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Q2723597 Matemática

Bruno escreveu, em seu caderno, várias sequências formadas por números múltiplos de 4, onde os valores que ocupavam as posições pares eram multiplicados por –1. Cada sequência foi somada e o resultado da soma anotado. A soma das três primeiras sequências escritas por Bruno foram as seguintes:


4 – 8 = – 4

4 – 8 + 12 = 8

4 – 8 + 12 – 16 = – 8


Considere que Bruno escreveu e somou tais sequências, em seu caderno, de modo a obter determinada sequência cuja soma foi 600. O número de termos dessa sequência é igual a:

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Q2723596 Matemática

Em um grupo formado por 67 pessoas, verificou-se que 41 pessoas gostam de arroz, 29 gostam de feijão, 33 gostam de carne, 19 gostam de arroz e de feijão, 9 gostam apenas de arroz e de carne, 12 gostam de feijão e de carne e que 6 gostam de arroz, de feijão e de carne. O número de pessoas desse grupo, que não gosta de nenhum desses três tipos de alimentos é igual a:

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Q2723595 Raciocínio Lógico

Considere a seguinte afirmativa: “Todo churrasqueiro gosta de picanha”. Em relação a essa proposição, é correto afirmar que:

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Q2723594 Matemática

Os cinco filhos de Ana estavam discutindo a respeito da data de nascimento da mãe:


- Almir disse que foi em janeiro, dia 14, sexta-feira.

- Vanderlei disse que foi em janeiro, dia 14, sábado.

- Tiago disse que foi em fevereiro, dia 15, sábado.

- Sandro disse que foi em janeiro, dia 15, sexta-feira.

- Renato disse que foi em fevereiro, dia 15, sexta-feira.


Sabe-se que somente um dos filhos de Ana acertou corretamente sua data de nascimento e que os outros acertaram pelo menos um dos itens (dia, dia da semana e mês). Dessa forma, é correto afirmar que o filho de Ana que acertou a data de nascimento dela foi:

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Q2723592 Português

Texto para as próximas cinco questões:


“O cego Estrelinho”

Mia Couto


O cego Estrelinho era pessoa de nenhuma vez: sua história poderia ser contada e descontada não fosse seu guia, Gigito Efraim. A mão de Gigito conduziu o desvistado por tempos e idades. Aquela mão era repartidamente comum, extensão de um no outro, siamensal. E assim era quase de nascença. Memória de Estrelinho tinha cinco dedos e eram os de Gigito postos, em aperto, na sua própria mão.

O cego, curioso, queria saber de tudo. Ele não fazia cerimónia no viver. O sempre lhe era pouco e o tudo insuficiente. Dizia, deste modo:

— Tenho que viver já, senão esqueço-me.

Gigitinho, porém, o que descrevia era o que não havia. O mundo que ele minuciava eram fantasias e rendilhados. A imaginação do guia era mais profícua que papaeira. O cego enchia a boca de águas:

— Que maravilhação esse mundo. Me conte tudo, Gigito!

A mão do guia era, afinal, o manuscrito da mentira. Gigito Efraim estava como nunca esteve S. Tomé: via para não crer. O condutor falava pela ponta dos dedos. Desfolhava o universo, aberto em folhas. A ideação dele era tal que mesmo o cego, por vezes, acreditava ver. O outro lhe encorajava esses breves enganos:

— Desbengale-se, você está escolhendo a boa procedência!

Mentira: Estrelinho continuava sem ver uma palmeira à frente do nariz. Contudo, o cego não se conformava em suas escurezas. Ele cumpria o ditado: não tinha perna e queria dar o pontapé. Só à noite, ele desalentava, sofrendo medos mais antigos que a humanidade. Entendia aquilo que, na raça humana, é menos primitivo: o animal.

— Na noite aflige não haver luz?

— Aflição é ter um pássaro branco esvoando dentro do sono.

Pássaro branco? No sono? Lugar de ave é nas alturas. Dizem até que Deus fez o céu para justificar os pássaros. Estrelinho disfarçava o medo dos vaticínios, subterfugindo:

— E agora, Gigitinho? Agora, olhando assim para cima, estou face ao céu?

Que podia o outro responder? O céu do cego fica em toda a parte. Estrelinho perdia o pé era quando a noite chegava e seu mestre adormecia. Era como se um novo escuro nele se estreasse em nó cego. Devagaroso e sorrateiro ele aninhava sua mão na mão do guia. Só assim adormecia. A razão da concha é a timidez da amêijoa? Na manhã seguinte, o cego lhe confessava: se você morrer, tenho que morrer logo no imediato. Senão-me: como acerto o caminho para o céu?

Foi no mês de dezembro que levaram Gigitinho. Lhe tiraram do mundo para pôr na guerra: obrigavam os serviços militares. O cego reclamou: que o moço inatingia a idade. E que o serviço que ele a si prestava era vital e vitalício. O guia chamou Estrelinho à parte e lhe tranquilizou:

— Não vai ficar sozinhando por aí. Minha mana já mandei para ficar no meu lugar.

O cego estendeu o braço a querer tocar uma despedida. Mas o outro já não estava lá. Ou estava e se desviara, propositado? E sem água ida nem vinda, Estrelinho escutou o amigo se afastar, engolido, espongínquo, inevisível. Pela pimeira vez, Estrelinho se sentiu invalidado.

— Agora, só agora, sou cego que não vê.

(...)


COUTO, Mia. Estórias abensonhadas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996. (Pág 23 e 24).

No terceiro período do décimo terceiro parágrafo, temos:

Alternativas
Q2723589 Português

Texto para as próximas cinco questões:


“O cego Estrelinho”

Mia Couto


O cego Estrelinho era pessoa de nenhuma vez: sua história poderia ser contada e descontada não fosse seu guia, Gigito Efraim. A mão de Gigito conduziu o desvistado por tempos e idades. Aquela mão era repartidamente comum, extensão de um no outro, siamensal. E assim era quase de nascença. Memória de Estrelinho tinha cinco dedos e eram os de Gigito postos, em aperto, na sua própria mão.

O cego, curioso, queria saber de tudo. Ele não fazia cerimónia no viver. O sempre lhe era pouco e o tudo insuficiente. Dizia, deste modo:

— Tenho que viver já, senão esqueço-me.

Gigitinho, porém, o que descrevia era o que não havia. O mundo que ele minuciava eram fantasias e rendilhados. A imaginação do guia era mais profícua que papaeira. O cego enchia a boca de águas:

— Que maravilhação esse mundo. Me conte tudo, Gigito!

A mão do guia era, afinal, o manuscrito da mentira. Gigito Efraim estava como nunca esteve S. Tomé: via para não crer. O condutor falava pela ponta dos dedos. Desfolhava o universo, aberto em folhas. A ideação dele era tal que mesmo o cego, por vezes, acreditava ver. O outro lhe encorajava esses breves enganos:

— Desbengale-se, você está escolhendo a boa procedência!

Mentira: Estrelinho continuava sem ver uma palmeira à frente do nariz. Contudo, o cego não se conformava em suas escurezas. Ele cumpria o ditado: não tinha perna e queria dar o pontapé. Só à noite, ele desalentava, sofrendo medos mais antigos que a humanidade. Entendia aquilo que, na raça humana, é menos primitivo: o animal.

— Na noite aflige não haver luz?

— Aflição é ter um pássaro branco esvoando dentro do sono.

Pássaro branco? No sono? Lugar de ave é nas alturas. Dizem até que Deus fez o céu para justificar os pássaros. Estrelinho disfarçava o medo dos vaticínios, subterfugindo:

— E agora, Gigitinho? Agora, olhando assim para cima, estou face ao céu?

Que podia o outro responder? O céu do cego fica em toda a parte. Estrelinho perdia o pé era quando a noite chegava e seu mestre adormecia. Era como se um novo escuro nele se estreasse em nó cego. Devagaroso e sorrateiro ele aninhava sua mão na mão do guia. Só assim adormecia. A razão da concha é a timidez da amêijoa? Na manhã seguinte, o cego lhe confessava: se você morrer, tenho que morrer logo no imediato. Senão-me: como acerto o caminho para o céu?

