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Q4107163 Português

Pertencer


Clarice Lispector


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou. Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.

Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.

Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.

Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro. Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.

Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.

Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida. No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava -se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.

Mas eu, eu não me perdoo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido. A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho! 

Analise as proposições abaixo como verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ), considerando o texto:
( ) O vocábulo “Pertencer” em seu sentido denotativo remete a ideia de ser propriedade de, que é inerente a algo ou alguém, entretanto, no texto de Lispector “pertencer” adquire, também, conceito subjetivo de um atributo humano não somente de fazer parte de alguma coisa, ou ser de alguém, mas o de ser em si.
( ) A partir da leitura do texto é possível inferir que entre o pertencer e o não – pertencer, entre a missão e a questão, entre pessoas e seus mistérios, entre os diversos mundos pode brotar a solidão.
( ) A partir da leitura do texto, depreende-se que o desejo de pertencer da autora pode estar associado à vontade de ser alguém reconhecido socialmente.
( ) A partir da reflexão sobre o tom intimista do texto , pode-se inferir que a autora sempre se sentiu pertencente a um determinado grupo.
A sequência correta de cima para baixo é: 
Alternativas
Q4107162 Português

Pertencer


Clarice Lispector


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou. Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.

Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.

Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.

Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro. Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.

Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.

Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida. No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava -se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.

Mas eu, eu não me perdoo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido. A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho! 

Analise as proposições abaixo:
1- Envergar uma máscara, condição que reduz o ser humano ao aprisionamento pelos códigos sociais.
2- Reduzir o indivíduo a um organismo biológico, privando-o da transcendência, uma negação do potencial criativo inerente a qualquer ser humano. É viver por viver, nascer e tornar-se simplesmente nascido.
3- Alcançar o registro simbólico da experiência vivida, tanto para que significados sejam adquiridos, como também para que um processo de transformação ocorra.
Considerando o processo de construção de sentidos e compreensão a partir das ideias expressas no texto é possível afirmar que:
Alternativas
Q4107161 Português

Pertencer


Clarice Lispector


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou. Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.

Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.

Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.

Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro. Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.

Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.

Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida. No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava -se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.

Mas eu, eu não me perdoo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido. A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho! 

1- Considerando o texto, analise as proposições abaixo:
I – No texto, a escritora aborda a questão do abandono, do desamparo e da angústia inerente ao ser humano.
II- Ao dizer que busca pertencer, na realidade a autora fala sobre um pertencimento de si e com o puro ato de viver que já traz a noção de simplesmente “ser”.
III- A autora revela o sofrimento de desamparo de não se sentir pertencente ao mundo.
IV- Segundo o texto, a autora se sentia deserdada da vida.
Está correto o que se afirma: 
Alternativas
Q4099523 Literatura
Sobre gêneros literários, gêneros textuais e tipos textuais, avalie as assertivas que seguem:

I. Tipo textual designa uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística da sua composição. O tipo textual caracteriza-se muito mais como sequências linguísticas do que como textos materializados. Em geral, abrangem cerca de meia dúzia de categorias conhecidas.

II. Gênero textual refere os textos materializados em situações de comunicativas recorrentes; são os textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos definidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados na integração de forças históricas, sociais, institucionais e técnicas.

III. Gênero Literário é utilizado, nas diferentes formas de arte, para denominar o conjunto de obras que apresentam características semelhantes de forma e de conteúdo.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4099522 Português
Segundo Bechara: “As orações reduzidas são subordinadas e quase sempre se podem desdobrar em orações desenvolvidas. O emprego das reduzidas por desenvolvidas e vice-versa, quando feito com arte e bom gosto, permite ao escritor variados modos de tornar o estilo conciso, não acumulado de quês e outros transpositores, enfim, elegante”. Avalie as orações reduzidas e as respectivas desenvolvidas apresentadas nas assertivas a seguir:

I. Disse estar muito triste. – Disse que estava muito triste.

II. Terminada a tarefa, ele se recolheu aos seus aposentos. – Quando terminou a tarefa, recolheu se aos seus aposentos.

III. Foi à festa sem ser convidado. – Foi à festa sem que fosse convidado.

IV. Tenho a impressão de o estar vendo. – Tenho a impressão de que o estou vendo.

Quais das assertivas acima mantêm a correta relação entre a reduzida e a desenvolvida? 
Alternativas
Q4099521 Português
Em relação ao emprego do verbo Haver, de acordo com o que diz Cegalla e Celso Cunha, afirma-se que:

I. Segundo Bechara, o verbo haver deve ser empregado como pessoal quando tiver o sentido de proceder, portar-se, lidar, desincumbir-se, sair-se.

II. Conforme preconiza Bechara, o verno haver é impessoal – sendo, portanto, usado invariavelmente na 3ª pessoa do singular – quando significa: existir, acontecer, suceder, decorrer, fazer – referindo-se a tempo passado –, realizar-se, dentre outras possibilidades.

III. De acordo com Celso Cunha, o verbo haver, conforme seu significado, deve empregar-se exclusivamente na 3ª pessoa do singular, independentemente do sentido que tem na frase.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4099520 Português
De acordo com Cegalla, a respeito de conjunções e preposições, avalie as assertivas que seguem:

I. Conjunção é uma palavra invariável que liga orações ou palavras da mesma oração; dividem-se em coordenativas e subordinativas.

II. As preposições são palavras invariáveis que ligam um termo dependente a um termo principal, estabelecendo uma relação entre ambos.

III. Dividem-se as preposições em essenciais (as que na maioria das vezes funcionam como preposições) e acidentais (aquelas que, às vezes, podem funcionar como preposições).

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4099519 Português
No que tange à Estrutura e Formação de Palavras da Língua Portuguesa, à luz do que preconiza Cegalla, avalie as afirmações que seguem, assinando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Raiz, radical e tema são elementos básicos e significativos.

( ) Vogal de ligação e consoante de ligação são elementos de ligação ou eufônicos.

( ) Afixos (prefixos, sufixos), desinência, vogal temática são elementos modificadores da significação do radical.

( ) Todos os elementos acima citados denominam-se morfemas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4099518 Pedagogia
Entre os modelos híbridos possíveis, há aqueles que se apoiam no formato tradicional da sala de aula (como a sala de aula invertida e o laboratório rotacional, que são chamados de modelos sustentados) e aqueles que rompem completamente com o tradicional (os chamados modelos disruptivos). Com base nessa informação, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, em relação aos diferentes modelos de ensino híbrido.

Coluna 1
1. Modelos sustentados.
2. Modelos disruptivos.

Coluna 2
( ) Flex.
( ) Sala de aula invertida.
( ) Laboratório rotacional.
( ) À la carte.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4099517 Pedagogia
O desafio do PPP é propiciar uma educação de qualidade para todos, não sendo um privilégio de minorias econômicas e sociais, além de assegurar um padrão mínimo de qualidade para a instituição de ensino. Segundo Veiga (2013), analise as assertivas abaixo:

I. A escola de qualidade tem obrigação de evitar de todas as maneiras possíveis a repetência e a evasão.

II. Precisa garantir a meta qualitativa do desempenho satisfatório de todos.

III. Qualidade para todos, portanto, vai além da meta quantitativa de acesso global, no sentido de que as crianças, em idade escolar, entrem na escola.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4099515 Pedagogia
A avaliação __________________ examina o desempenho dos alunos como um todo, entendendo se ele realmente tem domínio do conteúdo ou não.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q4099514 Pedagogia
Para Feuerstein (2007), existem critérios de mediação na aprendizagem. Nesse sentido, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto a esses critérios.

( ) Transcendência: a mediação da transcendência é auxiliar o aluno a desenvolver metacognição para que seja possível, a partir do trabalho, da reflexão e da interação com o objeto de aprendizagem, a generalização e abstração objetivando a construção de novos conceitos a partir daqueles iniciais.

( ) Mediação do sentimento de competência: uma das características principais no desenvolvimento saudável do ser humano é sua capacidade de olhar para si mesmo e perceber-se como alguém competente.

( ) Mediação do desafio: a busca por inovação e complexidade: a escola pode promover situações em que os alunos se sintam desafiados na execução de suas tarefas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4099513 Pedagogia
Segundo Feuerstein (2007), sobre a mediação da aprendizagem, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4099512 Pedagogia
De acordo com Moran, sobre a aprendizagem personalizada, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4099511 Pedagogia
De acordo com Moran (2018), a aprendizagem mais intencional (formal, escolar) se constrói num processo complexo e equilibrado entre movimentos ativos híbridos principais, quais sejam:

I. A construção individual – na qual cada aluno percorre e escolhe seu caminho, ao menos parcialmente.

II. A grupal – na qual o aluno amplia sua aprendizagem por meio de diferentes formas de envolvimento, interação e compartilhamento de saberes, atividades e produções com seus pares, com diferentes grupos, com diferentes níveis de supervisão docente.

III. A tutorial, em que aprende com a orientação de pessoas mais experientes em diferentes campos e atividades (curadoria, mediação, mentoria).

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4099510 Pedagogia
De acordo com Fava (2014), os jovens Y e Z acreditam que não é apenas na escola que existe conhecimento. Ele pode ser construído, repassado, disseminado de outras formas e em outros locais. Preferem aprender em seu próprio tempo, em seus próprios termos; querem estudar utilizando a tecnologia, as ferramentas e as mídias sociais, de forma: 
Alternativas
Q4099509 Português

De acordo com Fava (2014), os nativos digitais nasceram, cresceram, adaptaram se, moldaram-se ao mundo digital. Eles têm as informações literalmente na ponta dos dedos, um desejo insaciável por novas experiências e uma ânsia por novos conhecimentos. Sobre as redes social, segundo Fava, analise as afirmações abaixo:


 1. Ao integrar os aspectos formais e informais de uma instituição, as redes sociais contribuem para desvendar os mistérios que impedem a construção de um ambiente mais transparente e saudável, melhorando o desempenho, a integração, a eficiência das áreas administrativas, operacionais, acadêmicas, tão conflitantes em qualquer gestão escolar.


2. O domínio das redes sociais são habilidades importantes e necessárias para os gestores e educadores, que propiciarão eficácia e eficiência na produção e socialização de conhecimentos, gerando diferenciais sustentáveis para a perenidade institucional e para a formação de profissionais-cidadãos competentes.


3. Rede social não é uma ferramenta ou instrumento de gestão, e sim de pessoas interagindo.


4. As redes sociais relacionam-se estritamente com as redes digitais; elas, assim como as mídias sociais, em sua essência, possuem estreita correlação com tecnologia.


5. Basicamente, uma rede social é um conjunto organizado de pessoas conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Consiste, portanto, em dois tipos de elementos: seres humanos e conexões entre eles.


O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:

Alternativas
Q4099508 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
De acordo com o Plano de Carreira do Magistério Público, analise as assertivas a seguir sobre o tempo de exercício mínimo na classe imediatamente anterior para fins de promoção:

I. Três anos para a classe B.

II. Quatro anos para a classe C.

III. Cinco anos para a classe D.

IV. Seis para a classe E.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Respostas
15161: A
15162: C
15163: E
15164: E
15165: E
15166: B
15167: C
15168: A
15169: A
15170: E
15171: B
15172: C
15173: A
15174: D
15175: B
15176: E
15177: A
15178: C
15179: E
15180: A