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Dado esse contexto sobre História Contemporânea, assinale a alternativa INCORRETA:
“A Pré-história, ao ser abordada pelos livros didáticos, em geral é tratada como a antessala da História, sua introdução, e não como parte dela. Isso se deve a seu próprio conceito e a como ele é interpretado normalmente, pois a Pré-história é definida como o campo de estudos do passado mais remoto da humanidade, desde seu surgimento até o aparecimento da escrita. Mais especificamente, até o surgimento da escrita no Egito e na Mesopotâmia, cerca de 3000 a 2000 a.C”.
(Dicionário de conceitos históricos / Kalina Vanderlei Silva, Maciel Henrique Silva. São Paulo : Contexto, 2009, p.343)
I. Esse conceito, elaborado no século XIX, tem, no entanto, sérios problemas. Um deles é o fato de que a escrita não surgiu em todos os lugares ao mesmo tempo, o que torna essa divisão temporal bastante arbitrária.
II. Outro problema é o etnocentrismo resultante do ato de considerar apenas a escrita, um elemento cultural restrito a determinadas culturas, como o fator determinante de quem se situa na história e de quem se situa fora dela.
III. A ideia de que as sociedades ágrafas, ou seja, sociedades sem escrita, não teriam história nasceu com a vertente positivista da historiografia ocidental no século XIX, que enfatizava, sobretudo, a importância do documento escrito na produção de conhecimento.
IV. Pré-história, no entanto, não é apenas uma periodização da História. Ela se tornou, durante o decorrer do século XX, uma disciplina histórica com metodologia própria, definida muitas vezes como ciência autônoma.
A sequência correta é:
“O início do processo de transição para o regime democrático se dá com a ascensão do general Ernesto Geisel à presidência da República, em 1974, quando, diante dos sinais de esgotamento do “milagre econômico” e da ditadura militar, o governo decide pôr em marcha o projeto de abertura “lenta, gradual e segura”.
(https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7869202/mod_ resource/content/2/na-corda-bamba-cap_7.pdf- José Roberto Reis).
I. O objetivo do governo Geisel era realizar uma “transição controlada”, com um processo paulatino de liberalização do regime que suprimisse os instrumentos de exceção, encaminhasse o país a uma progressiva institucionalização e garantisse a volta dos militares aos quartéis sem risco de revanchismos e outras punições.
II. O que se observou, entretanto, foi um incessante vai e vem entre a utilização dos mecanismos de repressão e a introdução de outros menos ostensivos, como a substituição do ato institucional n. 5 (AI-5), em janeiro de 1979, por um conjunto de medidas denominadas salvaguardas constitucionais, tornando-se Geisel – o “ditador da abertura”. (...)
III. De qualquer modo, medidas liberalizantes foram adotadas, como o fim da censura prévia no rádio e na televisão e o restabelecimento da garantia do habeas corpus para crimes políticos.
IV. Havia, entretanto, nos meios militares, resistências sérias ao projeto de distensão “lenta gradual e segura” proposto pelo grupo “castelista” (como eram identificados os militares que arquitetaram a distensão, com destaque para a dupla de generais Geisel e Golbery)(...)
A sequência correta é:
“A população se armava. A pobreza e a fome faziam-se presentes em Paris, e os franceses mais necessitados já incendiavam as barreiras da cidade em que se cobrava imposto sobre os alimentos. Aqueles movimentados dias eram uma prévia de um fato marcante que viria a ocorrer e que seria considerado um dos mais importantes da história francesa. Em 14 de julho de 1789, manifestantes em armas realizavam a tomada da prisão política da Bastilha, fortaleza vista como símbolo do absolutismo, apesar de quase não ser mais utilizada em 1789.”
(Costa e Mello, 2008, p. 331).
I. Obra da aristocracia, a Revolução redundou em proveito dos aristocratas. Na direção da administração pública, ela substitui-se à classe burguesa, classe vencida.
II. O episódio passou a ser chamado de Segunda Jornada Revolucionária. A importância desse acontecimento reside no fato de que, a partir desse momento, o movimento contaria também com a presença das massas trabalhadoras. Data oficialmente desse dia o início da Revolução Francesa. (Costa e Mello, 2008, p. 331).
III. Obra da burguesia, a Revolução redundou em proveito da burguesia. Na direção da administração pública, ela substitui-se à aristocracia, classe vencida.
IV. Instruída, exercitada na prática dos negócios, a burguesia, em face da massa ignorante, é a única que pode fornecer quadros à nova ordem.
A sequência correta é:
(Dicionário de conceitos históricos / Kalina Vanderlei Silva, Maciel Henrique Silva. São Paulo: Contexto, 2009, p.150)
De acordo com esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA:
(Proposta Curricular de Gaspar, Componente História p.102/103 – Objetivo Geral)
De acordo com esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA:
“(...) percebe-se que a História ensinada em sala de aula não é a mesma produzida nas universidades, mesmo porque no ambiente escolar não se formam historiadores; da mesma forma ela também não é uma transposição do que é produzido na academia. Quem defende esta ideia é André Chervel e outros, que percebem a disciplina obedecendo a uma ordem diferente daquela do espaço universitário”.
(Proposta Curricular de Gaspar, Componente História p.101)
I. Estudiosas como Circe Bittencourt nos ensinam esse “cuidado do olhar” da prática em sala de aula, e indicam como conclusão o protagonismo do(a) professor(a) e o(a) compreende como sujeito fundamental na transformação ou continuidade do ensino de História.
II. Com esse foco sobre o currículo real em relação aos(às) professores(as), que discutimos os objetivos da disciplina de História, com apoio dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e Proposta Curricular da Rede Municipal de Gaspar/SC 2008, bem como temas sobre avaliação e ensino.
III. Todavia, não é necessário ensinar todos os conteúdos descritos nos PCNs, mas sim sensibilizálos para a produção de uma consciência história.
IV. (...) tornam-se cada dia mais importante o ensino de História e a sua relevância no contexto atual, pois muitas vezes é questionada a sua inserção nas matrizes curriculares da escola, já que parece experimentarmos um ‘presentismo’ constante.
A sequência correta é:
I. Morreu de apoplexia fulminante.
II. Ele próprio exercera dois empregos.
I. Com relação ao estilo, o autor utiliza uma prosa cuidadosamente elaborada que contribui para a atmosfera solene e reflexiva do texto.
II. O texto destaca a importância do Conselheiro Vale na sociedade da época, afirmando que ele ocupava um cargo de alto escalão no governo, além de pertencer a uma família respeitada e influente.
Pode-se afirmar que:
