Questões de Concurso Para professor - inglês

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Q3978151 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre avaliação da aprendizagem e assinale a alternativa correta:

A avaliação deve ser vista como um processo contínuo e integral ao processo de ensinoaprendizagem.
II. A avaliação somativa tem como principal objetivo classificar os alunos em aprovados e reprovados.
III. A avaliação diagnóstica deve ser realizada apenas no início do ano letivo.
IV. A avaliação formativa deve ser utilizada para punir os alunos que não alcançarem os objetivos propostos.
Alternativas
Q3978150 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Analise as afirmativas a seguir sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de V (verdadeiro) e F (falso):

I. O ECA garante o direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento, mas restringe esses direitos em casos de atos infracionais.
II. A criança e o adolescente têm direito à educação, sendo o ensino fundamental obrigatório e gratuito, inclusive para aqueles que não tiveram acesso na idade própria.
III. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente, sem discriminação, o acesso à cultura, ao esporte e ao lazer, porém, a participação em atividades artísticas e culturais é facultativa.
IV.O ECA proíbe qualquer forma de castigo físico ou tratamento cruel ou degradante, inclusive por parte dos pais ou responsáveis, mas permite o uso moderado de castigos como forma de correção.
V. A criança e o adolescente têm direito à profissionalização e à aprendizagem de um ofício, sendo permitida a sua admissão em qualquer tipo de trabalho, desde que não haja prejuízo à sua formação.
Alternativas
Q3978149 Pedagogia
Uma escola decide implementar uma plataforma de ensino a distância para capacitar seus professores em tecnologias digitais. Apesar dos investimentos, os professores demonstram dificuldades em integrar as ferramentas digitais em suas práticas pedagógicas. De acordo com Moran (2015), a integração das tecnologias na educação exige mais do que a simples aquisição de equipamentos e softwares. É preciso:
Alternativas
Q3978148 Pedagogia
Os estilos de ensino refletem a forma como o professor organiza e conduz o processo de ensino-aprendizagem. Cada estilo possui características específicas que influenciam diretamente a interação do professor com os alunos, a escolha de estratégias didáticas e os métodos de avaliação. Associe os estilos de ensino aos conceitos apresentados:

Q16.png (352×304)

Assinale a sequência correta:
Alternativas
Q3978147 Pedagogia
Ausubel defendia que a aprendizagem significativa ocorre quando novas informações se conectam com conhecimentos prévios do aprendiz, formando uma estrutura cognitiva mais complexa e organizada. Um dos conceitos-chave da teoria de Ausubel é o organizador prévio, que pode ser definido como:
Alternativas
Q3978146 Pedagogia
A teoria de Lev Vygotsky, desenvolvida em um contexto sociocultural peculiar, propõe que o desenvolvimento cognitivo do indivíduo é fundamentalmente influenciado por sua interação com o meio social e a cultura na qual está inserido. Suas contribuições sobre a relação entre linguagem, cultura e funções mentais superiores destacam a mediação simbólica como um dos principais motores do desenvolvimento intelectual. No entanto, apesar de Vygotsky enfatizar esses aspectos, há concepções que podem ser erroneamente atribuídas à sua teoria, especialmente em comparação com outros teóricos contemporâneos, como Piaget. Com base nesse contexto, assinale a alternativa incorreta acerca das ideias defendidas por Vygotsky:
Alternativas
Q3978145 Pedagogia
Analise as afirmativas sobre a teoria de Jean Piaget e julgue-as em V para verdadeiro, F para falso:

. A inteligência, segundo Piaget, é o mecanismo pelo qual o indivíduo se adapta ao ambiente, por meio de processos de assimilação e acomodação.
II. O desenvolvimento cognitivo é linear e ocorre de forma contínua, sem a necessidade de saltos qualitativos entre os estágios.
III. No período operatório concreto, a criança desenvolve habilidades de abstração e resolve problemas hipotéticos. IV. A teoria de Piaget defende que o conhecimento se constrói a partir da interação entre o indivíduo e o ambiente.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3978144 Pedagogia
Qual das seguintes afirmações sobre a gestão democrática na escola é INCORRETA?
Alternativas
Q3978143 Pedagogia
Qual pensador defendeu a importância da experiência no processo de aprendizado e foi um dos principais defensores do pragmatismo na educação?
Alternativas
Q3978142 Português
 Leia:

