Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

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Q4115592 Português
Mesmo nossa língua oficial sendo o português é comum cada cantinho desse Brasil imenso ter seu dialeto próprio, com infinidades de gírias, como no caso da possessão dos paulistas (né, meu?), ou o “Xuxismo” dos cariocas (é bixcoito, merrrmão!).

E isso não é diferente na região nordeste do país. Na Bahia, por exemplo, o “baianês” ganhou uma página no Facebook, chamada “Baiano Fala Assim“, para explicar como funciona esse dialeto maravilhoso. Então, tire de tempo não, binho, e venha vê como é que baiano fala que esse troço é muito bala!

Aliás, binho é o apelido de todo mundo na Bahia. Quando não se sabe o nome, ou simplesmente quando a gente quer te chamar de um jeito carinhoso, o jeito é chamar de binho ou binha.

Agora, barulho de unha arranhando no quadro negro, faca quando risca o prato, barulho de isopor esfregando, lixa passando na unha dá uma ginge lascada!


Disponível em: < https://catracalivre.com.br/criatividade/pagina-baianofala-assim-explica-significado-de-girias-baianas/>. Adaptado.
O termo “baianês” é um exemplo de 
Alternativas
Q4115591 Português
Mesmo nossa língua oficial sendo o português é comum cada cantinho desse Brasil imenso ter seu dialeto próprio, com infinidades de gírias, como no caso da possessão dos paulistas (né, meu?), ou o “Xuxismo” dos cariocas (é bixcoito, merrrmão!).

E isso não é diferente na região nordeste do país. Na Bahia, por exemplo, o “baianês” ganhou uma página no Facebook, chamada “Baiano Fala Assim“, para explicar como funciona esse dialeto maravilhoso. Então, tire de tempo não, binho, e venha vê como é que baiano fala que esse troço é muito bala!

Aliás, binho é o apelido de todo mundo na Bahia. Quando não se sabe o nome, ou simplesmente quando a gente quer te chamar de um jeito carinhoso, o jeito é chamar de binho ou binha.

Agora, barulho de unha arranhando no quadro negro, faca quando risca o prato, barulho de isopor esfregando, lixa passando na unha dá uma ginge lascada!


Disponível em: < https://catracalivre.com.br/criatividade/pagina-baianofala-assim-explica-significado-de-girias-baianas/>. Adaptado.
Os termos “binho” e “ginge” fazem parte da variante linguística denominada
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Q4115590 Pedagogia
A avaliação está relacionada ao ato de ensinar e é considerada, por muitos professores, como um instrumento de medida de rendimento. Porém, cada método avaliativo tem sua finalidade.
Associe corretamente o tipo de avaliação às suas respectivas funções.

AVALIAÇÕES
1 - Normativa 2 - Prognóstica 3 - Formativa

FUNÇÕES
( ) Regular o processo de ensino/aprendizagem. ( ) Fazer um balanço do aprendizado. ( ) Aperfeiçoar o aprendizado. ( ) Decidir o acesso ao nível de escolaridade seguinte. ( ) Classificar e comparar os alunos entre si. ( ) Observar naquele que aprende seus pontos fortes e fracos.

A sequência correta dessa associação é
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Q4115589 Pedagogia
Preencha corretamente as lacunas do texto quanto às expectativas dos estudantes e às demandas da sociedade contemporânea para a formação no Ensino Médio, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular.

Para formar esses jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis, cabe às escolas de Ensino Médio proporcionar ________________ e processos que lhes garantam as ________________ necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade (sociais, econômicos e ambientais) e a ________________ éticas e fundamentadas.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
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Q4115588 Português
O período “Devia se chamar ensino médium” se refere a um fato que não foi completamente terminado, expressando, assim, uma ideia de continuidade.
Portanto, o verbo sublinhado está no tempo e no modo
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Q4115587 Pedagogia
O Ensino Médio é a etapa final da educação básica. No entanto, a realidade educacional do Brasil tem mostrado que essa etapa representa um obstáculo na garantia do direito à educação.
A esse respeito e em relação ao que se apresenta na charge, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I ‒ Para formar jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis, cabe às escolas de Ensino Médio proporcionar experiências e processos que lhes garantam as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade

PORQUE

II ‒ o mundo deve lhes ser apresentado como campo restrito para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, ambientais e culturais, de modo que se sintam inibidos a equacionar e resolver questões legadas pelas gerações anteriores.