Foi no mês de dezembro que levaram Gigitinho. Lhe tiraram do mundo para pôr na guerra: obrigavam os serviços militares. O cego reclamou: que o moço inatingia a idade. E que o serviço que ele a si prestava era vital e vitalício. O guia chamou Estrelinho à parte e lhe tranquilizou:

— Não vai ficar sozinhando por aí. Minha mana já mandei para ficar no meu lugar.

O cego estendeu o braço a querer tocar uma despedida. Mas o outro já não estava lá. Ou estava e se desviara, propositado? E sem água ida nem vinda, Estrelinho escutou o amigo se afastar, engolido, espongínquo, inevisível. Pela pimeira vez, Estrelinho se sentiu invalidado.

— Agora, só agora, sou cego que não vê.

(...)


COUTO, Mia. Estórias abensonhadas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996. (Pág 23 e 24).

Quanto à interpretação do fragmento do conto, podemos afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Lages - SC Provas: FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico do Trabalho | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico Clínico Geral | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Professor - Matemática | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Endocrinologia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Angiologia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - otorrinolaringologia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Cirurgia Geral | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Cardiologia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Administrador de Recursos Humanos | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Farmacêutico - Bioquímico de Programas da Saúde | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Nutricionista em Programas da Saúde | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Oftalmologia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Ortopedia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Psicólogo em Programas da Saúde | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Ginecologia/Obstetrícia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Plantonista para PA | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Enfermeiro de Programas da Saúde | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Urologia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Farmacêutico - Bioquímico | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Dermatologia | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Cirurgião Dentista de Programas de Saúde | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Fisioterapeuta de Programas da Saúde | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico - Pediatria | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Médico Veterinário | FEPESE - 2016 - Prefeitura de Lages - SC - Bibliotecário |
Q2721553 Português

Leia o texto.

Vivia longe dos homens, só se dava bem com animais. Os seus pés duros quebravam espinho e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro, cambaio, torto e feio. Às vezes utilizava, na relação com as pessoas, a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações, onomatopeias. Na verdade, falava pouco. Admirava as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.


Graciliano Ramos – Vidas Secas – excerto

Analise as afirmativas feitas sobre o texto.


1. O texto ressalta a identificação do personagem com o mundo animal.

2. Há presente no texto palavras que atestam a rudeza do personagem no aspecto físico.

3. A última frase do texto mostra que o personagem tem receio da cultura e valores do mundo cultural e, assim, não quer aprendê-la. A expressão “em vão” é que traz ao leitor esse sentido.

4. As duas expressões sublinhadas no texto têm a mesma classificação: adjunto adverbial.

5. Por falar uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, o personagem cometia vícios de linguagem.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Fundação CEFETBAHIA Órgão: Consórcio Público de Saúde de Irecê Provas: Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Farmacêutico | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Reumatologia | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Diagnóstico por Imagem - Ultrassonografia Geral | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Enfermeiro | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Técnico de Nível Superior - Assessor Técnico | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Ouvidor | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Ginecologia e Obstetra | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Otorrinolaringologista | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Psicólogo | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Oftalmologista | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Cardiologia - Ergometria | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Nutricionista | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Endocrinologia e Metabologia | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Neurologista | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Dermatologista | Fundação CEFETBAHIA - 2017 - Consórcio Público de Saúde de Irecê - Médico Radiologia e Diagnóstico por Imagem |
Q2718852 Direito Sanitário

A _____________________, princípio do Sistema Único de Saúde (SUS), está relacionada ao acesso igualitário de todos os brasileiros aos serviços de saúde e respectivas ações, sem qualquer barreira de natureza legal, econômica, física ou cultural.


Disponível em:<https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/5975/1/Paim%20JS.%202010%20Artigo2.pdf . Acesso em: 30 mar. 2017 (Adaptado).



A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é

Alternativas
Q2717391 Direito Sanitário

De acordo com a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que faz parte da legislação correspondente ao Sistema Único de Saúde, responda às próximas duas questões.

À direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) compete:


I - Formular, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição.
II - Participar na formulação e na implementação das políticas: de controle das agressões ao meio ambiente; de saneamento básico; e relativas às condições e aos ambientes de trabalho.
III - Definir e coordenar os sistemas: de redes integradas de assistência de alta complexidade; de rede de laboratórios de saúde pública; de vigilância epidemiológica; e vigilância sanitária.
IV - Participar da definição de normas e mecanismos de controle, com órgão afins, de agravo sobre o meio ambiente ou dele decorrentes, que tenham repercussão na saúde humana.
V - Participar da definição de normas, critérios e padrões para o controle das condições e dos ambientes de trabalho e coordenar a política de saúde do trabalhador.
É correto:

Alternativas
Q2716121 Medicina

Durante a visita na enfermaria de puéperas, o obstetra examina paciente no segundo dia pós-cesariana. No exame físico, encontrou-se temperatura axilar de 38°C, lóquios rubra fisiológico, abdome flácido, normotimpânico e peristáltico. Paciente nega dor. Foi solicitado hemograma completo que revelou: leucocitose de 16.500/mm3 , com neutrofilia e eosinopenia.

Assinale a opção que indica a melhor conduta para essa paciente.


Alternativas
Q2716120 Medicina

Analise a imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a opção que indica, respectivamente, o nome e a função da manobra da figura acima.

Alternativas
Q2716119 Medicina

A vitabilidade fetal em um concepto infectado pelo Eritroviro é acompanhada por

Alternativas
Q2716118 Medicina

Paciente ao submeter-se à primeira ultrassonografia pré-natal, foi diagnosticada com morte fetal na 16ª semana de gestação. Queixava-se de hipertensão, vômitos incoercíveis e tinha fundo de útero de 24cm. Ao eliminar o material intrauterino, o obstetra observou a seguinte imagem:

Imagem associada para resolução da questão

A respeito do caso apresentado, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q2716117 Medicina

Primigesta de 17 anos, na 36ª semana de gestação, procura a maternidade com queixa de sangramento transvaginal de moderada intensidade e dor no hipogastro há 2 horas. Durante o exame físico, a paciente estava hipocorada, hidratada, com pressão arterial de 160x100 mmHg, com fundo uterino de 35 cm, tônus aumentado, frequência cardíaca fetal de 105 bpm.

Assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável dessa paciente.

Alternativas
Q2716116 Medicina

Secundigesta de 28 anos, na 38ª semana de gestação, encontrase internada no pré-parto com dinâmica uterina de 10’ (20” 20”), com 7 cm de dilatação e apagamento de 70% do colo há 4 horas, apesar de deambular livremente e fazer exercícios na bola obstétrica. O fundo de útero dessa paciente é compatível com 33 cm, a apresentação encontra-se cefálica fletida, plano +2 de De Lee, membrana amniótica íntegra e bcf de 136, com boa variabilidade à ausculta com o sonar Doppler, mas desaceleração durante o pico da contração, com boa recuperação.

Assinale a opção que indica a conduta a ser realizada nessa paciente.

Alternativas
Q2716115 Medicina

Assinale a opção que indica recomendações para a humanização qualificada do parto.

Alternativas
Q2716114 Medicina

Paciente com 41 semanas e 5 dias de gestação bem avaliada por ultrassonografia de primeiro trimestre é internada no plantão obstétrico para indução eletiva do trabalho de parto. Com índice de Bishop desfavorável, é utilizado misoprostol para amadurecimento cervical, sendo iniciada monitoração fetal contínua por cardiotocografia.

Imagem associada para resolução da questão


O traçado acima é compatível com

Alternativas
Q2716113 Medicina

Analise o partograma a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

O partograma apresentado sugere

Alternativas
Q2716112 Medicina

Analise o partograma a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a opção que indica o diagnóstico do partograma acima.

Alternativas
Q2716111 Medicina

A passagem placentária de aminoácidos, açúcares e oxigênio ocorre, respectivamente, por meio dos seguintes processos:

Alternativas
Respostas
4481: D
4482: A
4483: E
4484: B
4485: D
4486: E
4487: B
4488: D
4489: E
4490: A
4491: D
4492: E
4493: B
4494: A
4495: C
4496: E
4497: B
4498: A
4499: D
4500: C