Questões de Concurso
Para prefeitura de peruíbe - sp
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Dessa forma, as Práticas Corporais de Aventura na BNCC (2018) diferenciam-se com base no ambiente de que necessitam para serem realizadas.
Assinale a alternativa que identifica esses ambientes, de acordo com o referido documento.
A Unidade Temática Ginásticas, presente na Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018), apresenta propostas práticas com formas de organização e significados e são classificadas em três tipos diferentes.
Assinale a alternativa que representa corretamente a classificação das Ginásticas, de acordo com a BNCC (2018).
Como toda prática social, o esporte é passível de recriação por quem se envolve com ele. Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018), são apresentadas categorias de esportes, com o propósito de facilitar a compreensão que caracteriza cada uma delas.
O número de categorias de esportes definido na BNCC, para o ensino fundamental é:
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018) apresenta três elementos fundamentais comuns às práticas corporais.
Assinale a alternativa que corresponde a essa afirmação.
Não surpreende [...] que as dezenas de Estados pós-coloniais que surgiram após a Segunda Guerra Mundial, junto com a maior parte da América Latina, que também pertencia visivelmente às regiões dependentes no velho mundo imperial e industrial, logo se vissem agrupadas como o “Terceiro Mundo” — diz-se que o termo foi cunhado em 1952 —, em contraste com o “Primeiro Mundo” dos países capitalistas desenvolvidos e o “Segundo Mundo” dos países desenvolvidos comunistas.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos)
Para Hobsbawm, as nações do chamado Terceiro Mundo tinham em comum
A Revolução Francesa não foi feita ou liderada por um partido ou movimento organizado, no sentido moderno, nem por homens que estivessem tentando levar a cabo um programa estruturado. Em sua forma mais geral, a ideologia de 1789 era a maçônica [...]. Mais especificamente, as exigências do burguês foram delineadas na famosa Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções. Adaptado)
Para Hobsbawm, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão deve ser considerada como um documento que é
“Acredito nesta raça...,” dizia Joseph Chamberlain em 1895. Ele entoava um hino imperialista à glória dos ingleses e celebrava um povo cujos esforços superavam os de seus rivais franceses, espanhóis e outros. Aos outros povos, ”subalternos”, o inglês levava a superioridade de seu savoir-faire, de sua ciência também; o “fardo do homem branco” era civilizar o mundo, e os ingleses mostravam o caminho.
Essa convicção e essa missão significavam que, no fundo, os outros eram julgados como representantes de uma cultura inferior, e cabia aos ingleses, “vanguarda” da raça branca, educá-los, formá-los – embora sempre se mantendo à distância. Se os franceses também achavam que os nativos eram umas crianças, e sem dúvida os consideravam inferiores, suas convicções republicanas levavam-nos, porém, a fazer afirmações de outro teor, pelo menos em público, ainda que estas não estivessem necessariamente em consonância com seus atos.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII a XX)
Para Ferro, no contexto apresentado, o que aproximava franceses, ingleses e outros colonizadores era