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Um sistema de abastecimento de água consiste no conjunto de unidades, equipamentos e serviços com o objetivo de levar água potável para uso doméstico, industrial, público, entre outros. Para compreender toda a extensão de funcionamento de um sistema de abastecimento de água, é necessário separá-lo por partes ou unidades. A água passa por essas unidades para chegar até os consumidores finais.
A sequência CORRETA das unidades por onde a água passa até chegar aos consumidores finais é
A análise de projetos, detalhamento estrutural, tomada de decisões, documentos necessários, entre outros fatores fazem muita diferença no desenvolvimento de uma obra. Para o desenvolvimento de uma obra, é fundamental conhecer toda a etapa e sua sequência de execução. Associe as duas colunas relacionando a etapa de uma obra e sua sequência de execução.
A sequência CORRETA dessa relação é:
I- Etapa 1
II- Etapa 2
III- Etapa 3
IV- Etapa 4
( ) Superestrutura.
( ) Serviços preliminares.
( ) Projetos e Aprovações.
( ) Fundações.
Os componentes de uma rede de drenagem urbana devem captar e conduzir as vazões superficiais para não causar alagamentos nas ruas das cidades. A figura abaixo mostra componentes enumerados de um sistema de drenagem destinados ao transporte das águas pluviais. Analise de modo a responder ao que se pede.
Dado o que se orienta sobre infraestrutura urbana de drenagem, faça a CORRETA associação entre os elementos enumerados na figura e sua respectiva denominação
Conforme as normas regulamentadoras sobre segurança e higiene do trabalho, o Equipamento de Proteção Individual (EPI) é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a sua segurança e a sua saúde. Analise as afirmações abaixo em relação às competências gerais sobre o uso dos EPIs.
I- Cabe ao empregador adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade.
II- Cabe ao empregado responsabilizar-se pela higienização e manutenção.
III- Cabe ao empregador substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado.
É CORRETO o que se afirma em:
As técnicas de inspeção e manutenção predial constituem ações para que as edificações possam permanecer em níveis satisfatórios de desempenho. Uma edificação é planejada e construída para atender um determinado uso por toda sua vida útil. Para que esta vida útil seja concretizada, é primordial a prática constante das manutenções. A partir dos conhecimentos sobre técnicas de inspeção e manutenção predial, analise a figura abaixo, que mostre o aumento dos custos de intervenção na edificação em relação ao tempo, para atingir certo nível de durabilidade e proteção.
A interpretação CORRETA da figura permite concluir que:
Fonte: Sitter (1984)
Da análise da figura, conclui-se que:
O Parcelamento do Solo Urbano é regulado pela Lei nº 6.766/1979. Analise as proposições abaixo e coloque V para verdadeiro e F para falso em relação à referida lei.
( ) Os lotes terão área mínima de 125 metros quadrados e frente mínima de 5 metros, salvo quando o loteamento se destinar à urbanização específica.
( ) A infraestrutura básica dos parcelamentos é constituída por equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, abastecimento de água potável e energia elétrica pública.
( ) O início de desmembramento do solo para fins urbanos, em desacordo com as normas pertinentes municipais, constitui crime contra a Administração Pública.
( ) A aprovação de projeto de loteamento e desmembramento em áreas de risco definidas como não edificáveis no plano diretor é lícita.
A alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Curva de nível é uma linha imaginária que agrupa pontos que possuem a mesma altitude. A partir da visualização de uma curva de nível, é possível identificar se o relevo de uma determinada área é plano ou íngreme. Afigura abaixo representa na curva de nível.
Da análise da figura abaixo, conclui-se que:
O levantamento topográfico para loteamento urbano deve ser realizado antes de qualquer construção. Um certo lote urbano regular denominado ABCD possui a configuração da figura abaixo. O lado AB possui 15 metros de dimensão, enquanto a dimensão do lado AD é igual a 20 metros. Os pontos A, B, C e D possuem uma cota topográfica de 200 metros, 199 metros, 198 metros e 201 metros, respectivamente.
Considerando as informações relativas à figura e seus conhecimentos sobre altimetria e planimetria conclui-se que:
A sinalização de emergência prevista na norma sobre acessibilidade a edificações (NBR 9050/2015) deve direcionar o usuário, por meio de sinais para a saída, saída de emergência ou rota de fuga.
Considerando as informações visuais da figura e os seus conhecimentos sobre acessibilidade à edificações, a CORRETA interpretação da figura é de que se trata de:
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) é o órgão consultivo e deliberativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA); foi instituído pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.
Analise as afirmações abaixo em relação aos órgãos que fazem parte da Política Nacional de Meio Ambiente:
I- Órgãos da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público constituem o SISNAMA.
II- Órgão que delibera sobre normas compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado e presidido pelo Secretário do Meio Ambiente é o CONAMA.
III- Órgãos Locais são entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar degradação ambiental, nas suas respectivas jurisdições.
É CORRETO o que se afirma em:
O licenciamento ambiental de empreendimentos potencialmente poluidores são um dos instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente.
Associe as duas colunas, relacionando o tipo de licença ambiental às suas características.
1. Licença Prévia |
( ) funciona como uma autorização para início da construção de um empreendimento. |
2. Licença de Instalação |
( ) requerida para o início de funcionamento de um empreendimento. |
3. Licença de Operação |
( ) destinada à verificação da viabilidade ambiental de empreendimento |
A sequência CORRETA desta associação é:
Ao construir uma edificação, é necessário garantir junto à Administração Municipal o licenciamento da obra. São exigências para uma obra ser considerada legalizada:
O Código de Obras é um instrumento que permite à Administração Municipal exercer o controle e a fiscalização do espaço edificado e seu entorno, garantindo a segurança e a salubridade das edificações. Esse código se caracteriza por:
I- ser um instrumento legal específico para cada Município.
II- objetivar o controle da densidade do ambiente edificado.
III- definir o tipo de ocupação permitido para determinado lote.
É CORRETO o que se afirma em:
A Lei nº 6.766/1979 dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano. Não será permitido o parcelamento do solo em:
I- Terrenos sujeitos a inundações, mesmo após ações para assegurar o escoamento das águas.
II- Terrenos que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde pública, sem que sejam previamente saneados.
III- Áreas onde a poluição impeça condições sanitárias suportáveis, até a sua correção.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana. Fazem parte dos instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente:
Leia a crônica abaixo e, em seguida, analise as proposições acerca do seu conteúdo.
O padeiro
Rubem Braga
1 ___ Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer o café e
2 abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me
3 lembro de lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De
4 resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho
5 noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido
6 conseguirão não sei bem o que do governo.
7 ___ Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim. E enquanto
8 tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando
9 vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não
10 incomodar os moradores, avisava gritando:
11 ___ - Não é ninguém, é o padeiro!
12 ___ Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
13 ___ “Então você não é ninguém?”
14 ___ Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas
15 vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou
16 outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e
17 ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o
18 padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
19 ___ Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não
20 quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante.
21 Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela
22 madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela
23 oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o
24 jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
25 ___ Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante
26 porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem
27 assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho
28 na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
29 homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
30 E assobiava pelas escadas.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.
I- A situação criada na crônica, de um personagem – o padeiro – não se incomodar de ser considerado “ninguém”, ou alguém sem importância, é uma forma de o cronista provocar a reflexão sobre o valor que cada pessoa/profissional tem, independentemente de o cargo simbolizar maior ou menor prestígio social.
II- O cronista faz alusão a um diálogo entre dois personagens – o padeiro e a empregada – para esclarecer a origem da expressão “não é ninguém, é o padeiro”, com o propósito central de demonstrar que há discriminação entre pessoas de mesma classe social.
III- A lição de humildade a que o cronista se refere não tem a ver com a negação de que o trabalho envaideça quem o realiza – tanto é que o jornalista se orgulha de ter um texto com a sua assinatura, e não diminui o trabalho do padeiro – mas com o fato de o trabalho não ser norteado pela avaliação que os outros fazem.
IV- A identificação do cronista com o padeiro se dá porque, tal como a profissão de padeiro, a de jornalista que é de grande utilidade para a sociedade, já não tem, nos tempos modernos, tanto destaque, em virtude da ampla divulgação das notícias por meio das redes sociais.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
Leia o texto abaixo de modo a responder às questões de 11 a 13:
NÃO COMERÁS COMO ANTES
1 __ Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a
2 agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram
3 os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva
4 debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros
5 elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta
6 para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de
7 dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até
8 potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um
9 aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima
10 onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje
11 para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se
12 faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o
13 sentido.
14 __ É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro
15 não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão,
16 alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou
17 a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus
18 operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de
19 bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a
20 carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre
21 funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
O título do texto apresenta o verbo na forma imperativa, que pode dar à frase um sentido de ordem ou um conselho. Mas, no corpo do texto, ao se referir a algo que está para acontecer, muitas vezes, empregam-se palavras (advérbios ou verbos) que sinalizam dúvida, possibilidade, incerteza. Dito isso, analise as sentenças abaixo elencadas, e assinale a alternativa que, tal como o título, indica certeza.
Leia o texto abaixo de modo a responder às questões de 11 a 13:
NÃO COMERÁS COMO ANTES
1 __ Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a
2 agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram
3 os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva
4 debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros
5 elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta
6 para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de
7 dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até
8 potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um
9 aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima
10 onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje
11 para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se
12 faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o
13 sentido.
14 __ É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro
15 não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão,
16 alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou
17 a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus
18 operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de
19 bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a
20 carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre
21 funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
Observe a construção dos períodos abaixo transcritos:
I- “(...) as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se”.
II- “A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar”.
III- “Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio”.
Em todos os períodos citados, há duas afirmações sobre o tópico inicial, mas, em III, são empregados dois conectores para enfatizar a segunda informação. O mecanismo de construção do período empregado em III se classifica como:
Leia o texto abaixo de modo a responder às questões de 11 a 13:
NÃO COMERÁS COMO ANTES
1 __ Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a
2 agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram
3 os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva
4 debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros
5 elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta
6 para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de
7 dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até
8 potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um
9 aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima
10 onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje
11 para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se
12 faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o
13 sentido.
14 __ É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro
15 não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão,
16 alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou
17 a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus
18 operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de
19 bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a
20 carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre
21 funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
O texto acima, que trata de várias mudanças ocorridas em razão da revolução tecnológica, inicia com a menção a “uma nova revolução” em curso. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar a respeito dessa nova mudança, que:
I- O novo modelo de produção alimentar, fruto dos avanços do agronegócio não agradará às pessoas, que terão de alterar os hábitos alimentares.
II- A mudança na produção de alimentos, a exemplo da carne produzida em laboratório, acarretará impactos na indústria e no agronegócio.
III- A substituição do modelo tradicional de produzir alimentos decorre da dificuldade em criar gado para o abate.
IV- A produção de carne cultivada em laboratório não apenas evitará o abate do gado como poderá tornar esse alimento mais acessível à população.
É CORRETO o que se afirma em:
Avalie como verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações relativas ao texto que segue.
Troco lixo por pontos
1 __ Oito milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos por ano. Até 2050, os mares
2 terão mais resíduos desse material do que peixes, segundo estudo do Fórum Econômico Mundial. No
3 Brasil, a situação é especialmente preocupante: só 1,2% dos 11,3 milhões de toneladas de lixo plástico
4 geradas anualmente têm destino correto, de acordo com levantamento recente do Fórum Mundial para a
5 Natureza (WWF, na sigla em inglês). São esses números que levaram o administrador Rodrigo Jobim
6 Roessler a criar a Molécoola, startup de fidelidade ambiental que troca lixo reciclável por descontos em
7 produtos e serviços como Uber e por recargas de itens como bilhete único e celular. “Desenvolvemos um
8 modelo de negócios para aumentar o engajamento sustentável por meio de um ciclo positivo que gera
9 benefícios para todos”, diz o fundador. Funciona assim: o cliente leva itens recicláveis a uma das cinco
10 lojas-contêineres da Molécoola, que aceitam embalagens plásticas, de vidro e alumínio, bem como
11 baterias, pilhas e eletroportáteis – estes não são recolhidos em coletas seletivas. Por lá, os materiais são
12 pesados e, depois, convertidos em pontos (2 quilos de latas de alumínio correspondem a 7 600 pontos e
13 podem ser trocados por um refil de desengordurante, por exemplo). A própria loja separa, prensa, enfarda
14 e dá a destinação adequada. Em operação há um ano e dois meses, a Molécoola recuperou 160 toneladas
15 de materiais que contaminariam o meio ambiente e arregimentou 12 000 usuários no aplicativo. [...].
(Fragmento retirado da Rev. Você/Sa, junho/19)
( ) De acordo com o texto, a criação da startup Molécoola, que substitui lixo reciclável por descontos em produtos, foi motivada pelo fato de o Brasil despejar 8 milhões de toneladas de plástico nos oceanos por ano.
( ) No período “No Brasil, a situação é especialmente preocupante: só 1,2% dos 11,3 milhões de toneladas de lixo plástico geradas anualmente têm destino correto”, seria possível empregar o conector “pois” em vez dos dois pontos (:), sem prejuízo à ideia original, de explicação.
( ) Uma pequena modificação na frase: “São esses números que levaram o administrador Rodrigo Jobim Roessler a criar a Molécoola”, cujo resultado seja: “Esses números levaram o administrador Rodrigo Jobim Roessler a criar a Molécoola” não implica alteração sob o aspecto semântico, mas atenua o efeito de sentido que tem a informação sobre o real motivo da criação da startup.
( ) No período: “o cliente leva itens recicláveis a uma das cinco lojas-contêineres da Molécoola, que aceitam embalagens plásticas, de vidro e alumínio”, a oração adjetiva se classifica como “restritiva”, por fazer menção apenas às cinco lojas-contêineres da Molécoola.
A sequência que responde CORRETAMENTE é: