Questões de Concurso Para professor - inglês

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Q4205741 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Com base no trecho “A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços [...]” (Fonte: Beleza total - adaptado.), todas as afirmativas apresentam informações corretas, EXCETO:
Alternativas
Q4205740 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Assinalar a alternativa que corresponde a uma oração subordinada adjetiva explicativa:
Alternativas
Q4205739 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Conforme o texto, analisar os itens abaixo:
I. A diferença de produtividade entre os países tem relação com as variações de padrão de vida.
II. A taxa de crescimento da produtividade de um país não tem influência em sua renda média.
III. Melhor nutrição e melhor assistência médica e expectativa de vida mais longa são mais comuns aos cidadãos de países com renda elevada.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4205738 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
A alternativa que substitui as palavras sublinhadas CORRETAMENTE, sem mudar o sentido que o autor emprega no texto, é:
“O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo?” 
Alternativas
Q4205737 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Assinalar a alternativa que substitui a palavra sublinhada, sem modificação no sentido do texto:
“Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo (...)”.
Alternativas
Q4205736 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Conforme a sentença abaixo, assinalar a alternativa CORRETA:
“Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil”.
Alternativas
Q4204833 Inglês
Life just might exist on Mars after all


    The red planet may have once been home to an abundance of microbes. New studies suggest it's possible that some hardy microbes managed to survive underground in a frozen state.

    About 3.5 billion years ago, two of the planets that orbited the sun may have had biospheres of similar bulk. One, Earth, evolved in a way that allowed life to flourish and splinter into endless forms most beautiful. Mars, the other world, followed a different path.

    Today the Martian surface is hostile to life as we know it, but as this scientific story goes, Mars may have once hosted a rich abundance of microbes. Residing in the planet’s briny underworld and shielded from the lethal radiation that bathes the surface, these organisms could have grown in nooks and ____________, multiplying until their collective heft rivaled Earth’s cache of life. Called methanogens, Mars’s microbes would have inhaled atmospheric hydrogen and carbon dioxide and exhaled methane gas - and in a twist, they may have turned out to be their own worst enemy.

    Over time, their growing, insatiable appetite would have robbed the Martian atmosphere of hydrogen - a powerful greenhouse gas during the planet’s early days - ultimately casting a deadly freeze over the planet and driving microbial populations into deeper, warmer crannies. How long those burrowing microbes could have survived in the deep is unknown. It’s possible they were only a shortlived flash of life on an otherwise sterile world.

    “Maybe extinction is the cosmic default of life in the universe,” says Boris Sauterey of the Institut de Biologie de l’Ecole Normale Supérieure in Paris. “It’s not the process of life ____________ that is limiting; it’s life maintaining itself that is limiting.”

    But perhaps, more than 30 feet beneath the surface and encased in ice, these ancient single-celled organisms achieved a state of dormancy - a sort of cryopreserved slumber, ready to perk up when more life-friendly conditions arise.

    The Martian interior may not be as lifeless as its face. It could host a world of alien organisms that are capable of waiting thousands of years between each turn of their metabolic engines.

    This ____________ may sound farfetched, but recent results from scientists modeling the habitability of ancient Mars and studying the hardiness of microbes in labs and beneath our own planet’s surface all point in the same direction: It’s a long shot, but it’s possible life evolved on Mars and still exists. And scientists may just find signs of that life when meteors barrel into Mars and excavate buried layers of ice, or when new spacecraft arrive to plumb this underground realm.


(Fonte: National Geographic - adaptado.)
Concerning the verb tenses, the sentence “how long have you been waiting?” is classified as:
Alternativas
Q4204832 Inglês
Life just might exist on Mars after all


    The red planet may have once been home to an abundance of microbes. New studies suggest it's possible that some hardy microbes managed to survive underground in a frozen state.

    About 3.5 billion years ago, two of the planets that orbited the sun may have had biospheres of similar bulk. One, Earth, evolved in a way that allowed life to flourish and splinter into endless forms most beautiful. Mars, the other world, followed a different path.

    Today the Martian surface is hostile to life as we know it, but as this scientific story goes, Mars may have once hosted a rich abundance of microbes. Residing in the planet’s briny underworld and shielded from the lethal radiation that bathes the surface, these organisms could have grown in nooks and ____________, multiplying until their collective heft rivaled Earth’s cache of life. Called methanogens, Mars’s microbes would have inhaled atmospheric hydrogen and carbon dioxide and exhaled methane gas - and in a twist, they may have turned out to be their own worst enemy.

    Over time, their growing, insatiable appetite would have robbed the Martian atmosphere of hydrogen - a powerful greenhouse gas during the planet’s early days - ultimately casting a deadly freeze over the planet and driving microbial populations into deeper, warmer crannies. How long those burrowing microbes could have survived in the deep is unknown. It’s possible they were only a shortlived flash of life on an otherwise sterile world.

    “Maybe extinction is the cosmic default of life in the universe,” says Boris Sauterey of the Institut de Biologie de l’Ecole Normale Supérieure in Paris. “It’s not the process of life ____________ that is limiting; it’s life maintaining itself that is limiting.”

    But perhaps, more than 30 feet beneath the surface and encased in ice, these ancient single-celled organisms achieved a state of dormancy - a sort of cryopreserved slumber, ready to perk up when more life-friendly conditions arise.

    The Martian interior may not be as lifeless as its face. It could host a world of alien organisms that are capable of waiting thousands of years between each turn of their metabolic engines.

    This ____________ may sound farfetched, but recent results from scientists modeling the habitability of ancient Mars and studying the hardiness of microbes in labs and beneath our own planet’s surface all point in the same direction: It’s a long shot, but it’s possible life evolved on Mars and still exists. And scientists may just find signs of that life when meteors barrel into Mars and excavate buried layers of ice, or when new spacecraft arrive to plumb this underground realm.


(Fonte: National Geographic - adaptado.)
Considering the use of prepositions of time, check the CORRECT alternative:
Alternativas
Q4204831 Inglês
Life just might exist on Mars after all


    The red planet may have once been home to an abundance of microbes. New studies suggest it's possible that some hardy microbes managed to survive underground in a frozen state.

    About 3.5 billion years ago, two of the planets that orbited the sun may have had biospheres of similar bulk. One, Earth, evolved in a way that allowed life to flourish and splinter into endless forms most beautiful. Mars, the other world, followed a different path.

    Today the Martian surface is hostile to life as we know it, but as this scientific story goes, Mars may have once hosted a rich abundance of microbes. Residing in the planet’s briny underworld and shielded from the lethal radiation that bathes the surface, these organisms could have grown in nooks and ____________, multiplying until their collective heft rivaled Earth’s cache of life. Called methanogens, Mars’s microbes would have inhaled atmospheric hydrogen and carbon dioxide and exhaled methane gas - and in a twist, they may have turned out to be their own worst enemy.

    Over time, their growing, insatiable appetite would have robbed the Martian atmosphere of hydrogen - a powerful greenhouse gas during the planet’s early days - ultimately casting a deadly freeze over the planet and driving microbial populations into deeper, warmer crannies. How long those burrowing microbes could have survived in the deep is unknown. It’s possible they were only a shortlived flash of life on an otherwise sterile world.

    “Maybe extinction is the cosmic default of life in the universe,” says Boris Sauterey of the Institut de Biologie de l’Ecole Normale Supérieure in Paris. “It’s not the process of life ____________ that is limiting; it’s life maintaining itself that is limiting.”

    But perhaps, more than 30 feet beneath the surface and encased in ice, these ancient single-celled organisms achieved a state of dormancy - a sort of cryopreserved slumber, ready to perk up when more life-friendly conditions arise.

    The Martian interior may not be as lifeless as its face. It could host a world of alien organisms that are capable of waiting thousands of years between each turn of their metabolic engines.

    This ____________ may sound farfetched, but recent results from scientists modeling the habitability of ancient Mars and studying the hardiness of microbes in labs and beneath our own planet’s surface all point in the same direction: It’s a long shot, but it’s possible life evolved on Mars and still exists. And scientists may just find signs of that life when meteors barrel into Mars and excavate buried layers of ice, or when new spacecraft arrive to plumb this underground realm.


(Fonte: National Geographic - adaptado.)
Concerning the parts of speech, the word underlined in “Both planets are beautiful in that way” is classified as: 
Alternativas
Q4204830 Inglês
Life just might exist on Mars after all


    The red planet may have once been home to an abundance of microbes. New studies suggest it's possible that some hardy microbes managed to survive underground in a frozen state.

    About 3.5 billion years ago, two of the planets that orbited the sun may have had biospheres of similar bulk. One, Earth, evolved in a way that allowed life to flourish and splinter into endless forms most beautiful. Mars, the other world, followed a different path.

    Today the Martian surface is hostile to life as we know it, but as this scientific story goes, Mars may have once hosted a rich abundance of microbes. Residing in the planet’s briny underworld and shielded from the lethal radiation that bathes the surface, these organisms could have grown in nooks and ____________, multiplying until their collective heft rivaled Earth’s cache of life. Called methanogens, Mars’s microbes would have inhaled atmospheric hydrogen and carbon dioxide and exhaled methane gas - and in a twist, they may have turned out to be their own worst enemy.

    Over time, their growing, insatiable appetite would have robbed the Martian atmosphere of hydrogen - a powerful greenhouse gas during the planet’s early days - ultimately casting a deadly freeze over the planet and driving microbial populations into deeper, warmer crannies. How long those burrowing microbes could have survived in the deep is unknown. It’s possible they were only a shortlived flash of life on an otherwise sterile world.

    “Maybe extinction is the cosmic default of life in the universe,” says Boris Sauterey of the Institut de Biologie de l’Ecole Normale Supérieure in Paris. “It’s not the process of life ____________ that is limiting; it’s life maintaining itself that is limiting.”

    But perhaps, more than 30 feet beneath the surface and encased in ice, these ancient single-celled organisms achieved a state of dormancy - a sort of cryopreserved slumber, ready to perk up when more life-friendly conditions arise.

    The Martian interior may not be as lifeless as its face. It could host a world of alien organisms that are capable of waiting thousands of years between each turn of their metabolic engines.

    This ____________ may sound farfetched, but recent results from scientists modeling the habitability of ancient Mars and studying the hardiness of microbes in labs and beneath our own planet’s surface all point in the same direction: It’s a long shot, but it’s possible life evolved on Mars and still exists. And scientists may just find signs of that life when meteors barrel into Mars and excavate buried layers of ice, or when new spacecraft arrive to plumb this underground realm.


(Fonte: National Geographic - adaptado.)
In “It could host a world of alien organisms...”, the underlined word can be substituted without loss of meaning by:
Alternativas
Q4204829 Inglês
Life just might exist on Mars after all


    The red planet may have once been home to an abundance of microbes. New studies suggest it's possible that some hardy microbes managed to survive underground in a frozen state.

    About 3.5 billion years ago, two of the planets that orbited the sun may have had biospheres of similar bulk. One, Earth, evolved in a way that allowed life to flourish and splinter into endless forms most beautiful. Mars, the other world, followed a different path.

    Today the Martian surface is hostile to life as we know it, but as this scientific story goes, Mars may have once hosted a rich abundance of microbes. Residing in the planet’s briny underworld and shielded from the lethal radiation that bathes the surface, these organisms could have grown in nooks and ____________, multiplying until their collective heft rivaled Earth’s cache of life. Called methanogens, Mars’s microbes would have inhaled atmospheric hydrogen and carbon dioxide and exhaled methane gas - and in a twist, they may have turned out to be their own worst enemy.

    Over time, their growing, insatiable appetite would have robbed the Martian atmosphere of hydrogen - a powerful greenhouse gas during the planet’s early days - ultimately casting a deadly freeze over the planet and driving microbial populations into deeper, warmer crannies. How long those burrowing microbes could have survived in the deep is unknown. It’s possible they were only a shortlived flash of life on an otherwise sterile world.

    “Maybe extinction is the cosmic default of life in the universe,” says Boris Sauterey of the Institut de Biologie de l’Ecole Normale Supérieure in Paris. “It’s not the process of life ____________ that is limiting; it’s life maintaining itself that is limiting.”

    But perhaps, more than 30 feet beneath the surface and encased in ice, these ancient single-celled organisms achieved a state of dormancy - a sort of cryopreserved slumber, ready to perk up when more life-friendly conditions arise.

    The Martian interior may not be as lifeless as its face. It could host a world of alien organisms that are capable of waiting thousands of years between each turn of their metabolic engines.

    This ____________ may sound farfetched, but recent results from scientists modeling the habitability of ancient Mars and studying the hardiness of microbes in labs and beneath our own planet’s surface all point in the same direction: It’s a long shot, but it’s possible life evolved on Mars and still exists. And scientists may just find signs of that life when meteors barrel into Mars and excavate buried layers of ice, or when new spacecraft arrive to plumb this underground realm.


(Fonte: National Geographic - adaptado.)
According to the text, mark the CORRECT alternative:
Alternativas
Q4204828 Inglês
Life just might exist on Mars after all


    The red planet may have once been home to an abundance of microbes. New studies suggest it's possible that some hardy microbes managed to survive underground in a frozen state.

