Questões de Concurso Para fiscal de obras

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Q3156367 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história

Da Vinci quase nunca terminava seus trabalhos. Mas por trás da procrastinação intensa está o segredo da sua multidisciplinaridade


    Leonardo da Vinci pintou uma das obras mais emblemáticas da história: a Mona Lisa. Oficialmente, a moça do sorriso enigmático e olhar sedutor demorou 3 anos para ser pintada — entre 1503 e 1506 —, mas pesquisadores acreditam que Leonardo ficou finalizando o retrato até 1519, ano de sua morte. Segundo biógrafos, a pintura que hoje é o carro chefe do Louvre está inacabada. E esta é apenas uma das provas que indicam que Da Vinci era um procrastinador notório.

    Claro, ele era um gênio, e talvez apenas tivesse ideias demais para uma cabeça só. Mas meio milênio após sua morte, uma nova pesquisa identificou uma possível explicação por trás da série de projetos incompletos que o artista da Renascença deixou ao longo da carreira: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou TDAH.

    Escrevendo no periódico inglês Brain, pesquisadores do King’s College London e da Universidade de Pavia, na Itália, consultaram evidências históricas, incluindo relatos de contemporâneos de Leonardo, e concluíram que seus problemas com administração do tempo, concentração e procrastinação poderiam ser atribuídos ao déficit.

    “Embora seja impossível fazer um diagnóstico post-mortem para alguém que viveu há 500 anos, estou confiante de que o TDAH é a hipótese mais convincente e cientificamente plausível para explicar a dificuldade de Leonardo em terminar suas obras”, disse Marco Catani, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores destacam a tendência de Leonardo de mudar constantemente de projeto, bem como seu hábito de trabalhar continuamente durante a noite, raramente dormindo profundamente — segundo biógrafos, ele alternava ciclos rápidos de cochilos curtos durante toda a noite.

    No estudo, há também outras características do renascentista que batem com o possível diagnóstico tardio. Os cientistas contam que Leonardo era canhoto – e também que sobreviveu a um derrame no hemisfério esquerdo aos 65 anos. Só que todas suas funções cognitivas (e geniais) ficaram intactas. Os pesquisadores acreditam que as duas coisas poderiam estar relacionadas. Da Vinci pode ter “concentrado” muitas de suas funções cerebrais em um hemisfério do cérebro, justamente o que não foi afetado pelo AVC. É uma característica rara, presente em menos de 5% da população.

    Além disso, diversas pesquisas sugerem que Da Vinci tinha dislexia, devido a erros de ortografia e escrita espelhada em seus cadernos. Essa dificuldade de aprendizagem é frequentemente diagnosticada ao lado do TDAH. “Dominância hemisférica atípica, canhoto e dislexia são mais prevalentes em crianças com desordens de aprendizado, incluindo TDAH”, escreveram os autores.

    Os cientistas ainda pontuam que a genialidade de Leonardo pode ter se beneficiado dessa condição. “Nos tempos modernos, um diagnóstico de TDAH prescinde do nível de habilidade intelectual e é cada vez mais reconhecido entre estudantes universitários e adultos com carreiras bem-sucedidas. Indiscutivelmente, se positivamente canalizado, algumas características do TDAH podem trazer uma vantagem: a mente vagando pode alimentar a criatividade e a originalidade; a inquietação pode mover-se para buscar novidades e ação pelas mudanças”, escreveram os autores.


Revista Superinteressante. Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história. Adaptado. Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/leonardo-da-vinci-omaior-procrastinador-da-historia/>.
A qualidade atribuída a Leonardo da Vinci, de “o maior procrastinador da história”, no título da reportagem, se apresenta de forma:
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Q3156366 Português
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Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história

Da Vinci quase nunca terminava seus trabalhos. Mas por trás da procrastinação intensa está o segredo da sua multidisciplinaridade


    Leonardo da Vinci pintou uma das obras mais emblemáticas da história: a Mona Lisa. Oficialmente, a moça do sorriso enigmático e olhar sedutor demorou 3 anos para ser pintada — entre 1503 e 1506 —, mas pesquisadores acreditam que Leonardo ficou finalizando o retrato até 1519, ano de sua morte. Segundo biógrafos, a pintura que hoje é o carro chefe do Louvre está inacabada. E esta é apenas uma das provas que indicam que Da Vinci era um procrastinador notório.

