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Q3890566 Legislação Municipal
A meta 5 da Lei nº 4.701/2015 (que institui o plano municipal de educação e dá outras providências) do munícipio de Osasco se propõe a
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Q3890565 Direitos Humanos
Conforme o art. 4º da Resolução no 01/2012 (que estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos), a Educação em Direitos Humanos, para orientar a formação integral dos sujeitos de direitos, é considerada um processo
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Q3890564 Pedagogia

Leia o excerto a seguir, extraído do art. 28 da Lei no 13.146/2015 (que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência/Estatuto da Pessoa com Deficiência):


Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: [...]


I. _____________________ que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia; [...].


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

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Q3890563 Pedagogia
A respeito do código alfanumérico da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), assinale a alternativa correta.
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Q3890562 Pedagogia

Leia o excerto a seguir, adaptado de Piaget (apud La Taille, Oliveira e Dantas, 1992):


Constitui o produto mais refinado da socialização. Acontece na medida em que o “eu” renuncia a si mesmo para inserir seu ponto de vista próprio entre os outros e se curvar assim às regras da reciprocidade. Em oposição ao egocentrismo inicial, o qual consiste em tomar o ponto de vista próprio como absoluto, por falta de poder perceber seu caráter particular, consiste em tomar consciência desta relatividade da perspectiva individual e colocá-la em relação com o conjunto das outras perspectivas possíveis; é, pois, uma coordenação da individualidade com o universal.


A descrição trata do que Piaget define como

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Q3890561 Pedagogia
Ao abordar a formação e a atuação do professor, Ferreira (in Ferreira, 2013) defende ser necessária “uma sólida formação humana e que esta relaciona-se, diretamente, com a sua emancipação como indivíduo social, sujeito histórico em nossa sociedade”. A autora apresenta como uma das implicações desta perspectiva
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Q3890560 Pedagogia
Coll e Illera (in Coll e Monereo, 2010) discutem a mudança conceitual que levou da compreensão de uma única alfabetização para novas ou múltiplas alfabetizações. Para os autores, na Sociedade da Informação (SI), essa mudança está estreitamente relacionada com a visão da alfabetização como
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Q3890559 Pedagogia
Em sua interpretação da liturgia escolar, Boto (2014) afirma que a escola moderna se inscreve diante da emergência de agendas civilizatórias das sociedades ocidentais. Para a autora, testemunha-se um lento processo de
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Q3890558 Pedagogia
Bonamino e Sousa (2012) discutem três gerações de avaliações da educação básica brasileira. Para as autoras, avaliações de terceira geração são aquelas que passam a apresentar
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Q3890557 Pedagogia
Alcântara (2022) afirma que, quando se avalia a relação da cultura escolar com as tecnologias de informação e comunicação (TIC), a inflexão vivida pelas escolas na passagem do século 20 para o 21 “vai além de alterações nas práticas pedagógicas e na relação professor-aluno”. Na perspectiva da autora, isso se deve ao fato de que as propostas de adoção das TIC nas relações de ensino e aprendizagem têm o potencial de
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Q3890555 Matemática
O gráfico a seguir representa a distribuição do número de alunos em alguns anos do Ensino Fundamental, em uma escola municipal.
Imagem associada para resolução da questão
Deseja-se substituir o gráfico apresentado por um gráfico de setores.
Nesse caso, a medida do ângulo central do setor que representará o número de alunos do 7º ano deverá ser de:
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Q3890554 Matemática

Na tabela, são apresentadas informações relacionadas às idades e quantidades de alunos:


Imagem associada para resolução da questão


A média aritmética simples de todas as idades desses alunos é igual a

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Q3890553 Matemática

Considere a seguinte informação, apresentada em um site de notícias, em 18.09.2025:


    O rebanho bovino do Brasil, 2025, contava com 238,2 milhões de cabeças [...] e esse número de animais superou em 12% o de habitantes no País, estimado em [...]


(https://www.infomoney.com.br/economia/mais-boi-que-gente-rebanho-bovino-do-brasil-foi-12-maior-que-a-populacao-em-2024/ - Adaptado)


Com base na notícia apresentada, é correto afirmar que a estimativa do número de habitantes no Brasil, em 2024, é um número compreendido entre

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Q3890552 Matemática

Um total de 421 alunos de determinada escola, sendo 194 do período da manhã e os demais do período da tarde, participariam de uma excursão. No dia da excursão, 2 alunos do período da manhã e 3, do período da tarde, não compareceram, e, dessa forma, foi possível dividir o total de alunos que participaram da excursão em grupos somente com alunos de um período, todos os grupos com a mesma quantidade de alunos, quantidade essa a maior possível.


O número total de grupos de alunos que foram feitos para essa excursão foi

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Q3890551 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a concordância verbal e a colocação pronominal estão em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3890550 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Na passagem do 4º parágrafo “Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões…”, os termos destacados, conforme seus usos, correspondem, correta e respectivamente, às seguintes classes de palavras:
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Q3890549 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Considere as frases:



•  A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, ______________ e sustentável.


•  Imagine-se o que significa para o Brasil quando muitos dos jovens estudantes ____________ a escola como um lugar de incerteza e insegurança.


•  O Brasil universalizou o ensino fundamental nos anos 1990, desde então faz a _____________, de forma _____________ e lenta, da educação na pré-escola e no ensino médio.



Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q3890548 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

A regência verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3890547 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Considere as passagens:



•  … na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade… (1º parágrafo)


•  A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. (1º parágrafo)


•  … para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência. (5º parágrafo)



Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q3890546 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Na passagem do 4º parágrafo “… não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz…”, as expressões destacadas estão empregadas em sentido
Alternativas
Respostas
1701: A
1702: B
1703: D
1704: E
1705: A
1706: B
1707: D
1708: C
1709: C
1710: E
1711: D
1712: C
1713: C
1714: B
1715: E
1716: A
1717: B
1718: E
1719: D
1720: A