Questões de Concurso Para prefeitura de mondaí - sc

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Q4155708 Odontologia
Fatores capazes de induzir inflamação do tecido pulpar podem ser transitórios ou persistentes. Assinale a seguir um fator frequentemente persistente capaz de induzir inflamação da polpa dentária.

Fonte:(Base científica: Endodontia Biologia e Técnica − Lopes e Siqueira. Cap Patologia Pulpar e Perirradicular)
Alternativas
Q4155707 Direito Sanitário
No que diz respeito ao Programa Brasil Sorridente e suas respectivas portarias, qual a portaria que foi responsável por Instituir os prazos para o envio da produção da Atenção Básica para o Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB) referente às competências de janeiro a dezembro de 2018?
Alternativas
Q4155706 Saúde Pública

São diretrizes da Política Nacional de Humanização:


I. Clínica Ampliada.


II. Co-Gestão.


III. Valorização do Trabalho e do Trabalhador.


IV. Acolhimento.


V. Saúde do Trabalhador.


VI. Defesa dos Direitos do Usuário.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4155705 Odontologia

A duração da anestesia pulpar (tecidos duros) e dos tecidos moles (total) citada para cada substância é apresentada de maneira aproximada. Muitos fatores afetam a profundidade e a duração da ação anestésica da substância, prolongando-a ou, muito mais comumente, reduzindo-a.


Assinale a afirmativa correta quanto aos fatores que podem interferir na duração da anestesia.


I. Resposta individual à substância (a curva “em forma de sino”).
II. Precisão no depósito do anestésico local.
III. Condição dos tecidos no local da infiltração da substância (vascularização, pH).
IV. Variação anatômica.
V. Tipo de injeção administrada (supraperiosteal [“infiltração”] ou bloqueio do nervo).


(Base científica: Manual de Anestesia Local — Malamed)


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4155704 Odontologia

O preparo cavitário segundo Black possui uma ordem lógica de procedimentos que seguem alguns princípios. A respeito do preparo cavitário, correlacione as colunas:


Coluna 1


I. Forma de contorno. II. Forma de resistência. III. Forma de retenção. IV. Forma de conveniência.


Coluna 2


(__) Etapa do preparo cavitário que visa proporcionar acesso adequado à cavidade, possibilitando uma boa instrumentação e inserção de material restaurador.


(__) São características da cavidade para que as estruturas remanescentes e a restauração sejam capazes de resistir às forças mastigatórias.


(__) Área da superfície do dente que deve ser incluída no preparo cavitário.


(__) É a forma dada à cavidade para torná-la capaz de reter a restauração e evitar seu deslocamento.


(Base científica: Odontologia Restauradora de A a Z − Masioli)


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo.

Alternativas
Q4155703 Odontologia
Diversas células inflamatórias estão presentes na lesão periapical. Assinale a seguir a afirmativa correta quanto à função de cada grupo celular presente na lesão.

I.Neutrófilos − Fagocitose; Produção de citocinas e outros mediadores.

II.Macrófagos − Fagocitose; Apresentação de antígeno para linfócitos T; Produção de citocinas e outros mediadores.

III.Linfócitos B − Diferenciam-se em plasmócitos; Apresentação de antígenos para linfócitos T; Baixa produção de anticorpos.

IV.Plasmócitos − Grande produção de anticorpos.

Fonte:(Base científica: Endodontia Biologia e Técnica − Lopes e Siqueira. Cap Patologia Pulpar e Perirradicular)

Marque a opção correta.
Alternativas
Q4155702 Odontologia
No que diz respeito ao relacionamento do profissional para com o paciente, o código de ética odontológico é preciso ao afirmar que as seguintes condições caracteriza infração ética, exceto:
Alternativas
Q4155701 Odontologia
Em virtude das diferentes técnicas entre restaurações diretas e indiretas, os princípios de preparos cavitários distinguem-se para ambas. São princípios para preparos cavitários em restaurações indiretas, EXCETO:

(Base científica: Odontologia Restauradora de A a Z − Masioli)
Alternativas
Q4155700 Saúde Pública
De acordo com as normas operacionais básicas do SUS (NOB-96), a atenção à saúde, que encerra todo o conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS, em todos os níveis de governo, para o atendimento das demandas pessoais e das exigências ambientais, compreende três grandes campos, são eles, exceto:
Alternativas
Q4155699 Farmácia
Sabe-se que os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) são de fato os medicamentos mais prescritos na odontologia nos dias de hoje. São exemplos de AINEs, EXCETO:

(Base científica: Terapêutica e Protocolos Medicamentosos em Odontologia-Renato Aló da Fontoura. cap Controle da dor inflamatória.)
Alternativas
Q4155698 Odontologia
No que diz respeito à Política Nacional de Humanização, como podemos definir a Rede HumanizaSUS?
Alternativas
Q4155697 Farmácia
O uso desordenado de substâncias antibióticas é de fato um risco aos pacientes em geral. Por isso, deve-se aplicar os princípios racionais para o uso de antibióticos, um deles é a "Concentração Inibitória Mínima (CIM)". Como podemos definir a CIM?

(Base científica: Terapêutica e Protocolos Medicamentos em Odontologia - Renato Aló da Fontoura. cap Uso Raci onal de Antibióticos)
Alternativas
Q4155216 Geografia
Qual das alternativas abaixo cita três rios que banham a cidade de Mondaí/SC?
Alternativas
Q4155215 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a influência das imigrações europeias, especialmente alemãs e italianas, para a formação cultural e socioeconômica do estado de Santa Catarina, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4155214 Conhecimentos Gerais
Durante os anos 90, o Brasil passou por importantes transformações políticas, econômicas e sociais. Qual das seguintes alternativas descreve com precisão uma das mudanças significativas ocorridas nesse período?
Alternativas
Q4155213 Geografia
As intensas ondas de calor que atingem o hemisfério norte nessa época do ano estão cada vez piores e trazem consigo catástrofes imensuráveis. Além dos efeitos diretos das agressões ao meio ambiente em cada região do planeta, no ano de 2023 tais efeitos trágicos têm como um dos principais causadores um fenômeno chamado de:
Alternativas
Q4155212 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo a Lei Orgânica de Mondaí/SC, a licença maternidade será concedida também à funcionária pública que adotar uma criança ou obtiver a guarda judicial para fins de adoção, respeitando os períodos em conformidade com a idade da criança. Neste sentido, qual das alternativas abaixo NÃO está em conformidade com o que determina esta Lei?
Alternativas
Q4155211 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Velocidade da refeição e tipo de alimento


Assistindo à TV, sentado com os olhos no celular, em pé na cozinha ou até mesmo caminhando. Quantas vezes você já teve seu café da manhã ou almoço assim, com pressa, distraído, sem se dar alguns minutos para saborear o que tem nas mãos ou no prato? O ritmo do dia a dia e, por vezes, o mau hábito nos levam a comer muito rapidamente.


Embora muitas pessoas prestem atenção em que tipo de comida colocam na boca, seja por uma questão de peso ou de saúde, elas tendem a pensar menos - ou nada - na velocidade com que ingerimos os alimentos. No entanto, o ritmo da ingestão tem um impacto direto na nossa saúde, pois afeta como recebemos as propriedades dos alimentos, bem como a maneira como o corpo responde a elas.


Comer rápido ou devagar "altera não só a velocidade com que o alimento entra no estômago, mas também a velocidade com que ele entra no trato gastrointestinal", explica Sarah Berry, especialista em nutrição na área da saúde cardiometabólica da Universidade King's College de Londres. "Isso é muito importante porque tem um efeito cascata na liberação de muitos hormônios que dizem o quanto você está satisfeito, o quanto está faminto e também quais hormônios estão envolvidos na forma com que seu corpo processa os alimentos."