    Claro, ele era um gênio, e talvez apenas tivesse ideias demais para uma cabeça só. Mas meio milênio após sua morte, uma nova pesquisa identificou uma possível explicação por trás da série de projetos incompletos que o artista da Renascença deixou ao longo da carreira: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou TDAH.

    Escrevendo no periódico inglês Brain, pesquisadores do King’s College London e da Universidade de Pavia, na Itália, consultaram evidências históricas, incluindo relatos de contemporâneos de Leonardo, e concluíram que seus problemas com administração do tempo, concentração e procrastinação poderiam ser atribuídos ao déficit.

    “Embora seja impossível fazer um diagnóstico post-mortem para alguém que viveu há 500 anos, estou confiante de que o TDAH é a hipótese mais convincente e cientificamente plausível para explicar a dificuldade de Leonardo em terminar suas obras”, disse Marco Catani, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores destacam a tendência de Leonardo de mudar constantemente de projeto, bem como seu hábito de trabalhar continuamente durante a noite, raramente dormindo profundamente — segundo biógrafos, ele alternava ciclos rápidos de cochilos curtos durante toda a noite.

    No estudo, há também outras características do renascentista que batem com o possível diagnóstico tardio. Os cientistas contam que Leonardo era canhoto – e também que sobreviveu a um derrame no hemisfério esquerdo aos 65 anos. Só que todas suas funções cognitivas (e geniais) ficaram intactas. Os pesquisadores acreditam que as duas coisas poderiam estar relacionadas. Da Vinci pode ter “concentrado” muitas de suas funções cerebrais em um hemisfério do cérebro, justamente o que não foi afetado pelo AVC. É uma característica rara, presente em menos de 5% da população.

    Além disso, diversas pesquisas sugerem que Da Vinci tinha dislexia, devido a erros de ortografia e escrita espelhada em seus cadernos. Essa dificuldade de aprendizagem é frequentemente diagnosticada ao lado do TDAH. “Dominância hemisférica atípica, canhoto e dislexia são mais prevalentes em crianças com desordens de aprendizado, incluindo TDAH”, escreveram os autores.

    Os cientistas ainda pontuam que a genialidade de Leonardo pode ter se beneficiado dessa condição. “Nos tempos modernos, um diagnóstico de TDAH prescinde do nível de habilidade intelectual e é cada vez mais reconhecido entre estudantes universitários e adultos com carreiras bem-sucedidas. Indiscutivelmente, se positivamente canalizado, algumas características do TDAH podem trazer uma vantagem: a mente vagando pode alimentar a criatividade e a originalidade; a inquietação pode mover-se para buscar novidades e ação pelas mudanças”, escreveram os autores.


Revista Superinteressante. Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história. Adaptado. Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/leonardo-da-vinci-omaior-procrastinador-da-historia/>.
A expressão “além disso”, empregada em “Além disso, diversas pesquisas sugerem que Da Vinci tinha dislexia [...]”, atua, no texto, como recurso de coesão sequencial. A expressão dada a seguir que poderia substitui-la, sem prejuízo de valor e desempenhando a mesma função textual, é:
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Q3156365 Português
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Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história

Da Vinci quase nunca terminava seus trabalhos. Mas por trás da procrastinação intensa está o segredo da sua multidisciplinaridade


    Leonardo da Vinci pintou uma das obras mais emblemáticas da história: a Mona Lisa. Oficialmente, a moça do sorriso enigmático e olhar sedutor demorou 3 anos para ser pintada — entre 1503 e 1506 —, mas pesquisadores acreditam que Leonardo ficou finalizando o retrato até 1519, ano de sua morte. Segundo biógrafos, a pintura que hoje é o carro chefe do Louvre está inacabada. E esta é apenas uma das provas que indicam que Da Vinci era um procrastinador notório.

    Claro, ele era um gênio, e talvez apenas tivesse ideias demais para uma cabeça só. Mas meio milênio após sua morte, uma nova pesquisa identificou uma possível explicação por trás da série de projetos incompletos que o artista da Renascença deixou ao longo da carreira: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou TDAH.

    Escrevendo no periódico inglês Brain, pesquisadores do King’s College London e da Universidade de Pavia, na Itália, consultaram evidências históricas, incluindo relatos de contemporâneos de Leonardo, e concluíram que seus problemas com administração do tempo, concentração e procrastinação poderiam ser atribuídos ao déficit.

    “Embora seja impossível fazer um diagnóstico post-mortem para alguém que viveu há 500 anos, estou confiante de que o TDAH é a hipótese mais convincente e cientificamente plausível para explicar a dificuldade de Leonardo em terminar suas obras”, disse Marco Catani, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores destacam a tendência de Leonardo de mudar constantemente de projeto, bem como seu hábito de trabalhar continuamente durante a noite, raramente dormindo profundamente — segundo biógrafos, ele alternava ciclos rápidos de cochilos curtos durante toda a noite.

    No estudo, há também outras características do renascentista que batem com o possível diagnóstico tardio. Os cientistas contam que Leonardo era canhoto – e também que sobreviveu a um derrame no hemisfério esquerdo aos 65 anos. Só que todas suas funções cognitivas (e geniais) ficaram intactas. Os pesquisadores acreditam que as duas coisas poderiam estar relacionadas. Da Vinci pode ter “concentrado” muitas de suas funções cerebrais em um hemisfério do cérebro, justamente o que não foi afetado pelo AVC. É uma característica rara, presente em menos de 5% da população.

    Além disso, diversas pesquisas sugerem que Da Vinci tinha dislexia, devido a erros de ortografia e escrita espelhada em seus cadernos. Essa dificuldade de aprendizagem é frequentemente diagnosticada ao lado do TDAH. “Dominância hemisférica atípica, canhoto e dislexia são mais prevalentes em crianças com desordens de aprendizado, incluindo TDAH”, escreveram os autores.

    Os cientistas ainda pontuam que a genialidade de Leonardo pode ter se beneficiado dessa condição. “Nos tempos modernos, um diagnóstico de TDAH prescinde do nível de habilidade intelectual e é cada vez mais reconhecido entre estudantes universitários e adultos com carreiras bem-sucedidas. Indiscutivelmente, se positivamente canalizado, algumas características do TDAH podem trazer uma vantagem: a mente vagando pode alimentar a criatividade e a originalidade; a inquietação pode mover-se para buscar novidades e ação pelas mudanças”, escreveram os autores.


Revista Superinteressante. Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história. Adaptado. Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/leonardo-da-vinci-omaior-procrastinador-da-historia/>.
No trecho “No estudo, há também outras características do renascentista que batem com o possível diagnóstico tardio”, o uso do verbo “bater” revela a figura de linguagem:
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Q3156364 Português
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Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história

Da Vinci quase nunca terminava seus trabalhos. Mas por trás da procrastinação intensa está o segredo da sua multidisciplinaridade


    Leonardo da Vinci pintou uma das obras mais emblemáticas da história: a Mona Lisa. Oficialmente, a moça do sorriso enigmático e olhar sedutor demorou 3 anos para ser pintada — entre 1503 e 1506 —, mas pesquisadores acreditam que Leonardo ficou finalizando o retrato até 1519, ano de sua morte. Segundo biógrafos, a pintura que hoje é o carro chefe do Louvre está inacabada. E esta é apenas uma das provas que indicam que Da Vinci era um procrastinador notório.

    Claro, ele era um gênio, e talvez apenas tivesse ideias demais para uma cabeça só. Mas meio milênio após sua morte, uma nova pesquisa identificou uma possível explicação por trás da série de projetos incompletos que o artista da Renascença deixou ao longo da carreira: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou TDAH.