A respeito das asserções é correto afirmar que 
Alternativas
Q4115586 Pedagogia
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre avaliação, aproveitamento e certificação na Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
( ) A certificação profissional abrange a avaliação meramente do itinerário profissional do estudante.
( ) A avaliação e a certificação, para fins de exercício profissional, somente poderão ser realizadas por instituição educacional devidamente credenciada.
( ) A avaliação da aprendizagem dos estudantes visa à sua progressão para o alcance do perfil profissional de conclusão, sendo contínua e cumulativa.
( ) A avaliação da aprendizagem utilizada objetiva a continuidade de estudos segundo itinerários formativos coerentes com os históricos profissionais dos cidadãos.
( ) A instituição de ensino pode impossibilitar o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores do estudante, para prosseguimento de estudos.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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Q4115585 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Profissional Técnica de Nível Médio, as novas formas de organização e de gestão do trabalho, a partir da década de 80, sofreram modificações estruturais diante de um novo cenário econômico e produtivo. Em consequência disso, no âmbito educacional, várias foram as exigências aos trabalhadores.
Entre essas determinações, destaca-se, fundamentalmente, a
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Q4115584 Português

AS AULAS “CHATAS” DE FÁBIO



Celso Antunes*


O CASO:

Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador. Excelente formação acadêmica, ávido leitor, pesquisador interessado e extremamente capaz de se solidarizar com os colegas é reconhecido por todos, inclusive pela maior parte de seus alunos, como uma “pessoa extremamente simpática”, com grande potencial para fazer amizades. Mas, Fábio reconhece que suas aulas são “chatas” e como ouve seus alunos, e consegue mostrar-se sincero e incapaz de valer-se de uma informação para fazer perseguições, sabe que sua opinião sobre a qualidade da aula é por eles referendada. Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?

A ANÁLISE DO CASO:
É possível que o problema enfrentado pelo Fábio não esteja em sua pessoa, mas no desconhecimento sobre situações de aprendizagem significativas. Busca sempre tornar sua aula “interessante”, mas a única estratégia de ensino que aprendeu foi a “aula expositiva” e, por essa razão, passa aos alunos a monotonia de uma estratégia que a maior parte de seus colegas repete, provocando o desinteresse, o tédio e a evasão pela indisciplina.


*Escritor, professor e especialista em inteligência e cognição. Nasceu em
São Paulo, em 1937.
Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/as-aulas-chatas-de-fabio/. Adaptado.
No trecho “Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador”, as vírgulas foram utilizadas para separar
Alternativas
Q4115583 Português

AS AULAS “CHATAS” DE FÁBIO



Celso Antunes*


O CASO:

Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador. Excelente formação acadêmica, ávido leitor, pesquisador interessado e extremamente capaz de se solidarizar com os colegas é reconhecido por todos, inclusive pela maior parte de seus alunos, como uma “pessoa extremamente simpática”, com grande potencial para fazer amizades. Mas, Fábio reconhece que suas aulas são “chatas” e como ouve seus alunos, e consegue mostrar-se sincero e incapaz de valer-se de uma informação para fazer perseguições, sabe que sua opinião sobre a qualidade da aula é por eles referendada. Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?

A ANÁLISE DO CASO:
É possível que o problema enfrentado pelo Fábio não esteja em sua pessoa, mas no desconhecimento sobre situações de aprendizagem significativas. Busca sempre tornar sua aula “interessante”, mas a única estratégia de ensino que aprendeu foi a “aula expositiva” e, por essa razão, passa aos alunos a monotonia de uma estratégia que a maior parte de seus colegas repete, provocando o desinteresse, o tédio e a evasão pela indisciplina.


*Escritor, professor e especialista em inteligência e cognição. Nasceu em
São Paulo, em 1937.
Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/as-aulas-chatas-de-fabio/. Adaptado.
O texto de Celso Antunes afirma que “a única estratégia de ensino que [Fábio] aprendeu foi a ‘aula expositiva’”.
Com relação às formas distintas de se trabalhar o aprendizado, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), avalie as metodologias ativas que podem ser aplicadas em sala de aula.
I - Usar aulas padronizadas. II - Utilizar a sala de aula invertida. III - Expor conteúdos programáticos. IV - Promover seminários e discussões. V - Fomentar aprendizagem baseada em problemas (PBL).

Está correto apenas o que se apresenta em 
Alternativas
Q4115582 Pedagogia

AS AULAS “CHATAS” DE FÁBIO



Celso Antunes*


O CASO:

Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador. Excelente formação acadêmica, ávido leitor, pesquisador interessado e extremamente capaz de se solidarizar com os colegas é reconhecido por todos, inclusive pela maior parte de seus alunos, como uma “pessoa extremamente simpática”, com grande potencial para fazer amizades. Mas, Fábio reconhece que suas aulas são “chatas” e como ouve seus alunos, e consegue mostrar-se sincero e incapaz de valer-se de uma informação para fazer perseguições, sabe que sua opinião sobre a qualidade da aula é por eles referendada. Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?

A ANÁLISE DO CASO:
É possível que o problema enfrentado pelo Fábio não esteja em sua pessoa, mas no desconhecimento sobre situações de aprendizagem significativas. Busca sempre tornar sua aula “interessante”, mas a única estratégia de ensino que aprendeu foi a “aula expositiva” e, por essa razão, passa aos alunos a monotonia de uma estratégia que a maior parte de seus colegas repete, provocando o desinteresse, o tédio e a evasão pela indisciplina.


*Escritor, professor e especialista em inteligência e cognição. Nasceu em
São Paulo, em 1937.
Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/as-aulas-chatas-de-fabio/. Adaptado.

Leia a passagem seguinte.


“Mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?”


Muitos professores de língua portuguesa encontram diversos desafios em sala de aula, além da escolha da metodologia de ensino.


A sequência que faz parte das práticas inadequadas no ensino de língua portuguesa é


Alternativas
Q4115581 Português

AS AULAS “CHATAS” DE FÁBIO



Celso Antunes*


O CASO:

Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador. Excelente formação acadêmica, ávido leitor, pesquisador interessado e extremamente capaz de se solidarizar com os colegas é reconhecido por todos, inclusive pela maior parte de seus alunos, como uma “pessoa extremamente simpática”, com grande potencial para fazer amizades. Mas, Fábio reconhece que suas aulas são “chatas” e como ouve seus alunos, e consegue mostrar-se sincero e incapaz de valer-se de uma informação para fazer perseguições, sabe que sua opinião sobre a qualidade da aula é por eles referendada. Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?

A ANÁLISE DO CASO:
É possível que o problema enfrentado pelo Fábio não esteja em sua pessoa, mas no desconhecimento sobre situações de aprendizagem significativas. Busca sempre tornar sua aula “interessante”, mas a única estratégia de ensino que aprendeu foi a “aula expositiva” e, por essa razão, passa aos alunos a monotonia de uma estratégia que a maior parte de seus colegas repete, provocando o desinteresse, o tédio e a evasão pela indisciplina.


*Escritor, professor e especialista em inteligência e cognição. Nasceu em
São Paulo, em 1937.
Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/as-aulas-chatas-de-fabio/. Adaptado.
No trecho “Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes”, o termo “mas” pode ser substituído, mantendo o mesmo sentido, por
Alternativas
Q4115580 Português

AS AULAS “CHATAS” DE FÁBIO



Celso Antunes*


O CASO:

Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador. Excelente formação acadêmica, ávido leitor, pesquisador interessado e extremamente capaz de se solidarizar com os colegas é reconhecido por todos, inclusive pela maior parte de seus alunos, como uma “pessoa extremamente simpática”, com grande potencial para fazer amizades. Mas, Fábio reconhece que suas aulas são “chatas” e como ouve seus alunos, e consegue mostrar-se sincero e incapaz de valer-se de uma informação para fazer perseguições, sabe que sua opinião sobre a qualidade da aula é por eles referendada. Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?

A ANÁLISE DO CASO:
É possível que o problema enfrentado pelo Fábio não esteja em sua pessoa, mas no desconhecimento sobre situações de aprendizagem significativas. Busca sempre tornar sua aula “interessante”, mas a única estratégia de ensino que aprendeu foi a “aula expositiva” e, por essa razão, passa aos alunos a monotonia de uma estratégia que a maior parte de seus colegas repete, provocando o desinteresse, o tédio e a evasão pela indisciplina.


*Escritor, professor e especialista em inteligência e cognição. Nasceu em
São Paulo, em 1937.
Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/as-aulas-chatas-de-fabio/. Adaptado.
Um estudo de caso é um tipo de pesquisa presente nas ciências sociais que envolve a observação detalhada de um sujeito do estudo. Ao estruturar a crônica na forma de um estudo de caso, o autor objetivou
Alternativas
Q4107190 Linguística

29.png (441×611)


SOUSA, Maurício de. Disponível em: <https://miro.medium.com. Acesso em 23 de jan.2022.

Analise as proposições abaixo, considerando as concepções de língua, linguagem e fala.
1- As concepções de língua e de linguagem perpassam a história da humanidade. De modo geral, a maioria dos autores apresentam três concepções: linguagem como expressão do pensamento, linguagem como instrumento de comunicação e linguagem como forma ou processo de interação.
2- A linguística estrutural, sob a visão de Saussure, distingue a concepção de linguagem, língua e fala, da seguinte forma: a linguagem é de natureza heterogênea, portanto, é multiforme e heteróclita, ao mesmo tempo física, fisiológica e psíquica, a língua é um produto social da linguagem, constitui algo adquirido e convencional, compõe-se de um sistema de signos aceitos por uma comunidade linguística. Esse sistema é homogêneo, estável, social, a fala é um ato individual de vontade e inteligência do indivíduo que usa a língua, é acessória e mais ou menos acidental.
3- Da visão estruturalista decorre a concepção de língua como código.
4- Diferentemente dos teóricos estruturalistas, Bakhtin escolhe como objeto de estudo a linguagem em uma perspectiva sóciointeracionista.
5- Em relação à concepção de língua, Bakhtin afirma que ela é uma abstração quando concebida isolada da situação social que a determina.
São verdadeiras:
Alternativas
Q4107189 Português

29.png (441×611)


SOUSA, Maurício de. Disponível em: <https://miro.medium.com. Acesso em 23 de jan.2022.

A partir da leitura do texto em quadrinhos e considerando os conceitos de gramáticas, analise as proposições a seguir:
I – Considerando a ideia defendida pela gramática normativa é possível afirmar que Chico Bento fez uso da variante padrão em sua fala.
II- É possível afirmar que tanto Chico Bento quanto o Primo Zeca têm uma gramática internalizada.
III- No texto, é possível visualizar, pelo menos, dois tipos de variantes linguísticas.
São verdadeiras:
Alternativas
Q4107188 Literatura

Poética


[Manuel Bandeira]


Estou farto do lirismo comedido

Do lirismo bem comportado

Do lirismo funcionário público com livro de ponto

expediente protocolo e manifestações de apreço ao

Sr. diretor


Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no

dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo 


Abaixo os puristas


Todas as palavras sobretudo os barbarismos

universais

Todas as construções sobretudo as sintaxes de

exceção

Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis


Estou farto do lirismo namorador

Político

Raquítico

Sifilítico

De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora

de si mesmo


De resto não é lirismo

Será contabilidade tabela de co-senos secretário do

amante exemplar com cem modelos de cartas e as

diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc


Quero antes o lirismo dos loucos

O lirismo dos bêbedos

O lirismo difícil e pungente dos bêbedos

O lirismo dos clowns de Shakespeare


— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. 



São características presentes no poema de Manoel Bandeira:
I - Liberdade formal
II- Poesia libertária e não comprometida com a tradição
III-Versos livres
Está (ão) correta(s)
Alternativas
Q4107187 Literatura

Poética


[Manuel Bandeira]


Estou farto do lirismo comedido

Do lirismo bem comportado

Do lirismo funcionário público com livro de ponto

expediente protocolo e manifestações de apreço ao

Sr. diretor


Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no

dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo 


Abaixo os puristas


Todas as palavras sobretudo os barbarismos

universais

Todas as construções sobretudo as sintaxes de

exceção

Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis


Estou farto do lirismo namorador

Político

Raquítico

Sifilítico

De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora

de si mesmo


De resto não é lirismo

Será contabilidade tabela de co-senos secretário do

amante exemplar com cem modelos de cartas e as

diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc


Quero antes o lirismo dos loucos

O lirismo dos bêbedos

O lirismo difícil e pungente dos bêbedos

O lirismo dos clowns de Shakespeare


— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. 



