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Um dos requisitos legais para se obter a habilitação é a aptidão física e mental do condutor. Ao disciplinar essa avaliação, o Código de Trânsito dispõe que
Para candidatar-se ao cargo de motorista de uma empresa de ônibus, Joaquim terá de se habilitar na(s) categoria(s)
Constituem elementos do ato administrativo:
O Departamento de Trânsito do Estado do Acre (DETRAN/ ACRE), uma autarquia estadual, foi criado por
Analise as assertivas abaixo, considerando os princípios da Administração Pública.
I – O princípio da razoável duração do processo, inserido na Constituição da República pela Emenda no 45/04 (Reforma do Judiciário), não se aplica aos processos administrativos.
II – O princípio da segurança jurídica é violado quando da aplicação retroativa de nova interpretação jurídica conferida pela Administração Pública a um mesmo dispositivo legal.
III – O princípio da legalidade administrativa confere aos agentes da Administração Pública a plena liberdade de atuação, excetuando-se, apenas, as condutas expressamente vedadas por lei.
É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
Uma lei estadual que estabeleça normas gerais sobre mototáxi e serviços de mototaxista é inconstitucional porque a competência para legislar sobre a matéria é
A Constituição Brasileira de 1988 foi, na história brasileira, a que prescreveu um elenco mais extenso de direitos e garantias fundamentais. Considere as proposições a seguir sobre princípios assegurados na Constituição.
I – Todos são iguais perante a lei (princípio da isonomia).
II – A Administração Pública não será obrigada a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (princípio da legalidade).
III – Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória (princípio da presunção de inocência).
IV – A lei não excluirá de apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito (princípio do acesso à justiça).
Estão corretas APENAS as proposições
Considere as afirmativas abaixo.
I – Compete à União Federal legislar sobre diretrizes da política nacional de transportes, podendo os Estados, na ausência de lei federal, editar lei sobre a matéria.
II – Compete exclusivamente à União estabelecer política de educação para a segurança do trânsito.
III – Compete privativamente à União legislar sobre trânsito e transportes, podendo a União delegar aos Estados a competência para legislar sobre alguma questão específica relacionada ao tema.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
Em uma urna há 4 bolas: 2 azuis, 1 branca e 1 verde. É correto afirmar que
A negação da proposição “Mário é brasileiro ou Maria não é boliviana” é
Sobre uma mesa há 3 moedas do sistema monetário brasileiro, cujos valores são diferentes. Retira-se uma delas, de modo que as duas moedas que permanecem sobre a mesa totalizam 30 centavos. Coloca-se a moeda retirada de volta e, a seguir, retira-se outra moeda. Dessa vez, as duas moedas que permanecem sobre a mesa somam 15 centavos. A soma, em centavos, dos valores das 3 moedas é
Analise a planilha e o gráfico a seguir, que representam a venda de produtos por mês.
Considerando a situação apresentada no gráfico, o eixo x representa os meses, o y representa o total de vendas, e as linhas, os respectivos produtos. No gráfico que foi produzido a partir da planilha, a linha pontilhada e indicada pela seta representa as vendas do seguinte produto:
Um usuário do Word 2000, com suas configurações padrões, deseja configurar o mesmo tipo de fonte, borda, alinhamento e espaçamento, antes e após cada parágrafo, para todos os parágrafos do seu documento. Qual recurso ele deve utilizar para definir todo esse conjunto de formatações?
A figura acima mostra a janela denominada Arquivos, que está sendo executada em um computador com Windows XP, em sua configuração padrão. O que ocorrerá após se clicar em e, em seguida, clicar
?
Jorge dirigia o carro de João, seu irmão, em via de mão dupla. Para desviar de caminhão que realizava descarga à sua frente, acabou cruzando a faixa divisória e invadindo, momentaneamente, a pista em sentido oposto. Após ultrapassar o caminhão, foi abordado por Policial Militar que identificou o condutor e comunicou que lavraria auto de infração por ultrapassagem pela contramão em local proibido. Irresignado com a autuação, Jorge se recusou a assinar o auto de infração, afirmando que o Policial não teria como provar o cometimento da infração. Nesta situação
Joaquim, embriagado, conduzia seu veículo à velocidade de 20 km/h em rodovia federal, na qual a velocidade máxima permitida é de 110 km/h. Ao ser abordado pela autoridade policial, esta verificou ainda que Joaquim estava com o direito de dirigir suspenso. No que tange à esfera administrativa, considere as afirmativas abaixo.
I – Joaquim computará quatro pontos em sua carteira pelo fato de dirigir em velocidade abaixo da mínima permitida.
II – Joaquim praticou infração grave ao dirigir embriagado.
III – A violação à suspensão do direito de dirigir acarreta pontuação maior que a direção sob efeito de álcool.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES: O PREÇO DO TEMPO PERDIDO
Quem não passou pelo pesadelo de sair de casa
para um compromisso com hora marcada e ver o
cronograma estourar por causa do trânsito? Assim se
perderam viagens, reuniões de negócios, provas na
5 escola e outras oportunidades. Resultado: prejuízo na
certa. Seja ele financeiro ou mesmo moral — afinal,
como fica a cara de quem chega atrasado ao trabalho?
Mas será que existe um mecanismo que leve ao cálcu-
lo das perdas provocadas por estes preciosos minutos
10 gastos dentro de um automóvel — ou transporte coleti-
vo — numa avenida de uma grande cidade brasileira?
Quanto custa um engarrafamento? As respostas para
estas perguntas, infelizmente, ninguém sabe ao certo.
Estudo do Denatran, em parceria com o Ipea, so-
15 bre “Impactos Sociais e Econômicos dos Acidentes de
Trânsito nas Rodovias Brasileiras” revela que — além
da perda de tempo — a retenção no trânsito provoca
ainda o aumento do custo de operação de cada veículo
— combustível e desgaste de peças. Os congestio-
20 namentos trazem danos também para os governos.
Cidades e estados gastam fortunas com esquemas de
tráfego, engenheiros, equipamentos e guardas de trân-
sito.
Quando motivado por acidente, o engarrafamento
25 fica ainda mais caro, pois envolve bombeiros, ambu-
lâncias, médicos, hospitais, internações, medicamen-
tos, lucros cessantes e, eventualmente, custos fúne-
bres, além das perdas familiares. Nos Estados Unidos,
as autoridades incluíram, no custo financeiro do engar-
30 rafamento, o estresse emocional provocado em suas
75 maiores cidades. Conta final: U$ 70 bilhões/ano. Isso
sem falar nos custos ambientais — é consenso na co-
munidade científica que a queima de combustíveis fó-
sseis, como o petróleo, pelos automóveis é uma das prin-
35 cipais causas de emissões de carbono, um dos causa-
dores do aquecimento global.
A maior cidade do Brasil tem também os maiores
engarrafamentos. A frota da Grande São Paulo atingiu,
em 2008, a marca de seis milhões de veículos. Este
40 número só aumenta: são vendidos cerca de 600 carros
por dia — segundo a Associação Nacional dos Fabri-
cantes de Veículos Automotores (Anfavea). O consul-
tor de tráfego Horácio Figueira só vê uma solução: “É
preciso priorizar o transporte coletivo. Caso contrário,
45 as cidades vão parar”, alerta. Enquanto 60% da popu-
lação do país utilizam o transporte público, apenas 47%
dos paulistanos seguem o mesmo exemplo. A falta de
conforto e os itinerários limitados dos ônibus levaram
30% dos usuários a optar pelas vans, realimentando os
50 quilométricos congestionamentos da cidade.
CARNEIRO, Claudio. In: Opinião e Notícia, 20 mar. 2008. Disponível em: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/transito-nas-grandes-cidades-opreco-do-tempo-perdido. Acesso em: 3 ago. 2009.
Observe a sentença abaixo.
É preciso priorizar o transporte coletivo. Caso contrário, as cidades vão parar.
Marque a opção em que a reescritura causa ALTERAÇÃO de significado.
TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES: O PREÇO DO TEMPO PERDIDO
Quem não passou pelo pesadelo de sair de casa
para um compromisso com hora marcada e ver o
cronograma estourar por causa do trânsito? Assim se
perderam viagens, reuniões de negócios, provas na
5 escola e outras oportunidades. Resultado: prejuízo na
certa. Seja ele financeiro ou mesmo moral — afinal,
como fica a cara de quem chega atrasado ao trabalho?
Mas será que existe um mecanismo que leve ao cálcu-
lo das perdas provocadas por estes preciosos minutos
10 gastos dentro de um automóvel — ou transporte coleti-
vo — numa avenida de uma grande cidade brasileira?
Quanto custa um engarrafamento? As respostas para
estas perguntas, infelizmente, ninguém sabe ao certo.
Estudo do Denatran, em parceria com o Ipea, so-
15 bre “Impactos Sociais e Econômicos dos Acidentes de
Trânsito nas Rodovias Brasileiras” revela que — além
da perda de tempo — a retenção no trânsito provoca
ainda o aumento do custo de operação de cada veículo
— combustível e desgaste de peças. Os congestio-
20 namentos trazem danos também para os governos.
Cidades e estados gastam fortunas com esquemas de
tráfego, engenheiros, equipamentos e guardas de trân-
sito.
Quando motivado por acidente, o engarrafamento
25 fica ainda mais caro, pois envolve bombeiros, ambu-
lâncias, médicos, hospitais, internações, medicamen-
tos, lucros cessantes e, eventualmente, custos fúne-
bres, além das perdas familiares. Nos Estados Unidos,
as autoridades incluíram, no custo financeiro do engar-
30 rafamento, o estresse emocional provocado em suas
75 maiores cidades. Conta final: U$ 70 bilhões/ano. Isso
sem falar nos custos ambientais — é consenso na co-
munidade científica que a queima de combustíveis fó-
sseis, como o petróleo, pelos automóveis é uma das prin-
35 cipais causas de emissões de carbono, um dos causa-
dores do aquecimento global.
A maior cidade do Brasil tem também os maiores
engarrafamentos. A frota da Grande São Paulo atingiu,
em 2008, a marca de seis milhões de veículos. Este
40 número só aumenta: são vendidos cerca de 600 carros
por dia — segundo a Associação Nacional dos Fabri-
cantes de Veículos Automotores (Anfavea). O consul-
tor de tráfego Horácio Figueira só vê uma solução: “É
preciso priorizar o transporte coletivo. Caso contrário,
45 as cidades vão parar”, alerta. Enquanto 60% da popu-
lação do país utilizam o transporte público, apenas 47%
dos paulistanos seguem o mesmo exemplo. A falta de
conforto e os itinerários limitados dos ônibus levaram
30% dos usuários a optar pelas vans, realimentando os
50 quilométricos congestionamentos da cidade.
CARNEIRO, Claudio. In: Opinião e Notícia, 20 mar. 2008. Disponível em: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/transito-nas-grandes-cidades-opreco-do-tempo-perdido. Acesso em: 3 ago. 2009.
Observe o período.
A meta do governo é fazer com que as pessoas usem mais transportes coletivos.
Os verbos destacados no período acima podem ser substituídos, respectivamente, mantendo a correção gramatical, por
TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES: O PREÇO DO TEMPO PERDIDO
Quem não passou pelo pesadelo de sair de casa
para um compromisso com hora marcada e ver o
cronograma estourar por causa do trânsito? Assim se
perderam viagens, reuniões de negócios, provas na
5 escola e outras oportunidades. Resultado: prejuízo na
certa. Seja ele financeiro ou mesmo moral — afinal,
como fica a cara de quem chega atrasado ao trabalho?
Mas será que existe um mecanismo que leve ao cálcu-
lo das perdas provocadas por estes preciosos minutos
10 gastos dentro de um automóvel — ou transporte coleti-
vo — numa avenida de uma grande cidade brasileira?
Quanto custa um engarrafamento? As respostas para
estas perguntas, infelizmente, ninguém sabe ao certo.
Estudo do Denatran, em parceria com o Ipea, so-
15 bre “Impactos Sociais e Econômicos dos Acidentes de
Trânsito nas Rodovias Brasileiras” revela que — além
da perda de tempo — a retenção no trânsito provoca
ainda o aumento do custo de operação de cada veículo
— combustível e desgaste de peças. Os congestio-
20 namentos trazem danos também para os governos.
Cidades e estados gastam fortunas com esquemas de
tráfego, engenheiros, equipamentos e guardas de trân-
sito.
Quando motivado por acidente, o engarrafamento
25 fica ainda mais caro, pois envolve bombeiros, ambu-
lâncias, médicos, hospitais, internações, medicamen-
tos, lucros cessantes e, eventualmente, custos fúne-
bres, além das perdas familiares. Nos Estados Unidos,
as autoridades incluíram, no custo financeiro do engar-
30 rafamento, o estresse emocional provocado em suas
75 maiores cidades. Conta final: U$ 70 bilhões/ano. Isso
sem falar nos custos ambientais — é consenso na co-
munidade científica que a queima de combustíveis fó-
sseis, como o petróleo, pelos automóveis é uma das prin-
35 cipais causas de emissões de carbono, um dos causa-
dores do aquecimento global.