    Escrevendo no periódico inglês Brain, pesquisadores do King’s College London e da Universidade de Pavia, na Itália, consultaram evidências históricas, incluindo relatos de contemporâneos de Leonardo, e concluíram que seus problemas com administração do tempo, concentração e procrastinação poderiam ser atribuídos ao déficit.

    “Embora seja impossível fazer um diagnóstico post-mortem para alguém que viveu há 500 anos, estou confiante de que o TDAH é a hipótese mais convincente e cientificamente plausível para explicar a dificuldade de Leonardo em terminar suas obras”, disse Marco Catani, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores destacam a tendência de Leonardo de mudar constantemente de projeto, bem como seu hábito de trabalhar continuamente durante a noite, raramente dormindo profundamente — segundo biógrafos, ele alternava ciclos rápidos de cochilos curtos durante toda a noite.

    No estudo, há também outras características do renascentista que batem com o possível diagnóstico tardio. Os cientistas contam que Leonardo era canhoto – e também que sobreviveu a um derrame no hemisfério esquerdo aos 65 anos. Só que todas suas funções cognitivas (e geniais) ficaram intactas. Os pesquisadores acreditam que as duas coisas poderiam estar relacionadas. Da Vinci pode ter “concentrado” muitas de suas funções cerebrais em um hemisfério do cérebro, justamente o que não foi afetado pelo AVC. É uma característica rara, presente em menos de 5% da população.

    Além disso, diversas pesquisas sugerem que Da Vinci tinha dislexia, devido a erros de ortografia e escrita espelhada em seus cadernos. Essa dificuldade de aprendizagem é frequentemente diagnosticada ao lado do TDAH. “Dominância hemisférica atípica, canhoto e dislexia são mais prevalentes em crianças com desordens de aprendizado, incluindo TDAH”, escreveram os autores.

    Os cientistas ainda pontuam que a genialidade de Leonardo pode ter se beneficiado dessa condição. “Nos tempos modernos, um diagnóstico de TDAH prescinde do nível de habilidade intelectual e é cada vez mais reconhecido entre estudantes universitários e adultos com carreiras bem-sucedidas. Indiscutivelmente, se positivamente canalizado, algumas características do TDAH podem trazer uma vantagem: a mente vagando pode alimentar a criatividade e a originalidade; a inquietação pode mover-se para buscar novidades e ação pelas mudanças”, escreveram os autores.


Revista Superinteressante. Leonardo da Vinci: o maior procrastinador da história. Adaptado. Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/leonardo-da-vinci-omaior-procrastinador-da-historia/>.
Considere as seguintes afirmações:

I. Projetos inacabados de Leonardo da Vinci sugerem que o artista era procrastinador.
II. Há evidências de que a procrastinação de Leonardo da Vinci decorreu de seu AVC, aos 65 anos.
III. A procrastinação é uma das características atribuídas a Leonardo da Vinci relacionada ao Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) pelos pesquisadores.

Aquela(s) que pode(m) ser concluída(s) a partir do texto apresentado é (são) apenas:
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Q3154868 Engenharia Civil
Considere que o fiscal de obras, responsável pela inspeção de obras no município de Carangola, durante a fiscalização de um grande empreendimento residencial, identificou diversas infrações ao Código de Obras, como a falta de reforço adequado nas estruturas e irregularidades no sistema de drenagem. Essas falhas podem comprometer a segurança dos moradores e dos trabalhadores no local. Em reunião com o responsável pela obra, foram relatadas as inconformidades e um prazo para correções. No entanto, o responsável pela obra ofereceu “auxílio financeiro” para que o relatório fosse amenizado, com o argumento de que os problemas poderiam ser ajustados posteriormente sem grande impacto. Ele garantiu que o empreendimento precisa ser entregue logo, devido a contratos com investidores, e que qualquer atraso geraria prejuízos financeiros. Considerando as responsabilidades éticas e legais da profissão de fiscal de obras e, ainda, diante desse cenário, qual a conduta mais adequada?
Alternativas
Q3154867 Engenharia Civil
Durante a construção de um pequeno prédio de dois pavimentos no município de Carangola, a equipe técnica está supervisionando a execução das estruturas que incluem muros de arrimo, lajes, vigas e pilares. Durante a inspeção, o fiscal de obras observa alguns aspectos que podem comprometer a segurança da estrutura de acordo com a situação hipotética:

• O muro de arrimo, com 3 metros de altura, está apresentando sinais de infiltração, o que pode aumentar a pressão do solo;
• A laje do segundo pavimento, com vão de 4 metros, foi concretada recentemente, e notou-se uma leve deformação no centro após a retirada dos escoramentos; e
• Alguns pilares, que suportam a laje, apresentaram bolhas de ar após a concretagem, indicando possível falha no adensamento do concreto.

Com base nessas situações e nas boas práticas de engenharia, quais ações o fiscal de obras deverá recomendar para mitigar os problemas observados?
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Q3154866 Engenharia Civil
O Habite-se é um documento fundamental emitido pelas prefeituras após a conclusão de uma obra, atestando que a edificação foi construída conforme o projeto aprovado e está apta para ser habitada ou utilizada. Considerando as funções e a importância desse documento no processo de regularização de edificações, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Pode ser emitido mesmo que a edificação apresente divergências menores em relação ao projeto arquitetônico aprovado, como a alteração na metragem dos cômodos, desde que a estrutura principal esteja de acordo.
( ) É emitido após a vistoria da obra, sendo imprescindível para que a edificação seja considerada legalizada e possa ser utilizada, transferida ou financiada. Esse documento assegura que a construção está de acordo com as normas técnicas e urbanísticas vigentes.
( ) Trata-se de um documento obrigatório para qualquer edificação permanente, uma vez que ele valida a ocupação de qualquer tipo de estrutura edificada destinada ao uso residencial, comercial ou industrial.
( ) Há casos em que a sua emissão é facultativa, sendo de responsabilidade do proprietário decidir se o imóvel deve passar pelo processo de regularização perante a prefeitura, não interferindo em questões de compra, venda ou financiamento do imóvel.
( ) Para obtê-lo, é requisito obrigatório a realização de vistorias pela prefeitura para verificar se a obra seguiu o projeto aprovado.
( ) Não é um documento que obriga o cumprimento das exigências técnicas estabelecidas no projeto arquitetônico aprovado e a regularidade da obra perante as normas ambientais e urbanísticas locais.

A sequência está correta em
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Q3154865 Arquitetura
Considere que um arquiteto está desenvolvendo o projeto de uma nova edificação e precisa atender às normas municipais para sua aprovação. No que se refere à elaboração de plantas e cortes, é fundamental seguir critérios técnicos para garantir que a edificação esteja em conformidade com as regulamentações. Considere a edificação com os seguintes requisitos:

• Área total do terreno: 300 m²;
• Área construída permitida: até 70% da área total do terreno;
• Altura máxima da edificação: 8 metros;
• Recuo frontal mínimo: 6 metros;
• Recuos laterais mínimos: 2 metros; e
• A edificação deve contar com pelo menos uma vaga de estacionamento para cada 100 m² de área construída.

Diante dessas exigências, considere o seguinte esboço de projeto:

• Área construída: 180 m²;
• Altura total: 7 metros;
• Recuos: frontal de 5 metros, lateral direito de 2 metros e lateral esquerdo de 2 metros; e
• Vagas de estacionamento: 2.

Com base nas informações, atende a todos os requisitos da legislação:
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Q3154864 Arquitetura
Em um projeto arquitetônico são representadas diversas vistas e seções da edificação para facilitar a compreensão do layout, volumetria e detalhes construtivos. Considerando a definição dos principais elementos gráficos, analise as afirmativas a seguir.

I. A planta baixa é uma representação horizontal da edificação, mostrando os ambientes internos com a visão de um corte horizontal imaginário a 1,50 metro de altura do piso.
II. O corte representa a edificação como se tivesse sido cortada por um plano vertical, permitindo a visualização de alturas e níveis internos.
III. A fachada corresponde à vista lateral da edificação, apresentando a altura das paredes e a inclinação da cobertura, sem detalhar janelas e portas.
IV. Os cortes e as fachadas são elementos fundamentais para análise da volumetria e conformidade das edificações com o projeto arquitetônico aprovado.

Está correto o que se afirma apenas em
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Q3154863 Engenharia Civil
Os materiais de construção desempenham papéis essenciais na engenharia civil, cada um com propriedades e aplicações específicas. É fundamental que as obras atendam a rigorosos padrões de qualidade e segurança, utilizando materiais adequados para cada tipo de construção. Considere as seguintes situações envolvendo materiais de construção:

I. Argamassas são misturas de aglomerantes, agregados e água, amplamente utilizadas para assentamento e revestimento. Sua resistência depende da dosagem adequada dos materiais, como o cimento, a cal e a areia.
II. Materiais cerâmicos como blocos e telhas são comumente empregados em alvenaria e coberturas. Eles possuem elevada resistência à compressão, mas são frágeis à tração.
III. Materiais betuminosos, como o asfalto, são amplamente utilizados em pavimentação, proporcionando flexibilidade e impermeabilidade.
IV. Concreto simples é uma mistura de cimento, areia, brita e água. Embora seja resistente à compressão, o concreto simples tem baixa resistência à tração e à flexão, sendo geralmente reforçado com aço. V. Madeira é utilizada em estruturas leves, como coberturas e móveis. Suas propriedades mecânicas dependem da espécie da árvore, condições de secagem e tratamento contra pragas.
VI. Aço, especialmente o CA-50, é usado em armaduras de concreto armado, conferindo à estrutura maior resistência à tração.

Considere que uma construtora está utilizando os materiais descritos para as seguintes finalidades:

• Utilização de blocos cerâmicos na construção das paredes externas;
• Argamassa para o revestimento das paredes e o assentamento dos blocos;
• Concreto simples nas fundações;
• Aço CA-50 nas armaduras das vigas;
• Materiais betuminosos na impermeabilização da laje; e
• Madeira no forro e nas estruturas de cobertura.

