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Q4054139 História e Geografia de Estados e Municípios
O topônimo Mariópolis foi adotado em homenagem a uma pessoa ligada à atuação da Companhia Clevelândia Industrial e Territorial, cuja presença contribuiu para o desenvolvimento local. A homenagem refere-se a: 
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Q4054138 História e Geografia de Estados e Municípios
Antes de receber o nome atual, o núcleo que deu origem a Mariópolis era conhecido por outra denominação, relacionada a um elemento natural e à prática de caça existente na região. Esse nome era: 
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Q4054137 História e Geografia de Estados e Municípios
A localização geográfica de Mariópolis permite compreender sua inserção regional no Sudoeste do Paraná. Considerando seus limites territoriais, assinale a alternativa correta.
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Q4054136 Matemática
Em uma banca de feira, um comerciante iniciou o dia com R$ 180,00 no caixa. Ao longo da manhã, vendeu produtos e recebeu mais R$ 95,00. Depois, pagou R$ 38,00 pela reposição de mercadorias e R$ 27,00 pelo transporte. Ao final desse movimento, o valor que permaneceu no caixa foi de: 
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Q4054135 Matemática
Em uma farmácia, a reposição de um tipo de suplemento ocorre a cada 6 dias, enquanto a de um medicamento ocorre a cada 8 dias. Se hoje os dois produtos foram repostos no mesmo dia, após quantos dias essas reposições voltarão a coincidir?
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Q4054134 Matemática
Em uma atividade esportiva da escola, os alunos deram 6 voltas completas em uma pista de 250 metros cada uma. Ao final, o professor registrou que o grupo levou 18 minutos para concluir o percurso. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a distância total percorrida em metros e o tempo total em segundos. 
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Q4054133 Matemática
Uma papelaria organizou 320 kits escolares para entrega a uma comunidade. Antes da distribuição, decidiu aumentar essa quantidade em 25% para atender novas solicitações. Depois do aumento, todos os kits foram colocados igualmente em 8 caixas. Quantos kits ficaram em cada caixa? 
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Q4054132 Matemática
Durante uma campanha de arrecadação, uma escola recebeu 248 cadernos na primeira semana e 176 na segunda. Desse total, 95 cadernos foram separados para uma turma do turno da manhã e os demais seriam distribuídos igualmente entre 7 turmas do turno da tarde. Quantos cadernos cada turma do turno da tarde receberá? 
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Q4054131 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A identificação de fonemas e dígrafos exige observar a relação entre letras e sons, pois nem sempre cada letra corresponde a um fonema. Considerando as palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
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Q4054130 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A separação silábica permite identificar a quantidade de sílabas de uma palavra e classificá-la quanto ao número de sílabas. No trecho “ela interrompe a passagem e insiste na memória”, a palavra destacada apresenta separação silábica e classificação corretas em: 
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Q4054129 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a expressão “constelação de pedras” organiza, de modo figurado, a reunião de diferentes sentidos atribuídos à pedra ao longo da vida e da cultura. Nesse contexto, essa expressão sugere: 
Alternativas
Q4054128 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4054127 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a recorrência da imagem da pedra em diferentes manifestações culturais é usada para mostrar que: 
Alternativas
Q4044948 Segurança e Saúde no Trabalho
Os métodos de limpeza de pisos variam de acordo com o grau de risco e a sujidade do ambiente, sendo a varredura o passo inicial essencial. Considerando isso, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A varredura a seco com o uso contínuo de vassouras é estritamente proibida nas áreas internas de saúde, pois levanta e espalha poeira contaminada no ar.
( ) A varredura úmida, realizada com "mop" pó ou pano limpo umedecido no rodo, é a técnica ideal para recolher resíduos sem promover a suspensão de partículas.
( ) O procedimento de limpeza molhada é caracterizado por não utilizar água em nenhuma circunstância.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4044947 Segurança e Saúde no Trabalho
O uso adequado de saneantes e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) resguarda a saúde ocupacional do Servente durante o processo de limpeza. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044946 Saúde Pública
A higienização de instalações sanitárias deve ser meticulosa para o controle de odores e a remoção de microrganismos. Sobre os protocolos de limpeza nesses ambientes, analise as assertivas abaixo:

I. A limpeza do banheiro deve iniciar sempre pelo interior do vaso sanitário, passando depois para as pias e, por último, para o teto.
II. Durante o acionamento da descarga, a tampa do vaso sanitário deve estar obrigatoriamente fechada para evitar a suspensão de partÍculas no ar.
III. É expressamente proibido utilizar as mesmas luvas e panos usados na limpeza do vaso sanitário para higienizar a pia do banheiro.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4044945 Segurança e Saúde no Trabalho
A lavagem e a limpeza de tetos, paredes e janelas exigem métodos corretos para não espalhar a sujidade para áreas já higienizadas. Considerando isso, analise as assertivas abalxo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A limpeza das paredes e portas deve ser realizada sempre em um único sentido, de cima para baixo.
( ) Na limpeza do teto, recomenda-se realizar intensos movimentos de varredura seca com vassoura de palha para retirar a poeira.
( ) A limpeza das janelas deve iniciar de baixo para cima, de modo a evitar que a água suja escorra para as áreas secas.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4044944 Técnicas Administrativas
Na operacionalização dos serviços, a limpeza ____ é o procedimento realizado diariamente com a finalidade de limpar, organizar o ambiente e repor os materiais de consumo. Por sua vez, a limpeza _____ é mais rigorosa e minuciosa, abrangendo todas as superfícies horizontais e verticais, sendo frequentemente realizada apos a desocupação do local.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas: 
Alternativas
Q4044493 Direito Administrativo
Analise as partes que seguem: O quadro dos servidores pode ser constituído de classes (1a parte), carreiras funcionais ou de cargos isolados, classificados dentro de um sistema (2a parte), mas nunca dessas formas conjugadas (3a parte).

Acerca das partes, com base na Lei Orgânica, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4044492 Legislação Municipal
Analise o texto que segue, conforme Lei Orgânica.

Os Secretários do Munícípio, de lívre nomeação e demissão pelo Prefeito, são escolhidos dentre brasíleiros, maiores de dezoito anos, no gozo dos direitos políticos e estão sujeítos, desde a posse, às mesmas incompatibilidades e proibíções estabelecidas para os Vereadores, no que couber.

Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Alternativas
Respostas
241: B
242: C
243: A
244: C
245: B
246: A
247: B
248: C
249: C
250: A
251: B
252: C
253: A
254: C
255: C
256: D
257: A
258: C
259: D
260: B