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I - Maus-tratos-tratos envolvendo seus alunos; II - Reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, esgotados os recursos escolares; III - Elevados níveis de repetência.
Está CORRETO o que se afirma em:
O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II - Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; III - Coexistência de instituições públicas, privadas e confessionais de ensino; IV - Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
Está CORRETO o que se afirma em:
I - a palavra “simultâneas” é formada por derivação sufixal com desinência de número. II - a palavra “automação” é formada pela composição por justaposição.
Está CORRETO o que se afirma em:
Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior
Desafio para área das máquinas que pensam é criar tecnologias que não destruam a humanidade
A IA (inteligência artificial) é uma das tecnologias mais poderosas já criadas pela humanidade. O termo virou pop e passou a ser o que especialistas chamam de "buzzword", ou "palavra da moda". Por ajudar no marketing de produtos, está em todo lugar, às vezes com um significado distorcido.
O conceito gira em torno de um sistema computacional que tenta imitar o poder de aprendizagem do ser humano e até tomar decisões.
Qualquer pessoa que faz uma busca na internet se depara com a inteligência artificial. É essa tecnologia que sugere os termos a completar uma pesquisa, entende o que se quis dizer e lista os resultados de acordo com aquilo que julga ser mais relevante para o perfil do usuário.
[...]
Na prática, permite que uma busca por "onde comer" entenda que o interessado quer, na verdade, endereços próximos mesmo sem ele ter escrito o termo "restaurante". Para fazer tal trabalho, uma quantidade imensurável de dados de todas as pesquisas feitas no mundo são armazenados e analisados para que a IA possa aprender com os padrões existentes ali.
As aplicações são diversas e incluem conversar com pessoas para realizar atendimentos de banco, configurar aplicativos de GPS, ajudar na detecção de doenças, analisar contratos, combater vírus de computador, alertar para desastres naturais, escolher os assuntos vistos nas redes sociais e controlar aviões.
Para alguns especialistas, a IA pode ser a última tecnologia que a humanidade precisará criar. Ela própria se encarregará de criar novas ferramentas. O outro lado da moeda é que esse poder todo, sem cuidado, pode significar o fim do ser humano. Daí surgem desafios para progredir com o máximo de segurança.
Entidades como a ONU, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a União Europeia trabalham em documentos para servir de base para um uso ético, com limites, da inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Facebook, Google, IBM e Microsoft criam regras próprias para evitar um uso indiscriminado enquanto uma legislação sobre o assunto não aparece. A China trava uma guerra velada com os EUA pelo domínio da tecnologia. O país asiático é o exemplo mais emblemático no uso de IA para vigilância. Nas universidades pelo mundo, grupos de estudo tentam ajudar a estabelecer os limites para IA, enquanto seus laboratórios investem na expansão das fronteiras de sua capacidade.
"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
Desse modo, que frase melhor registra a proposta do autor?
Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior
Desafio para área das máquinas que pensam é criar tecnologias que não destruam a humanidade
A IA (inteligência artificial) é uma das tecnologias mais poderosas já criadas pela humanidade. O termo virou pop e passou a ser o que especialistas chamam de "buzzword", ou "palavra da moda". Por ajudar no marketing de produtos, está em todo lugar, às vezes com um significado distorcido.
O conceito gira em torno de um sistema computacional que tenta imitar o poder de aprendizagem do ser humano e até tomar decisões.
Qualquer pessoa que faz uma busca na internet se depara com a inteligência artificial. É essa tecnologia que sugere os termos a completar uma pesquisa, entende o que se quis dizer e lista os resultados de acordo com aquilo que julga ser mais relevante para o perfil do usuário.
[...]
Na prática, permite que uma busca por "onde comer" entenda que o interessado quer, na verdade, endereços próximos mesmo sem ele ter escrito o termo "restaurante". Para fazer tal trabalho, uma quantidade imensurável de dados de todas as pesquisas feitas no mundo são armazenados e analisados para que a IA possa aprender com os padrões existentes ali.
