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Q2119177 Direito Sanitário
Em relação aos registros e notificações das vacinações, assinale a alternativa que não é de competência dos serviços de vacinação, de acordo com a RDC nº 197, de 2017.
Alternativas
Q2119176 Direito Sanitário
Analise os objetivos do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados – SNGPC a seguir.
I. Capturar e analisar os dados provenientes da produção, manipulação, distribuição, prescrição, dispensação, consumo de medicamentos e insumos farmacêuticos para gerar informações, em seus diversos detalhamentos.
II. Otimizar as ações de controle sobre os procedimentos de escrituração de medicamentos e insumos farmacêuticos sujeitos a essa resolução.
III. Aprimorar as ações de vigilância sanitária relacionadas ao monitoramento sanitário e farmacoepidemiológico e controle dos medicamentos e insumos farmacêuticos sujeitos a essa resolução.
IV. Subsidiar a gestão de riscos associados aos medicamentos e aos insumos farmacêuticos na pós-comercialização e no pós-uso.
De acordo com a RDC nº 22, de 29 de abril de 2014, estão corretos os objetivos
Alternativas
Q2119175 Enfermagem
Dentre as ações para a segurança do paciente, instituídas pela RDC nº 36, de 2013, está a elaboração do plano de segurança do paciente.
Sobre esse documento, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
(   ) É elaborado, implantado, divulgado e atualizado pela direção do serviço de saúde.
(   ) Estabelece estratégias e ações de gestão de risco para identificação, análise, avaliação, monitoramento e comunicação dos riscos no serviço de saúde, de forma sistemática.
(   ) É o documento que aponta situações de risco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e à mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no serviço de saúde.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2119174 Direito Sanitário
Corresponde a uma competência do profissional responsável pelo CME do serviço de saúde, segundo a RDC nº 15, de 15 de março de 2012, exceto:
Alternativas
Q2119173 Saúde Pública
Sobre os requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde, dispostos na RDC nº 15, de 15 de março de 2012, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q2119172 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS), após completar 30 anos, vem se configurando como um arcabouço complexo de serviços organizados por meio de uma rede de atenção à saúde.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica atual do SUS.
Alternativas
Q2119171 Saúde Pública
Sabe-se que a atenção básica se caracteriza como sendo a principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde.
O trabalho nesse nível de atenção exige práticas
Alternativas
Q2119170 Saúde Pública
As doenças transmitidas por alimentos têm apresentado ocorrência significativa em determinadas regiões do país.
Sobre as boas práticas para os serviços de alimentação, analise as afirmativas a seguir.
I. As portas da área de preparação e armazenamento de alimentos devem ser dotadas de fechaduras plásticas pela facilidade de higienização.
II. A área de preparação do alimento deve ser higienizada quantas vezes forem necessárias e imediatamente após o término do trabalho.
III. Desinfecção relacionada a alimentos trata da operação de redução, por método físico e / ou agente químico, do número de microrganismos em nível que não comprometa a qualidade higiênico-sanitária do alimento.
IV. O tempo e temperatura adequados de cozimento, congelamento, reaquecimento de cada tipo de alimento não influenciam no desenvolvimento de doenças.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2119169 Saúde Pública
Pensando nas ações de saúde, por que o território deve ser considerado nas práticas de vigilância em saúde?
Alternativas
Q2119168 Direito Sanitário
O conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde é conhecido como
Alternativas
Q2119167 Saúde Pública
Os serviços de saúde no país, independentemente da sua natureza, precisam estar adequados aos Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento.
Assinale a alternativa que aponta corretamente uma orientação de boas práticas.
Alternativas
Q2119166 Saúde Pública
A participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamental para que as necessidades das pessoas sejam incluídas nas ações e serviços que o sistema oferta.
Sobre a participação da comunidade, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2119165 Saúde Pública
Com o surgimento da pandemia da Covid-19, as questões relacionadas às vacinais estiveram expostas nas mídias em todo o mundo. Sabe-se que por meio delas é possível adquirir imunidade para determinadas doenças.
Que tipo de imunidade pode ser conferida por uma vacina?
Alternativas
Q2119164 Saúde Pública
Acerca da capacidade dos agentes de infectarem e produzirem doenças nos seres humanos, e da variedade de fatores dos quais depende, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
(   ) Infecção não é sinônimo de doença. (   ) As pessoas expostas a um agente infeccioso são infectadas. (   ) Muitos agentes biológicos causam doença somente em parte das pessoas infectadas. (   ) Os indivíduos expostos da mesma forma a um agente infeccioso serão infectados.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2119163 Saúde Pública
Os avanços do conhecimento e o controle das doenças transmissíveis tiveram como resultado uma redução notória de sua morbidade e mortalidade em todo o mundo.
Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir.
I. O crescimento populacional, a pobreza, a migração urbana e a globalização da tecnologia afetam a suscetibilidade ao risco de exposição a agentes infecciosos.
II. Uma doença transmissível é causada por um agente infeccioso específico ou seus produtos tóxicos, que se manifesta pela transmissão deste agente ou de seus produtos, de um reservatório a um hospedeiro suscetível.
III. Doença emergente é uma doença transmissível previamente conhecida que reaparece como problema de saúde pública após uma etapa de significativo declínio de sua incidência.
IV. Doença reemergente é uma doença transmissível cuja incidência em humanos ameaça aumentar em um futuro próximo.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2119162 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir, para responder à questão.

