Foram encontradas 4.610 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Texto para a questão

Luiz Alberto Marinho. Sociedade descartável. In: Vida
Simples, dez./2008, p. 80 (com adaptações).
Texto para a questão

Luiz Alberto Marinho. Sociedade descartável. In: Vida
Simples, dez./2008, p. 80 (com adaptações).
Texto para a questão

Márcia Tiburi. Uma filosofia da superfície.
In: Cult, ano 11, p. 42 (com adaptações).
Texto para a questão

Márcia Tiburi. Uma filosofia da superfície.
In: Cult, ano 11, p. 42 (com adaptações).
Texto para a questão

Márcia Tiburi. Uma filosofia da superfície.
In: Cult, ano 11, p. 42 (com adaptações).
I A partir das superfícies das coisas do mundo, pode-se julgar se as aparências são verdadeiras ou não.
II Na perspectiva teórica do texto, conceitos puros ou estritos são estabelecidos, a priori, por estratégias puramente racionais.
III Da supremacia da aparência sobre a superfície decorrem preconceitos e problemas no conhecimento da lógica e do funcionamento da realidade.
Apresenta sustentação na argumentação do texto apenas o que se afirma
Texto para a questão

Roberto A. R. de Aguiar. Ética e direitos humanos. In: Desafios Éticos.
Conselho Federal de Medicina, p. 60-1, 1993 (com adaptações).
Texto para a questão

Roberto A. R. de Aguiar. Ética e direitos humanos. In: Desafios Éticos.
Conselho Federal de Medicina, p. 60-1, 1993 (com adaptações).
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar.
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09)
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à estrutura do texto “Abalo global”:
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição. (...)
(Sobre esquimós e larápios, Roberto Civita, Veja, 31/12/08 – fragmento)
Analise as afirmativas abaixo, de acordo com o texto II:
I. A desonestidade é um fenômeno existente desde o início da civilização.
II. Leis e religiões, há milênios, visam a reprimir e punir os que praticam a desonestidade.
III. Os princípios éticos e religiosos levam as pessoas a agirem honestamente.
IV. A desonestidade é uma questão nata.
V. A punição é freio para que a grande maioria das pessoas resista às tentações de cometer desonestidade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar.
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09)
De acordo com o texto I, todas as palavras grifadas podem ser substituídas pelas palavras dos parênteses, EXCETO em:
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição. (...)
(Sobre esquimós e larápios, Roberto Civita, Veja, 31/12/08 – fragmento)
O objetivo do texto é: