Foram encontradas 30.707 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3794553 Gestão de Pessoas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
O texto apresenta a experiência de Everton Freire em uma entrevista de emprego conduzida por inteligência artificial, revelando percepções pessoais, implicações sociais e questões éticas sobre a presença crescente das máquinas em processos seletivos. O relato individual, somado às análises de especialistas, permite compreender as ambiguidades e os desafios dessa inovação no contexto profissional contemporâneo.

Com base na leitura do texto, é CORRETO afirmar que ele evidencia: 
Alternativas
Q3794552 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio.

De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3794551 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
A tese de doutorado conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3794550 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3794549 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3794548 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
O texto discute o uso crescente da inteligência artificial em entrevistas de emprego, destacando tanto os ganhos de eficiência quanto as preocupações éticas e jurídicas que acompanham a automação de processos seletivos. Ao reunir relatos de candidatos, opiniões de especialistas e considerações legais, a narrativa propõe uma reflexão sobre os limites da tecnologia quando aplicada a contextos humanos e decisórios.

Com base nas ideias apresentadas, é CORRETO afirmar que o texto defende:
Alternativas
Q3794547 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

De acordo com as regras de concordância nominal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3794546 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3794545 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
O texto relata a experiência de Everton Freire em uma entrevista de emprego conduzida por uma inteligência artificial, descrevendo tanto os benefícios práticos quanto os limites humanos e éticos dessa tecnologia. Além disso, apresenta análises de especialistas e aponta desafios legais e sociais decorrentes do uso de sistemas automatizados em recrutamentos.

Com base nas informações do texto, é CORRETO afirmar que a principal reflexão sugerida pela narrativa está relacionada a:
Alternativas
Q3793884 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

The text mentions several cultural witch archetypes from different traditions, including Brazil's Cuca from "Sítio do Picapau Amarelo" and Mexico's "La Bruja del 71" from "El Chavo del Ocho." What cultural and linguistic purpose does the inclusion of these non-Anglo-American examples serve in the context of the text?
Alternativas
Q3793883 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

In the excerpt "Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death", the bolded clause functions syntactically as:
Alternativas
Q3793882 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

Based on the text, the sentence "The Evil Queen from Snow White is obsessed with being the 'fairest of them all'" illustrates the use of:
Alternativas
Q3793881 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

Read the sentence from the text:

“The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist.”

In thissentence, the word “formidable” functions mainly as:
Alternativas
Q3793880 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

Read the excerpt:

“Her magic often involves ancient books of spells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power…”

In this excerpt, the pronoun “they” refers to:
Alternativas
Q3793879 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

In the concluding paragraph, the author asserts that "the portrayal of the witch is not monolithic." By employing this specific adjective, derived from geology but applied here to literary analysis, the author intends to communicate that the representation of the witch is NOT:
Alternativas
Q3793878 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

In the second paragraph, the text describes the physical appearance of the traditional witch as an "old, haggard woman." Considering the semantic field of physical description and the context of "alienation" and "ugliness," the term "haggard" is best defined as describing someone who looks:
Alternativas
Q3793877 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

The word "haggard" in the second paragraph contains a specific vowel sound. Which of the following words from the text contains the same vowel sound as the first syllable of "haggard"?
Alternativas
Q3793876 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

According to the text, the archetype of the classic witch in global folklore serves a specific narrative function. Which of the following best describes this role?
Alternativas
Q3793875 Inglês

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

Considering the sentence from the text: "The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction." What is the syntactic function of the phrase "of global folklore and fiction"?
Alternativas
Q3793874 Linguística

Read the text to answer the question. 



   The archetype of the classic witch is a cornerstone of global folklore and fiction, often depicted as a formidable and sinister antagonist. These figures are deeply embedded in collective storytelling, usually characterized by their malevolent intentions towards protagonists, especially innocent children or virtuous heroes. Their narrative role is fundamentally to embody the forces of darkness, chaos, or forbidden knowledge, creating a clear moral contrast and a formidable obstacle for the main characters to overcome. From European fairy tales to modern pop culture, the classic witch serves as a powerful symbol of fear and the supernatural.


    Physically, the traditional witch is frequently described as an old, haggard woman with exaggeratedly ugly features, which visually symbolizes her inner corruption and alienation from societal norms. Common traits include a long, hooked nose, warts, disheveled gray hair, and crooked fingers. She is typically clothed in dark, ragged robes and a pointed, wide-brimmed hat, an image popularized and solidified by Western media. This distinct and fearsome appearance is designed to evoke immediate unease and signal her dangerous nature to the audience.


   The classic witch's power is intrinsically linked to specific magical tools and practices. The bubbling cauldron is her quintessential instrument, used for brewing potent potions, casting spells, and concocting mysterious elixirs. Her magic often involves ancient books ofspells, enchanted mirrors that show more than mere reflections, and the command over supernatural familiars like black cats, crows, or toads. These elements are not just props; they are extensions of her will and the sources of her power, which she uses to curse, transform, or deceive those who cross her path.


This archetype finds vivid expression in some of the most famous villains of literature and film. The Wicked Witch of the West from The Wizard of Oz menaces Dorothy with her command over flying monkeys and her thirst for revenge. The Evil Queen from Snow White, obsessed with being the "fairest of them all," uses a poisoned apple in her deadly scheme. Similarly, Maleficent from Sleeping Beauty is a figure of pure vengeance, cursing an infant princess to a sleep-like death. Beyond Anglo-American tales, other cultures have their own versions, such as Brazil's Cuca, a child-eating alligator-witch from Sítio do Picapau Amarelo.


   However, the portrayal of the witch is not monolithic and has evolved to include more nuanced or comedic figures. In the Mexican sitcom El Chavo del Ocho, Doña Clotilde, nicknamed "La Bruja del 71," is a neighborhood eccentric whose witch persona is more a source of gossip and lighthearted fear than genuine evil. Furthermore, modern narratives like the film Hocus Pocus present the Sanderson sisters as a blend of the classic tropes—complete with spell books and a thirst for youth—but with a comedic and less terrifying demeanor, showcasing the adaptability and enduring fascination with this iconic character type. 

In the text, the word "storytelling" is used. From a morphological perspective, what process formed this word?
Alternativas
Respostas
3901: B
3902: B
3903: B
3904: C
3905: A
3906: A
3907: C
3908: B
3909: B
3910: E
3911: D
3912: B
3913: E
3914: C
3915: C
3916: B
3917: B
3918: D
3919: E
3920: A