Questões de Concurso
Para semasa de itajaí - sc
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I.Quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos.
II.Mudanças na legislação que afetam diretamente o objeto licitado.
III.Em casos de supressão de recursos orçamentários.
Após análise, assinale a alternativa CORRETA:
Em 2023, o mundo atingiu o número recorde de cento e quatorze milhões de pessoas deslocadas à força, das quais setecentos e dez mil vivem no Brasil.
Segundo o representante da Agência da ONU para Refugiados no Brasil, Davide Torzilli, o retrato desta população é composto por venezuelanos, haitianos, afegãos, além de pessoas de diversas outras nacionalidades.
"O Brasil historicamente tem tido uma política de asilo, de proteção internacional muito aberta, recebido refugiados de várias partes do mundo, também de crises que são muito distantes, muito longe do Brasil. Através do visto humanitário que mencionei, o país recebeu milhares de refugiados da Síria, do Afeganistão, assim como também refugiados da Ucrânia".
Diariamente chegam da Venezuela uma média de 400 a 450 pessoas no Brasil. Segundo Davide, esse fluxo voltou a crescer depois de uma pausa pela pandemia e as pessoas que chegam têm um perfil mais vulnerável.
O especialista afirmou que a ONU também olha com muita preocupação a situação no Haiti, devido à violência de gangues e violações de direitos humanos que resultarão em um fluxo desta população para o Brasil no futuro.
(Fonte: https://acesse.dev/zeplj.adaptado.)
Com base no texto fornecido, assinale a alternativa correta sobre o panorama do deslocamento forçado no Brasil e as políticas de asilo e proteção internacional.
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que não será possível fazer vacinação em massa contra a dengue ainda neste ano. Nísia voltou a dizer que a Qdenga, que está sendo aplicada no momento, é uma esperança, mas precisa ser reaplicada em três meses. "Para esse momento, independentemente do número de doses, as pessoas não estarão protegidas, porque ela é adotada em duas doses e com intervalo de três meses", afirmou, em entrevista à GloboNews. A ministra disse que o governo discute alternativas para ampliar a oferta da vacina. "Há a possibilidade de transferência de tecnologia e, para isso, o Ministério da Saúde determinou a prioridade para que tenhamos autonomia, não fiquemos dependentes de importação em uma área tão essencial. Neste momento, estamos em discussão com o laboratório Takeda e avaliando toda a possibilidade de aumento dessa produção em nosso país". Nísia também citou a vacina contra a dengue produzida no Instituto Butantan. "Um outro caminho, que não será imediato, é a vacina do Instituto Butantan, que apresentou bons resultados de pesquisa, mas ainda não teve seu processo submetido à Anvisa".
(Fonte: https://acesse.dev/iaGyF.adaptado.)
Com base no texto fornecido, assinale a alternativa correta sobre a situação atual da vacinação contra a dengue no Brasil.
Os novos gestores da segurança pública (não apenas policiais, promotores, juízes e burocratas da administração pública) devem enfrentar desafios, além de fazer com que o amplo debate nacional do tema transforme-se em real controle sobre as políticas de segurança pública e, mais ainda, estimule a parceria entre órgãos do poder público e sociedade civil na luta por segurança e qualidade de vida dos cidadãos brasileiros.
Estes desafios referem-se ao fato de ampliar a sensibilidade de todo o complexo sistema da segurança aos influxos de novas ideias e energias provenientes da sociedade e de criar um novo referencial que veja na segurança espaço importante para a consolidação democrática e para o exercício de um controle social da segurança.
(Fonte: https://www.observatoriodeseguranca.org/a-segurancapublica-no-brasil/.adaptado.)
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto fornecido?
Na última década, a questão da segurança pública passou a ser considerada problema fundamental e principal desafio ao estado de direito no Brasil. A segurança ganhou enorme visibilidade pública e jamais, em nossa história recente, esteve tão presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral.
A amplitude dos temas e problemas afetos à segurança pública alerta para a necessidade de qualificação do debate sobre segurança e para a incorporação de novos atores, cenários e paradigmas às políticas públicas.
O problema da segurança, portanto, não pode mais estar apenas adstrito ao repertório tradicional do direito e das instituições da justiça, particularmente, da justiça criminal, presídios e polícia. Evidentemente, as soluções devem passar pelo fortalecimento da capacidade do Estado em gerir a violência, pela retomada da capacidade gerencial no âmbito das políticas públicas de segurança, mas também devem passar pelo alongamento dos pontos de contato das instituições públicas com a sociedade civil e com a produção acadêmica mais relevante à área.
