Questões de Concurso Para prefeitura de dormentes - pe

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Q3701702 Português

Texto IV


Minha vida


Quando eu era pequeno

Eu achava a vida chata

Como não devia ser

Os garotos da escola

Só a fim de jogar bola

E eu queria ir tocar guitarra na TV


Aí veio a adolescência

E pintou a diferença

Foi difícil de esquecer

A garota mais bonita

Também era a mais rica

Me fazia de escravo do seu bel-prazer


Quando eu sair de casa

Minha mãe me disse

Baby, você vai se arrepender

Pois o mundo lá fora

Num segundo te devora

Dito e feito

Mas eu não dei o braço a torcer


Hoje eu vendo sonhos

Ilusões de romance

Te toco, minha vida

Por um troco qualquer


É o que chamam de destino

Eu não vou lutar com isso

Que seja assim enquanto é



Lulu Santos

No verso, "Baby, você vai se arrepender”, a palavra destacada é um
Alternativas
Q3701701 Português

Texto IV


Minha vida


Quando eu era pequeno

Eu achava a vida chata

Como não devia ser

Os garotos da escola

Só a fim de jogar bola

E eu queria ir tocar guitarra na TV


Aí veio a adolescência

E pintou a diferença

Foi difícil de esquecer

A garota mais bonita

Também era a mais rica

Me fazia de escravo do seu bel-prazer


Quando eu sair de casa

Minha mãe me disse

Baby, você vai se arrepender

Pois o mundo lá fora

Num segundo te devora

Dito e feito

Mas eu não dei o braço a torcer


Hoje eu vendo sonhos

Ilusões de romance

Te toco, minha vida

Por um troco qualquer


É o que chamam de destino

Eu não vou lutar com isso

Que seja assim enquanto é



Lulu Santos

Em qual dos versos abaixo, há uma opinião do autor?
Alternativas
Q3701700 Português

Texto IV


Minha vida


Quando eu era pequeno

Eu achava a vida chata

Como não devia ser

Os garotos da escola

Só a fim de jogar bola

E eu queria ir tocar guitarra na TV


Aí veio a adolescência

E pintou a diferença

Foi difícil de esquecer

A garota mais bonita

Também era a mais rica

Me fazia de escravo do seu bel-prazer


Quando eu sair de casa

Minha mãe me disse

Baby, você vai se arrepender

Pois o mundo lá fora

Num segundo te devora

Dito e feito

Mas eu não dei o braço a torcer


Hoje eu vendo sonhos

Ilusões de romance

Te toco, minha vida

Por um troco qualquer


É o que chamam de destino

Eu não vou lutar com isso

Que seja assim enquanto é



Lulu Santos

No verso, “Me fazia de escravo do seu bel-prazer.” A palavra destacada mostra que a garota o tratava
Alternativas
Q3701699 Português

Texto IV


Minha vida


Quando eu era pequeno

Eu achava a vida chata

Como não devia ser

Os garotos da escola

Só a fim de jogar bola

E eu queria ir tocar guitarra na TV


Aí veio a adolescência

E pintou a diferença

Foi difícil de esquecer

A garota mais bonita

Também era a mais rica

Me fazia de escravo do seu bel-prazer


Quando eu sair de casa

Minha mãe me disse

Baby, você vai se arrepender

Pois o mundo lá fora

Num segundo te devora

Dito e feito

Mas eu não dei o braço a torcer


Hoje eu vendo sonhos

Ilusões de romance

Te toco, minha vida

Por um troco qualquer


É o que chamam de destino

Eu não vou lutar com isso

Que seja assim enquanto é



Lulu Santos

Quanto à tipologia textual, pode se afirmar que a canção de Lulu Santos é
Alternativas
Q3701698 Português

Texto IV


Minha vida


Quando eu era pequeno

Eu achava a vida chata

Como não devia ser

Os garotos da escola

Só a fim de jogar bola

E eu queria ir tocar guitarra na TV


Aí veio a adolescência

E pintou a diferença

Foi difícil de esquecer

A garota mais bonita

Também era a mais rica

Me fazia de escravo do seu bel-prazer


Quando eu sair de casa

Minha mãe me disse

Baby, você vai se arrepender

Pois o mundo lá fora

Num segundo te devora

Dito e feito

Mas eu não dei o braço a torcer


Hoje eu vendo sonhos

Ilusões de romance

Te toco, minha vida

Por um troco qualquer


É o que chamam de destino

Eu não vou lutar com isso

Que seja assim enquanto é



Lulu Santos

Qual a temática da canção de Lulu Santos? 
Alternativas
Q3701697 Português

Texto IV


Minha vida


Quando eu era pequeno

Eu achava a vida chata

Como não devia ser

Os garotos da escola

Só a fim de jogar bola

E eu queria ir tocar guitarra na TV


Aí veio a adolescência

E pintou a diferença

Foi difícil de esquecer

A garota mais bonita

Também era a mais rica

Me fazia de escravo do seu bel-prazer


Quando eu sair de casa

Minha mãe me disse

Baby, você vai se arrepender

Pois o mundo lá fora

Num segundo te devora

Dito e feito

Mas eu não dei o braço a torcer


Hoje eu vendo sonhos

Ilusões de romance

Te toco, minha vida

Por um troco qualquer


É o que chamam de destino

Eu não vou lutar com isso

Que seja assim enquanto é



Lulu Santos

A letra dessa canção faz uma reflexão sobre a vida do cantor, pode-se afirmar que se trata dos (das)
Alternativas
Q3701696 Português

Texto III 

Elogios e Bajulações 


Elogios sinceros resistem a vendavais

Bajulações não resistem a uma brisa.

