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Q3083005 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Assinale a alternativa em que o trecho do texto não apresenta nenhum verbo.
Alternativas
Q3083004 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Pela leitura do texto como um todo, é possível apontar que se evidencia como tema central:
Alternativas
Q3083003 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Em relação ao primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa em que o pronome destacado possui uma classificação diferente do pronome destacado nas demais alternativas.
Alternativas
Q3083002 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir, sobretudo, de sua linguagem e conteúdo, é possível afirmar que o texto acima caracteriza-se como:
Alternativas
Q2647262 História

O conjunto de reformas econômicas implantadas no Brasil em 1994, no governo de Itamar Franco, tendo como objetivo principal o combate à hiperinflação no país, foi o:

Alternativas
Q2647261 Geografia

Além da marcante presença das Matas de Araucárias, a vegetação do solo catarinense é, em grande parte, integrante de um dos seis biomas brasileiros. Qual é esse bioma?

Alternativas
Q2647260 Legislação Estadual

De acordo com a Lei Orgânica de Iporã do Oeste/SC, a fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará alguns critérios. Segundo a mesma lei, NÃO consta entre tais critérios:

Alternativas
Q2647259 Atualidades

O resultado do Censo 2022 - 2023 trouxe algumas informações que surpreenderam até mesmo as previsões dos especialistas, como por exemplo, o fato de nossa população ter crescido menos do que o previsto. Outra informação relevante desta pesquisa está explícita em qual das alternativas abaixo?

Alternativas
Q2647258 História

Em 13 de novembro de 1953, a localidade de Pinhal, que deu origem à cidade de Iporã do Oeste recebeu a denominação de Iporã e ficou sendo distrito de:

Alternativas
Q2647257 Português

Qual figura de linguagem está presente na frase: "O sorriso dele era um arco-íris no meu dia."

Alternativas
Q2647256 Português

Na frase "Eu te enviei uma mensagem", o termo "uma mensagem" exerce qual função sintática?

Alternativas
Q2647255 Português

Identifique a função sintática do termo destacado na frase: "Aquele filme foi dirigido pelo famoso diretor."

Alternativas
Q2647254 Português

Identifique a função sintática do termo destacado na frase: "Minha irmã é uma excelente cantora."

Alternativas
Q2647253 Português

Identifique a função sintática do termo destacado na frase: "Os alunos estudaram com dedicação para a prova."

Alternativas
Q2647252 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 24 a 25.


Os moradores de Presidente Prudente e região estão enfrentando a onda de frio mais intensa do ano. Para se ter uma ideia, as mínimas podem ficar próximas a 8ºC e 9ºC nesta sexta-feira. Para nós, que estamos acostumados com o calor escaldante, este clima causa enorme impacto na saúde, portanto, é importante tomar alguns cuidados, como se manter bastante aquecido, protegendo as extremidades do corpo, com luvas, gorros, meias quentes e cachecóis. Tomar sopas e chás quentes para aquecer também é uma ótima pedida. É preciso ter cuidado redobrado com crianças e idosos.

Se nós, que temos condições de nos abrigar e nos aquecer sofremos com essa friaca, imagina quem passa por necessidade financeira? Como mostrado por este diário, campanhas de arrecadação de agasalhos e cobertores já estão em pleno vapor em diversas cidades da região há algum tempo. Chegou a hora de cada doação ajudar a aquecer famílias inteiras e pessoas em vulnerabilidade social, que não teriam condições de adquirir tais itens por conta própria. Ajudar o próximo, sem dúvida nenhuma, aquece o coração.

Se tiver um momento livre, aproveite para dar mais uma olhada no guarda-roupa de toda a família. Veja se tem cobertores e roupas quentes que não são mais utilizados e doe. Se puder, deixe algumas peças no carro, e as distribua quando se deparar com um irmão padecendo de frio pelas ruas. Não há nada mais triste do que ver alguém encolhido, em tamanho sofrimento.

Vamos ajudar o próximo. Não se esqueça que armário não sente frio!


https://www.imparcial.com.br/noticias/guarda-roupa-nao-sente-frio,59056

Diante da onda de frio intensa, qual é a recomendação mencionada no texto para se proteger do frio?

Alternativas
Q2647251 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 24 a 25.


Os moradores de Presidente Prudente e região estão enfrentando a onda de frio mais intensa do ano. Para se ter uma ideia, as mínimas podem ficar próximas a 8ºC e 9ºC nesta sexta-feira. Para nós, que estamos acostumados com o calor escaldante, este clima causa enorme impacto na saúde, portanto, é importante tomar alguns cuidados, como se manter bastante aquecido, protegendo as extremidades do corpo, com luvas, gorros, meias quentes e cachecóis. Tomar sopas e chás quentes para aquecer também é uma ótima pedida. É preciso ter cuidado redobrado com crianças e idosos.

Se nós, que temos condições de nos abrigar e nos aquecer sofremos com essa friaca, imagina quem passa por necessidade financeira? Como mostrado por este diário, campanhas de arrecadação de agasalhos e cobertores já estão em pleno vapor em diversas cidades da região há algum tempo. Chegou a hora de cada doação ajudar a aquecer famílias inteiras e pessoas em vulnerabilidade social, que não teriam condições de adquirir tais itens por conta própria. Ajudar o próximo, sem dúvida nenhuma, aquece o coração.

Se tiver um momento livre, aproveite para dar mais uma olhada no guarda-roupa de toda a família. Veja se tem cobertores e roupas quentes que não são mais utilizados e doe. Se puder, deixe algumas peças no carro, e as distribua quando se deparar com um irmão padecendo de frio pelas ruas. Não há nada mais triste do que ver alguém encolhido, em tamanho sofrimento.

Vamos ajudar o próximo. Não se esqueça que armário não sente frio!


https://www.imparcial.com.br/noticias/guarda-roupa-nao-sente-frio,59056

Qual é a principal motivação do texto em relação à arrecadação de agasalhos e cobertores?

Alternativas
Q2647250 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 23.


O baixo crescimento populacional é um fenômeno que já há algum tempo é uma realidade mundial, especialmente em países mais desenvolvidos social e economicamente. E a tendência é que tal cenário se replique cada vez mais, como constatado pelos primeiros resultados do censo demográfico realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De 2010 a 2022, a população da 10ª RA (Região Administrativa) do Estado de São Paulo cresceu 3%. Em 2010, as 53 cidades localizadas no oeste paulista somavam 833.530 habitantes, número que saltou para 858.554 em 2022. Como noticiado por O Imparcial, o sociólogo prudentino Marcos Lupércio Ramos expõe que, com base nesses primeiros resultados, o crescimento populacional na região ficou abaixo da média nacional (6,5%). Segundo ele, a situação surpreende o próprio IBGE, pois, conforme tendências apontadas pelos dados do censo de 2010, o órgão apontava maior aumento da população brasileira em 2022.

O profissional explica que podem ser elencados alguns fatores que justificam esse baixo crescimento, como a diminuição das taxas de fecundidade (redução do número de filhos por mulher) e natalidade (redução do número de nascimentos) no país.

À medida que as taxas de natalidade diminuem e as populações estagnam ou até mesmo diminuem surgem riscos significativos que precisam ser abordados de maneira séria e proativa. Embora algumas pessoas possam enxergar o baixo crescimento populacional como um alívio para os recursos naturais e uma oportunidade para uma sociedade mais sustentável, é importante reconhecer que ele também traz consigo ameaças que podem comprometer a economia e o bem-estar social.

Um dos principais riscos do baixo crescimento populacional é o impacto negativo na economia. Com menos pessoas em idade ativa, há uma redução da força de trabalho disponível. Isso pode levar a uma diminuição da produtividade e do crescimento econômico, resultando em desafios para a sustentação dos sistemas previdenciários e de seguridade social. Além disso, a escassez de trabalhadores em setores específicos, como saúde e cuidados com idosos, pode gerar uma pressão adicional sobre esses serviços, afetando a qualidade e a disponibilidade dos mesmos.

O baixo crescimento populacional traz consigo riscos significativos que não podem ser ignorados. É necessário abordar esses desafios com seriedade e desenvolver estratégias que equilibrem a sustentabilidade ambiental, a viabilidade econômica e o bem-estar social. Somente através de uma abordagem abrangente e colaborativa será possível mitigar os riscos associados ao baixo crescimento populacional e construir um futuro próspero e sustentável para as próximas gerações.


https://www.imparcial.com.br/noticias/desafios-do-baixo-crescimento-populacional,59333

Além do impacto na economia, qual é outra consequência negativa do baixo crescimento populacional mencionada no texto?

Alternativas
Q2647249 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 23.


O baixo crescimento populacional é um fenômeno que já há algum tempo é uma realidade mundial, especialmente em países mais desenvolvidos social e economicamente. E a tendência é que tal cenário se replique cada vez mais, como constatado pelos primeiros resultados do censo demográfico realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De 2010 a 2022, a população da 10ª RA (Região Administrativa) do Estado de São Paulo cresceu 3%. Em 2010, as 53 cidades localizadas no oeste paulista somavam 833.530 habitantes, número que saltou para 858.554 em 2022. Como noticiado por O Imparcial, o sociólogo prudentino Marcos Lupércio Ramos expõe que, com base nesses primeiros resultados, o crescimento populacional na região ficou abaixo da média nacional (6,5%). Segundo ele, a situação surpreende o próprio IBGE, pois, conforme tendências apontadas pelos dados do censo de 2010, o órgão apontava maior aumento da população brasileira em 2022.

O profissional explica que podem ser elencados alguns fatores que justificam esse baixo crescimento, como a diminuição das taxas de fecundidade (redução do número de filhos por mulher) e natalidade (redução do número de nascimentos) no país.

