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Em OLAP, um cubo é uma estrutura de dados multidimensionais que permite a análise de dados a partir de múltiplos enfoques.
Uma das vantagens de sistemas de BI (business intelligence) é a otimização no processamento de transações online.
Embora o objetivo do MVP seja descrever o produto de forma simplificada, é necessário que o produto a ser apresentado seja completamente funcional e identifique o maior número de requisitos que agregam valor ao cliente.
O design thinking, por ser uma abordagem empírica e centrada em processos, é uma opção para resolução de problemas que não sejam complexos.
Considerando-se que o processo de engenharia de requisitos seja uma espiral iterativa com três estágios — elicitação, especificação e validação de requisitos —, é correto afirmar que, nesse contexto, a atividade de prototipação é mais bem relacionada à elicitação do que à validação de requisitos.
Storytelling com dados abrange entender o contexto circunstancial, incluindo-se o público e o mecanismo de comunicação, sendo importante identificar coisas que estejam absorvendo poder do cérebro desnecessariamente e removê-las da sua tela, diminuindo, assim, sua saturação.
O paradigma da prototipação inclui o planejamento, a construção e a entrega do protótipo e, por ser uma metodologia do tipo projeto rápido, dispensa a identificação dos requisitos do software.
No paradigma da orientação a objetos, o polimorfismo permite que várias operações distintas possuam o mesmo nome, desacoplando, assim, os objetos uns dos outros, tornando-os mais independentes.
Herança é uma característica do paradigma orientado a objetos, a qual possibilita que haja hierarquia de classes, de forma que as alterações em uma classe-pai possam ser imediatamente propagadas para a classe-filha.
Considerados uma técnica de elicitação de requisitos, os casos de uso identificam os atores envolvidos, assim como interações individuais entre o sistema e seus usuários ou, ainda, com outros sistemas.
Na ITIL 4, um serviço permite a cocriação de valor com a finalidade de obter os resultados desejados pelos clientes, sendo imprescindível que eles gerenciem custos e riscos específicos desse serviço.
A ITIL 4 é baseada em princípios ágeis, logo não há prática específica para análise do negócio que vise definir suas necessidades, pois a análise deve ser realizada a cada entrega, de forma iterativa e incremental, do projeto do serviço.
O objetivo do tempo de recuperação (OTR) descreve o tempo máximo aceitável que pode decorrer após a interrupção do serviço até que a sua falta cause impacto na organização.
Na ITIL 4, a prática de gerenciamento da arquitetura destina-se a verificar os níveis de desempenho previstos dos serviços que atendam à demanda futura de maneira eficaz.
Assim como o COBIT 2019, a ITIL 4 também não possui prática que garanta a uma organização a compreensão e o tratamento eficaz dos riscos.
A prática de gerenciamento de problema da ITIL visa diminuir o impacto de incidentes mediante a identificação de suas causas e o gerenciamento de soluções de contorno.
A prática de gerenciamento de projetos da ITIL visa garantir que eles sejam entregues da forma esperada.
Princípios, políticas e estruturas são componentes da governança que interagem entre si, o que resulta em um sistema de governança holístico para I&T.
O COBIT possui visão abrangente em seus processos de governança, especialmente no que se refere à segurança da informação, por isso não há processo específico para manter o nível do risco de segurança da informação, uma vez que, nesse modelo, a política de segurança deve estar presente de uma forma holística.
O processo de continuidade gerenciada no COBIT procura estabelecer planos voltados para se manter a disponibilidade de informações para a organização no caso de uma interrupção significativa.