    About 3.5 billion years ago, two of the planets that orbited the sun may have had biospheres of similar bulk. One, Earth, evolved in a way that allowed life to flourish and splinter into endless forms most beautiful. Mars, the other world, followed a different path.

    Today the Martian surface is hostile to life as we know it, but as this scientific story goes, Mars may have once hosted a rich abundance of microbes. Residing in the planet’s briny underworld and shielded from the lethal radiation that bathes the surface, these organisms could have grown in nooks and ____________, multiplying until their collective heft rivaled Earth’s cache of life. Called methanogens, Mars’s microbes would have inhaled atmospheric hydrogen and carbon dioxide and exhaled methane gas - and in a twist, they may have turned out to be their own worst enemy.

    Over time, their growing, insatiable appetite would have robbed the Martian atmosphere of hydrogen - a powerful greenhouse gas during the planet’s early days - ultimately casting a deadly freeze over the planet and driving microbial populations into deeper, warmer crannies. How long those burrowing microbes could have survived in the deep is unknown. It’s possible they were only a shortlived flash of life on an otherwise sterile world.

    “Maybe extinction is the cosmic default of life in the universe,” says Boris Sauterey of the Institut de Biologie de l’Ecole Normale Supérieure in Paris. “It’s not the process of life ____________ that is limiting; it’s life maintaining itself that is limiting.”

    But perhaps, more than 30 feet beneath the surface and encased in ice, these ancient single-celled organisms achieved a state of dormancy - a sort of cryopreserved slumber, ready to perk up when more life-friendly conditions arise.

    The Martian interior may not be as lifeless as its face. It could host a world of alien organisms that are capable of waiting thousands of years between each turn of their metabolic engines.

    This ____________ may sound farfetched, but recent results from scientists modeling the habitability of ancient Mars and studying the hardiness of microbes in labs and beneath our own planet’s surface all point in the same direction: It’s a long shot, but it’s possible life evolved on Mars and still exists. And scientists may just find signs of that life when meteors barrel into Mars and excavate buried layers of ice, or when new spacecraft arrive to plumb this underground realm.


(Fonte: National Geographic - adaptado.)
Check the alternative that CORRECTLY fills the gaps in the text:
Alternativas
Q4204827 Inglês
Em relação ao processo de tradução, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4204826 Pedagogia
De acordo com VENTURI, sobre a concepção inatista da aprendizagem verbal, proposta por Noam Chomsky, nas décadas de 50 e 60, analisar os itens abaixo:

I. Postula que o ser humano não nasce com um dispositivo de aquisição verbal.
II. Enfatiza que não existe diferença entre as concepções dos termos “aprendizagem” e “aquisição”.
Alternativas
Q4204719 Pedagogia
De acordo com HOFFMANN, a avaliação não tem como objetivo classificar ou selecionar. Nesse sentido, sobre a avaliação, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4204718 Pedagogia
Sobre as Estratégias Educativas em Educação Inclusiva, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

Na perspectiva da educação inclusiva, a tecnologia __________ é voltada a favorecer a participação do aluno com deficiência nas diversas atividades do cotidiano escolar, vinculadas aos objetivos educacionais comuns.
Alternativas
Q4204717 Pedagogia
De acordo com MORAN e BACICH, em relação à aprendizagem, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

A aprendizagem mais profunda requer espaços de prática frequentes e de ambientes ricos em oportunidades. Por isso, é importante o estímulo ________________ e a valorização dos conhecimentos prévios dos estudantes para ancorar os novos conhecimentos.
Alternativas
Q4204716 Pedagogia
Sobre o Ensino Fundamental de Nove Anos, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4204715 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Nos termos da Lei nº 13.146/2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

Em situações de risco, emergência ou estado de calamidade pública, a pessoa com deficiência será considerada ________, devendo o Poder Público adotar medidas para sua proteção e segurança.
Alternativas
Q4204714 Pedagogia
Considerando-se a Lei nº 12.288/2010 - Estatuto da Igualdade Racial, os conteúdos referentes à história da população negra no Brasil serão ministrados: 
Alternativas
Respostas
13001: D
13002: C
13003: C
13004: C
13005: A
13006: B
13007: D
13008: D
13009: A
13010: B
13011: D
13012: B
13013: C
13014: D
13015: B
13016: C
13017: B
13018: D
13019: C
13020: A