Q10.png (361×161)

Em relação ao período apresentado no balão acima, isenta-se a afirmativa:
Alternativas
Q3978141 Português
Leia o trecho:

    Os cargos públicos são os que mais desqualificam candidatos com tatuagens, dentre eles: agentes das polícias militar, civil e carreiras do exército. Para cargos que exigem que o funcionário trabalhe diretamente com o público, os candidatos tatuados costumam ser menos qualificados que os candidatos “limpos”.

Tatuagens atrapalham na hora de arrumar um emprego? http://www.abaratadigital.com/tatuagensatrapalham-na-horade-arrumar-um-emprego/ Acesso: 24 set. /2024.

Em relação as palavras retiradas do texto, assinale a opção com a informação CORRETA quanto às regras de acentuação gráfica.
Alternativas
Q3978140 Português
Assinale a opção em que o vocábulo destacado foi CORRETAMENTE utilizado.
Alternativas
Q3978139 Português
O Novo Acordo Ortográfico eliminou o uso do hífen na maioria das locuções. Das palavras abaixo, qual a única que ainda permite o uso desse sinal gráfico?
Alternativas
Q3978138 Português
A opção que apresenta pontuação adequada à norma-padrão da língua é:
Alternativas
Q3978137 Português
Leia o texto para responder à questão:

Pesquisa diz que sorrir nos torna mais felizes
Estudo analisou quase 50 anos de dados de pesquisas que testaram se as expressões faciais podem levar as pessoas a sentir as emoções relacionadas a essas expressões.

    A sabedoria popular diz que sorrir nos faz sentir melhor. E uma pesquisa conjunta de três universidades mostrou que essa correlação é real.
    O estudo das Universidades do Tennessee, Knoxville e Texas A & M, publicado na revista científica “Psychological Bulletin”, analisou quase 50 anos de dados de pesquisas que testaram se as expressões faciais podem levar as pessoas a sentir as emoções relacionadas a essas expressões.
    Segundo Nicholas Coles, estudante de doutorado em psicologia social e principal autor do estudo, a sabedoria convencional nos diz que podemos nos sentir um pouco mais felizes se simplesmente sorrirmos. Ou que podemos entrar num humor mais sério se fecharmos a cara. Mas os psicólogos discordaram dessa ideia por mais de 100 anos.
    Essas divergências se tornaram mais pronunciadas em 2016, quando 17 equipes de pesquisadores não conseguiram reproduzir um experimento bem conhecido, demonstrando que o ato físico de sorrir pode fazer as pessoas se sentirem mais felizes.
    “Alguns estudos não encontraram evidências de que expressões faciais possam influenciar sentimentos”, diz Coles. “Mas não podemos nos concentrar nos resultados de qualquer estudo. Psicólogos testam essa ideia desde o início dos anos 70, então queríamos examinar todas as evidências.”
    Usando uma técnica estatística chamada meta-análise, Coles e sua equipe combinaram dados de 138 estudos que testaram mais de 11.000 participantes de todo o mundo. De acordo com os resultados da meta-análise, as expressões faciais têm um pequeno impacto nos sentimentos. Por exemplo, sorrir faz as pessoas se sentirem mais felizes, fazer caretas faz com que elas se sintam mais irritadas, e franzir a testa faz com que se sintam mais tristes.     
    “Não achamos que as pessoas possam se tornar felizes apenas sorrindo”, disse Coles. “Mas essas descobertas são empolgantes porque fornecem uma pista sobre como a mente e o corpo interagem para moldar nossa experiência consciente de emoção”. [...].

Fonte: https://revistaplaneta.com.br/pesquisa-diz-que-sorrirnos-torna-mais-felizes/.

