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Q3679816 Português
Conforme a norma-padrão da língua portuguesa, a sentença que está correta em relação à regência verbal e nominal é: 
Alternativas
Q3679814 Português
Texto para responder a questão.


Rimas em língua de sinais: como rappers surdos estão mudando a música


Em abril de 2023, o DJ americano Supalee organizou o evento Supafest Reunion 2023 para celebrar os artistas e promotores da comunidade surda dos Estados Unidos. (...) Muitos desses artistas, ativistas e empresários contribuíram para uma cena de hip hop cada vez maior dentro da comunidade surda, que inclui um subgênero do rap conhecido como dip hop. À medida que o hip hop celebra seu 50º aniversário, cinco décadas de seu impacto cultural reverberam nos ambientes mainstream e underground. O que teve origem no Bronx, em Nova York, pode agora ser encontrado um pouco por todo o mundo, assumindo novas formas à medida que evoluiu numa diversidade de espaços e lugares (...). Dip hop é um dos muitos estilos de rap que se desenvolveram ao longo dos anos. Mas se destaca de outros subgêneros do hip hop porque os rappers criam rimas em línguas de sinais e músicas baseadas em suas experiências culturais na comunidade surda.


O nascimento de um movimento musical

Em 2005, o rapper Warren “Wawa” Snipe criou o termo “DIP HOP” em ASL e em inglês para classificar um estilo de rap em desenvolvimento na comunidade surda. Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda. (...) De muitas maneiras, o dip hop seguiu uma trajetória não muito diferente do hip hop. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, DJs surdos e empresários do entretenimento organizaram festas (...), eventos noturnos e reuniões sociais. Esses locais ofereceram oportunidades para rappers, DJs, dançarinos e outros artistas começarem a desenvolver e explorar seu próprio estilo de hip hop e se conectar com outros rappers e DJs. Cidades com escolas para surdos serviram como centros culturais para networking musical. (...) Além disso, maior acesso à tecnologia de gravação, sites de streaming de vídeo e mídias sociais deram aos artistas surdos ferramentas para criar música e se conectar com outros artistas e fãs. Embora a incorporação da linguagem de sinais seja um elemento fundamental do dip hop — e permaneça na vanguarda da definição desse estilo — o dip hop se estende muito além da criação de canções de rap originais em linguagem de sinais. Ele envolve expressão musical que é moldada através do prisma cultural surdo — canções que reorientam as noções dominantes do que pode ser considerado música. Ao mesmo tempo, cada artista tem seu próprio estilo de rap, com performances de dip hop assumindo uma variedade de formas e estruturas diferentes. Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré-gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais. (...) Dip hop, como muitos estilos de música, ganha vida por meio de apresentações ao vivo. Os artistas se movem pelo palco com as mãos voando no ar enquanto o público pulsa ao ritmo da batida do baixo. Alguns artistas mergulham ainda mais seu público na experiência musical usando instrumentos e equipamentos especializados, como subwoofers, objetos que podem conduzir vibrações como balões, ou novas formas de tecnologia háptica (tecnologias que um usuário experimenta por meio do sentido do tato). (...)


Entrando no 'mainstream'

Os artistas do dip hop têm lutado para serem reconhecidos como músicos — para que sua arte seja o foco das atenções, em vez do fato de serem surdos ou deficientes auditivos. (...) Em 2009, o rapper finlandês Marko “Signmark” Vuoriheimo assinou um contrato com a gravadora Warner Music Finland (...). Foi a primeira vez na história que um artista surdo assinou contrato com uma grande gravadora. (...) À medida que o dip hop evolui, ele continua a ultrapassar os limites da convenção. (...)

BBC News. Adaptado. Disponível em: 
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cernnp4xrwzo 
Considere as palavras I. artistas, II. rappers e III. idiomas, que ocorrem no texto. As palavras dadas apresentam marcas que indicam diferentes processos de formação. A marca que indica um processo comum a todas é:
Alternativas
Q3679813 Português
Texto para responder a questão.