(Fonte: https://www.observatoriodeseguranca.org/aseguranca-publica-no-brasil/.adaptado.)
Com base no texto fornecido, assinale a alternativa correta sobre a questão da segurança pública no Brasil.
Leia o texto a seguir e responda ao que se pede:
Brasil concentra 20% da água do mundo, mas menos da metade da população tem acesso a saneamento
Publicado em 03/08/2016
Apenas 39% das residências têm seus rejeitos tratados adequadamente. Falta de tratamento afeta saúde da população e polui fontes de recursos hídricos. No Brasil, água é fundamental para agricultura e setor de energia.
O Brasil abriga um quinto das reservas hídricas do mundo, mas a abundância não significa acesso universal a água própria para o consumo, nem a saneamento. Menos da metade — cerca de 48,6% — da população brasileira é atendida por serviços de esgoto e apenas 39% das residências têm seus rejeitos tratados.
Os números são do Banco Mundial, que alertou na quarta-feira (3) para as desigualdades na distribuição de água entre a população, a indústria e a agricultura no Brasil, além de detalhar a importância dos recursos hídricos para a economia brasileira.
Embora 82,5% dos brasileiros tenham acesso a água, apenas 43% dos domicílios entre os 40% mais pobres do país têm vasos sanitários ligados à rede de esgoto, segundo dados de 2013.
A falta de tratamento faz com que poluentes sejam jogados diretamente na água ou processados em tanques sépticos desregulados, com graves consequências para a qualidade dos recursos hídricos, bem como para o bem-estar da população.
O Banco Mundial chama atenção ainda para o desperdício registrado nas empresas de abastecimento — perdas chegam a 37%.
De acordo com a agência da ONU, o financiamento e subsídios do setor são baseados em uma estrutura tarifária ultrapassada que, somada ao excesso de pessoa e elevados custos operacionais, encarecem a oferta para os consumidores.
Os gastos com a produção inviabilizam novos investimentos, capazes de tornar a infraestrutura mais resistente a eventos climáticos extremos como secas e inundações.
Economia brasileira depende da água
O organismo financeiro destaca que 62% da energia do país é gerada em usinas hidrelétricas e 72% da água disponível para o consumo é destinada à irrigação na agricultura.
O Banco Mundial lembra que o Brasil é o segundo maior exportador de alimentos do mundo — sendo a agricultura e o agronegócio responsáveis por 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente, apenas pouco menos de 20% da área de terras irrigáveis não contam com sistemas de água para o cultivo.
Segundo a agência da ONU, mesmo com a diversificação das fontes de energia prevista para as próximas duas décadas, as usinas hidrelétricas continuarão entregando 57% da eletricidade usada no Brasil.
Tamanha dependência significa que, em tempos de crise – como a vivida por São Paulo em 2014 e 2015 –, a produtividade de diversos setores econômicos pode ser ameaçada.
“Em São Paulo, por alguns meses, não ficou claro se as indústrias, como a de alumínio, grande consumidora de água, poderiam continuar produzindo no ritmo anterior à crise hídrica”, lembra o líder do programa de desenvolvimento sustentável do Banco Mundial no Brasil, Gregor Wolf.
Disponível em<https://nacoesunidas.org/brasil-concentra-20-da-agua-do-mundo-mas-menos-da-metade-da-populacao-tem-acesso-a-saneamento/>
Leia as asserções a seguir.
I Economia brasileira depende da água
PORQUE
II 62% da energia do país é gerada em usinas hidrelétricas e 72% da água disponível para o consumo é destinada à irrigação na agricultura.
A respeito dessas asserções, fundamentando-se na leitura do texto acima, assinale a opção correta.
A charge é um gênero textual que satiriza acontecimentos atuais, com espaço e tempo definidos, utilizando linguagem não verbal ou mesclando linguagem verbal e não verbal. Observe a charge a seguir.

Leia as sentenças propostas:
I Um dos problemas da falta d’água é o desperdício praticado pelo consumidor.
II Nem todas as pessoas têm acesso ao sistema de água tratada e encanada.
III Os moradores de rua só têm acesso à agua desperdiçada pelo consumidor pagante.
IV A água desperdiçada por alguém é sempre reaproveitada por outro sujeito.
Com base na leitura da charge, é correto o que se afirma:

Assinale a alternativa que mostra corretamente qual o valor da célula D3 após ser copiado o conteúdo da célula D1.