A maior cidade do Brasil tem também os maiores
engarrafamentos. A frota da Grande São Paulo atingiu,
em 2008, a marca de seis milhões de veículos. Este
40 número só aumenta: são vendidos cerca de 600 carros
por dia — segundo a Associação Nacional dos Fabri-
cantes de Veículos Automotores (Anfavea). O consul-
tor de tráfego Horácio Figueira só vê uma solução: “É
preciso priorizar o transporte coletivo. Caso contrário,
45 as cidades vão parar”, alerta. Enquanto 60% da popu-
lação do país utilizam o transporte público, apenas 47%
dos paulistanos seguem o mesmo exemplo. A falta de
conforto e os itinerários limitados dos ônibus levaram
30% dos usuários a optar pelas vans, realimentando os
50 quilométricos congestionamentos da cidade.
CARNEIRO, Claudio. In: Opinião e Notícia, 20 mar. 2008. Disponível em: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/transito-nas-grandes-cidades-opreco-do-tempo-perdido. Acesso em: 3 ago. 2009.
As palavras em destaque NÃO podem ser substituídas pelos pronomes à direita em:
TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES: O PREÇO DO TEMPO PERDIDO
Quem não passou pelo pesadelo de sair de casa
para um compromisso com hora marcada e ver o
cronograma estourar por causa do trânsito? Assim se
perderam viagens, reuniões de negócios, provas na
5 escola e outras oportunidades. Resultado: prejuízo na
certa. Seja ele financeiro ou mesmo moral — afinal,
como fica a cara de quem chega atrasado ao trabalho?
Mas será que existe um mecanismo que leve ao cálcu-
lo das perdas provocadas por estes preciosos minutos
10 gastos dentro de um automóvel — ou transporte coleti-
vo — numa avenida de uma grande cidade brasileira?
Quanto custa um engarrafamento? As respostas para
estas perguntas, infelizmente, ninguém sabe ao certo.
Estudo do Denatran, em parceria com o Ipea, so-
15 bre “Impactos Sociais e Econômicos dos Acidentes de
Trânsito nas Rodovias Brasileiras” revela que — além
da perda de tempo — a retenção no trânsito provoca
ainda o aumento do custo de operação de cada veículo
— combustível e desgaste de peças. Os congestio-
20 namentos trazem danos também para os governos.
Cidades e estados gastam fortunas com esquemas de
tráfego, engenheiros, equipamentos e guardas de trân-
sito.
Quando motivado por acidente, o engarrafamento
25 fica ainda mais caro, pois envolve bombeiros, ambu-
lâncias, médicos, hospitais, internações, medicamen-
tos, lucros cessantes e, eventualmente, custos fúne-
bres, além das perdas familiares. Nos Estados Unidos,
as autoridades incluíram, no custo financeiro do engar-
30 rafamento, o estresse emocional provocado em suas
75 maiores cidades. Conta final: U$ 70 bilhões/ano. Isso
sem falar nos custos ambientais — é consenso na co-
munidade científica que a queima de combustíveis fó-
sseis, como o petróleo, pelos automóveis é uma das prin-
35 cipais causas de emissões de carbono, um dos causa-
dores do aquecimento global.
A maior cidade do Brasil tem também os maiores
engarrafamentos. A frota da Grande São Paulo atingiu,
em 2008, a marca de seis milhões de veículos. Este
40 número só aumenta: são vendidos cerca de 600 carros
por dia — segundo a Associação Nacional dos Fabri-
cantes de Veículos Automotores (Anfavea). O consul-
tor de tráfego Horácio Figueira só vê uma solução: “É
preciso priorizar o transporte coletivo. Caso contrário,
45 as cidades vão parar”, alerta. Enquanto 60% da popu-
lação do país utilizam o transporte público, apenas 47%
dos paulistanos seguem o mesmo exemplo. A falta de
conforto e os itinerários limitados dos ônibus levaram
30% dos usuários a optar pelas vans, realimentando os
50 quilométricos congestionamentos da cidade.
CARNEIRO, Claudio. In: Opinião e Notícia, 20 mar. 2008. Disponível em: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/transito-nas-grandes-cidades-opreco-do-tempo-perdido. Acesso em: 3 ago. 2009.
Assinale a opção que traz os sinais de pontuação que podem ser usados para substituir os travessões em “— ou transporte coletivo —”. (l. 10-11)