Questões de Concurso
Para prefeitura de cujubim - ro
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I. São plantas comuns em locais úmidos e que não recebem luz direta do sol e avasculares.
II. São traqueófitas, ou seja, possuem vasos condutores.
III. Não apresentam flores e frutos verdadeiros.
IV. Tem fruto protegendo a semente.
As características citadas acima correspondem, respectivamente, as classes de planta descritas na afirmativa:
23rd June, 2018
Algeria has turned off its Internet all over the country to stop students cheating in high school exams. Algeria's government said it wanted to do something to stop students secretly going online during nationwide school tests. All Internet service was stopped for an hour after the start of each of the exams. The government will shut the Internet down during the whole exam season, between June 20 and June 25. In addition, all electronic devices with Internet access have been banned from the country's 2,000 exam centers. Even teachers cannot take phones into the exam halls. There were many problems in 2016 when test questions were leaked online both before and during exams.
Algeria's Education Minister Nouria Benghabrit told the Algerian newspaper Annahar that Facebook would also be blocked across the country for the six days the exams were taking place. She said she did not like doing this but she could not do anything and give opportunities to students to cheat in tests. As an added security measure, metal detectors will be placed in all exam halls, and security cameras and mobile-phone blockers have been set up at the printing companies where the exams are printed. Many students thought the government was doing the right thing. Rania Salim, 16, said it wasn't fair that students who didn't study could get help in exams by using their mobile phone to cheat.
Taken from: https://breakingnewsenglish.com
Choose the correct statement, according to the text.
I. focar no processo de aprendizagem desse aluno e não nos resultados.
II. aplicar atividades que façam sentido.
III. estar atento a carga afetiva do aluno para compreender o que tem funcionalidade para ele.
IV. destacar o aluno dos demais, evitando a socialização.
V. trabalhar com sobrecarga sensorial para acelerar sua autonomia.
Quais assertivas estão corretas?
Catadores de verduras, frutas e legumes descartados voltam ao mercadão
RIO - Com olhar atento, Rosana Barbosa da Silva, de 32 anos, percorreu ontem (29/05/18) as caçambas de lixo da Central de Abastecimento do Estado do Rio (Ceasa), em Irajá, em busca de comida. Moradora da Favela Bandeira Dois, em Del Castilho, ela costuma ir ao local duas vezes por semana para garimpar algo que possa aproveitar para alimentar os três filhos. Mas, por causa da greve dos caminhoneiros, que provocou o desabastecimento do mercadão, Rosana estava há seis dias sem coletar restos de frutas, verduras ou legumes.
A movimentação de caminhões atraiu não apenas compradores e intermediários de feiras livres, mas também dezenas de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza e recorrem às sobras para sobreviver.
— Acabou tudo lá em casa, só tenho água. Quando ouvi no rádio que a Ceasa estava funcionando, vim correndo — disse Rosana, que conta apenas com os R$ 257 do Bolsa Família para sustentar os filhos de 10, 11 e 15 anos: — Não acho vergonhoso estar aqui catando sobras. Sempre digo aos meus filhos que a vida é difícil, mas isso é melhor do que roubar.
Há 14 anos trabalhando na Ceasa, o vigilante André da Silva, de 52, afirma que nunca se acostumou a ver “os catadores da xepa”. A cena se repete todas as manhãs: grupos de pessoas, incluindo idosos e crianças, formam-se em torno de caçambas para esperar o momento do descarte. É preciso paciência, pois o que chega ali é a sobra da sobra.
Isso porque os produtos rejeitados pelos vendedores vão inicialmente para o banco de alimentos da central — que seleciona legumes, verduras e frutas em bom estado para instituições de caridade. O restante vai para o lixo.
— É triste, mas é o último recurso dessa gente, que sobrevive assim —lamentou o vigilante.
Há mais de duas décadas, essa é a rotina de Rosimere Alves da Silva, 53 anos. Moradora de Anchieta, ela vai à Ceasa a cada dois dias em busca de sobras. Monta uma banca em frente de casa para vender verduras e hortaliças e sacolés, feitos com suco de frutas, que saem a R$ 1,50. Ontem, ficou decepcionada com o que encontrou.
— Estou há uma semana sem conseguir nada de bom. Ainda falta muito para a situação se normalizar. Tenho quatro filhos, e dois ainda moram comigo. Preciso complementar a renda, por isso não deixo de vir —disse Rosimere.
Disponível em:<https://oglobo.globo.com/rio/apos-greve-voltade-quem-depende-de-sobras-da-ceasa-para-viver-22730754.> Acesso em 1 jun. 2018.
Assinale a opção correta em relação ao texto.