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Q3785058 Administração Pública
As políticas de inclusão social em sociedades democráticas visam à superação de desigualdades históricas, porém sua efetividade está condicionada à compreensão de que diversidade não se limita à tolerância passiva, mas exige o reconhecimento ativo das identidades, a redistribuição de oportunidades e a reconfiguração das estruturas institucionais excludentes. 
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Q3785057 Administração Pública
Apesar de prever instrumentos de democracia direta, como o plebiscito, o referendo e a iniciativa popular, o modelo constitucional brasileiro preserva a centralidade da representação política, estabelecendo barreiras normativas e práticas que limitam o uso efetivo desses mecanismos pela população. 
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Q3785056 Administração Pública
O bicameralismo estabelecido pela Constituição Federal de 1988 atribui à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal funções equivalentes, com distinção apenas quanto à origem dos seus membros, sem implicações sobre os princípios representativos que orientam a organização do Estado brasileiro. 
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Q3785055 Administração Pública
No contexto de um Estado Democrático de Direito, considerando as categorias analíticas de Jürgen Habermas sobre "esfera pública" e "ação comunicativa", é correto afirmar que: A ausência de educação política da população configura um risco estrutural à democracia, pois compromete a formação da vontade política racional, prejudica a intersubjetividade comunicativa essencial ao consenso democrático, e limita a função deliberativa das instituições públicas, conforme delineado na Teoria do Agir Comunicativo.
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Q3785054 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
Na construção “voltadas exclusivamente à fé”, a preposição “a” justifica-se pela regência da forma verbal passiva “voltadas”, e o advérbio “exclusivamente” atua como intensificador sem alterar a exigência sintática do termo regido. Considerando a transitividade do verbo “voltar” em sua forma pronominal, e a possibilidade de ambiguidade semântica na frase, é correto afirmar que a estrutura está gramatical e interpretativamente irrepreensível, mesmo sob análise estilística formalista.
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Q3785053 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
O texto “Furto de Flor” apresenta uma metáfora ampliada que permite interpretá-lo como uma alegoria da condição humana, em que o gesto de “furtar” a flor representa simbolicamente a tendência do ser humano de dominar o que é belo ou natural, e a inevitável frustração que decorre da tentativa de preservar, em ambiente artificial, aquilo que só existe plenamente em seu espaço de origem.
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Q3785052 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
A atribuição de emoções à flor no texto “Furto de Flor”, por meio da figura da prosopopeia, desvia completamente o foco da crítica ecológica e literária, limitando-se a um discurso lúdico e desvinculado de qualquer forma de simbolismo existencial ou antropocêntrico, configurando-se como exemplo típico de literatura infantil sem densidade filosófica.
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Q3785051 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
O texto combina lirismo e reflexão ética, sugerindo que todo ato, mesmo pequeno e poético, carrega consequências morais.
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Q3785050 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
No conto "Furto de Flor", de Carlos Drummond de Andrade, a relação do eu lírico com a flor revela uma tensão simbólica entre ética e estética, onde o gesto de posse – embora motivado pela contemplação do belo – resulta na destruição do objeto contemplado. Considerando os recursos de personificação, deslocamento semântico da ideia de furto, e a crítica antropocêntrica subjacente, é correto afirmar que o texto articula uma crítica existencial à ação humana sobre o mundo natural, apontando a incompatibilidade entre o desejo de preservação e os mecanismos de apropriação estética.
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Q3784019 Saúde Pública
Quando o Agente Comunitário de Saúde for realizar a visita domiciliar e a mesma for recusada pela família ou por algum integrante da família, como o agente deve realizar o registro desse fato? 
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Q3784018 Saúde Pública
Sobre a visita domiciliar, fase importante do Agente Comunitário de Saúde assinale a alternativa CORRETA:
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Q3784017 Saúde Pública
Para facilitar o trabalho do Agente Comunitário de Saúde, a unidade básica deverá ter o mapa que deverá ser construído a partir dos croquis e tem como objetivo identificar, em cada quadra, as situações de maior vulnerabilidade e necessidade de acompanhamento pela Unidade de Saúde. Entre essas situações, incluem-se as crianças menores de dois anos, gestantes, idosos acamados/domiciliados, pessoas com deficiência, diabéticos, hipertensos, casos de tuberculose, dengue, beneficiários do Programa Bolsa Família, evento sentinela em saúde bucal, dentre outras que podem ser identificados com x ou bolinhas como pode ser visto no mapa em preto e branco abaixo. A figura abaixo representa qual mapa?
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Q3784016 Saúde Pública
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) é um profissional chave para o controle efetivo da tuberculose em seu território. Destacam-se como suas atribuições:
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Q3784015 Saúde Pública
Alguns instrumentos foram criados para o registro sobre a busca de sintomático respiratório, sobre a notificação/ investigação dos casos de tuberculose, o acompanhamento do tratamento e outros. Qual instrumento o Agente Comunitário de Saúde deve utilizar para realizar o registro após a visita domiciliar? 
Alternativas
Q3784014 Saúde Pública
A aplicação da vacina diminui a incidência de formas graves da tuberculose (meningite tuberculosa e tuberculose miliar), quando essa vacina deve ser administrada?
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Q3784013 Patologia
Sobre o tratamento diretamente observado em pacientes com Tuberculose e o trabalho do Agente Comunitário de Saúde sobre a doença, assinale a alternativa CORRETA: 
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Q3784012 Patologia
Nem todos os infectados pela bactéria Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch) desenvolvem a doença Tuberculose. Ele pode permanecer no organismo durante anos, sem que a pessoa adoeça por tuberculose. A esse estado qual nome é dado? 
Alternativas
Q3784011 Patologia
A tuberculose é infecção causada por uma bactéria – Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch) e pode acometer os pulmões e fora dos pulmões, qual nome é dado para a que ocorre dentro do pulmão e fora do pulmão?
Alternativas
Q3784010 Saúde Pública
Qual o nome do programa que reorientou o modelo de cuidado com foco primordial no estabelecimento de vínculos, a criação de laços de compromisso e de corresponsabilidade entre os profissionais de saúde e a população em seu território no ano de 1994?
Alternativas
Q3784009 Saúde Pública
Como a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) considera os termos Atenção Básica (AB) e Atenção Primária à Saúde (APS)? 
Alternativas
Respostas
2601: C
2602: C
2603: E
2604: C
2605: C
2606: C
2607: E
2608: C
2609: C
2610: E
2611: D
2612: E
2613: A
2614: C
2615: B
2616: B
2617: D
2618: D
2619: E
2620: A