Uma das diferenças mais visíveis é: pessoas que comem mais rápido têm excesso de peso, acumulam mais gordura na cintura e têm níveis mais elevados de colesterol LDL, o colesterol que conhecemos como "ruim". Isso ocorre porque elas consomem mais calorias- cem a duzentas a mais - em uma refeição do que as que comem mais devagar.


"Quando você come mais devagar, há um aumento no que chamamos de hormônios da saciedade, PYY, GLP1, que dizem ao seu corpo: 'ei, você está satisfeito'", explica Berry. "Ao mesmo tempo, há uma redução dos chamados hormônios da fome ou grelina, e isso limita a vontade de comer mais", acrescenta a pesquisadora. Como é possível que a mesma refeição tenha um impacto tão diferente, apenas por conta da velocidade da ingestão? De acordo com Berry, há duas razões.


A primeira é que os sinais de saciedade demoram entre cinco e vinte minutos para chegar ao cérebro; então, se você come rápido, não dá tempo desses sinais chegarem e você continua comendo sem perceber que já teve o suficiente. A segunda é que, comendo devagar, "a liberação de nutrientes no intestino é mais lenta, e isso significa que há uma liberação mais sustentada e prolongada dos hormônios que avisam que você está satisfeito e uma supressão mais longa dos hormônios da fome que te mandam comer".


Para demonstrar as diferenças consequentes da velocidade de ingestão, Berry conduziu um experimento com o jornalista de saúde e ciência da BBC James Gallagher. Depois de conectá-lo a um equipamento para medir a sua glicemia, quantidade de glicose no sangue, a equipe pediu que ele comesse exatamente a mesma coisa durante dois dias: um café da manhã com cereais e fruta, um almoço com salada acompanhada de pão e um jantar com frango e legumes, mas em um dia ele deveria comer lentamente e no outro, rapidamente.


Depois do experimento informal, verificou-se que a glicemia foi muito maior no dia em que ele comeu rapidamente. "Quando você come muito mais rápido, os carboidratos estimulam a liberação de insulina, mas a insulina não é liberada com rapidez suficiente para remover a glicose da corrente sanguínea. Por isso, você tem uma resposta maior quando come rápido", diz Berry. "Sabemos que esses grandes picos de glicose no sangue, se repetidos em excesso ao longo dos anos, aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e outras complicações metabólicas."


Se você está acostumado a comer rápido, mudar de hábito não é fácil, mas um dos truques mais eficazes é colocar os talheres no prato entre as garfadas. Outro é fazer um esforço consciente para mastigar mais a comida. E, por fim, outra recomendação é reduzir quantidade de alimentos ultraprocessados, pois sua textura é macia, e essa caraterística faz com que sejam consumidos em maior velocidade.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1em6y1r7go. Adaptado.

Se você 'está' acostumado a comer rápido, 'mude' de hábito.


Conjugando os verbos no imperfeito do subjuntivo e no futuro do subjuntivo, respectivamente, tem-se:

Alternativas
Q4155210 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Velocidade da refeição e tipo de alimento


Assistindo à TV, sentado com os olhos no celular, em pé na cozinha ou até mesmo caminhando. Quantas vezes você já teve seu café da manhã ou almoço assim, com pressa, distraído, sem se dar alguns minutos para saborear o que tem nas mãos ou no prato? O ritmo do dia a dia e, por vezes, o mau hábito nos levam a comer muito rapidamente.


Embora muitas pessoas prestem atenção em que tipo de comida colocam na boca, seja por uma questão de peso ou de saúde, elas tendem a pensar menos - ou nada - na velocidade com que ingerimos os alimentos. No entanto, o ritmo da ingestão tem um impacto direto na nossa saúde, pois afeta como recebemos as propriedades dos alimentos, bem como a maneira como o corpo responde a elas.


Comer rápido ou devagar "altera não só a velocidade com que o alimento entra no estômago, mas também a velocidade com que ele entra no trato gastrointestinal", explica Sarah Berry, especialista em nutrição na área da saúde cardiometabólica da Universidade King's College de Londres. "Isso é muito importante porque tem um efeito cascata na liberação de muitos hormônios que dizem o quanto você está satisfeito, o quanto está faminto e também quais hormônios estão envolvidos na forma com que seu corpo processa os alimentos."


Uma das diferenças mais visíveis é: pessoas que comem mais rápido têm excesso de peso, acumulam mais gordura na cintura e têm níveis mais elevados de colesterol LDL, o colesterol que conhecemos como "ruim". Isso ocorre porque elas consomem mais calorias- cem a duzentas a mais - em uma refeição do que as que comem mais devagar.


"Quando você come mais devagar, há um aumento no que chamamos de hormônios da saciedade, PYY, GLP1, que dizem ao seu corpo: 'ei, você está satisfeito'", explica Berry. "Ao mesmo tempo, há uma redução dos chamados hormônios da fome ou grelina, e isso limita a vontade de comer mais", acrescenta a pesquisadora. Como é possível que a mesma refeição tenha um impacto tão diferente, apenas por conta da velocidade da ingestão? De acordo com Berry, há duas razões.


A primeira é que os sinais de saciedade demoram entre cinco e vinte minutos para chegar ao cérebro; então, se você come rápido, não dá tempo desses sinais chegarem e você continua comendo sem perceber que já teve o suficiente. A segunda é que, comendo devagar, "a liberação de nutrientes no intestino é mais lenta, e isso significa que há uma liberação mais sustentada e prolongada dos hormônios que avisam que você está satisfeito e uma supressão mais longa dos hormônios da fome que te mandam comer".


Para demonstrar as diferenças consequentes da velocidade de ingestão, Berry conduziu um experimento com o jornalista de saúde e ciência da BBC James Gallagher. Depois de conectá-lo a um equipamento para medir a sua glicemia, quantidade de glicose no sangue, a equipe pediu que ele comesse exatamente a mesma coisa durante dois dias: um café da manhã com cereais e fruta, um almoço com salada acompanhada de pão e um jantar com frango e legumes, mas em um dia ele deveria comer lentamente e no outro, rapidamente.


Depois do experimento informal, verificou-se que a glicemia foi muito maior no dia em que ele comeu rapidamente. "Quando você come muito mais rápido, os carboidratos estimulam a liberação de insulina, mas a insulina não é liberada com rapidez suficiente para remover a glicose da corrente sanguínea. Por isso, você tem uma resposta maior quando come rápido", diz Berry. "Sabemos que esses grandes picos de glicose no sangue, se repetidos em excesso ao longo dos anos, aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e outras complicações metabólicas."


Se você está acostumado a comer rápido, mudar de hábito não é fácil, mas um dos truques mais eficazes é colocar os talheres no prato entre as garfadas. Outro é fazer um esforço consciente para mastigar mais a comida. E, por fim, outra recomendação é reduzir quantidade de alimentos ultraprocessados, pois sua textura é macia, e essa caraterística faz com que sejam consumidos em maior velocidade.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1em6y1r7go. Adaptado.

Você costuma comer em pé ou caminhando? Talvez você já saiba disso, mas esse não é um bom hábito. Comer trabalhando pode até parecer prático, mas não faz bem para a saúde.

Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
Alternativas
Q4155209 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Velocidade da refeição e tipo de alimento


Assistindo à TV, sentado com os olhos no celular, em pé na cozinha ou até mesmo caminhando. Quantas vezes você já teve seu café da manhã ou almoço assim, com pressa, distraído, sem se dar alguns minutos para saborear o que tem nas mãos ou no prato? O ritmo do dia a dia e, por vezes, o mau hábito nos levam a comer muito rapidamente.