O poema de Manuel Bandeira pertence a estética literária:
Alternativas
Q4107186 Literatura
“Os Sertões” são uma das obras mais emblemáticas do escritor pré-modernista Euclides da Cunha. A obra regionalista narra os acontecimentos da sangrenta Guerra de Canudos, liderada por Antônio Conselheiro (1830-1897), que ocorreu no Interior da Bahia, durante 1896 e 1897. Sobre a obra ”Os Sertões” de Euclides da Cunha, é possível afirmar:
I – Está dividida em três partes: A terra, o homem e a luta.
II- A parte destinada ao “Homem” trata de um estudo antropológico e sociológico, donde o homem é determinado pela tríade - meio, raça e história - segundo a teoria determinista do historiador francês Hippolyte Taine.
III-A parte destinada “A Luta “ apresenta uma categoria geográfica que Hegel não citou. Como se faz um deserto. Como se extingue o deserto. O martírio secular da terra.
IV – N a primeira parte da obra, Euclides da Cunha aborda sobre os habitantes do local, o sertanejo e o jagunço, os quais fazem parte dessa paisagem. Sendo assim, nesse primeiro momento, apresenta uma região separada geográfica e temporalmente do resto do país.
V- Na Terceira parte da obra “A luta”, o autor descreve os embates que ocorreram entre o sertanejo e o exército nacional do Brasil. Aborda sobre as quatro expedições realizadas pelo exército nacional, enviados para destruir o Arraial de Canudos, que contava com cerca de 20 mil habitantes.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4107185 Literatura
O Pré-Modernismo não pode ser considerado uma escola literária por não ter características próprias, mas sim o sincretismo de valores de estilos anteriores. Assim sendo, são consideradas características presentes na obra do pré -modernista:
I - investigação e denúncia dos problemas;
II - aproximação da obra literária ao contexto sóciopolítico-econômico;
III-marginalização dos personagens principais (caipira, mulato, sertanejo);
IV - sincretismo estético de escolas literárias como o realismo e o simbolismo; 
V - naturalismo (descrição minuciosa dos personagens e dos cenários);
VI-regionalismo (valorização da cultura popular brasileira);
Estão corretas as proposições:
Alternativas
Q4107184 Literatura
Sobre o poema é possível afirmar:
1- O poema apresenta versos decassílabos clássicos em rimas toantes, de tal forma que a tensão poética realizada pela alternância métrica dilui a formalidade declamatória conferindo ao poema um curso mais reflexivo e profundo, o ritmo delineia em pausas sem os maneirismos sonoros. 
2- As palavras transitam em registros denotativos e conotativos dirigindo a consciência do leitor para dentro do poema.
3- Diferente do experimentalismo disfarçado de arrojo nas execuções concretistas, Drummond restabelece a conexão do nexo com a linguagem, onde a natureza semântica denotativa paira no verso sem obscurecer a realização conotativa que a construção do verso referencia.
4- O poema traz uma intertextualidade direta com a Divina Comédia, desde a caminhada do eu lírico que busca a situação do homem, espiritualmente, em Dante, e existencialmente em Drummond e ainda na forma conscientemente semelhantes; no entanto Dante traça seu itinerário em espiral em parte do incerto, atravessa a escuridão e alcança a iluminação numa reiteração da ascendência virtuosa.
5- Drummond, no poema, opta por um itinerário diverso, a circularidade, onde cada verso estabelece um retorno dentro do tema e se fecha como unidade autônoma, é nesta circunstância que no final de seu itinerário o poeta abraça o ceticismo e contesta as representações de assunção contidas na obra de Dante.
Considerando as ideias apresentadas no poema e movimento literário do qual Carlos Drummond fez parte, é possível afirmar que:
Alternativas
Respostas
15121: B
15122: C
15123: C
15124: E
15125: E
15126: C
15127: A
15128: C
15129: A
15130: D
15131: E
15132: D
15133: D
15134: D
15135: D
15136: D
15137: C
15138: A
15139: C
15140: D