Questões de Concurso
Para samae de blumenau - sc
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Referente à química de complexos e ao composto [Co(en)3]3+, analise as informações a seguir. Considere que Co+3 é d6:
I. Sua denominação é tris(etilenodiamina)cobalto (III).
II. Possui uma baixa estabilidade devido ao efeito quelato.
III. Possui geometria octaédrica, podendo gerar isômeros.
IV. Exibe baixa força de campo ligante.
V. Apresenta comportamento diamagnético.
É correto o que se afirma em:
Com relação à cromatografia gasosa, analise as afirmativas a seguir:
I. Colunas mais curtas geralmente proporcionam melhor resolução.
II. Para evitar a saturação do detector são utilizados injetores split para amostras muito concentradas.
III. O detector de ionização de chama é sensível a todos os compostos orgânicos, independentemente de possuírem ou não grupos funcionais.
IV. Compostos menos voláteis tendem a apresentar maior mobilidade na fase móvel.
É correto o que se afirma em:
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona tipos de espectrometria a suas características:
Primeira coluna: tipos de espectrometria de Ressonância Magnética Nuclear (RMN)
1.¹H-RMN
2.¹³C-RMN
3.19F-RMN
4.RMN Multinuclear
Segunda coluna: características
() Espectrometria que proporciona informações específicas sobre flúor em uma molécula.
() Método que oferece uma visão mais geral da estrutura molecular, sendo especialmente útil para compostos orgânicos mais complexos.
() Técnica que fornece informações detalhadas sobre os ambientes químicos dos prótons em uma molécula.
() Técnica que envolve a utilização de vários núcleos diferentes na mesma análise, ampliando as possibilidades de caracterização de compostos.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Referente às funções orgânicas, associe as duas colunas:
Coluna 1: estrutura

Coluna 2: nome
() éter
() aldeído
() éster
() ácido carboxílico
() amida
() amina
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
De acordo com a nomenclatura de compostos inorgânicos, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
() O composto HClO3 é denominado ácido clórico e o cloro possui estado de oxidação +5.
() O ácido H2CO3 é denominado ácido carbonoso e o carbono possui estado de oxidação +4.
() O hidróxido cúprico possui fórmula CuOH e também pode ser chamado de hidróxido de cobre (I).
() O trióxido de diarsênio possui fórmula molecular As2 O3.
() O nitrito de alumínio apresenta fórmula molecular Al(NO2)3.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Com base nas semi-reações de oxirredução a seguir, assinale a alternativa correta:
Mg2+(aq) + 2e-→ Mg(s) E° = - 2,37 V Mg(OH)2(aq) + 2e- → Mg(s) + 2OH-(aq) E° = - 2,69 V
Cu2+(aq) + 2e-→ Cu(s) E° = + 0,34 V Cu(OH)2(aq) + 2e- → Cu(s) + 2OH-(aq) E° = - 0,22 V
2H+(aq) + 2e-→ H2(g) E° = 0 V 2H2O(l) + 2e- → H2(g) + 2OH-(aq) E° = - 0,83 V
Com base na Lei Orgânica do município de Blumenau, em seu art. 73, analise as asserções a seguir:
I.A administração pública direta do Município obedecerá aos princípios de soberania nacional, propriedade privada, redução das desigualdades sociais, busca do pleno emprego e eficiência e, também, aos demais princípios da Constituição Federal, no que couber, sobre a administração pública, e a esta Lei Orgânica,
CONSIDERANDO AINDA QUE
II. o Município assegura a seus servidores ativos, apenas, na forma da lei municipal, sistema previdenciário de assistência médica, odontológica, assistência social, pensão e aposentadoria, com instituição de contribuição cobrada dos servidores para custeio.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Uma estudante de 23 anos morreu por exaustão térmica, que provocou um choque cardiovascular e comprometimento grave dos pulmões durante o show de uma cantora norte-americana, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2023. O show ocorreu em um período de forte calor em vários estados do país. À ocasião, a sensação térmica se aproximou dos 60°C naquela cidade. Tal episódio resultou em uma portaria (GAB-SENACON/MJSP N.º 35/2023) que determinou que as empresas responsáveis pela produção de shows, festivais e quaisquer eventos especialmente expostos ao calor, em períodos de alta temperatura, devem:
I.garantir o acesso gratuito de garrafas de uso pessoal, contendo água para consumo no evento.
II.liberar a entrada de qualquer bebida não alcoólica em shows, festivais e quaisquer eventos de grandes proporções.
III.disponibilizar bebedouros ou realizar distribuição de embalagens com água adequada para consumo, mediante a instalação de ilhas de hidratação de fácil acesso a todos os presentes, com irrisório custo adicional ao consumidor.
IV.garantir que tanto os pontos de venda de bebidas quanto os pontos de distribuição gratuita de água estejam dispostos em regiões estratégicas do local evento, a fim de facilitar o acesso pelos consumidores, consideradas a estrutura física e a quantidade estimada de participantes.
É correto o que se afirma em:
A primeira ação no sentido de tratar água para consumo humano, em Blumenau, ocorreu na ______________________________, quando os padres franciscanos construíram um sistema de tratamento de água para abastecer o Colégio Santo Antônio e o Convento, baseados na técnica de tratamento que haviam trazido da Europa (SAMAE, 2024).
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas
No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.
Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.
Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.
Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.
Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.
Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.
O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.
Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.
Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.
Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.
No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.
Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.
Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.
Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Considere a sintaxe dos seguintes períodos, retirados de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":
I. Mas a comunidade científica já sabia que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.
II. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado.
III. Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados.
Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a função sintática do "que" em cada uma das sentenças:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas
No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.
Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.
Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.
Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.
Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.
Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.
O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.
Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.
Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.
Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.
No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.
Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.
Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.
Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
A respeito das relações coesivas em "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas", indique o que está sendo retomado por cada um dos seguintes termos:
I. desse cenário (primeiro parágrafo)
a. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor.
b. recordes de temperatura do planeta foram rompidos.
II. Esses dados (segundo parágrafo)
a. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC.
b. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico.
III. sua ocorrência (décimo primeiro parágrafo)
a. Brasil.
b. El Niño.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas
No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.
Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.
Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.
Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.
Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.
Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.
O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.
Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.
Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.
Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.
No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.
Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.
Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.
Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
De acordo com o que dispõe a Norma Regulamentadora NR 1 (Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), a organização deve implementar, por estabelecimento, o gerenciamento de riscos ocupacionais em suas atividades. O gerenciamento de riscos ocupacionais deve constituir um Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR. Isso posto, considere as asserções a seguir:
I. A critério da organização, o PGR pode ser implementado por unidade operacional, setor ou atividade.
II. O PGR não pode ser atendido por sistemas de gestão, mesmo que estes cumpram as exigências previstas nesta NR e em dispositivos legais de segurança e saúde no trabalho.
III. O histórico das atualizações do inventário de riscos ocupacionais do PGR deve ser mantido por um período mínimo de 10 (dez) anos ou pelo período estabelecido em normatização específica.
É correto o que se afirma em:
O Técnico em Segurança do Trabalho da empresa de captação, tratamento e distribuição de água precisa adequar o fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPI) em sua empresa e, para tanto, precisa se atentar a alguns detalhes presentes nas normas nacionais vigentes. Isso posto, considere as asserções a seguir:
I. A limpeza, guarda e conservação dos EPI são de responsabilidade da organização.
II. A higienização e manutenção periódica dos EPI, quando aplicáveis esses procedimentos, em conformidade com as informações fornecidas pelo fabricante ou importador, são de responsabilidade da organização.
III. A organização deve registrar o fornecimento dos EPI ao colaborador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico, inclusive, por sistema biométrico.
É correto o que se afirma em:
De acordo com a Norma Regulamentadora NR 24 (Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho), os dormitórios dos alojamentos devem dispor de instalações sanitárias, respeitada a proporção de 01 (uma) instalação sanitária com chuveiro para cada 10 (dez) trabalhadores hospedados ou fração, e ser separadas por sexo. Deve ser respeitada uma distância máxima para a localização das instalações sanitárias caso essas não sejam parte integrante dos dormitórios, e deve existir interligação por passagens de piso lavável e cobertura. Essa distância estipulada pela referida norma regulamentadora é de: