Questões de Concurso Para prefeitura de vargeão - sc

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Q3867180 Matemática
Em um prédio público, um servente utilizou 200 litros de produto de limpeza armazenados no depósito. Ao final do mês, verificou-se que 35% desse total haviam sido consumidos. Depois disso, foram repostos 40 litros do produto. A quantidade de produto existente no depósito após o consumo e a reposição foi: 
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Q3867179 Matemática
Para a reposição de materiais de limpeza, um servente recebeu R$ 150,00. Desse valor, foram gastos R$ 36,75 na compra de produtos de higiene e R$ 45,60 na aquisição de utensílios. O valor restante foi dividido igualmente entre 3 setores para pequenas despesas. O valor destinado a cada setor foi: 
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Q3867178 Matemática
Em uma escola, um corredor possui 18 metros de comprimento. Para a limpeza do local, foram utilizados 3 carrinhos, cada um com 4 kg de material. O trabalho iniciou às 8h20 e foi concluído às 10h05. O comprimento do corredor, a quantidade total de material utilizada e o tempo total gasto, em minutos, foram, respectivamente: 
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Q3867177 Matemática
Durante a limpeza de um corredor, um servente utilizou uma mangueira com 12 metros de comprimento, mas precisou cortar 3 metros para ajustá-la ao local. No mesmo serviço, foram utilizados 10 kg de produto de limpeza, distribuídos igualmente em 5 baldes. O comprimento final da mangueira e a quantidade de produto colocada em cada balde foram, respectivamente: 
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Q3867176 Matemática
Em um prédio público, um servente utilizou 360 sacos de lixo durante a semana. Na segunda-feira foram usados 85 sacos e, na terça-feira, 115 sacos. O restante dos sacos foi utilizado igualmente nos 4 dias seguintes. A quantidade de sacos de lixo utilizada em cada um desses 4 dias foi: 
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Q3867175 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando sua acentuação, a palavra espetáculo é classificada como: 
Alternativas
Q3867174 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Qual das alternativas a seguir apresenta separação silábica INCORRETA de vocábulos do texto?  
Alternativas
Q3867173 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A expressão “o meio termo não interessa”, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao contexto, por: 
Alternativas
Q3867172 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No desenvolvimento do texto, a aproximação entre figuras mitológicas e personagens do cotidiano permite compreender que o autor entende a mitologia como: 
Alternativas
Q3867171 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Ao afirmar que “viver no limite não é coragem nem intensidade”, o autor sugere que esse modo de vida corresponde a 
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Q3734905 Matemática Financeira
Em uma operação de aplicação financeira, o rendimento cresce de forma constante, pois os juros são calculados apenas sobre o capital inicial investido. Considerando esse tipo de operação, um professor investiu R$ 4.000,00 e, após 6 meses, obteve R$ 4.720,00. Com base nesses dados, conclui-se que a taxa mensal de juros aplicada foi: 
Alternativas
Q3734904 Matemática
As equações do 1º grau representam igualdades entre expressões algébricas lineares e possuem uma única solução real. O método de resolução baseia-se na simplificação e isolamento da variável. Na equação 4x – 7 = 3x + 5, pode-se afirmar que o valor da incógnita é:
Alternativas
Q3734902 Pedagogia
Durante uma atividade de leitura em sala de aula, a professora organizou os alunos em grupos para dramatizar uma história infantil. Um dos estudantes, com deficiência visual, participou da atividade utilizando um texto em braile e recebeu apoio dos colegas para a interpretação das falas e deslocamento no espaço. Ao final, toda a turma discutiu o significado da história e o papel de cada personagem. Com base nessa situação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3734901 Pedagogia

O Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem papel fundamental na promoção da inclusão escolar, oferecendo suporte pedagógico complementar ou suplementar conforme as necessidades dos estudantes público da educação especial. Analise as afirmativas a seguir:



I. O AEE tem a função de desenvolver recursos pedagógicos e estratégias que favoreçam o acesso, a permanência e a aprendizagem dos estudantes em todas as atividades educacionais.


II. O AEE substitui a matrícula na classe comum, sendo ofertado como alternativa exclusiva de escolarização para alunos com deficiência ou altas habilidades.



Das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3734900 Pedagogia
A Declaração de Salamanca é resultado da Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais. Com base nos princípios dessa declaração, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3734899 Português
As semivogais são fonemas vocálicos que aparecem em uma mesma sílaba junto com uma vogal principal, formando um ditongo. Elas possuem menor intensidade sonora em relação à vogal. Com base nessa definição, assinale a alternativa que apresenta corretamente as semivogais da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3734898 Português
No contexto das figuras de linguagem, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de perífrase:
Alternativas
Q3734897 Literatura
O Barroco foi um movimento artístico e literário que marcou o Brasil colonial, caracterizado pelo contraste entre fé e razão, espiritual e material, e pela linguagem rebuscada. Assinale a alternativa correta sobre uma das obras representativas do Barroco brasileiro. 
Alternativas
Q3734894 Raciocínio Lógico
Os conjuntos numéricos podem ser organizados de modo hierárquico, em que cada novo conjunto amplia o anterior. Considerando a classificação dos números a seguir, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3734893 Inglês

Para responder a questão, leia o texto a seguir:  



What do experts recommend before starting to play a sport?

Alternativas
Respostas
61: D
62: C
63: B
64: A
65: B
66: C
67: A
68: C
69: A
70: B
71: A
72: D
73: B
74: B
75: D
76: C
77: A
78: C
79: B
80: D