Questões de Concurso Para assistente administrativo

Foram encontradas 41.573 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4201645 Geografia
O território brasileiro é composto de vinte e seis estados, além do Distrito Federal. Marque a alternativa que indica o estado brasileiro MENOS populoso.
Alternativas
Q4201644 Atualidades
Leia a notícia jornalística a seguir e marque a alternativa que contém o nome que preenche CORRETAMENTE a lacuna.
“Centenas de manifestantes juntaram-se no sábado, na capital do Canadá, aumentando a escalada dos protestos de caminhoneiros contra a vacinação da Covid-19. Depois de a polícia ter dispersado várias pessoas que bloqueavam a circulação na ponte mais movimentada da fronteira com os Estados Unidos, os manifestantes voltaram a concentrar-se no local. O primeiro-ministro canadense, __________, reafirmou no sábado que o bloqueio é ‘ilegal’, e admitiu que todas as hipóteses estão em cima da mesa”. (Expresso, 13/02/22, com adaptações).
Alternativas
Q4201643 Matemática
Em dois dias de trabalho, Clovis gasta 7,5 litros de combustível em seu carro. Supondo que ele gaste sempre o mesmo valor diário de combustível, quanto tempo levará para Clovis gastar 45 litros de combustível?
Alternativas
Q4201642 Matemática
Um quadrado tem 99 cm² de área. Se um novo quadrado for formado tal que seus lados medem o dobro dos lados do primeiro quadrado, qual será a área desse novo quadrado formado?
Alternativas
Q4201641 Matemática
Em uma turma de Ensino Médio, 25 alunos são escolhidos para o sorteio de um livro de Matemática. Desses 25, 13 são homens e 12 são mulheres. Qual a probabilidade de uma mulher ganhar esse sorteio? 
Alternativas
Q4201640 Matemática
Assinale uma Progressão Geométrica de razão -2.
Alternativas
Q4201639 Matemática
O quadrado de um número negativo acrescido de seu dobro é igual a 3. Que número é esse?
Alternativas
Q4201638 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
No trecho “Não me peças recompensa”, pode-se afirmar que o verbo “peças” está conjugado:
Alternativas
Q4201637 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
No trecho “Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça”, o termo “lhe” diz respeito:
Alternativas
Q4201636 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
Na história, o lobo “pediu à garça que lhe valesse”. Em relação à expressão “lhe valesse”, poderia ser substituída, sem prejudicar o sentido, por:
Alternativas
Q4201635 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
No trecho “que o sufocava”, que aparece logo no início da história, o termo “o” retoma no texto a expressão:
Alternativas
Q4201634 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
Marque a alternativa que traz uma moral adequada para a fábula. 
Alternativas
Q4201633 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Segundo o autor, a “pobreza de pensamento” que caracterizaria o carnaval produz alguns sentimentos. Marque a alternativa que NÃO indica um deles.
Alternativas
Q4201632 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Após a oração “Vou dizer o motivo”, o autor emprega a pontuação denominada dois-pontos. Nesse caso, essa pontuação é usada para:
Alternativas
Q4201631 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Em relação à “embriaguez que a multidão traz”, o autor pontua algumas de suas qualidades. Marque a alternativa que NÃO indica uma delas.
Alternativas
Q4201630 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Ao tratar do fenômeno do carnaval, o autor do texto também trata de si mesmo. Quanto a isso, nesse trecho, Lima Barreto se classifica como:
Alternativas
Q4201629 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que o autor passou a aborrecer o carnaval por sua:
Alternativas
Q4200628 Direito Administrativo
São atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da Administração Pública, exceto:
Alternativas
Q4200627 Direito Tributário
Segundo a Lei nº 2.287/2001 da Prefeitura Municipal de Bandeirantes (Código Tributário Municipal), a base de cálculo do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU é o valor do imóvel, a ser determinado mediante avaliação, observando entre outros dados relevantes para determinação de valores imobiliários, os seguintes elementos, exceto:
Alternativas
Q4200626 Direito Administrativo
Conforme Título V – Direitos de Ordem Geral, Capítulo III – Faltas ao Serviço, da Lei Complementar nº 173/2022 da Prefeitura Municipal de Bandeirantes, que dispõe sobre o Estatuto do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Municipais do Poder Executivo, suas autarquias e fundações públicas, e do Poder Legislativo, e dá outras providências, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O servidor que faltar ao serviço deve comunicar o fato ao seu superior hierárquico imediatamente, por qualquer meio, inclusive por telefone, e requerer a justificação da falta, por escrito, no dia seguinte à ausência, sob pena de sujeitar-se a todas as consequências resultantes das ausências.

II. A falta sem justificação ou injustificada implicará no desconto do(s) dia(s) em que o servidor houver faltado.

III. O servidor perderá a remuneração do dia em que faltar ao serviço, por motivo justificado, se não for deferido o pedido de abono de falta; a remuneração do dia e o descanso semanal remunerado, em caso de falta injustificada.

IV. O servidor terá descontado, ainda, em caso de atraso ao serviço ou saída antecipada, a parcela da remuneração diária, correspondente às horas não trabalhadas, sendo que os atrasos ou saídas antecipadas ao serviço serão abonados quando decorrentes de motivos relevantes ou de força maior, devidamente comprovados, ou compensados em horários ou dias determinados definidos pela chefia imediata.
Alternativas
Respostas
821: D
822: C
823: C
824: C
825: C
826: B
827: D
828: B
829: B
830: A
831: B
832: B
833: B
834: C
835: B
836: B
837: C
838: C
839: A
840: C