Questões de Concurso Para professor - pedagogia

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Q3259102 Pedagogia
Com o avanço das tecnologias de informação e comunicação, o bullying vai ganhando novas formas. Uma dessas formas, realizada por meio digital, é conhecida como:
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Q3259101 Pedagogia
A partir de 2015, a educação especial brasileira passou a ter a garantia legal da perspectiva inclusiva com a aprovação da Lei Federal nº 13.146/2015 - Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, conhecida também por:
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Q3259100 Pedagogia
O Relatório “Educação: um tesouro a descobrir”, coordenado por Jacques Delors para a Unesco em 1996, aponta o aprender a conhecer como um dos quatro pilares para a educação do século XXI. De acordo com o autor, aprender a conhecer significa, em outras palavras: 
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Q3259099 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma significativa quantidade de municípios brasileiros é beneficiada por mais de um setor econômico. Normalmente, um setor se destaca com uma arrecadação mais robusta para os cofres públicos. No caso de Presidente Kennedy vem a ser:
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Q3259098 História e Geografia de Estados e Municípios
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divide os estados brasileiros por microrregiões e mesorregiões entre outras divisões como região de influência. O município de Presidente Kennedy está localizado, segundo o IBGE, na mesorregião denominada:
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Q3259097 História e Geografia de Estados e Municípios
A formação administrativa de Presidente Kennedy resultou do desmembramento territorial de um município existente à época. O nome do distrito que se desmembrou de Itapemirim para constituir o atual município de Presidente Kennedy era até então denominado:
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Q3259096 História e Geografia de Estados e Municípios
Um importante marco histórico e arquitetônico de Presidente Kennedy é a igreja de Nossa Senhora das Neves, que foi idealizada por padres jesuítas. A atual estrutura foi construída com materiais como pedra, barro e óleo de baleia e foi inaugurada no século: 
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Q3259095 História e Geografia de Estados e Municípios
Criado na primeira década do século XXI, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é um indicador que serve de base para a implementação de políticas públicas. O índice é construído a partir de uma avaliação aplicada para alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental, bem como são designadas metas que as redes de ensino devem atingir. O IDEB da rede pública do município de Presidente Kennedy em 2023 para os anos iniciais do ensino fundamental foi de:
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Q3259093 Noções de Informática
Uma empresa vai adquirir um equipamento para uma rede local cabeada, que seja capaz de permitir que redes que usem protocolos e arquiteturas diferentes possam se comunicar entre si. Esse tipo de equipamento é o:
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Q3259092 Noções de Informática
Um consultor de uma empresa, utilizando o MS Excel 2013 BR, precisa construir uma planilha para controlar as chamadas de trabalho dos colaboradores de campo. Um dos objetivos que a planilha tem que contemplar é calcular o número de dias entre duas datas de chamada de trabalho. Para a planilha poder fornecer esse dado de forma correta, é necessário o uso de uma função, que é:
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Q3259091 Noções de Informática
Um usuário de um computador com MS Windows BR 10, usando o navegador Google Chrome, com seu mecanismo de busca, precisa utilizar, em uma busca, o operador de pesquisa que encontre resultados da pesquisa de um determinado domínio, URL ou prefixo de URL. Esse operador é o:
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Q3259090 Noções de Informática
Um administrador de uma rede baseada em TCP/IP, com servidor Linux, precisa acessar o utilitário do TCP/IP que serve para mostrar por onde um pacote IP trafega quando é enviado, de modo a verificar em qual ponto a rede está congestionada. Ele acessa esse utilitário através do comando:
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Q3259088 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
A palavra acentuada por ser uma paroxítona terminada em ditongo decrescente é:
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Q3259087 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
Com base na frase abaixo, responda à questão:

“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).

A expressão “o livro inteiro” encontra-se corretamente substituída por um pronome em:
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Q3259086 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)

Com base na frase abaixo, responda à questão:


“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).



No trecho, a palavra “se” introduz oração com a função de:



Alternativas
Q3259081 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
No primeiro parágrafo, o uso do travessão contribui com a argumentação, com o objetivo de:
Alternativas
Q3226707 Pedagogia
O psicopedagogo institucional atua em escolas e instituições educacionais, buscando formas de otimizar o processo do desenvolvimento da aprendizagem. Dentro das atribuições do referido exercício da função, assinale a alternativa que corresponde corretamente a uma delas. 
Alternativas
Q3226706 Pedagogia
O objeto da Psicopedagogia é construído de uma forma operativa e não contemplativa, rompendo com os objetos da concepção comum e dos conhecimentos imediatos e, sobretudo, com sistemas relativamente coerentes e pensamentos generalizados, de forma superficial. Assim, baseando-se nessa visão de objeto construído de forma operativa é que acreditamos que o objeto da Psicopedagogia é: 
Alternativas
Q3226705 Pedagogia
O profissional da psicopedagogia articula contribuições de áreas como a Psicologia, Pedagogia, Medicina, entre outras, com o objetivo de contribuir com o indivíduo para a construção dos seus próprios saberes e sobre o seu protagonismo no processo de aprendizagem.
Dessa forma, considera-se que a psicopedagogia: 
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Q3226704 Pedagogia
A família, como primeira mediadora entre o homem e a cultura, constitui a unidade dinâmica das relações de cunho afetivo, social e cognitivo que estão imersas nas condições materiais, históricas e culturais de um dado grupo social. Sendo assim, para a psicopedagogia, a família pode ser considerada: 
Alternativas
Respostas
1481: B
1482: D
1483: D
1484: C
1485: B
1486: B
1487: A
1488: C
1489: C
1490: A
1491: B
1492: D
1493: C
1494: A
1495: B
1496: B
1497: B
1498: A
1499: C
1500: A