Foram encontradas 501 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Ao examinar um lactente hígido, de 3 meses, sem quaisquer intercorrências neonatais, em bom desenvolvimento pôndero-estatural, ausculta-se um sopro cardíaco sistólico, no foco pulmonar. Não há irradiação para outas áreas e parece desaparecer com mudanças de decúbito.
Considerando o padrão do sopro descrito, um sinal de alerta para investigação mais aprofundada seria
Menino de 4 anos com queixa de dor nas pernas há cerca de 1 mês. A dor é praticamente diária, a criança não abandona atividades físicas durante o dia, mas eventualmente acorda durante a noite se queixando. Apesar de não conseguir apontar o local específico, a dor parece acometer a região mais inferior de panturrilhas e canelas. As queixas ocorrem predominantemente ao final do dia e melhoram com repouso ou massagem. Movimentos articulares com amplitude aumentada, sem sinais flogísticos nas articulações. Não há achados anormais no exame físico.
Em relação ao caso descrito, é correto afirmar que
RN nascido a termo, com peso de 4 200 g. Evoluiu com icterícia prolongada, hipotonia e dificuldade para mamar, com episódios de bradicardia que estenderam sua permanência na UTI neonatal. Fontanela anterior ampla, macroglossia. Após 7 dias, o teste do pezinho apontou irregularidades na concentração de TSH, com valores elevados e alta suspeita de hipotiroidismo congênito.
A medida imediata mais apropriada seria
Maria, 5 meses, é uma lactente saudável, sem qualquer intercorrência desde o nascimento, amamentada exclusivamente ao seio materno até o momento. Uma vez que está prestes a iniciar a alimentação complementar, os pais pedem orientação para a introdução dos alimentos mais alergênicos, visto que a irmã mais velha apresenta diagnóstico comprovado de alergia ao leite de vaca.
Qual é a recomendação apropriada para a introdução alimentar de Maria?
Adolescente de 12 anos, há 3 dias iniciou quadro de febre alta (39,5 ºC), acompanhada de cefaleia intensa (“dor atrás dos olhos”), mialgia generalizada e artralgia. Colhida sorologia, positiva para dengue. Hoje, os sintomas pioraram, com queda do estado geral, dor abdominal intensa e sonolência exacerbada. Prova do laço negativa.
Qual deve ser a conduta imediata?
Paciente de 5 meses de idade, previamente hígido, é encaminhado para serviço de emergência por “dificuldade para respirar” (sic). Os sintomas iniciaram há 3 dias na forma de tosse secretiva, congestão nasal e coriza; há 24h evoluiu com muita irritabilidade e falta de ar. Diante da avaliação médica, o paciente foi internado em unida de de terapia intensiva com necessidade de suporte de oxigênio (cateter nasal de alto fluxo) para melhora do padrão respiratório. Painel de patógenos respiratórios: positivo para Bordetella pertussis.
Além dos pais, a criança convive com um irmão de 3 anos, até o momento sem sintomas respiratórios.
Qual o manejo terapêutico/preventivo apropriado para o paciente e para seu irmão contactante?
Durante o atendimento de uma criança de 3 anos, em que a queixa materna é de que o filho não para de chorar, percebe-se incongruências na história, especialmente relacionadas a lesões encontradas durante o exame físico. O paciente apresenta múltiplos ferimentos em estágios diferentes de cicatrização em locais atípicos para se pensar em acidentes (dorso, face, nádegas), além de evidente higiene inadequada.
Diante da suspeita de maus tratos, a obrigação do pediatra é
Ao avaliar uma criança de 6 anos de idade em consulta de rotina, observa-se fácies alongada com projeção dos incisivos superiores e retrognatia, palato em ogiva e ressecamento de lábios. A mãe refere que a criança apresenta sono agitado, ronca muito, comportamento irritado e disperso durante o dia, o que vem repercutindo na alfabetização. Apesar da intensa obstrução nasal, a criança nega sintomas de espirros, coriza ou prurido e nunca apresentou qualquer episódio de broncoespasmo. Pele hidratada, sem eczemas.
De acordo com o contexto apresentado, a conduta mais apropriada nesse momento seria:
Adolescente de 14 anos, sexo masculino, negro, com queixa de dor progressiva no quadril esquerdo há 6 meses, com irradiação para o joelho ipsilateral. Refere já ter apresentado dor discreta no quadril direito com melhora espontânea. Procura atendimento hoje por piora dos sintomas no quadril esquerdo após prática esportiva, sem trauma direto associado. Ao exame físico, nota-se obesidade, dismetria dos membros inferiores, deambulação claudicante com evidente aumento da rotação externa do membro inferior acometido em relação ao contralateral.
A principal hipótese diagnóstica no caso supracitado e o exame de imagem complementar indicado são, respectivamente:
Adolescente de 16 anos, eutrófico, procura orientações a respeito das formas de proteção própria e de seus parceiros contra doenças sexualmente transmissíveis, em especial o HIV. O paciente refere ser homoafetivo e sexualmente ativo e relata não utilizar preservativos em todas as relações sexuais, com diferentes parceiros.
De acordo com os protocolos atuais do Ministério da Saúde, qual seria a recomendação para o manejo da infecção por HIV nesse paciente?
Cenário 1: Lactente de 2 meses com bom ganho pôndero-estatural, em aleitamento materno exclusivo e hábito intestinal adequado apresenta placas eczematosas aderidas ao couro cabeludo, glabela, asas nasais e pavilhão auricular.
Cenário 2: Lactente de 2 meses de vida com importante irritabilidade desde a alta da maternidade, aleitamento materno exclusivo com ganho ponderal médio de 15 g/dia, apresenta lesões eczematosas em face e regiões extensoras de membros inferiores e superiores.
