Questões de Concurso Para prefeitura de croatá - ce

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Q3917372 Geografia
Sobre o município de Croatá-CE, analise os itens a seguir:

I. Conforme dados do Censo do IBGE, o município registrou, em 2022, população superior a 20 mil habitantes.
II. Segundo divisão territorial criada pelo IBGE para organizar o espaço brasileiro a partir das relações entre municípios e os polos urbanos regionais, o município de Croatá pertence à região intermediária de Sobral.
III. Ainda que a região de Croatá tenha sido originalmente ocupada por povos indígenas, como Tupis e Tapuias, o Censo 2022 do IBGE não registrou habitante autodeclarado indígena no município.

Está(ão) correto(s):
Alternativas
Q3917371 Português
A ocupação do território que mais tarde originaria o município de Croatá esteve vinculada a uma fazenda registrada no final do século XIX. A partir das informações do texto, é correto afirmar que essa fazenda teve relevância histórica principalmente porque
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Q3917370 História e Geografia de Estados e Municípios
“Distrito criado em 2008, localiza-se a 5 quilômetros da sede, nas margens da Estrada Croatá- Guaraciaba do Norte, entre o Riacho São Roque e a Serra Croatá. Fez por merecer a elevação a distrito em razão do seu crescimento pelo trabalho do povo. O crescimento motivou a construção de uma igreja, cujo padroeiro é São Francisco, com realização de festejos no mês de outubro.” (Fonte: OLIVEIRA, Antônio Silvério de. História de Croatá. Croatá, CE, 2012.)
O texto acima descreve qual distrito do município de Croatá? 
Alternativas
Q3917369 Português
Texto 4.
Fábula de um arquiteto


A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e tecto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.
Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.


João Cabral de Melo Neto (1966)
A seleção vocabular, com o emprego de isotopias que convergem para temática global do poema, os termos “portas”, “vidro”, “concreto”, “amurar”, “opacos” revelam uma opção estética que se caracteriza, na obra de João Cabral, por
Alternativas
Q3917368 Literatura
Texto 4.
Fábula de um arquiteto


A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e tecto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.
Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.


João Cabral de Melo Neto (1966)
A leitura de Fábula de um arquiteto, associada ao conjunto da obra de João Cabral de Melo Neto, permite afirmar que o poeta se insere na lírica moderna brasileira por
Alternativas
Q3917367 Literatura
Texto 4.
Fábula de um arquiteto


A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e tecto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.
Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.


João Cabral de Melo Neto (1966)
No poema Fábula de um arquiteto, a analogia entre arquitetura e construção poética permite compreender a concepção de arte defendida por João Cabral de Melo Neto como
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Q3917366 Português
Texto 3

Saudosa Maloca


Se o senhor não está lembrado
Dá licença de contar
Que aqui onde agora está
Esse adifício alto
Era uma casa velha, um palacete abandonado
Foi aqui, seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia
Nem quero me lembrar
Veio os homis co as ferramentas
Que o dono mandou derrubar
Peguemo tudo a nossas coisas
E fumos pro meio da rua apreciar a demolição
Que tristeza que eu sentia
Cada táuba que caía, doía no coração
Mato Grosso quis gritar
Mas em cima eu falei
Os homis tá ca razão, nós arranja outro lugar
Só se conformemos
Quando o Joca falou
Deus dá o frio conforme o cobertor
E hoje nós pega paia nas grama do jardim
E pra esquecer, nós cantemos assim
Saudosa maloca, maloca querida
Dim, dim, donde nós passemo os dias feliz de nossas
vidas
Saudosa maloca, maloca querida
Dim, dim, donde nós passemo os dias feliz de nossas
vidas
[...]


Adoniran Barbosa. Disponível em
https://www.letras.mus.br/adoniran-barbosa/43969/, acesso
em 13 de dezembro de 2025.
O uso recorrente de formas como “adifício”, “os homis”, “fumos”,“nós cantemos” dentre outras semelhantes, ao longo do texto, contribui para
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Q3917365 Português
Texto 3

Saudosa Maloca


Se o senhor não está lembrado
Dá licença de contar
Que aqui onde agora está
Esse adifício alto
Era uma casa velha, um palacete abandonado
Foi aqui, seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia
Nem quero me lembrar
Veio os homis co as ferramentas
Que o dono mandou derrubar
Peguemo tudo a nossas coisas
E fumos pro meio da rua apreciar a demolição
Que tristeza que eu sentia
Cada táuba que caía, doía no coração
Mato Grosso quis gritar
Mas em cima eu falei
Os homis tá ca razão, nós arranja outro lugar
Só se conformemos
Quando o Joca falou
Deus dá o frio conforme o cobertor
E hoje nós pega paia nas grama do jardim
E pra esquecer, nós cantemos assim
Saudosa maloca, maloca querida
Dim, dim, donde nós passemo os dias feliz de nossas
vidas
Saudosa maloca, maloca querida
Dim, dim, donde nós passemo os dias feliz de nossas
vidas
[...]


