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I - Ivaté.
II - Icaraíma.
III - Loanda.
IV - Santa Cruz de Monte Castelo.
( ) Identificar os moradores, por faixa etária, sexo e raça, ressaltando situações como gravidez, desnutrição, pessoas com deficiência etc.
( ) Conhecer as condições de moradia e de seu entorno, de trabalho, os hábitos, as crenças e os costumes.
( ) Conhecer os principais problemas de saúde dos moradores da comunidade.
( ) Identificar as famílias que necessitam de acompanhamento mais frequente ou especial.
( ) Divulgar e explicar o funcionamento do serviço de saúde e quais as atividades disponíveis e desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população do território de abrangência da unidade de saúde.
( ) Visando um maior vínculo, não há necessidade de combinar com a família o melhor horário para realização da visita para não atrapalhar os afazeres da casa, podendo entrar a qualquer momento na residência.
( ) A visita domiciliar é a atividade mais importante do processo de trabalho do agente comunitário de saúde. Ao entrar na casa de uma família, você entra não somente no espaço físico, mas em tudo o que esse espaço representa. Nessa casa vive uma família, com seus códigos de sobrevivência, suas crenças, sua cultura e sua própria história.
( ) A sensibilidade/capacidade de compreender o momento certo e a maneira adequada de se aproximar e estabelecer uma relação de confiança é uma das habilidades que o ACS não precisa desenvolver, pois isso não lhe ajudará a construir o vínculo necessário ao desenvolvimento das ações de promoção, prevenção, controle, cura e recuperação.
( ) A permissão de entrada em uma casa representa algo muito significativo, que envolve confiança no ACS e merece todo o respeito. É o que poderia ser chamado de “procedimento de alta complexidade” ou pelo menos de “alta delicadeza”.