Embora muitas pessoas prestem atenção em que tipo de comida colocam na boca, seja por uma questão de peso ou de saúde, elas tendem a pensar menos - ou nada - na velocidade com que ingerimos os alimentos. No entanto, o ritmo da ingestão tem um impacto direto na nossa saúde, pois afeta como recebemos as propriedades dos alimentos, bem como a maneira como o corpo responde a elas.


Comer rápido ou devagar "altera não só a velocidade com que o alimento entra no estômago, mas também a velocidade com que ele entra no trato gastrointestinal", explica Sarah Berry, especialista em nutrição na área da saúde cardiometabólica da Universidade King's College de Londres. "Isso é muito importante porque tem um efeito cascata na liberação de muitos hormônios que dizem o quanto você está satisfeito, o quanto está faminto e também quais hormônios estão envolvidos na forma com que seu corpo processa os alimentos."


Uma das diferenças mais visíveis é: pessoas que comem mais rápido têm excesso de peso, acumulam mais gordura na cintura e têm níveis mais elevados de colesterol LDL, o colesterol que conhecemos como "ruim". Isso ocorre porque elas consomem mais calorias- cem a duzentas a mais - em uma refeição do que as que comem mais devagar.


"Quando você come mais devagar, há um aumento no que chamamos de hormônios da saciedade, PYY, GLP1, que dizem ao seu corpo: 'ei, você está satisfeito'", explica Berry. "Ao mesmo tempo, há uma redução dos chamados hormônios da fome ou grelina, e isso limita a vontade de comer mais", acrescenta a pesquisadora. Como é possível que a mesma refeição tenha um impacto tão diferente, apenas por conta da velocidade da ingestão? De acordo com Berry, há duas razões.


A primeira é que os sinais de saciedade demoram entre cinco e vinte minutos para chegar ao cérebro; então, se você come rápido, não dá tempo desses sinais chegarem e você continua comendo sem perceber que já teve o suficiente. A segunda é que, comendo devagar, "a liberação de nutrientes no intestino é mais lenta, e isso significa que há uma liberação mais sustentada e prolongada dos hormônios que avisam que você está satisfeito e uma supressão mais longa dos hormônios da fome que te mandam comer".


Para demonstrar as diferenças consequentes da velocidade de ingestão, Berry conduziu um experimento com o jornalista de saúde e ciência da BBC James Gallagher. Depois de conectá-lo a um equipamento para medir a sua glicemia, quantidade de glicose no sangue, a equipe pediu que ele comesse exatamente a mesma coisa durante dois dias: um café da manhã com cereais e fruta, um almoço com salada acompanhada de pão e um jantar com frango e legumes, mas em um dia ele deveria comer lentamente e no outro, rapidamente.


Depois do experimento informal, verificou-se que a glicemia foi muito maior no dia em que ele comeu rapidamente. "Quando você come muito mais rápido, os carboidratos estimulam a liberação de insulina, mas a insulina não é liberada com rapidez suficiente para remover a glicose da corrente sanguínea. Por isso, você tem uma resposta maior quando come rápido", diz Berry. "Sabemos que esses grandes picos de glicose no sangue, se repetidos em excesso ao longo dos anos, aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e outras complicações metabólicas."


Se você está acostumado a comer rápido, mudar de hábito não é fácil, mas um dos truques mais eficazes é colocar os talheres no prato entre as garfadas. Outro é fazer um esforço consciente para mastigar mais a comida. E, por fim, outra recomendação é reduzir quantidade de alimentos ultraprocessados, pois sua textura é macia, e essa caraterística faz com que sejam consumidos em maior velocidade.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1em6y1r7go. Adaptado.

Ao mesmo tempo, há uma redução dos chamados hormônios da fome ou grelina.


No exemplo em questão, sintaticamente:

Alternativas
Respostas
901: A
902: A
903: A
904: C
905: D
906: A
907: B
908: A
909: B
910: B
911: D
912: B
913: C
914: D
915: D
916: D
917: D
918: B
919: C
920: D