Foram encontradas 358 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Em um determinado experimento o número de bactérias é dado pela expressão N(t) = No ∙ at , sendo a > 0 e a ≠ 1, t o tempo em horas(t ≥ 0). O gráfico abaixo, representa a quantidade de bactérias nessa colônia, em cada hora t.

Assim, podemos afirmar que o número de bactérias na sexta hora é igual a:
Um pintor foi contratado para pintar dois painéis de mesma área, um em formato de triângulo equilátero e outro em formato de quadrado, conforme a figura:

Sabendo-se o triângulo equilátero ABC tem lado igual a 10 4 √3 cm, podemos afirmar que a diagonal DF do quadrado DEFG é igual a:
Um número natural N é composto de dois algarismos cuja soma é 10. Subtraindo-se 36 unidades de N, obtém-se o número M. Desse modo, a representação decimal do número M fica na ordem inversa do número N. Assim, podemos afirmar que √N + 27 é igual a:
Três irmãs de Dormentes-PE, Andrea Bruna e Carla, saíram para fazer compras em um mesmo supermercado.A tabela indica as quantidades em quilos compradas por cada uma das 3 irmãs:

A partir dessas informações da tabela acima e, sabendo-se que Andrea e Bruna gastaram nas compras, respectivamente, R$ 44,00 e R$ 46,00, é correto afirmar que Carla gastou nas compras:
Com isso o novo preço do aparelho celular após esses 2 aumentos consecutivos passou a ser igual a:
Em uma sala de aula da Escola de Monte Orebe, com 50 alunos, foi feita uma pesquisa a respeito da modalidade esportiva praticadapor cada um dos estudantes da sala. As modalidades indicadas foram Futebol, Vôlei e Basquete. Após a coleta dos dados construiu-se a tabela:

Assim, podemos afirmar que o número de alunos que praticam uma única modalidade esportiva pesquisada na sala é igual a:
Texto IV
Minha vida
Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV
Aí veio a adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel-prazer
Quando eu sair de casa
Minha mãe me disse
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer
Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
Eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é
Lulu Santos
Texto IV
Minha vida
Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV
Aí veio a adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel-prazer
Quando eu sair de casa
Minha mãe me disse
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer
Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
Eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é
Lulu Santos
Texto IV
Minha vida
Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV
Aí veio a adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel-prazer
Quando eu sair de casa
Minha mãe me disse
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer
Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
Eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é
Lulu Santos
Texto IV
Minha vida
Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV
Aí veio a adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel-prazer
Quando eu sair de casa
Minha mãe me disse
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer
Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
Eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é
Lulu Santos
Texto IV
Minha vida
Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV
Aí veio a adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel-prazer
Quando eu sair de casa
Minha mãe me disse
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer
Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
Eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é
Lulu Santos
Texto IV
Minha vida
Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV
Aí veio a adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel-prazer
Quando eu sair de casa
Minha mãe me disse
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer
Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
Eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é
Lulu Santos
Texto III
Elogios e Bajulações
Elogios sinceros resistem a vendavais
Bajulações não resistem a uma brisa.
Quem tem paz sobrevive aos chacais.
O amor alimenta o poeta, a poetisa.
Elogio sincero é como sal em alimento,
Bajulação é como sujeira em ferida aberta
Ou não ter bálsamo após ferimento,
Ou como enfrentar o frio sem coberta.
Bajulações não resistem a uma brisa
Mesmo que se ouça a mais linda poetisa
Ou que se apoie em forte viga.
Elogios sinceros resistem aos vendavais
Por todos os lados a verdade impera
A falsidade não se pendura em varais.
DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em:
Texto III
Elogios e Bajulações
Elogios sinceros resistem a vendavais
Bajulações não resistem a uma brisa.
Quem tem paz sobrevive aos chacais.
O amor alimenta o poeta, a poetisa.
Elogio sincero é como sal em alimento,
Bajulação é como sujeira em ferida aberta
Ou não ter bálsamo após ferimento,
Ou como enfrentar o frio sem coberta.
Bajulações não resistem a uma brisa
Mesmo que se ouça a mais linda poetisa
Ou que se apoie em forte viga.
Elogios sinceros resistem aos vendavais
Por todos os lados a verdade impera
A falsidade não se pendura em varais.
DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em:
De acordo com o autor
I. os elogios verdadeiros resistem tudo e a todos.
II. a brisa é a mansidão de um relacionamento, tornando-o forte para resistir a tudo.
III. as bajulações não cicatrizam nunca.
IV. os elogios sinceros alimentam o amor, enquanto as bajulações alimentam falsidades.
Estão corretas as alternativas:
Texto III
Elogios e Bajulações
Elogios sinceros resistem a vendavais
Bajulações não resistem a uma brisa.
Quem tem paz sobrevive aos chacais.
O amor alimenta o poeta, a poetisa.
Elogio sincero é como sal em alimento,
Bajulação é como sujeira em ferida aberta
Ou não ter bálsamo após ferimento,
Ou como enfrentar o frio sem coberta.
Bajulações não resistem a uma brisa
Mesmo que se ouça a mais linda poetisa
Ou que se apoie em forte viga.
Elogios sinceros resistem aos vendavais
Por todos os lados a verdade impera
A falsidade não se pendura em varais.
DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em:
Texto III
Elogios e Bajulações
Elogios sinceros resistem a vendavais
Bajulações não resistem a uma brisa.
Quem tem paz sobrevive aos chacais.
O amor alimenta o poeta, a poetisa.
Elogio sincero é como sal em alimento,
Bajulação é como sujeira em ferida aberta
Ou não ter bálsamo após ferimento,
Ou como enfrentar o frio sem coberta.
Bajulações não resistem a uma brisa
Mesmo que se ouça a mais linda poetisa
Ou que se apoie em forte viga.
Elogios sinceros resistem aos vendavais
Por todos os lados a verdade impera
A falsidade não se pendura em varais.
DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/elogios-e-bajulacoes/>. Acesso em:
Texto II

Texto II

Texto II
