Questões de Concurso Para professor de música

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Q3922277 Português
“Um bom livro é um diálogo ininterrupto(1) entre nós e o texto, entre nós e um autor que se torna real(2). Um livro bom é um diálogo sem fim(3).” (Antônio Lobo Antunes)

Considerando os elementos identificados por números no enunciado acima, assinale a afirmativa correta: 
Alternativas
Q3922276 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado se refere ao agente, o ser que pratica a ação expressa pelo verbo.
Alternativas
Q3922275 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada, de natureza pronominal, substitui algo apresentado posteriormente.
Alternativas
Q3922274 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “onda” está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3922273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
A visão sobre história repassada pelo texto “A velocidade da história” é a de que essa área do conhecimento humano:
Alternativas
Q3922272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
“Era (...) tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo”.

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3922271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
De acordo com o texto “A velocidade da história”, a ideia de construir um mapa que “correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada” era:
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Q3918194 Música
A organização de fanfarras em ambiente escolar exige o conhecimento técnico sobre a classificação e a disposição dos instrumentos para garantir o equilíbrio sonoro (balance) e a precisão rítmica. Diferente das bandas sinfônicas, as fanfarras tradicionais baseiam-se primordialmente em instrumentos de percussão e de metal com mecanismos simplificados. O instrumento de bocal, geralmente sem válvulas ou pistões, que é responsável pelos sinais de comando e pela execução de toques militares em formações de fanfara simples, é o: 
Alternativas
Q3918193 Música
No ensino de música em sala de aula, a utilização do repertório folclórico brasileiro permite a exploração de elementos rítmicos e melódicos enraizados na identidade nacional. Ao trabalhar as manifestações do ciclo natalino e as festas de reis, o professor introduz gêneros que utilizam células rítmicas sincopadas e melodias responsoriais. O gênero folclórico que se caracteriza pela procissão de grupos de músicos e cantores que visitam casas entoando versos sobre o nascimento de Cristo, acompanhados de instrumentos como a viola caipira, o triângulo e o pandeiro, é a:
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Q3918192 Música
Em situações de acompanhamento instrumental, um método prático e eficiente para transposição harmônica consiste em analisar a progressão original identificando os graus da tonalidade (I, II, III, IV, V, VI, VII) e, em seguida, aplicar estes mesmos graus na nova tonalidade desejada. Esta técnica, que preserva a função harmônica e dispensa o cálculo intervalo a intervalo, é conhecida como transposição por:
Alternativas
Q3918191 Música
Ao preparar um arranjo para uma cantora com tessitura vocal limitada, o professor precisa transpor uma canção da tonalidade original de Dó maior para Ré maior. Durante o processo, ele opta por elevar cada nota da melodia e cada acorde da harmonia exatamente um tom acima. Este procedimento, que mantém inalterados os intervalos entre as notas e as relações funcionais entre os acordes, é tecnicamente denominado transposição por:
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Q3918190 Música
Em um arranjo escolar, o(a) professor(a) precisa escolher um instrumento de percussão com altura definida, capaz de executar melodias simples por possuir lâminas afinadas e organização por escala, produzindo som pela vibração do próprio corpo do instrumento, sem membrana. Aponte o tipo descrito:
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Q3918189 Música
Em uma aula de organologia, o(a) professor(a) analisa um instrumento com som produzido por vibração de cordas tensionadas, cuja emissão depende de arco e que permite variação contínua de dinâmica e articulação, com timbre característico do naipe de cordas friccionadas; a classificação pedida segue o critério de fonte sonora predominante na produção do som. Indique a classificação do instrumento:
Alternativas
Q3918188 Música
Ao preparar material didático para alunos do conservatório, o professor de música organizou documento que registrava simultaneamente melodia, harmonia, ritmo, dinâmica, andamento e articulações mediante sistema de notação musical convencional sobre pautas de cinco linhas, permitindo que qualquer instrumentista treinado reproduzisse a obra com precisão independentemente de ter ouvido a peça anteriormente. Esse documento de registro completo e universal da linguagem musical, que constitui a principal forma de transmissão do repertório erudito ocidental desde o século XVII, denomina-se: 
Alternativas
Q3918187 Música
Durante aula de violão para iniciantes, o professor apresentou sistema de notação gráfica que representa as seis cordas do instrumento por linhas horizontais paralelas, indicando numericamente as casas onde os dedos devem ser posicionados no braço do instrumento, sem exigir que o estudante domine a leitura do sistema de notação musical convencional. Esse recurso, amplamente utilizado no ensino de instrumentos de cordas dedilhadas por sua acessibilidade visual e imediata, que representa digitação mas não informa com precisão os valores rítmicos das notas, denomina-se:
Alternativas
Q3918186 Música
No Ensino Fundamental, a BNCC organiza o componente de Arte em eixos que estruturam as aprendizagens essenciais. Para a linguagem musical, as competências específicas exigem que o aluno mobilize diferentes processos de reflexão e produção. No que tange aos elementos da linguagem, os estudantes devem ser capazes de identificar e manipular as propriedades fundamentais do som. O parâmetro sonoro que permite ao ouvinte distinguir sons de mesma frequência e intensidade emitidos por fontes sonoras diferentes, funcionando como a "identidade" do som, é o:
Alternativas
Q3918185 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define a unidade curricular de Arte como um campo que articula seis dimensões do conhecimento, as quais perpassam as quatro linguagens (Artes Visuais, Dança, Música e Teatro). Essas dimensões buscam garantir que o contato com o fenômeno artístico seja integral, envolvendo desde a recepção sensível até a teorização e a produção. No ensino de música, a dimensão que se refere ao ato de dar corpo a estratégias e processos para a criação de produtos musicais ou experimentações sonoras, envolvendo a investigação e a manipulação de materiais, é a:
Alternativas
Q3917112 Atualidades
O Instituto Butantan desenvolveu a Butantan-DV, a primeira vacina contra a dengue em dose única no mundo produzida com tecnologia 100% nacional. Em fase de implementação gradual na rede pública de saúde, a vacina começou a ser aplicada em municípios-piloto para monitoramento de eficácia. No interior do estado de São Paulo, o município selecionado para essa etapa inicial de aplicação é:
Alternativas
Q3917111 Saúde Pública
Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades sanitárias globais voltaram o olhar para a Índia devido a um surto letal em uma região específica, levantando o alerta para o potencial pandêmico de um patógeno que possui alta taxa de letalidade e é transmitido originalmente por morcegos frugívoros. O nome desse vírus e o estado indiano onde os casos foram recorrentemente identificados são, respectivamente:
Alternativas
Respostas
261: E
262: C
263: E
264: D
265: C
266: B
267: A
268: C
269: A
270: A
271: B
272: D
273: B
274: D
275: A
276: A
277: C
278: A
279: C
280: A