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Q1366481 Português

Leia  o texto para responder à questão



                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

O acento indicativo de crase está empregado corretamente, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, na seguinte frase relacionada ao texto:
Alternativas
Q1366480 Português

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                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

A concordância está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Alternativas
Q1366479 Português

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                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

O termo portanto, destacado em – A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. (último parágrafo) – tem valor de
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Q1366477 Português

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                      ‘Você deságua em mim, e eu, oceano’


    Sempre ouço música com o encarte do disco nas mãos. Quero saber de quem é o arranjo, quem toca e quem compôs. As letras merecem atenção especial. Nada de preocupação com “erros” de português. Quero captar a mensagem, alcançar a beleza da tessitura do texto.

   E o “grande público”? Será que dá importância às letras? Será que presta atenção ao enredo, à tessitura, à construção das orações e dos períodos, ao sentido das letras? Sei não... O pior é que nem mesmo grandes cantores escapam da demonstração de desprezo pelo texto.

   Quer exemplos, caro leitor? Vamos lá. Em sua genial “Oriente”, de 1972, Gilberto Gil escreveu: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha vive do que tece”. No ano seguinte, uma das nossas maiores cantoras gravou a canção, desta forma: “Se oriente, rapaz, (...) pela constatação de que a aranha duvido que tece”. Isso faz sentido?

   Djavan compôs algumas maravilhas, entre as quais “Oceano”, em cuja letra se encontra esta passagem: “Amar é um deserto e seus temores”. Dia desses, um amigo me mostrou alguma coisa da internet em que as pessoas dizem como cantam certas canções, como entendem as letras. Na compreensão de muitas dessas pessoas, esse trecho de “Oceano” virou isto: “Amarelo é o deserto e seus temores”.

   Ainda nessa letra, há uma passagem que diz isto: “Você deságua em mim, e eu, oceano, esqueço que amar é quase uma dor”. Nem vou dizer como muita gente entende esses versos. A questão é simples: assim como o rio deságua no mar, você (ser amado) deságua em mim, portanto eu sou oceano, ou seja, o receptor da água desse rio que você é. E isso tudo me faz esquecer que amar é quase uma dor.


                              (Pasquale Cipro Neto, www.folha.uol.com.br, 21.05.2015. Adaptado)

Com os exemplos apresentados nos três últimos parágrafos, o autor defende o ponto de vista de que
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Q1361725 Sociologia
O acesso às formulações de Marx permite a percepção de como a individualização do homem e sua personalidade se constituem na concretude da vida social, no interior de um determinado processo histórico que interpela e marca o sujeito. Marx vai revelando como é suprimido o pano de fundo da relação determinante entre os próprios sujeitos e vai sendo constituída uma relação que aparece
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Q1361724 Serviço Social
As teorias do desenvolvimento humano expressam a evolução para um conceito científico da natureza humana, propondo-se, inicialmente, a descrevê-la, bem como seus processos de transformação. A cientificização do desenvolvimento humano, ao longo da vida, é acompanhada de um estatuto para cada uma das diferentes etapas que o compõem, o qual define normas, comportamentos e expectativas em relação a cada etapa. Tais concepções, baseadas na existência de uma natureza psicológica específica para cada estágio da vida, tem sido, mais recentemente, influenciada pelas contribuições que entendem que a construção das próprias categorias de infância, adolescência, vida adulta e velhice
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Q1361723 Serviço Social
O que é o Estudo de Caso? É uma categoria de pesquisa cujo objeto é uma unidade que se analisa aprofundadamente. Esta definição determina suas características que são dadas por duas circunstâncias, principalmente. Por um lado, a natureza e abrangência da unidade, por outro, os suportes teóricos que servem de orientação em seu trabalho ao investigador. Categoria típica de pesquisa qualitativa são os Estudos de Casos Observacionais. A técnica de coleta de informações mais importante que, às vezes, aparece como sinônimo de enfoque qualitativo é
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Q1361722 Serviço Social
Não se pode afirmar categoricamente que os instrumentos que se usam para realizar a Coleta de Dados são diferentes na pesquisa qualitativa daqueles que são empregados na investigação quantitativa. Mas, o pesquisador qualitativo, que considera a participação do sujeito como um dos elementos de seu fazer científico, apoia- -se em técnicas e métodos que ressaltam sua implicação e da pessoa que fornece as informações. Partindo de questionamentos básicos, apoiados em teorias e hipóteses, o informante, seguindo espontaneamente a linha de seu pensamento e de suas experiências dentro do foco principal colocado pelo investigador,
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Q1361721 Serviço Social
Como as denominações sugerem, indicadores analíticos e sintéticos guardam compromisso com a expressão mais analítica ou de síntese do indicador. Contudo, há uma ideia subjacente a essa diferenciação entre indicadores analíticos e sintéticos de que estes últimos, ao contemplarem no seu cômputo um conjunto mais amplo de medidas acerca da realidade social de uma localidade, em termos de desenvolvimento humano, qualidade de vida, vulnerabilidade social ou outro conceito operacional que lhes deu origem, tenderiam a refletir o
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Q1361720 Serviço Social
Um diagnóstico socioeconômico que se proponha a ser útil e propositivo para Políticas Públicas deve se caracterizar como um estudo da situação social de uma determinada população, com textos descritivos ou analíticos, tabelas de dados, cartogramas e indicadores específicos, voltados a subsidiar um ou mais programas sociais previamente delineados. De modo geral, na elaboração de diagnósticos socioeconômicos propositivos, empregam-se indicadores de várias áreas temáticas analíticas ou de atuação governamental. A escolha de indicadores para uso no processo de formulação e avaliação de Políticas Públicas deve ser pautada pela aderência deles a um conjunto de propriedades desejáveis, particularmente,
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Q1361719 Serviço Social
O sucesso, a qualidade e a realização de uma avaliação estão condicionados a um bom processo de planejamento. Há vários aspectos que precisam ser cuidados antes de se dar início a um processo avaliativo. Alguns aspectos deverão ser levados em conta no planejamento de uma avaliação, tais como a determinação de sua viabilidade, o estabelecimento de objetivos claros e a análise de contexto, a identificação e seleção de perguntas avaliativas e de indicadores e a identificação
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Q1361718 Serviço Social
No Serviço Social, afirma-se comumente que a atividade teórica é diferente da prática e, enquanto teoria, ela não tem condições de orientar a prática profissional. Debatida historicamente na profissão, essa concepção constrói as impossibilidades de ruptura com um exercício profissional
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Q1361717 Serviço Social
As particularidades do processo de institucionalização do Serviço Social evidenciam que ele se efetiva e legitima profissionalmente como um dos recursos mobilizados pelo Estado e pelo empresariado, com o suporte da Igreja Católica, na perspectiva do enfrentamento e regulação da questão social, a partir dos anos 30, quando a intensidade e extensão de suas manifestações no cotidiano da vida social adquirem expressão
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Q1361716 Serviço Social
É a partir da organização dos assistentes sociais, como trabalhadores e com os trabalhadores, que se pode pensar no estabelecimento de um vínculo orgânico do Serviço Social com os movimentos sociais. Contudo, se a dimensão político-organizativa e a inserção profissional nas instâncias de luta dos trabalhadores foram as bases de rearticulação do Serviço Social com os movimentos sociais, o seu aprofundamento só se dará na medida em que a profissão ganha
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Q1361715 Serviço Social
Importante desafio que se coloca para o assistente social, nos dias atuais, é transitar da bagagem teórica acumulada ao enraizamento da profissão na realidade, atribuindo, ao mesmo tempo, uma maior atenção às estratégias, táticas e técnicas do trabalho profissional, em função das particularidades dos temas que são objetos de estudo e ação profissional. Uma base técnico- -operativa, sem dúvida, é necessária, porém o privilégio da eficiência técnica, se considerado isoladamente, é insuficiente para propiciar uma atuação profissional crítica e eficaz. Ao se descolar dos fundamentos teórico- -metodológicos e ético-políticos, essa atuação poderá derivar em mero
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Q1361714 Serviço Social
A trajetória dos assistentes sociais na sociedade brasileira traçou um percurso progressivo do ponto de vista técnico e ético-político, quer na dimensão conceitual, quer na dimensão operativa. A profissão consolidou-se e vem avançando por meio da conquista de novas responsabilidades profissionais e de novos espaços ocupacionais, tanto no campo investigativo quanto no da intervenção, seja redefinindo funções, seja abrindo novos espaços no mercado. Entre outras, abrem-se as possibilidades ao seu ingresso em diferentes campos das políticas públicas, impondo a apropriação de conceitos e procedimentos para a atuação nesse diversificado espectro de relações de gestão, que demandam apropriação de conceitos como plano, programa e projeto. Nesse sentido, o programa pode ser compreendido como o documento que indica um conjunto de projetos cujos resultados permitem
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Q1361713 Serviço Social
Nos dias atuais, a família deixou de ser aquela constituída unicamente por casamento formal. Hoje, diversifica-se e abrange as unidades familiares formadas pelo casamento civil ou religioso, seja pela união estável, seja por grupos formados por qualquer um dos pais ou ascendentes e seus filhos ou ainda por outros formatos. Essas novas configurações familiares se constroem mais baseadas no afeto do que nas relações de consanguinidade, parentesco ou casamento. Seja qual for sua configuração, as estruturas familiares reproduzem as dinâmicas socioculturais existentes. Assim, movimentos da divisão social do trabalho, modificações nas relações entre trabalhador e empregador, bem como o desemprego, estão presentes e influenciam
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Q1361712 Direito Constitucional
A participação social, no Brasil, institucionaliza-se na esteira do processo de democratização do país, incluindo-se no arcabouço jurídico-legal do Estado e interferindo nas estruturas de representação da sociedade. Essa inclusão diz respeito diretamente ao processo constituinte e à Constituição Federal de 1988, já que estes representaram a intenção de ampliação e execução dos direitos sociais. Na década de 1990, os conselhos, mecanismos de controle social, são implementados a partir da promulgação das diferentes leis complementares, como o ECA (1990), a Lei Orgânica da Saúde (1990) e a Loas (1993), entre outras. Os conselhos são espaços compostos por sociedade civil e poder público de caráter
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Q1361711 Direito Previdenciário
Um dos pilares da estruturação da seguridade social é sua organização com base na lógica do seguro social. No Brasil, esta perspectiva estruturou e estabeleceu os critérios de acesso tanto da Previdência quanto da Saúde, desde a década de 1920 até a Constituição de 1988, que teve por princípio garantir proteção, às vezes exclusivamente, e às vezes prioritariamente, ao trabalhador e à sua família. Os direitos, sob essa lógica, possuem duas características principais. Primeiro, são condicionados a uma contribuição prévia, e segundo, o montante dos benefícios é
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Q1361710 Serviço Social
O controle social se efetiva nas dimensões: política, técnica e ética, de forma articulada e indissociável. Em sua dimensão política, materializa-se nas ações e processos que investem a sociedade civil de prerrogativas para influenciar a agenda governamental. A dimensão técnica diz respeito à participação da sociedade civil no acompanhamento, fiscalização e avaliação do desempenho governamental, e a ética vincula-se à construção de valores, compromissos e práticas sociais. O debate do controle social sob a ótica da sociedade civil tem seu fundamento teórico no ideal de democracia participativa. Desta forma, só será possível o exercício do controle social em experiências de gestão mobilizadas para a
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Respostas
601: C
602: A
603: E
604: C
605: B
606: E
607: C
608: E
609: A
610: D
611: E
612: B
613: A
614: C
615: E
616: D
617: B
618: A
619: E
620: C