As aplicações são diversas e incluem conversar com pessoas para realizar atendimentos de banco, configurar aplicativos de GPS, ajudar na detecção de doenças, analisar contratos, combater vírus de computador, alertar para desastres naturais, escolher os assuntos vistos nas redes sociais e controlar aviões.
Para alguns especialistas, a IA pode ser a última tecnologia que a humanidade precisará criar. Ela própria se encarregará de criar novas ferramentas. O outro lado da moeda é que esse poder todo, sem cuidado, pode significar o fim do ser humano. Daí surgem desafios para progredir com o máximo de segurança.
Entidades como a ONU, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a União Europeia trabalham em documentos para servir de base para um uso ético, com limites, da inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Facebook, Google, IBM e Microsoft criam regras próprias para evitar um uso indiscriminado enquanto uma legislação sobre o assunto não aparece. A China trava uma guerra velada com os EUA pelo domínio da tecnologia. O país asiático é o exemplo mais emblemático no uso de IA para vigilância. Nas universidades pelo mundo, grupos de estudo tentam ajudar a estabelecer os limites para IA, enquanto seus laboratórios investem na expansão das fronteiras de sua capacidade.
"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior
Desafio para área das máquinas que pensam é criar tecnologias que não destruam a humanidade
A IA (inteligência artificial) é uma das tecnologias mais poderosas já criadas pela humanidade. O termo virou pop e passou a ser o que especialistas chamam de "buzzword", ou "palavra da moda". Por ajudar no marketing de produtos, está em todo lugar, às vezes com um significado distorcido.
O conceito gira em torno de um sistema computacional que tenta imitar o poder de aprendizagem do ser humano e até tomar decisões.
Qualquer pessoa que faz uma busca na internet se depara com a inteligência artificial. É essa tecnologia que sugere os termos a completar uma pesquisa, entende o que se quis dizer e lista os resultados de acordo com aquilo que julga ser mais relevante para o perfil do usuário.
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Na prática, permite que uma busca por "onde comer" entenda que o interessado quer, na verdade, endereços próximos mesmo sem ele ter escrito o termo "restaurante". Para fazer tal trabalho, uma quantidade imensurável de dados de todas as pesquisas feitas no mundo são armazenados e analisados para que a IA possa aprender com os padrões existentes ali.
As aplicações são diversas e incluem conversar com pessoas para realizar atendimentos de banco, configurar aplicativos de GPS, ajudar na detecção de doenças, analisar contratos, combater vírus de computador, alertar para desastres naturais, escolher os assuntos vistos nas redes sociais e controlar aviões.
Para alguns especialistas, a IA pode ser a última tecnologia que a humanidade precisará criar. Ela própria se encarregará de criar novas ferramentas. O outro lado da moeda é que esse poder todo, sem cuidado, pode significar o fim do ser humano. Daí surgem desafios para progredir com o máximo de segurança.
Entidades como a ONU, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a União Europeia trabalham em documentos para servir de base para um uso ético, com limites, da inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Facebook, Google, IBM e Microsoft criam regras próprias para evitar um uso indiscriminado enquanto uma legislação sobre o assunto não aparece. A China trava uma guerra velada com os EUA pelo domínio da tecnologia. O país asiático é o exemplo mais emblemático no uso de IA para vigilância. Nas universidades pelo mundo, grupos de estudo tentam ajudar a estabelecer os limites para IA, enquanto seus laboratórios investem na expansão das fronteiras de sua capacidade.
"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior
Desafio para área das máquinas que pensam é criar tecnologias que não destruam a humanidade
A IA (inteligência artificial) é uma das tecnologias mais poderosas já criadas pela humanidade. O termo virou pop e passou a ser o que especialistas chamam de "buzzword", ou "palavra da moda". Por ajudar no marketing de produtos, está em todo lugar, às vezes com um significado distorcido.
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Qualquer pessoa que faz uma busca na internet se depara com a inteligência artificial. É essa tecnologia que sugere os termos a completar uma pesquisa, entende o que se quis dizer e lista os resultados de acordo com aquilo que julga ser mais relevante para o perfil do usuário.
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Na prática, permite que uma busca por "onde comer" entenda que o interessado quer, na verdade, endereços próximos mesmo sem ele ter escrito o termo "restaurante". Para fazer tal trabalho, uma quantidade imensurável de dados de todas as pesquisas feitas no mundo são armazenados e analisados para que a IA possa aprender com os padrões existentes ali.
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Para alguns especialistas, a IA pode ser a última tecnologia que a humanidade precisará criar. Ela própria se encarregará de criar novas ferramentas. O outro lado da moeda é que esse poder todo, sem cuidado, pode significar o fim do ser humano. Daí surgem desafios para progredir com o máximo de segurança.
Entidades como a ONU, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a União Europeia trabalham em documentos para servir de base para um uso ético, com limites, da inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Facebook, Google, IBM e Microsoft criam regras próprias para evitar um uso indiscriminado enquanto uma legislação sobre o assunto não aparece. A China trava uma guerra velada com os EUA pelo domínio da tecnologia. O país asiático é o exemplo mais emblemático no uso de IA para vigilância. Nas universidades pelo mundo, grupos de estudo tentam ajudar a estabelecer os limites para IA, enquanto seus laboratórios investem na expansão das fronteiras de sua capacidade.
"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
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Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
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"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
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A IA (inteligência artificial) é uma das tecnologias mais poderosas já criadas pela humanidade. O termo virou pop e passou a ser o que especialistas chamam de "buzzword", ou "palavra da moda". Por ajudar no marketing de produtos, está em todo lugar, às vezes com um significado distorcido.
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Entidades como a ONU, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a União Europeia trabalham em documentos para servir de base para um uso ético, com limites, da inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Facebook, Google, IBM e Microsoft criam regras próprias para evitar um uso indiscriminado enquanto uma legislação sobre o assunto não aparece. A China trava uma guerra velada com os EUA pelo domínio da tecnologia. O país asiático é o exemplo mais emblemático no uso de IA para vigilância. Nas universidades pelo mundo, grupos de estudo tentam ajudar a estabelecer os limites para IA, enquanto seus laboratórios investem na expansão das fronteiras de sua capacidade.
"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior
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A IA (inteligência artificial) é uma das tecnologias mais poderosas já criadas pela humanidade. O termo virou pop e passou a ser o que especialistas chamam de "buzzword", ou "palavra da moda". Por ajudar no marketing de produtos, está em todo lugar, às vezes com um significado distorcido.
O conceito gira em torno de um sistema computacional que tenta imitar o poder de aprendizagem do ser humano e até tomar decisões.
Qualquer pessoa que faz uma busca na internet se depara com a inteligência artificial. É essa tecnologia que sugere os termos a completar uma pesquisa, entende o que se quis dizer e lista os resultados de acordo com aquilo que julga ser mais relevante para o perfil do usuário.
[...]
Na prática, permite que uma busca por "onde comer" entenda que o interessado quer, na verdade, endereços próximos mesmo sem ele ter escrito o termo "restaurante". Para fazer tal trabalho, uma quantidade imensurável de dados de todas as pesquisas feitas no mundo são armazenados e analisados para que a IA possa aprender com os padrões existentes ali.
As aplicações são diversas e incluem conversar com pessoas para realizar atendimentos de banco, configurar aplicativos de GPS, ajudar na detecção de doenças, analisar contratos, combater vírus de computador, alertar para desastres naturais, escolher os assuntos vistos nas redes sociais e controlar aviões.
Para alguns especialistas, a IA pode ser a última tecnologia que a humanidade precisará criar. Ela própria se encarregará de criar novas ferramentas. O outro lado da moeda é que esse poder todo, sem cuidado, pode significar o fim do ser humano. Daí surgem desafios para progredir com o máximo de segurança.
Entidades como a ONU, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a União Europeia trabalham em documentos para servir de base para um uso ético, com limites, da inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Facebook, Google, IBM e Microsoft criam regras próprias para evitar um uso indiscriminado enquanto uma legislação sobre o assunto não aparece. A China trava uma guerra velada com os EUA pelo domínio da tecnologia. O país asiático é o exemplo mais emblemático no uso de IA para vigilância. Nas universidades pelo mundo, grupos de estudo tentam ajudar a estabelecer os limites para IA, enquanto seus laboratórios investem na expansão das fronteiras de sua capacidade.
"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
Na obra Qualidade na Educação da Primeira Infância: perspectivas pós-modernas, Dahlberg, Moss e Pence (2016, p. 132) afirmam:
Desde sua emergência no cenário no início da década de 80, o discurso da qualidade tem sido aplicado ao campo das instituições dedicadas à primeira infância de várias maneiras, incluindo pesquisa, medidas, padrões e diretrizes sobre a boa prática. Todos esses têm envolvido, de várias formas, o desenvolvimento e a aplicação de critérios, para permitir a avaliação dos padrões ou o desempenho das instituições dedicadas à primeira infância. Esses critérios reúnem-se principalmente em três agrupamentos: estrutura, processo e resultado:
Considerando as reflexões desses autores, indique a(s) afirmativa(s) correta(s):
I) O discurso da disciplina da psicologia do desenvolvimento e o discurso da qualidade na primeira infância ajustaram-se bem, pois ambos adotam uma abordagem que separa a criança e a instituição da experiência concreta, das complexidades da cultura.
II) O discurso da qualidade na primeira infância é pluralista, uma vez que busca uma padronização por meio da aproximação com as culturas infantis.
III) O discurso da construção de significado rejeita o rigor e os julgamentos de valor, realizados em relação às questões mais amplas do que queremos para nossos filhos hoje e no futuro, pois isso produz estandardização nas instituições.
IV) O discurso da qualidade e o discurso da construção de significado adotam maneiras diferentes de se saber o que está acontecendo nas instituições dedicadas à primeira infância.
Está(ão) correta(s),
Considere a obra As cem linguagens da criança: a experiência de Reggio Emilia em transformação (EDWARDS, GANDINI, FORMAN, 2016) e marque a alternativa que contém os três componentes que definem a aprendizagem negociada como um sistema dinâmico de causas, efeitos e contraefeitos.
Na obra Linguagens Geradoras: seleção e articulação de conteúdos em Educação Infantil, Junqueira Filho (2011, p. 25) afirma:
Na proposta das linguagens geradoras, o modelo de planejamento que coordena o processo de seleção e articulação de conteúdos e a prática pedagógica cotidiana da professora se organiza a partir de dois momentos, duas partes e dois tipos de conteúdos programáticos, todos eles – momentos partes e tipos – distintos, indissociáveis e complementares
Considerando as reflexões desse autor, considere as afirmativas.
I) O primeiro momento e a primeira parte do planejamento são produzidos por meio das crenças e escolhas da professora para seus alunos.
II) Na perspectiva das linguagens geradoras, tanto a professora, quanto os alunos são considerados como conteúdos, objetos de conhecimento a serem investigados nos múltiplos e complexos aspectos que os constituem.
III) O segundo momento e a segunda parte do planejamento compõem-se de uma lacuna a ser preenchida juntamente pelas crianças e sua professora, nas interações das crianças com os conteúdos-linguagens
IV) A articulação proposta pelas linguagens geradoras está fundamentada no conceito de jogos de linguagens, de Ludwig Wittgenstein, e na teoria das inteligências múltiplas, de Howard Gardner.
Estão corretas,
Considere as reflexões da obra Investigação Etnográfica com crianças: teorias, métodos e ética (WALSH, GRAUE, 2003).
I) Estudar as crianças em contexto requer planejar ambientes com uma ampla variedade de estímulos, de modo que elas sejam postas em desafios que favoreçam o desenvolvimento de suas competências num nível crescente.
II) A investigação etnográfica tem como fundamentação basilar as pesquisas realizadas por Piaget, que deu ênfase às experiências e significados culturais dados pela criança.
III) Na investigação com crianças, são elas que detêm o saber, a permissão e fixam as regras, já o investigador-adulto será sempre um estranho naquele mundo.
IV) A investigação etnográfica requer a exploração das posições socialmente construídas que servem de contexto para as relações das crianças, dentre elas, as identidades raciais e étnicas, o gênero e o estatuto socioeconômico.
Estão corretas,
Indique V (verdadeiro) ou F (falso) para cada uma das sentenças abaixo de modo a corresponder com as reflexões da obra As cem linguagens da criança: a experiência de Reggio Emilia em transformação (EDWARDS, GANDINI, FORMAN, 2016).
( ) Em Reggio Emilia, as crianças com qualquer tipo de deficiência têm preferência absoluta sobre todas as outras crianças para admissão nas creches e pré-escolas, podendo também escolher qual instituição frequentar.
( ) Depois que a criança que apresenta uma deficiência é matriculada e começa a frequentar a escola, são feitas observação e documentação iniciais para compor uma Declaração de Intenção, com definições, métodos e materiais que poderão ser usados no trabalho com a criança.
( ) O direito das crianças dos 6 aos 14 anos a uma educação inclusiva foi reconhecido na Itália ainda na década de 1970, tornando o sistema geral de ensino o cenário principal para quase todos os alunos em idade escolar obrigatória.
( ) A deficiência é apenas uma diferença possível que uma criança pode ter, por isso, em Reggio Emilia, necessidade de um segundo adulto para apoiar a turma em que uma criança com deficiência é incluída deixa de ter sentido.
A sequência correta de preenchimento das lacunas é:
Numere a 2ª coluna de acordo com os números correspondentes às propostas curriculares apresentadas na 1ª coluna
1) Proposta High Scope
2) Proposta Reggio Emilia
3) Proposta Movimento da Escola Moderna
( )Salienta o papel da dimensão estética, que é transversal aos espaços e processos de ensino e aprendizagem das instituições educativas.
( ) A concepção de escola como comunidade de partilha, de experiências culturais e dos conhecimentos herdados das Ciências e das culturas, decorrem de três finalidades interdependentes: iniciação às práticas democráticas, reinstituição dos valores e das significações sociais, reconstrução cooperada da Cultura.
( )Com vistas a autonomia intelectual das crianças, o desenvolvimento da rotina diária compõe um ciclo de planejamento, trabalho e revisão.
( )O currículo centra-se na organização da atividade educacional a partir de experiências-chave.
( ) A prática democrática da organização e partilha é apoiada por instrumentos de pilotagem como Plano de atividades, Quadro de tarefas e Diário.
A sequência correta de preenchimento das lacunas é:
Considere as reflexões de Benjamin (2002) sobre as relações entre crianças e brinquedos.
I) Quanto mais atraentes, no sentido corrente, são os brinquedos, mais se distanciam dos instrumentos de brincar; quanto mais ilimitadamente a imitação se manifesta neles, tanto mais se desviam da brincadeira viva.
II) Quando um brinquedo é quebrado, são os adultos, no próprio ato de consertar, que atribuem outro sentido ao artefato, jamais esta correção é feita pela criança.
III) Os brinquedos das crianças dão indícios da relação estabelecida entre elas e a comunidade adulta.
IV) Tem-se considerado o brinquedo como uma criação para a criança, do mesmo modo que o brincar tem sido visto na perspectiva do adulto, exclusivamente sob o ponto de vista da imitação.
Está(ão) correta(s),
