º quadro indica que ela
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nise da Silveira
Nise da Silveira nasceu em 1905 em Maceió, Estado de Alagoas. Formada pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1926, dedicou-se à psiquiatria sem nunca aceitar as formas agressivas de tratamento da época, tais como a internação, os eletrochoques, a insulinoterapia e a lobotomia.
Pioneira no processo libertário da Reforma Psiquiátrica no Brasil, criou a Seção de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Engenho de Dentro, subúrbio do Rio de Janeiro.
Nos ateliês, os pacientes poderiam desenvolver trabalhos manuais e atividades artísticas como música, pintura, modelagem e teatro. Com meios precários, cercada de incompreensões e preconceitos, fundou no hospital o Museu de Imagens do Inconsciente, com o acervo produzido pelos frequentadores dos ateliês – um patrimônio científico e cultural reconhecido mundialmente.
O acervo, hoje com mais de 350 mil obras e documentos históricos, é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e está disponível a pesquisado res de todas as áreas do conhecimento.
(Centro Cultural do Ministério da Saúde. Disponível em: http://www.ccms.saude.gov.br/nisedasilveira/)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nise da Silveira
Nise da Silveira nasceu em 1905 em Maceió, Estado de Alagoas. Formada pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1926, dedicou-se à psiquiatria sem nunca aceitar as formas agressivas de tratamento da época, tais como a internação, os eletrochoques, a insulinoterapia e a lobotomia.
Pioneira no processo libertário da Reforma Psiquiátrica no Brasil, criou a Seção de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Engenho de Dentro, subúrbio do Rio de Janeiro.
Nos ateliês, os pacientes poderiam desenvolver trabalhos manuais e atividades artísticas como música, pintura, modelagem e teatro. Com meios precários, cercada de incompreensões e preconceitos, fundou no hospital o Museu de Imagens do Inconsciente, com o acervo produzido pelos frequentadores dos ateliês – um patrimônio científico e cultural reconhecido mundialmente.
O acervo, hoje com mais de 350 mil obras e documentos históricos, é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e está disponível a pesquisado res de todas as áreas do conhecimento.
(Centro Cultural do Ministério da Saúde. Disponível em: http://www.ccms.saude.gov.br/nisedasilveira/)
Leia o poema a seguir:
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.
(Fernando Pessoa. Odes de Ricardo Reis. Adaptado)
A partir da leitura do poema, é correto afirmar que o eu-lírico
Leia a tira a seguir para responder à questão.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DFfEcSFOrlB/?img_index=1)
Leia a tira a seguir para responder à questão.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DFfEcSFOrlB/?img_index=1)
A partir dos elementos verbais e não verbais da tira, é correto afirmar que