Rimas em língua de sinais: como rappers surdos estão mudando a música


Em abril de 2023, o DJ americano Supalee organizou o evento Supafest Reunion 2023 para celebrar os artistas e promotores da comunidade surda dos Estados Unidos. (...) Muitos desses artistas, ativistas e empresários contribuíram para uma cena de hip hop cada vez maior dentro da comunidade surda, que inclui um subgênero do rap conhecido como dip hop. À medida que o hip hop celebra seu 50º aniversário, cinco décadas de seu impacto cultural reverberam nos ambientes mainstream e underground. O que teve origem no Bronx, em Nova York, pode agora ser encontrado um pouco por todo o mundo, assumindo novas formas à medida que evoluiu numa diversidade de espaços e lugares (...). Dip hop é um dos muitos estilos de rap que se desenvolveram ao longo dos anos. Mas se destaca de outros subgêneros do hip hop porque os rappers criam rimas em línguas de sinais e músicas baseadas em suas experiências culturais na comunidade surda.


O nascimento de um movimento musical

Em 2005, o rapper Warren “Wawa” Snipe criou o termo “DIP HOP” em ASL e em inglês para classificar um estilo de rap em desenvolvimento na comunidade surda. Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda. (...) De muitas maneiras, o dip hop seguiu uma trajetória não muito diferente do hip hop. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, DJs surdos e empresários do entretenimento organizaram festas (...), eventos noturnos e reuniões sociais. Esses locais ofereceram oportunidades para rappers, DJs, dançarinos e outros artistas começarem a desenvolver e explorar seu próprio estilo de hip hop e se conectar com outros rappers e DJs. Cidades com escolas para surdos serviram como centros culturais para networking musical. (...) Além disso, maior acesso à tecnologia de gravação, sites de streaming de vídeo e mídias sociais deram aos artistas surdos ferramentas para criar música e se conectar com outros artistas e fãs. Embora a incorporação da linguagem de sinais seja um elemento fundamental do dip hop — e permaneça na vanguarda da definição desse estilo — o dip hop se estende muito além da criação de canções de rap originais em linguagem de sinais. Ele envolve expressão musical que é moldada através do prisma cultural surdo — canções que reorientam as noções dominantes do que pode ser considerado música. Ao mesmo tempo, cada artista tem seu próprio estilo de rap, com performances de dip hop assumindo uma variedade de formas e estruturas diferentes. Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré-gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais. (...) Dip hop, como muitos estilos de música, ganha vida por meio de apresentações ao vivo. Os artistas se movem pelo palco com as mãos voando no ar enquanto o público pulsa ao ritmo da batida do baixo. Alguns artistas mergulham ainda mais seu público na experiência musical usando instrumentos e equipamentos especializados, como subwoofers, objetos que podem conduzir vibrações como balões, ou novas formas de tecnologia háptica (tecnologias que um usuário experimenta por meio do sentido do tato). (...)


Entrando no 'mainstream'

Os artistas do dip hop têm lutado para serem reconhecidos como músicos — para que sua arte seja o foco das atenções, em vez do fato de serem surdos ou deficientes auditivos. (...) Em 2009, o rapper finlandês Marko “Signmark” Vuoriheimo assinou um contrato com a gravadora Warner Music Finland (...). Foi a primeira vez na história que um artista surdo assinou contrato com uma grande gravadora. (...) À medida que o dip hop evolui, ele continua a ultrapassar os limites da convenção. (...)

BBC News. Adaptado. Disponível em: 
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cernnp4xrwzo 
Considere o excerto: “Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais.” Nesse contexto, as palavras “aqueles” e “outros” são recursos coesivos empregados com a função textual de:  
Alternativas
Q3679812 Português
Texto para responder a questão.