Quem tem paz sobrevive aos chacais.

O amor alimenta o poeta, a poetisa.


Elogio sincero é como sal em alimento,

Bajulação é como sujeira em ferida aberta

Ou não ter bálsamo após ferimento,

Ou como enfrentar o frio sem coberta.


Bajulações não resistem a uma brisa

Mesmo que se ouça a mais linda poetisa

Ou que se apoie em forte viga.


Elogios sinceros resistem aos vendavais

Por todos os lados a verdade impera

A falsidade não se pendura em varais.



DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em: 

Pode-se dizer que o texto fora construído no sentido
Alternativas
Q3701695 Português

Texto III 

Elogios e Bajulações 


Elogios sinceros resistem a vendavais

Bajulações não resistem a uma brisa.

Quem tem paz sobrevive aos chacais.

O amor alimenta o poeta, a poetisa.


Elogio sincero é como sal em alimento,

Bajulação é como sujeira em ferida aberta

Ou não ter bálsamo após ferimento,

Ou como enfrentar o frio sem coberta.


Bajulações não resistem a uma brisa

Mesmo que se ouça a mais linda poetisa

Ou que se apoie em forte viga.


Elogios sinceros resistem aos vendavais

Por todos os lados a verdade impera

A falsidade não se pendura em varais.



DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em: 

De acordo com o autor


I. os elogios verdadeiros resistem tudo e a todos.

II. a brisa é a mansidão de um relacionamento, tornando-o forte para resistir a tudo.

III. as bajulações não cicatrizam nunca.

IV. os elogios sinceros alimentam o amor, enquanto as bajulações alimentam falsidades.


Estão corretas as alternativas: 

Alternativas
Q3701694 Português

Texto III 

Elogios e Bajulações 


Elogios sinceros resistem a vendavais

Bajulações não resistem a uma brisa.

Quem tem paz sobrevive aos chacais.

O amor alimenta o poeta, a poetisa.


Elogio sincero é como sal em alimento,

Bajulação é como sujeira em ferida aberta

Ou não ter bálsamo após ferimento,

Ou como enfrentar o frio sem coberta.


Bajulações não resistem a uma brisa

Mesmo que se ouça a mais linda poetisa

Ou que se apoie em forte viga.


Elogios sinceros resistem aos vendavais

Por todos os lados a verdade impera

A falsidade não se pendura em varais.



DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em: 

Em relação aos termos destacados, dos versos” Elogios sinceros resistem aos vendavais” e “A falsidade não se pendura em varais”, tem-se, respectivamente,
Alternativas
Q3701693 Português

Texto III 

Elogios e Bajulações 


Elogios sinceros resistem a vendavais

Bajulações não resistem a uma brisa.

Quem tem paz sobrevive aos chacais.

O amor alimenta o poeta, a poetisa.


Elogio sincero é como sal em alimento,

Bajulação é como sujeira em ferida aberta

Ou não ter bálsamo após ferimento,

Ou como enfrentar o frio sem coberta.


Bajulações não resistem a uma brisa

Mesmo que se ouça a mais linda poetisa

Ou que se apoie em forte viga.


Elogios sinceros resistem aos vendavais

Por todos os lados a verdade impera

A falsidade não se pendura em varais.



DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em: 

Do ponto de vista formal, pode-se dizer que o texto III é um (uma)
Alternativas
Q3701692 Português
Quanto ao gênero, o texto II é uma (um) 
Alternativas
Q3701691 Português
No segundo balão, há
Alternativas
Q3701690 Português
A palavra “que” na segunda ocorrência, morfologicamente, é classificada como
Alternativas
Q3701689 Português

Texto I 


A vida não mais nos pertence

Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.


Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?


O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência. 


Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.


(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento) 

Em qual alternativa, há um predicado nominal? 
Alternativas
Q3701688 Português

Texto I 


A vida não mais nos pertence

Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.


Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?


O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência. 


Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.


(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento) 

No trecho, “Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais.” O verbo destacado é classificado como
Alternativas
Q3701687 Português

Texto I 


A vida não mais nos pertence

Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.


Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?


O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência. 


Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.


(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento) 

Quanto à estrutura das palavras observe a análise da palavra “desaparecendo” e marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3701686 Português

Texto I 


A vida não mais nos pertence

Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.


Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?


O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência. 


Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.


(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento) 

 Em, “..., dos e-mails e das ligações. Quanto ao processo de formação das palavras, a palavra destacada é formada por
Alternativas
Q3701684 Português

Texto I 


A vida não mais nos pertence

Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.


Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?


O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência. 


Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.


(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento) 

Uma frase do texto em que há emprego de palavra (s) em sentido figurado é:
Alternativas
Q3701682 Pedagogia
A organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece o TDAH como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, sobre esse tema é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3701681 Pedagogia

Segundo Luckesi (2012) O ato avaliativo é um ato de investigar a qualidade da realidade, presente em todo ato humano e subsidia escolhas. Trata-se de um modo de investigar a qualidade da realidade e implica em dois passos.  


Marque a alternativa CORRETA que indica os dois passos defendidos por Luckesi:

Alternativas
Respostas
121: E
122: D
123: E
124: E
125: A
126: B
127: D
128: C
129: C
130: B
131: A
132: B
133: C
134: A
135: B
136: D
137: A
138: E
139: B
140: B