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O texto a seguir é referência para a questão.
Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns.
Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações.
Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […]
Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […]
Disponível em: https://www.omelete.com.br/.
O texto a seguir é referência para a questão.
Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns.
Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações.
Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […]
Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […]
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Situação I: o professor expõe conteúdos considerados fundamentais, exige sua reprodução em exercícios e ocupa posição central na condução das aulas.
Situação II: o ensino é dividido em objetivos operacionais, tarefas sequenciadas, controle de desempenho e procedimentos previamente programados para alcançar respostas observáveis.
As situações correspondem, respectivamente, às tendências:
I. O projeto nacional-desenvolvimentista defendido por Vargas atribuía ao Estado papel relevante na promoção da industrialização e na construção de condições para o fortalecimento da economia nacional.
II. A criação da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE) relacionou-se à estratégia de ampliar a capacidade de investimento em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento do país.
III. Os grupos vinculados à União Democrática Nacional (UDN) criticavam determinadas medidas econômicas do governo Vargas por considerarem que elas restringiam a participação do capital estrangeiro em áreas relevantes da economia brasileira.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
I. A atividade mineradora estimulou a ampliação dos circuitos comerciais destinados ao abastecimento das regiões auríferas, articulando diferentes espaços econômicos da colônia.
II. A expansão da mineração reduziu significativamente a presença da administração portuguesa nas áreas mineradoras, uma vez que a arrecadação fiscal passou a ser controlada pelas elites locais.
III. O crescimento populacional das regiões mineradoras contribuiu para a diversificação das atividades econômicas e para a ampliação da circulação de pessoas, mercadorias e capitais.
Quais estão corretas?