Com base na leitura do texto é correto afirmar que:
Alternativas
Q3978136 Português
 Marque a opção em que o uso da crase é obrigatório.
Alternativas
Q3978135 Português
A alternativa cuja regência não obedece à norma-padrão da língua é:
Alternativas
Q3978134 Português
Leia o texto para responder à questão.


O homem na lua: um marco na história das 'fake news'


Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


    Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

    Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

    A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

     [...] 

    Anestesiando a reflexão

    Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

    Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

    Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/
Assinale a opção que contém informação INCORRETA. 
Alternativas
Q3978133 Português
Leia o texto para responder à questão.


O homem na lua: um marco na história das 'fake news'


Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


    Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

    Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

    A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

     [...] 

    Anestesiando a reflexão

    Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

    Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

    Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/
O texto pertence ao gênero textual:
Alternativas
Q3754549 Inglês
'A part of me was crying for freedom': The people embracing their stutter

By Krupa Padhy, BBC


Eighty million people around the world have a natural stammer. Krupa Padhy speaks to those who've decided to embrace it – and discovers surprising benefits.

It was the summer of 2011 and Joshua St Pierre was working in Edmonton, Canada. He was mid-conversation when he realised the other person wasn't listening. It was a moment that changed his life.

St Pierre has a stammer, and until then, had always focused on trying to speak as fluently as he could, to make it more comfortable for others to listen to him. But now, he began to wonder if it was fair for him to be the one doing all the work – and what a more balanced effort might feel like.

"I I I, like most people, spent most of my l lifetime desperately trying to come up to a standard of nooormalcy," says St Pierre, who has asked that his quotes in this article include the words he stammers on. "I was doing a whole lot to try and make other people feel comfortable when it really actually wasn't much about communication itself."

An estimated 80 million people around the world speak with a stammer (also known as a stutter in many countries), meaning, they know what they wish to say, but have difficulty saying the words. Their speech is disrupted by repetitions, pauses or stops. There is still no clear explanation of what exactly causes stammering, but research suggests that the region of the brain responsible for planning and executing our speech functions differently in those with a stammer.

Many children – between 60-80% – who have a stutter will recover spontaneously. But contrary to popular belief, there isn't a permanent fix to overcoming a stammer. Whilst treatment and support are available (such as speech language therapy), a high number of people with  stammers may relapse after completing therapy. It can be a life-long effort to suppress a stammer, something US President Joe Biden has spoken about openly.


As St Pierre notes, however, the physical impact is only one aspect of the condition. Another is social and may be more about how stammering is perceived in the mind of the listener. Studies suggest, for example, that people who stammer openly may be considered anxious, nervous or embarrassing, purely because of that speech pattern. In a paper inspired by his conversation in Edmonton, St Pierre, who is now a researcher in critical disability studies at the University of Alberta, Canada, argues that this social perception of stammering as "broken speech" is not really about the stammer itself. It's about the listener's "cultural norms of efficiency, pace, and self-mastery", and their expectations of what successful communication should be like: succinct and fluent.


"It's not the fact that having d d d dysfluent speech that causes the breakdown,” argues St Pierre. "It's the way in which these forms of speech aren't able to be taken up within the world and heard urm as speech. That's a really cruel thing, and that's a political thing."


St Pierre and others, including some speech therapists, are suggesting an alternative view of stammering: not as a deficiency, but as a way of speaking that is no better or worse than any others.


In fact, stammering openly can have many benefits, says Courtney Byrd, a professor of speech, language and hearing sciences at the University of Texas at Austin, US. She and her team have been working on a model of treatment that encourages people to stammer with confidence, even if others around them see it as a deficiency.


"We encourage stuttering openly for effective communication, because when you are avoiding it, you are essentially stifling your own intellect," says Byrd. "I'm going to say [to people who stutter]: you can be the most effective communicator and still openly stutter. And I'm going to show you the path to that. And I also want you to know that no matter where you live, you are going to encounter highly educated people who are completely ignorant about stuttering, and because they are ignorant they are going to treat you ignorantly. They are going to say things that will hurt, and they'll say things to you out of trying to help you."


Speaking to people with a stammer from different countries and cultures, it is striking how similar some of their experiences are – both in terms of the pain they suffered through due to the prejudices of those around them, but also, the relief of no longer hiding it.


Jia Bin was born in a small village in Sichuan province in southwest China. Her parents were poor, and she felt she was adding to their burden when she began to stammer as a child.


"It came to a point where I hated myself," she says. "There were two forces in me – one was to communicate, the other was not to speak. I feel like I compromised a lot of my authenticity."


Bin chose to leave China, and move to the US, partly because she feared her stutter would never be fully accepted at home. "I was holding down a job, I was married, I gave birth to my daughter before coming to America at 32. I completed what society wants a normal Chinese girl to do, but I was so miserable. There was a part of me crying for freedom. I'd never seen a successful person who stutters in China."


Bin now runs a stammer support group on the Chinese social media platform WeChat, and is studying for a PhD in communicative sciences and disorders at Michigan State University. She no longer hides her stutter, and finds this freeing, but her family still struggles to accept it. Upon a recent trip to China, she decided to stammer openly for the first time at a family gathering. Older relatives gossiped and the children laughed at her. "If you were able to hide it for 30 years, why don't you continue to hide it for another 30 years?" asked her mother.


Classifying stammering as a disability is a divisive subject, because as St Pierre puts it, "the power of ableism is so strong" – meaning, some people with a stammer may not wish to identify as disabled.


 Former Ernst and Young partner Iain Wilkie spent 40 years of his life feeling ashamed of his stammer. He first started stammering at the age of seven and was bullied for it by other children. But in 2022, he gave a TED talk in London in which he described stuttering as a gift: "I'd like to start by telling you that I stutter and I'm ok with that," he began. "It took me 35 years to be ok with that. And I hope it's ok with you."


Wilkie, who heads the charity 50 Million Voices, which offers support to people with a stammer in the workplace, believes those who stammer are a huge pool of under-used talent.


"It's rubbish to think people who stutter can't communicate well," he says. On the contrary, he is convinced that people who stammer are very good with words. "There's great presence, we give each other time, it's like a slow down and we just wait for those words to arrive," says  Wilkie, referring to meetings with colleagues who stammer. "This is the team that listens best. When the stuttered word arrives, it comes with a power and weight."


Ronan Miller has studied the relationship between stammering and language-learning for his PhD at the University of Valencia, in Spain. It's something he has firsthand experience of. As a young adult, he moved from Britain to Spain, to leave behind the stress he had experienced when stammering in English. Now, even though he stammers more in Spanish than in English, he finds freedom in speaking another language.


Miller also finds that people who stammer have a different relationship with language than fluent speakers. "Many of us are used to being quite nimble linguistically as a way of navigating a fluency-centric world, for example by varying syntax or using synonyms to reduce the impact of stammering," he says. "However, I think that for this to happen the needs of students who stammer need to be understood and recognised in the classroom."


As one research paper notes, people with a stammer still face social rejection from childhood through adulthood, with studies documenting wide-ranging discrimination including worse job prospects and lower earnings. As St Pierre points out in his paper on how cultural norms shape ideas of "broken speech", we as a society also have an important part to play in normalising voices that don't sound like our own, for example, by focusing on the speaker's message and intention, not how fluent they are. There is much more to language than just words.


St Pierre has found his own liberation in not just accepting but enjoying his way of communicating. "I now speak thinking about my own pleasure that I find in speaking as opposed to the the displeasure that my l l listeners are going to receive," he says. "So so that's way more important."


 
(Adapted from https://www.bbc.com/news)
Which sentence below correctly demonstrates the use of the present perfect tense, indicating an action that started in the past and has relevance to the present?
Alternativas
Respostas
7981: B
7982: B
7983: B
7984: A
7985: B
7986: C
7987: A
7988: B
7989: B
7990: C
7991: B
7992: A
7993: C
7994: D
7995: A
7996: B
7997: D
7998: B
7999: D
8000: C