Adoniran Barbosa. Disponível em
https://www.letras.mus.br/adoniran-barbosa/43969/, acesso
em 13 de dezembro de 2025.
Na composição da música a opção por um nível de registro linguístico não padrão gera o efeito de sentido de 
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Q3917364 Português
Texto 3

Saudosa Maloca


Se o senhor não está lembrado
Dá licença de contar
Que aqui onde agora está
Esse adifício alto
Era uma casa velha, um palacete abandonado
Foi aqui, seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia
Nem quero me lembrar
Veio os homis co as ferramentas
Que o dono mandou derrubar
Peguemo tudo a nossas coisas
E fumos pro meio da rua apreciar a demolição
Que tristeza que eu sentia
Cada táuba que caía, doía no coração
Mato Grosso quis gritar
Mas em cima eu falei
Os homis tá ca razão, nós arranja outro lugar
Só se conformemos
Quando o Joca falou
Deus dá o frio conforme o cobertor
E hoje nós pega paia nas grama do jardim
E pra esquecer, nós cantemos assim
Saudosa maloca, maloca querida
Dim, dim, donde nós passemo os dias feliz de nossas
vidas
Saudosa maloca, maloca querida
Dim, dim, donde nós passemo os dias feliz de nossas
vidas
[...]


Adoniran Barbosa. Disponível em
https://www.letras.mus.br/adoniran-barbosa/43969/, acesso
em 13 de dezembro de 2025.
O verso “Deus dá o frio conforme o cobertor”, no contexto da canção, produz um efeito de sentido associado à 
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Q3917363 Português
Texto 2 - Um coco verde e um canudinho, dupla imbatível em dia quente, num passeio no Parque da Cidade. O contexto ganha história inusitada na campanha de educação ambiental Separados pelo Destino, voltada ao reforço da coleta seletiva no Distrito Federal.





Disponível em sudoeste.df.gov.br/w/- acesso em 13 de dezembro de 2025
Na expressão “separados pelo destino”, o efeito de sentido decorre do uso da polissemia da palavra “destino”, que permite compreender o (a) 
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Q3917362 Português
Texto 2 - Um coco verde e um canudinho, dupla imbatível em dia quente, num passeio no Parque da Cidade. O contexto ganha história inusitada na campanha de educação ambiental Separados pelo Destino, voltada ao reforço da coleta seletiva no Distrito Federal.





Disponível em sudoeste.df.gov.br/w/- acesso em 13 de dezembro de 2025
A articulação entre o enunciado verbal e os elementos visuais da campanha constrói uma temática que visa, prioritariamente, a 
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Q3917361 Português
O nível de registro linguístico predominante na letra evidencia uma escolha que se caracteriza por
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Q3917360 Português
8. A recorrência de construções paradoxais na letra não apenas define o amor, mas também
Alternativas
Q3917359 Português
No verso “É o fogo que arde sem se ver”, o efeito expressivo decorre do uso de uma figura de linguagem que se caracteriza pela
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Q3917358 Português
A presença de múltiplas vozes discursivas na canção configura um efeito de polifonia na medida em que
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Q3917357 Português
O diálogo explícito com o livro de São Paulo, na Bíblia Sagrada, mais especificamente na Primeira Epístola aos Coríntios, capítulo 13, versículo 1 e com a lírica camoniana caracteriza a intertextualidade da canção, sobretudo, porque
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Q3917356 Português
Texto 1 - Monte Castelo


Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
[...]
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade



Composição: Renato Russo. Coletada de
https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/22490/, acesso em 13
de dezembro de 2025.
A definição do amor por meio de paradoxos ao longo da letra contribui para um efeito de sentido que enfatiza a
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Q3917355 Português
Texto 1 - Monte Castelo


Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
[...]
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade



Composição: Renato Russo. Coletada de
https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/22490/, acesso em 13
de dezembro de 2025.
Os versos “Estou acordado e todos dormem” e “Agora vejo em parte” constroem uma oposição simbólica que sugere o (a)
Alternativas
Q3917354 Português
Texto 1 - Monte Castelo


Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
[...]
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade



Composição: Renato Russo. Coletada de
https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/22490/, acesso em 13
de dezembro de 2025.
A reiteração da expressão “é só o amor” não se limita apenas a um recurso rítmico, pois atua, no plano discursivo, como um mecanismo que
Alternativas
Q3917353 Português
Texto 1 - Monte Castelo


Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
[...]
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade



Composição: Renato Russo. Coletada de
https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/22490/, acesso em 13
de dezembro de 2025.
Ao afirmar “ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos”, a letra constrói um enunciado hipotético que relativiza o valor da palavra. Nesse contexto, a argumentação do eu lírico conduz o leitor à compreensão de que a linguagem 
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Respostas
81: B
82: C
83: A
84: C
85: C
86: B
87: D
88: B
89: C
90: E
91: B
92: A
93: B
94: D
95: C
96: A
97: D
98: B
99: E
100: C