Ao comparar os dois cenários clínicos, é correto inferir que
Criança de 10 anos com poliartralgia migratória com sinais de artrite já instalada em joelho direito. Há 3 semanas apresentou faringite estreptocócica confirmada por swab de orofaringe, tratada com homeopatia por opção da família e à revelia do pediatra que a acompanha.
Assinale a alternativa que, associada à artrite já bem documentada, contemplaria os critérios de Jones para o provável diagnóstico clínico de febre reumática.
Lactente de 5 meses de idade, sexo masculino, é trazido pela assistente social de sua comunidade para orientações nutricionais. Nascido a termo, sem intercorrências perinatais, peso de 2 800 g, estatura 47 cm, APGAR 9/10. Não foi amamentado e recebe leite de vaca integral desde o momento de alta da maternidade, inicialmente diluído em água a atualmente misturado com amido de milho. Apresenta-se sonolento e pouco contactuante. Exame físico atual: peso 4 150 g, 55 cm, hipocorado, olhos encovados, fontanela anterior deprimida. Proeminências ósseas visíveis, abdome globoso, flácido, timpânico à percussão, indolor à palpação, ruídos hidroaéreos aumentados. Decide-se pela internação para manejo inicial de desnutrição grave.
Quais devem ser os pilares terapêuticos para esta criança?
LMG, 4 anos, sexo masculino. Há 5 dias, a criança voltou de uma viagem a uma fazenda com diarreia líquida. Evoluiu com redução do volume urinário, dor abdominal difusa e algum edema ocular. Hoje apresentou sangue em uma das evacuações e “manchas avermelhadas” não pruriginosas em nádegas e membros inferiores. No momento, apresenta-se em regular estado geral, prostrado e subfebril (Temp. axilar 37 ºC). Pressão arterial 125/80 mmHg, FC 110 bpm, FR 24 ipm. Presença de petéquias e equimoses em membros inferiores e edema nas pernas e pés. Abdome doloroso à palpação difusa, sem massas palpáveis.
Em relação à investigação laboratorial, espera-se encontrar
Escolar de 7 anos com histórico de edema bipalpebral há 48h e “urina escura” há 2 dias. Há cerca de duas semanas, usou amoxicilina por 10 dias para tratamento de “infecção de garganta”. Ao exame físico, bom estado geral, afebril. Pressão Arterial: 135/85 mmHg, frequência cardíaca: 90 bpm, frequência respiratória: 20 irpm. Presença de edema periorbital, referido como mais evidente pela manhã. Edema leve nas extremidades inferiores. Sem linfadenopatia, amígdalas não hiperemiadas. Abdome indolor à palpação, sinal de Giordano negativo, sem massas palpá eis. Ritmo cardíaco regular, sem sopros. Aparelho respiratório sem alterações. Exames solicitados:
– Urina I: aspecto turvo, hematúria: 3+, proteinúria: 1+; densidade 1 020. Urocultura negativa.
– Ureia e Creatinina elevadas, C3 sérico: diminuído, ASLO positivo.
Assinale a alternativa correta em relação às características clínicas e ao manejo da principal hipótese diagnóstica dessa criança.
Lactente de 14 meses, previamente hígido, apresenta lesões edemato-eritematosas por todo corpo há 48 horas. Ausência de relação causal com novos alimentos, medicamentos ou picadas de insetos. As lesões acometem tronco, membros e face, são migratórias e pruriginosas. Ao exame físico, subfebril (37,5 ºC), presença de coriza hialina e tosse seca, sintomas iniciados há cerca de 3 dias.
Qual a melhor abordagem terapêutica neste caso?
Paciente de 5 anos dá entrada no pronto-socorro com quadro de urticária generalizada, angioedema bipalpebral, falta de ar e vômitos, iniciados minutos após ingestão acidental de amendoim, alimento ao qual é alérgica, segundo seus responsáveis. Seus parâmetros clínicos apontam para pressão arterial de 100/65 mmHg, oximetria 94%, e a ausculta pulmonar revela sibilância difusa.
O diagnóstico clínico e o respectivo manejo imediato são:
Menina de 7 anos de idade comparece a consulta anual com queixa de que é a primeira de sua turma a ter que usar sutiã. A criança cresceu 6 cm no último ano, e o estadiamento puberal de Tanner no momento aponta estágio P1 e M2.
Considerando os achados clínicos, assinale a alternativa que descreva, respectivamente, a principal hipótese diagnóstica, a idade óssea esperada, a concentração de hormônio luteinizante (LH) esperada e seu manejo.
Adolescente do sexo masculino com queixa de hábito intestinal mais frequente que o habitual, fezes líquidas com a presença de sangue vivo em várias ocasiões e dor abdominal, há cerca de 6 meses. Cansaço e perda de peso (2 kg no período) são referidos, o que foi relacionado às lesões aftoides que o paciente vem apresentando, que dificulta a alimentação. No histórico familiar, mãe com diagnóstico de síndrome do intestino irritável (SII) e pai com asma na infância e alergias alimentares.
Assinale a alternativa correta em relação à avaliação diagnóstica do caso.
Lactente de 7 meses, hígido, mantido em aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade, quando começou a introdução alimentar com papa de frutas. No momento encontra-se na fase de inclusão da papa principal. Até os 6 meses de vida, apresentava evacuações diárias, permeadas por fases com intervalos de 2-3 dias sem evacuar, sempre com padrão de fezes pastosas e eliminadas sem dor ou dificuldade. Atualmente, no entanto, a criança frequentemente apresenta esforço no momento da evacuação, com duração de até 10 minutos, acompanhado de gritos e choro.
A hipótese mais provável, bem como o respectivo manejo correspondem a: