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Q3282239 Pedagogia
O Art. 32 da LDB estabelece que o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:

I. O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II. A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III. O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV. O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

Marque a alternativa CORRETA 
Alternativas
Q3282238 Pedagogia
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento.
Marque a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma das dez competências gerais da BNCC: 
Alternativas
Q3282237 Pedagogia
A BNCC é um documento normativo e aplica-se exclusivamente à educação escolar, tal como a define o § 1º do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), e está orientado pelos princípios ________, ________ e _________ que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN).
Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas do enunciado acima: 
Alternativas
Q3282236 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu artigo 12, inciso I, trata das incumbências dos estabelecimentos de ensino. Marque a alternativa INCORRETA em relação a essas incumbências: 
Alternativas
Q3282235 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o artigo 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente: A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes, EXCETO: 
Alternativas
Q3282232 Geografia
Quanto ao Hino Oficial de Turvo/SC, considerando o que está publicado no site oficial do município, qual o nome do autor da letra deste hino? 
Alternativas
Q3282227 Português
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:

À Beira-Mar


Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.

Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.

Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.

— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.

O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.

— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.

O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:

— Deixa eu jogar neles.

O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:

— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.

O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.

— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?

— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 
A pontuação é um recurso importante para a construção de sentido, não apenas um reflexo das entonações produzidas pela fala. O uso da vírgula no enunciado abaixo se justifica por:
Não faça isso, meu filho [...]

Alternativas: 
Alternativas
Q3282226 Português
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:

À Beira-Mar


Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.

Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.

Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.

— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.

O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.

— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.

O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:

— Deixa eu jogar neles.

O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:

— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.

O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.

— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?

— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 
O humor da história tem o ápice em seu final e está diretamente relacionada com a atitude pretendida pelo personagem do garoto e em como ela se reflete no protagonista. O humor se constrói em torno de qual recurso?
Alternativas
Q3282225 Português
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:

À Beira-Mar


Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.

Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.

Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.

— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.

O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.

— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.

O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:

— Deixa eu jogar neles.

O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:

— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.

O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.

— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?

— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 
01 – O texto acima pertence ao gênero crônica, gênero discursivo que mistura elementos do jornalismo e da literatura. Qual das alternativas abaixo que apresenta característica condizente com dito gênero? 
Alternativas
Q3278342 Inglês

READ TEXT II AND ANSWER THE FOUR QUESTION THAT FOLLOW IT.


TEXT IV


Assessment for Young Learners in the English Language Classroom  



    All forms of assessment have an impact on school and classroom culture – it can drive what is taught and how. The process and outcomes of assessment also affect both the teachers’ and the learners’ understanding and experience of learning. Our most common understanding of assessment is that it summarises attainment. This has an especially strong focus in education where summative assessments, the achievement tests that typically occur at the end of an instructional programme, have guided the emphasis in curricula. In true terms, however, assessment is the process of collecting and interpreting evidence to make judgements about a learner’s performance. Thinking about the process in this way allows teachers to gather evidence as an ongoing activity during the learning programme and, as a result, to identify strengths and weaknesses that inform future classroom content. This formative approach, where assessment forms part of the learning cycle, is able to capture more detailed and nuanced data about a learner’s performance than the broader brush stroke of a summative score and consequently supports deeper and more consequential learning. More importantly, there is an influential argument that, in education, we should not even be doing assessment unless it has an impact on learning, and this goes to the heart of the purposes of assessment.


Adapted from: https://www.cambridge.org/us/files/9516/0217/6403/ CambridgePapersInELT_AssessmentForYLs_2020_ONLINE.PDF


The expression “the broader brush stroke” is an idiom that means a(n)
Alternativas
Q3278341 Inglês

READ TEXT II AND ANSWER THE FOUR QUESTION THAT FOLLOW IT.


TEXT IV


Assessment for Young Learners in the English Language Classroom  



    All forms of assessment have an impact on school and classroom culture – it can drive what is taught and how. The process and outcomes of assessment also affect both the teachers’ and the learners’ understanding and experience of learning. Our most common understanding of assessment is that it summarises attainment. This has an especially strong focus in education where summative assessments, the achievement tests that typically occur at the end of an instructional programme, have guided the emphasis in curricula. In true terms, however, assessment is the process of collecting and interpreting evidence to make judgements about a learner’s performance. Thinking about the process in this way allows teachers to gather evidence as an ongoing activity during the learning programme and, as a result, to identify strengths and weaknesses that inform future classroom content. This formative approach, where assessment forms part of the learning cycle, is able to capture more detailed and nuanced data about a learner’s performance than the broader brush stroke of a summative score and consequently supports deeper and more consequential learning. More importantly, there is an influential argument that, in education, we should not even be doing assessment unless it has an impact on learning, and this goes to the heart of the purposes of assessment.


Adapted from: https://www.cambridge.org/us/files/9516/0217/6403/ CambridgePapersInELT_AssessmentForYLs_2020_ONLINE.PDF


However” in “In true terms, however, assessment is the process of collecting and interpreting evidence” introduces a(n)
Alternativas
Q3278340 Inglês

READ TEXT II AND ANSWER THE FOUR QUESTION THAT FOLLOW IT.


TEXT IV


Assessment for Young Learners in the English Language Classroom  



    All forms of assessment have an impact on school and classroom culture – it can drive what is taught and how. The process and outcomes of assessment also affect both the teachers’ and the learners’ understanding and experience of learning. Our most common understanding of assessment is that it summarises attainment. This has an especially strong focus in education where summative assessments, the achievement tests that typically occur at the end of an instructional programme, have guided the emphasis in curricula. In true terms, however, assessment is the process of collecting and interpreting evidence to make judgements about a learner’s performance. Thinking about the process in this way allows teachers to gather evidence as an ongoing activity during the learning programme and, as a result, to identify strengths and weaknesses that inform future classroom content. This formative approach, where assessment forms part of the learning cycle, is able to capture more detailed and nuanced data about a learner’s performance than the broader brush stroke of a summative score and consequently supports deeper and more consequential learning. More importantly, there is an influential argument that, in education, we should not even be doing assessment unless it has an impact on learning, and this goes to the heart of the purposes of assessment.


Adapted from: https://www.cambridge.org/us/files/9516/0217/6403/ CambridgePapersInELT_AssessmentForYLs_2020_ONLINE.PDF


This text holds the view that assessment should be  
Alternativas
Q3278339 Inglês

READ TEXT II AND ANSWER THE FOUR QUESTION THAT FOLLOW IT.


TEXT IV


Assessment for Young Learners in the English Language Classroom  



    All forms of assessment have an impact on school and classroom culture – it can drive what is taught and how. The process and outcomes of assessment also affect both the teachers’ and the learners’ understanding and experience of learning. Our most common understanding of assessment is that it summarises attainment. This has an especially strong focus in education where summative assessments, the achievement tests that typically occur at the end of an instructional programme, have guided the emphasis in curricula. In true terms, however, assessment is the process of collecting and interpreting evidence to make judgements about a learner’s performance. Thinking about the process in this way allows teachers to gather evidence as an ongoing activity during the learning programme and, as a result, to identify strengths and weaknesses that inform future classroom content. This formative approach, where assessment forms part of the learning cycle, is able to capture more detailed and nuanced data about a learner’s performance than the broader brush stroke of a summative score and consequently supports deeper and more consequential learning. More importantly, there is an influential argument that, in education, we should not even be doing assessment unless it has an impact on learning, and this goes to the heart of the purposes of assessment.


Adapted from: https://www.cambridge.org/us/files/9516/0217/6403/ CambridgePapersInELT_AssessmentForYLs_2020_ONLINE.PDF


As regards Text IV, analyse the assertions below:


I. Assessment should be dissociated from the learning process.


II. Summative evaluations tend to overlook details.


III. Achievement tests must take place at the beginning of the year.



Choose the correct answer.

Alternativas
Q3278338 Inglês

READ TEXT III AND ANSWER THE FIVE QUESTION THAT FOLLOW IT


TEXT III




From: https://br.pinterest.com/pin/46865652357417512/  

The vowel sound in “reach” is the same as in  
Alternativas
Q3278337 Inglês

READ TEXT III AND ANSWER THE FIVE QUESTION THAT FOLLOW IT


TEXT III




From: https://br.pinterest.com/pin/46865652357417512/  

The word “Reuse” is formed in the same way as  
Alternativas
Q3278336 Inglês

READ TEXT III AND ANSWER THE FIVE QUESTION THAT FOLLOW IT


TEXT III




From: https://br.pinterest.com/pin/46865652357417512/  

By using the question “Can you lend a hand?”, the poet is asking for
Alternativas
Q3278335 Inglês

READ TEXT III AND ANSWER THE FIVE QUESTION THAT FOLLOW IT


TEXT III




From: https://br.pinterest.com/pin/46865652357417512/  

“Living” in “Without her living creatures” is a(n)  
Alternativas
Q3278334 Inglês

READ TEXT III AND ANSWER THE FIVE QUESTION THAT FOLLOW IT


TEXT III




From: https://br.pinterest.com/pin/46865652357417512/  

The aim of this poem is to
Alternativas
Q3278333 Inglês

     


From: https://schulzmuseum.org/wp-content/uploads/2020/11/1963-05-01_WEBscaled.jpg  

The opposite of “dumb” (4th panel) is  

Alternativas
Q3278332 Inglês

     


From: https://schulzmuseum.org/wp-content/uploads/2020/11/1963-05-01_WEBscaled.jpg  

The word “pretty” (4th panel) indicates  
Alternativas
Respostas
6841: A
6842: A
6843: B
6844: B
6845: E
6846: A
6847: D
6848: B
6849: E
6850: A
6851: E
6852: D
6853: B
6854: A
6855: B
6856: A
6857: D
6858: B
6859: B
6860: C