Rimas em língua de sinais: como rappers surdos estão mudando a música


Em abril de 2023, o DJ americano Supalee organizou o evento Supafest Reunion 2023 para celebrar os artistas e promotores da comunidade surda dos Estados Unidos. (...) Muitos desses artistas, ativistas e empresários contribuíram para uma cena de hip hop cada vez maior dentro da comunidade surda, que inclui um subgênero do rap conhecido como dip hop. À medida que o hip hop celebra seu 50º aniversário, cinco décadas de seu impacto cultural reverberam nos ambientes mainstream e underground. O que teve origem no Bronx, em Nova York, pode agora ser encontrado um pouco por todo o mundo, assumindo novas formas à medida que evoluiu numa diversidade de espaços e lugares (...). Dip hop é um dos muitos estilos de rap que se desenvolveram ao longo dos anos. Mas se destaca de outros subgêneros do hip hop porque os rappers criam rimas em línguas de sinais e músicas baseadas em suas experiências culturais na comunidade surda.


O nascimento de um movimento musical

Em 2005, o rapper Warren “Wawa” Snipe criou o termo “DIP HOP” em ASL e em inglês para classificar um estilo de rap em desenvolvimento na comunidade surda. Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda. (...) De muitas maneiras, o dip hop seguiu uma trajetória não muito diferente do hip hop. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, DJs surdos e empresários do entretenimento organizaram festas (...), eventos noturnos e reuniões sociais. Esses locais ofereceram oportunidades para rappers, DJs, dançarinos e outros artistas começarem a desenvolver e explorar seu próprio estilo de hip hop e se conectar com outros rappers e DJs. Cidades com escolas para surdos serviram como centros culturais para networking musical. (...) Além disso, maior acesso à tecnologia de gravação, sites de streaming de vídeo e mídias sociais deram aos artistas surdos ferramentas para criar música e se conectar com outros artistas e fãs. Embora a incorporação da linguagem de sinais seja um elemento fundamental do dip hop — e permaneça na vanguarda da definição desse estilo — o dip hop se estende muito além da criação de canções de rap originais em linguagem de sinais. Ele envolve expressão musical que é moldada através do prisma cultural surdo — canções que reorientam as noções dominantes do que pode ser considerado música. Ao mesmo tempo, cada artista tem seu próprio estilo de rap, com performances de dip hop assumindo uma variedade de formas e estruturas diferentes. Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré-gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais. (...) Dip hop, como muitos estilos de música, ganha vida por meio de apresentações ao vivo. Os artistas se movem pelo palco com as mãos voando no ar enquanto o público pulsa ao ritmo da batida do baixo. Alguns artistas mergulham ainda mais seu público na experiência musical usando instrumentos e equipamentos especializados, como subwoofers, objetos que podem conduzir vibrações como balões, ou novas formas de tecnologia háptica (tecnologias que um usuário experimenta por meio do sentido do tato). (...)


Entrando no 'mainstream'

Os artistas do dip hop têm lutado para serem reconhecidos como músicos — para que sua arte seja o foco das atenções, em vez do fato de serem surdos ou deficientes auditivos. (...) Em 2009, o rapper finlandês Marko “Signmark” Vuoriheimo assinou um contrato com a gravadora Warner Music Finland (...). Foi a primeira vez na história que um artista surdo assinou contrato com uma grande gravadora. (...) À medida que o dip hop evolui, ele continua a ultrapassar os limites da convenção. (...)

BBC News. Adaptado. Disponível em: 
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cernnp4xrwzo 
Assinale a alternativa em que, na sentença apresentada, ocorre uma oração subordinada adverbial proporcional. 
Alternativas
Q3679734 História
During the period of British colonization, the English language spread to various regions around the world. Which continent has the largest number of English-speaking countries as a legacy of British colonial influence? 
Alternativas
Q3679733 Inglês
Which of the following words correctly demonstrates a morphological process in English?
Alternativas
Q3679732 Inglês
In an English course, students are engaged in a communicative approach to learning the language. They are encouraged to interact in English, practice conversation, and use the language in everyday situations. Which of the following statements best describes the emphasis of this methodological approach?
Alternativas
Q3679731 Inglês
Students are analyzing a set of news articles written by different authors from various English-speaking countries. The articles discuss the implications of climate change on global economies and the environment. Students are tasked with identifying the authors' viewpoints and summarizing their arguments.
Which language and culture-related skill does this task best develop? 
Alternativas
Q3679730 Pedagogia
An English language class is collaborating with a history class on a joint project. Students are tasked with researching and presenting on the historical, cultural, and linguistic influences of the British Empire on the English language. They need to explore how English evolved through colonization and its impact on various cultures. Which of the following best represents the key concept of interculturality and interdisciplinarity in this collaborative project? 
Alternativas
Q3679729 Inglês

