Questões de Concurso Para cefet-rj

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Q3489876 Matemática

Considere o triângulo retângulo ABC:


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O ponto A encontra-se a √3 cm de distância do ponto B e BÂD = DÂC = 30°. A distância entre os pontos C e D, em centímetros, é:

Alternativas
Q3489875 Matemática
Uma empresa iniciará a rotulação de garrafas com o auxílio de um maquinário apropriado, que rotula uma mesma quantidade de garrafas por hora. Verificou-se que, após 4 horas de trabalho, 4800 garrafas foram rotuladas. A função que associa o tempo de trabalho t, em horas, após o início de funcionamento da máquina, ao número de garrafas que foram rotuladas até esse momento tem lei de formação: 
Alternativas
Q3489874 Matemática
A expressão √2 + √8 - √32 + √128 é igual a:
Alternativas
Q3489873 Matemática
O professor Luiz aplicou uma prova em sua turma de 30 estudantes. Ele verificou que a média das notas nessa primeira avaliação foi 5,6. Ao aplicar a segunda prova para os mesmos estudantes, percebeu que as notas de:

• 12 deles aumentaram em 1 ponto;
• 14 deles aumentaram em 0,5 ponto;
• 4 deles aumentaram em 2 pontos.

A média da turma na segunda prova foi:
Alternativas
Q3489872 Matemática
Viviane, Rodrigo e Déborah cuidam cada um de um cachorro. Para tornar mais barata a compra da ração, optam por um pacote grande, que custa R$ 210,00 e dividem esse valor de forma diretamente proporcional ao peso de seus cachorros. Se os cachorros de Viviane, de Rodrigo e de Déborah pesam, respectivamente, 4kg, 12kg e 14kg, então Rodrigo e Déborah pagarão juntos, em reais, pela compra da ração:
Alternativas
Q3489871 Matemática
Nas prateleiras de um mercado, consumidores podem encontrar três tipos de cartelas de ovos em promoção. A cartela X tinha preço de R$ 8,00, mas na promoção passa a custar R$ 6,80. A cartela Y teve seu preço reduzido de R$ 11,00 para R$ 9,35, enquanto a cartela Z teve uma mudança no preço de R$ 12,00 para R$ 10,20. É correto afirmar que: 
Alternativas
Q3489870 Matemática
O autódromo de Interlagos, onde são realizadas as etapas da Fórmula 1 em São Paulo, possui uma pista com extensão de 4,3 km. Uma empresa confeccionou uma miniatura desse autódromo na escala 1 : 5 000. Nessa versão, a pista do autódromo terá a extensão, em centímetros, de: 
Alternativas
Q3489869 Raciocínio Lógico
Matheus, Patrícia e Anna frequentaram a mesma academia de musculação durante o mês de abril. Enquanto Matheus esteve presente do dia 1 até o dia 10 e do dia 20 até o dia 30 desse mês, Patrícia esteve presente do dia 8 até o dia 25. Anna conseguiu ir à academia do dia 9 até o dia 29. O total de dias em que, durante o mês de abril, Matheus, Patrícia e Anna estiveram na academia durante um mesmo dia é igual a: 
Alternativas
Q3489868 Matemática
Dentre as alternativas abaixo, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q3489867 Matemática
Celso paga R$ 1250,00 de mensalidade do plano de saúde. Ele foi informado de que haverá um aumento de 15%. A nova mensalidade custará, em reais:
Alternativas
Q3489866 Raciocínio Lógico
Nathan e Angelina tocam instrumentos de percussão no bandão do CEFET. Em uma determinada música, Nathan deve dar uma batida a cada 4 segundos e Angelina, uma batida a cada 5 segundos. Em um instante da música, eles tocam juntos. Após esse instante, o número de segundos até que toquem juntos novamente é:
Alternativas
Q3489865 Matemática

A expressão abaixo é igual a:



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Alternativas
Q3489864 Matemática
Sr. e Sra. Fonseca sempre dividem igualmente as despesas da casa. Ele pagou R$ 1530,00 do cartão de crédito e ela R$ 2460,00 com a escola do filho e outras contas da casa. O Sr. Fonseca deve à Sra. Fonseca, em reais:
Alternativas
Q3489863 Matemática
A equação 3.(x-4)=2025 tem como única solução o valor: 
Alternativas
Q3489862 Matemática
Um time de futebol pretende vender um de seus atletas pelo valor de 35 milhões de euros. Considerando a taxa de câmbio em que 1 euro equivale a 6,37 reais, o valor pretendido para a venda desse atleta, em milhões de reais, é:
Alternativas
Q3489861 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No trecho “Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade” (5º parágrafo), o emprego da forma verbal em destaque sugere que a autora: 
Alternativas
Q3489860 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No segundo parágrafo, a autora menciona a opinião de um grupo de cientistas com o objetivo principal de: 
Alternativas
Q3489859 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
Na passagem "Como tudo na vida tem seu preço, a conta está para chegar, oficialmente [...]" (1º parágrafo), o vocábulo em destaque assume valor de: 
Alternativas
Q3489858 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
O emprego das aspas na expressão “todo mundo tem”, no primeiro parágrafo, assume o papel de:
Alternativas
Q3489857 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
A estratégia argumentativa predominante no desenvolvimento do artigo é a enumeração de: 
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: B
44: C
45: C
46: A
47: C
48: B
49: B
50: D
51: D
52: C
53: A
54: D
55: B
56: A
57: B
58: A
59: C
60: A