À medida que as taxas de natalidade diminuem e as populações estagnam ou até mesmo diminuem surgem riscos significativos que precisam ser abordados de maneira séria e proativa. Embora algumas pessoas possam enxergar o baixo crescimento populacional como um alívio para os recursos naturais e uma oportunidade para uma sociedade mais sustentável, é importante reconhecer que ele também traz consigo ameaças que podem comprometer a economia e o bem-estar social.

Um dos principais riscos do baixo crescimento populacional é o impacto negativo na economia. Com menos pessoas em idade ativa, há uma redução da força de trabalho disponível. Isso pode levar a uma diminuição da produtividade e do crescimento econômico, resultando em desafios para a sustentação dos sistemas previdenciários e de seguridade social. Além disso, a escassez de trabalhadores em setores específicos, como saúde e cuidados com idosos, pode gerar uma pressão adicional sobre esses serviços, afetando a qualidade e a disponibilidade dos mesmos.

O baixo crescimento populacional traz consigo riscos significativos que não podem ser ignorados. É necessário abordar esses desafios com seriedade e desenvolver estratégias que equilibrem a sustentabilidade ambiental, a viabilidade econômica e o bem-estar social. Somente através de uma abordagem abrangente e colaborativa será possível mitigar os riscos associados ao baixo crescimento populacional e construir um futuro próspero e sustentável para as próximas gerações.


https://www.imparcial.com.br/noticias/desafios-do-baixo-crescimento-populacional,59333

Qual é um dos fatores mencionados no texto que justificam o baixo crescimento populacional?

Alternativas
Q2647242 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 23.


O baixo crescimento populacional é um fenômeno que já há algum tempo é uma realidade mundial, especialmente em países mais desenvolvidos social e economicamente. E a tendência é que tal cenário se replique cada vez mais, como constatado pelos primeiros resultados do censo demográfico realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De 2010 a 2022, a população da 10ª RA (Região Administrativa) do Estado de São Paulo cresceu 3%. Em 2010, as 53 cidades localizadas no oeste paulista somavam 833.530 habitantes, número que saltou para 858.554 em 2022. Como noticiado por O Imparcial, o sociólogo prudentino Marcos Lupércio Ramos expõe que, com base nesses primeiros resultados, o crescimento populacional na região ficou abaixo da média nacional (6,5%). Segundo ele, a situação surpreende o próprio IBGE, pois, conforme tendências apontadas pelos dados do censo de 2010, o órgão apontava maior aumento da população brasileira em 2022.

O profissional explica que podem ser elencados alguns fatores que justificam esse baixo crescimento, como a diminuição das taxas de fecundidade (redução do número de filhos por mulher) e natalidade (redução do número de nascimentos) no país.

À medida que as taxas de natalidade diminuem e as populações estagnam ou até mesmo diminuem surgem riscos significativos que precisam ser abordados de maneira séria e proativa. Embora algumas pessoas possam enxergar o baixo crescimento populacional como um alívio para os recursos naturais e uma oportunidade para uma sociedade mais sustentável, é importante reconhecer que ele também traz consigo ameaças que podem comprometer a economia e o bem-estar social.

Um dos principais riscos do baixo crescimento populacional é o impacto negativo na economia. Com menos pessoas em idade ativa, há uma redução da força de trabalho disponível. Isso pode levar a uma diminuição da produtividade e do crescimento econômico, resultando em desafios para a sustentação dos sistemas previdenciários e de seguridade social. Além disso, a escassez de trabalhadores em setores específicos, como saúde e cuidados com idosos, pode gerar uma pressão adicional sobre esses serviços, afetando a qualidade e a disponibilidade dos mesmos.

O baixo crescimento populacional traz consigo riscos significativos que não podem ser ignorados. É necessário abordar esses desafios com seriedade e desenvolver estratégias que equilibrem a sustentabilidade ambiental, a viabilidade econômica e o bem-estar social. Somente através de uma abordagem abrangente e colaborativa será possível mitigar os riscos associados ao baixo crescimento populacional e construir um futuro próspero e sustentável para as próximas gerações.


https://www.imparcial.com.br/noticias/desafios-do-baixo-crescimento-populacional,59333

De acordo com o texto, qual é um dos principais riscos do baixo crescimento populacional?

Alternativas
Q2647240 Matemática

Os filhotes da mamãe coelho foram passear, além da montanha para brincar, a mamãe chamou e eles começaram a voltar. Primeiro veio 1, depois vieram 4, passado um tempo vieram 7 e na sequência cada grupo que aparecia trazia 3 coelhinhos a mais. Se ao todo saíram de trás da montanha 15 grupos de coelhinhos, quantos filhotes a mamãe coelho tem?

Alternativas
Respostas
13101: B
13102: B
13103: D
13104: C
13105: B
13106: D
13107: B
13108: D
13109: D
13110: D
13111: D
13112: B
13113: D
13114: D
13115: C
13116: B
13117: C
13118: A
13119: A
13120: C