Imagem associada para resolução da questão


Pickles by Brian Crane for April 21, 2023



The pronoun 'it' in the second strip, refers to:

Alternativas
Q3679728 Inglês
Imagem associada para resolução da questão
Calvin and Hobbes by Bill Watterson for August 28, 2014

In the third strip, the line "This should qualify in another 15 minutes" means:
Alternativas
Q3679727 Inglês
Which of the following statements best reflects the principle of "learner-centeredness" in English language teaching, emphasizing the learner's active role in the learning process? 
Alternativas
Q3679726 Inglês
The social use of language in professional environments has become more diverse and dynamic than ever. From the polished and informative style found in newspaper articles that captivate readers, to the clear and concise language of instructional materials guiding us through complex tasks, and the articulate and persuasive discourse of lectures that leave a lasting impact, the language in the professional realm varies widely to serve different purposes. Furthermore, as English learners, it's important to be well-versed in an array of communication styles to meet various needs. Students may require the ability to comprehend and engage with news articles to stay informed, craft persuasive advertisements to market products effectively, understand technical manuals for operating machinery, compose emails for professional correspondence, appreciate the nuances of song lyrics, and much more.

In the context of English language learning, what is the significance of understanding and practicing communication styles used in professional settings? 
Alternativas
Q3679725 Inglês
In the context of English language teaching, the concept of "coherence" refers to the _______ of ideas within a text, while "cohesion" deals with the _______ between words, phrases, and sentences, contributing to text _______. Choose the terms that best fill in the blanks from the following alternatives:
Alternativas
Q3679724 Inglês
Read the excerpt to answer question .

October 9th 1942


“Today I have nothing but dismal and depressing news to report. Our many Jewish friends and acquaintances are being taken away in droves. The Gestapo is treating them very roughly and transporting them in cattle cars to Westerbork, the big camp in Drenthe to which they’re sending all the Jews. Miep told us about someone who’d managed to escape from there. It must be terrible in Westerbork. The people get almost nothing to eat, much less to drink, as water is available only one hour a day, and there’s only one toilet and sink for several thousand people. Men and women sleep in the same room, and women and children often have their heads shaved. Escape is almost impossible; many people look Jewish, and they’re branded by their shorn heads. If it’s that bad in Holland, what must it be like in those faraway and uncivilized places where the Germans are sending them? We assume that most of them are being murdered. The English radio says they’re being gassed. Perhaps that’s the quickest way to die. I feel terrible. Miep’s accounts of these horrors are so heartrending… Fine specimens of humanity, those Germans, and to think I’m actually one of them! No, that’s not true, Hitler took away our nationality long ago. And besides, there are no greater enemies on earth than the Germans and Jews.”

The Diary of Anne Frank 1942-1944 
In the passage from Anne Frank's diary, what synonym could replace the word "depressing" without altering the meaning of the text?
Alternativas
Q3679723 Inglês
Read the excerpt to answer question .

October 9th 1942


“Today I have nothing but dismal and depressing news to report. Our many Jewish friends and acquaintances are being taken away in droves. The Gestapo is treating them very roughly and transporting them in cattle cars to Westerbork, the big camp in Drenthe to which they’re sending all the Jews. Miep told us about someone who’d managed to escape from there. It must be terrible in Westerbork. The people get almost nothing to eat, much less to drink, as water is available only one hour a day, and there’s only one toilet and sink for several thousand people. Men and women sleep in the same room, and women and children often have their heads shaved. Escape is almost impossible; many people look Jewish, and they’re branded by their shorn heads. If it’s that bad in Holland, what must it be like in those faraway and uncivilized places where the Germans are sending them? We assume that most of them are being murdered. The English radio says they’re being gassed. Perhaps that’s the quickest way to die. I feel terrible. Miep’s accounts of these horrors are so heartrending… Fine specimens of humanity, those Germans, and to think I’m actually one of them! No, that’s not true, Hitler took away our nationality long ago. And besides, there are no greater enemies on earth than the Germans and Jews.”

The Diary of Anne Frank 1942-1944 
The passage from Anne Frank's diary can be seen as an example of: 
Alternativas
Q3679722 Inglês
Read the excerpt to answer question .

October 9th 1942


“Today I have nothing but dismal and depressing news to report. Our many Jewish friends and acquaintances are being taken away in droves. The Gestapo is treating them very roughly and transporting them in cattle cars to Westerbork, the big camp in Drenthe to which they’re sending all the Jews. Miep told us about someone who’d managed to escape from there. It must be terrible in Westerbork. The people get almost nothing to eat, much less to drink, as water is available only one hour a day, and there’s only one toilet and sink for several thousand people. Men and women sleep in the same room, and women and children often have their heads shaved. Escape is almost impossible; many people look Jewish, and they’re branded by their shorn heads. If it’s that bad in Holland, what must it be like in those faraway and uncivilized places where the Germans are sending them? We assume that most of them are being murdered. The English radio says they’re being gassed. Perhaps that’s the quickest way to die. I feel terrible. Miep’s accounts of these horrors are so heartrending… Fine specimens of humanity, those Germans, and to think I’m actually one of them! No, that’s not true, Hitler took away our nationality long ago. And besides, there are no greater enemies on earth than the Germans and Jews.”

The Diary of Anne Frank 1942-1944 
In the passage, the author of the diary speculates on the fate of the Jewish people being transported to other places. What does she believe is happening to most of them? 
Alternativas
Q3679721 Inglês
Read the excerpt to answer question .

October 9th 1942


“Today I have nothing but dismal and depressing news to report. Our many Jewish friends and acquaintances are being taken away in droves. The Gestapo is treating them very roughly and transporting them in cattle cars to Westerbork, the big camp in Drenthe to which they’re sending all the Jews. Miep told us about someone who’d managed to escape from there. It must be terrible in Westerbork. The people get almost nothing to eat, much less to drink, as water is available only one hour a day, and there’s only one toilet and sink for several thousand people. Men and women sleep in the same room, and women and children often have their heads shaved. Escape is almost impossible; many people look Jewish, and they’re branded by their shorn heads. If it’s that bad in Holland, what must it be like in those faraway and uncivilized places where the Germans are sending them? We assume that most of them are being murdered. The English radio says they’re being gassed. Perhaps that’s the quickest way to die. I feel terrible. Miep’s accounts of these horrors are so heartrending… Fine specimens of humanity, those Germans, and to think I’m actually one of them! No, that’s not true, Hitler took away our nationality long ago. And besides, there are no greater enemies on earth than the Germans and Jews.”

The Diary of Anne Frank 1942-1944 
Based on the excerpt, what is the primary emotion expressed by the author regarding the treatment of Jewish people?
Alternativas
Q3679720 Inglês
Read the excerpt to answer question .

October 9th 1942


“Today I have nothing but dismal and depressing news to report. Our many Jewish friends and acquaintances are being taken away in droves. The Gestapo is treating them very roughly and transporting them in cattle cars to Westerbork, the big camp in Drenthe to which they’re sending all the Jews. Miep told us about someone who’d managed to escape from there. It must be terrible in Westerbork. The people get almost nothing to eat, much less to drink, as water is available only one hour a day, and there’s only one toilet and sink for several thousand people. Men and women sleep in the same room, and women and children often have their heads shaved. Escape is almost impossible; many people look Jewish, and they’re branded by their shorn heads. If it’s that bad in Holland, what must it be like in those faraway and uncivilized places where the Germans are sending them? We assume that most of them are being murdered. The English radio says they’re being gassed. Perhaps that’s the quickest way to die. I feel terrible. Miep’s accounts of these horrors are so heartrending… Fine specimens of humanity, those Germans, and to think I’m actually one of them! No, that’s not true, Hitler took away our nationality long ago. And besides, there are no greater enemies on earth than the Germans and Jews.”

The Diary of Anne Frank 1942-1944 
In the excerpt from "The Diary of Anne Frank," the author mentions that the Gestapo is treating Jewish people roughly and transporting them to a specific camp. Which camp are they being sent to? 
Alternativas
Q3679704 Educação Artística
“Baseado na palavra italiana para “rabisco” graffiti são palavras, desenhos, expressões ou garatujas rabiscadas em muros e paredes. Encontrado até nas tumbas do Egito, o graffiti foi levado aos estúdios pelos pintores Cy Twombly, Jean Dubuffet e Antoni Teipes. A verdadeira arte do graffite é a arte das ruas. Armados com pincel atômico e latas de spray, milhares de grafiteiros marcaram a cena urbana nas décadas de setenta e oitenta, cobrindo vagões inteiros do metrô de Nova York com palavras e imagens derivadas de quadrinhos e desenhos animados. (...)”.
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

“(...) Arte Rupestre è o nome que se dá ao tipo de arte mais antigo da história, baseado principalmente nas pinturas, desenhos ou representações artísticas gravadas nas paredes e tetos das cavernas. Esse tipo de arte teve seu início no período Paleolítico Superior. (...)
Pichação é o ato de escrever ou rabiscar sobre muros, fachadas de edificações, asfalto de ruas ou monumentos, usando tinta em spray aerosol, dificilmente removível, estêncil ou mesmo rolo de tinta. No geral, são escritas frases de protesto ou insulto, assinaturas pessoais ou mesmo declarações de amor, embora a pichação seja também utilizada como forma de demarcação de territórios entre grupos - às vezes Ganges rival. Já na antiguidade é possível encontrar elementos de pichação. A erupção do vulcão Vesúvio preservou inscrita nos muros da cidade de Pompéia, que continham desde xingamentos até propaganda política e poesias. Na Idade Média, padres pichavam os muros de conventos rivais no intuito de expor sua ideologia, criticar doutrinas contrárias às suas ou mesmo difamar governantes. Com a popularização do aerosol, após a Segunda Guerra Mundial, a pichação ganhou mais agilidade e mobilidade. Na revolta estudantil de 1968, em Paris, o spray foi usado como forma de protesto contra as instituições universitárias e manifestação pela liberdade de expressão. Construído no início da década de 1960, o muro de Berlim ostentou por vários anos um lado oriental limpo e de pintura intacta, controlado pelo regime socialista da União Soviética, enquanto seu lado ocidental, encabeçado pela democracia capitalista dos Estados Unidos, foi tomado por pichações e de protesto contra o muro. (...)”.
ENDO, Tatiana Sechler. A pintura rupestre da pré-história e o grafite dos novos tempos. CELACC / ECA / USP 2009.

A partir da leitura dos textos e da perspectiva das autoras, analise as afirmações a seguir:
( ) Pichação e graffiti são expressões artísticas de menor valor, uma vez que produzidas sem intenção artística propriamente dita, e sim como modo de protesto, violação à propriedade privada e depredação de patrimônio público.
( ) Tanto a arte rupestre quanto as pichações são artes codificadas próprias de cada tribo e evidencia sua época, uma manifestação visual distinta, porém, desenvolvidas com significados simbólicos e culturais para aqueles que faziam ou fazem parte de sua estética e linguagem.
( ) A principal característica das duas manifestações - arte rupestre e pichação - não é a contemplação estética, e sim o fato de que demonstram processos que transmitem mensagens e códigos cifrados para os que fazem parte do mesmo grupo social.

A alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:  ( ) O grafite e a pichação têm características bem definidas. No grafite o desenho é mais elaborado, enquanto que na pichação os desenhos são visualmente mais agressivos, assim também ocorre com o interesse estético onde a estética na pichação tem valor secundário enquanto no grafite há mais interesse estético e por sua vez se torna mais socialmente aceito em contraponto a degradação da paisagem urbana que ocorre com as pichações transgressivas e predatórias. 
Alternativas
Respostas
1161: C
1162: B
1163: A
1164: A
1165: C
1166: B
1167: A
1168: D
1169: E
1170: B
1171: B
1172: D
1173: D
1174: E
1175: C
1176: A
1177: D
1178: A
1179: E
1180: B