Com base nas propriedades dos materiais e nas normas técnicas, qual o comportamento adequado esperado dos materiais em termos de durabilidade e resistência nas condições descritas?
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Q3154862 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A execução de obras envolve uma série de atividades fundamentais, como a armação de estruturas de aço, a concretagem e o uso de ferramentas adequadas. Além disso, o domínio de cálculos simples de áreas e volumes é essencial para garantir a precisão nas quantidades de materiais a serem utilizados. O Código de Obras de Carangola, Lei Ordinária nº 1.323/1974, e o Plano Diretor do Município, Lei Ordinária nº 3.621/2006, orientam que todas as construções sigam as normas de segurança e eficiência na execução de estruturas, como o uso correto de aço para armação e o cálculo preciso de volumes de concreto. Suponha que uma obra de construção civil no município de Carangola está em andamento, e a equipe precisa concretar uma laje retangular que terá 6 metros de comprimento, 4 metros de largura e 0,15 metro de espessura. Além disso, para a montagem dessa laje, será necessária a armação com aço CA-50. Considerando a execução da obra, as etapas de armação e concretagem e, ainda, utilizando as normas técnicas aplicáveis (NBR 6118:2014 para estruturas de concreto e NBR 7480:2007 para aço), assinale a quantidade correta de concreto necessária e o procedimento adequado para a concretagem e armação. (Dados: 1m³ de concreto = 2.400 kg; densidade do aço CA-50 = 7.850 kg/m³.) 
Alternativas
Q3154861 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O Código de Obras do Município de Carangola, Lei Ordinária nº 1.323/1974, e o Plano Diretor, Lei Ordinária nº 3.621/2006, estabelecem diretrizes rigorosas para o planejamento urbano, a preservação do meio ambiente e os procedimentos necessários para a aprovação de projetos arquitetônicos. A aprovação de projetos está condicionada ao cumprimento das normas de uso e ocupação do solo, zoneamento e preservação de áreas ambientais, como as Áreas de Preservação Permanente (APPs). Para qualquer empreendimento urbano, o responsável técnico precisa obter as licenças e aprovações necessárias, assegurando que os impactos ambientais sejam minimizados e que as normas locais sejam respeitadas. Considere que uma construtora deseja implantar um condomínio residencial em uma área de encosta próxima ao rio Carangola, dentro de uma zona considerada sensível por incluir APPs. O projeto, assinado por um arquiteto, prevê o uso de tecnologias de compensação ambiental para reduzir os impactos, entretanto algumas edificações ainda invadem os limites das APPs. Considerando as legislações municipais e as exigências ambientais, o que deve ser feito no processo de avaliação e aprovação desse projeto?
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Q3154860 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Conforme o Plano Diretor do Município de Carangola, o fiscal de obras tem um papel importante no cumprimento das diretrizes urbanísticas. Trata-se de uma de suas principais atribuições, de acordo com a Lei Ordinária nº 3.621/2006:
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Q3154859 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
De acordo com o Código de Obras do Município de Carangola, é papel fundamental do fiscal de obras zelar pelo cumprimento das normas municipais durante a execução das construções. Qual das alternativas descreve corretamente uma das principais atribuições do fiscal de obras no controle de obras do município?
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Q3154723 Engenharia Civil
Durante a fiscalização de uma obra, foi constatado que andaimes metálicos apresentavam corrosão severa, comprometendo sua estabilidade, e que os trabalhadores realizavam atividades em altura superior a 3 metros sem o uso de sistemas de proteção contra quedas, como cintos de segurança e linhas de vida. À luz das disposições da NR-18 e da NR-35, quais medidas deveriam ser adotadas para garantir a segurança dos trabalhadores?
Alternativas
Q3154722 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Norte
Um mercado popular foi instalado irregularmente em uma praça pública, comprometendo a circulação de pedestres e o uso recreativo do espaço pela comunidade. Dado o impacto na acessibilidade e no ordenamento urbano, além do desrespeito às disposições do Código de Posturas Municipais, qual seria a ação administrativa mais técnica e legalmente fundamentada?
Alternativas
Q3154721 Direito Ambiental
Em um bairro predominantemente residencial, moradores denunciaram que um restaurante promove apresentações musicais noturnas, resultando em níveis de ruído superiores aos limites legais. Durante uma fiscalização, foi confirmado que os níveis de ruído excediam em 20% o permitido. Considerando os princípios da legislação ambiental, os direitos difusos e os limites do exercício da atividade econômica, qual seria a abordagem mais técnica para mediar o conflito e garantir a conformidade ambiental?
Alternativas
Q3154720 Engenharia Civil
Durante uma fiscalização técnica de uma ponte recém-construída, verificou-se que a estrutura apresentava deslocamentos verticais excessivos sob carga de veículos pesados, indicando inconsistências potenciais no dimensionamento ou na execução do projeto. Considerando as diretrizes da NBR 7187 (Projeto e Execução de Pontes de Concreto) e os princípios de análise de risco estrutural, qual seria a abordagem mais técnica e legalmente fundamentada?
Alternativas
Q3154719 Direito Digital
A implementação de um sistema de georreferenciamento para o monitoramento integrado de obras públicas e privadas em um município resultou em dificuldades significativas na integração de dados entre setores administrativos, devido à ausência de padronização e interoperabilidade entre os sistemas legados. Considerando as recomendações das boas práticas de governança digital e a necessidade de um modelo eficiente de gestão territorial, qual medida seria a mais adequada para garantir o pleno funcionamento do sistema e otimizar a gestão pública?
Alternativas
Q3154718 Direito Ambiental
Durante a construção de um loteamento residencial, foi constatada a supressão de vegetação nativa em uma área caracterizada como Área de Preservação Permanente (APP). A empresa responsável alegou desconhecimento das restrições ambientais e propôs um plano de reflorestamento compensatório. Frente à gravidade da situação, qual seria a medida administrativa mais adequada?
Alternativas
Respostas
2041: B
2042: A
2043: C
2044: E
2045: B
2046: B
2047: D
2048: A
2049: C
2050: B
2051: D
2052: A
2053: D
2054: C
2055: D
2056: E
2057: D
2058: A
2059: A
2060: A