TEXTO I

HPV: Por que vacina que ajuda a prevenir diferentes tipos de câncer tem pouca adesão no Brasil?

A cura definitiva para qualquer tipo de câncer ainda é um sonho para a Ciência. Mas já existem meios efetivos de prevenir — uma das ferramentas importantes para isso, a vacina contra o vírus HPV, que está disponível em todo o Brasil e contribui para a prevenção de ao menos seis tipos de câncer, tem pouca adesão no país.

Disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para as meninas desde janeiro de 2014 e para meninos desde 2017, a vacina vem sofrendo quedas na adesão desde o segundo ano de sua implantação no Plano Nacional de Imunizações (PNI). Dados levantados pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA) no DataSUS, do Ministério da Saúde, indicam que 72% menos meninas e 52% menos meninos foram imunizados após o primeiro ano de vacinação no Brasil (entre 2015 e 2021 e entre 2018 e 2021, respectivamente).

A imunização de ambos os sexos é necessária para quebrar a cadeia de transmissão do Papilomavírus humano (HPV), que é fator de risco para desenvolvimento de câncer de pênis, vulva, vagina, reto e de cabeça e pescoço (orofaringe / garganta) e, principalmente, de colo do útero.

Com acesso à vacina contra HPV e ao Papanicolau, considerado o principal exame preventivo, o câncer de colo do útero pode ser erradicado do país, assim como caminham países como Canadá e Austrália.

“Dependendo do tipo de HPV, o vírus pode representar baixo ou alto risco de evolução para câncer. Hoje, a vacina é quadrivalente e protege contra os quatro tipos de vírus mais frequentes”, explica a oncologista clínica Andréa Gadêlha Guimarães, coordenadora de advocacy do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA) e médica titular do A. C. Camargo Cancer Center.

Além de meninos e meninas, o Ministério da Saúde ampliou a campanha de vacinação para homens e mulheres imunossuprimidos, de 9 a 45 anos, que vivem com HIV / Aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea e pacientes oncológicos.

Quem não faz parte do público-alvo, mas sabe que não se imunizou na infância ou adolescência, pode receber a vacina na rede privada, a depender de avaliação médica que conclua que a pessoa pode ser beneficiada. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que haja de 9 a 10 milhões de infectados por esse vírus no Brasil e que, a cada ano, surjam 700 mil novos casos de infecção.

Mas se a vacinação é importante para doenças tão graves quanto o câncer, por que as famílias brasileiras não levam as crianças e adolescentes para receber as doses?

Disponível em: https://bbc.in/3gBMsfj. Acesso em: 18 out. 2022 (adaptado).



INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.


TEXTO II




Disponível em: l1nq.com/4fhVA. Acesso em: 21 out. 2022.


INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir para responder à questão.


TEXTO III

Disponível em: https://bit.ly/3gy9CTN. Acesso em: 21 out. 2022.  


INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.

TEXTO IV

Os jovens na proteção das comunidades tradicionais da Amazônia

Sendo maioria na região Norte, juventude precisa assumir seu papel na garantia da justiça social e climática na Amazônia

Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais voz e participação nas tomadas de decisões dos seus próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços em ações afirmativas para as e os jovens em áreas descentralizadas é a direção correta que precisamos seguir. Potencializando, especialmente, a juventude no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento econômico local.

Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá carrega o maior percentual de jovens em sua população, cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de 2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde, condições essenciais para o desenvolvimento humano, como revela um dos recortes do estudo “Quilombos Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.

Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados e demandas das comunidades que fazem parte dessa região, duas delas reconhecidas como quilombos. Os resultados mostram a presença numerosa de jovens nas comunidades. Em média, 54% da população quilombola da APA do Curiaú possuem menos de 29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem entre 36% e 9%, respectivamente.

Nessa formação social com predominância da juventude, constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais de 30% da população atrasada ou que abandonou os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode estar atrelada com a necessidade de abandonar os estudos para ajudar na geração da renda familiar. O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá. 

Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e construir estratégias e ações afirmativas de mobilização e empoderamento da juventude quilombola. Atuação que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando o debate para o contexto internacional, apresentando durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito, subsídios que confirmam a necessidade de incentivar jovens quilombolas na organização do seu território e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o lugar das comunidades tradicionais na linha de frente do combate às mudanças climáticas e como primeiros afetados pelas alterações bruscas no clima.

Apostar na educação como o agente fundamental para o desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental na garantia da justiça social.

Disponível em: l1nq.com/Yvvrs. Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
Os textos I, II, III e IV são, respectivamente,
Alternativas
Q2119161 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.

TEXTO IV

Os jovens na proteção das comunidades tradicionais da Amazônia

Sendo maioria na região Norte, juventude precisa assumir seu papel na garantia da justiça social e climática na Amazônia

Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais voz e participação nas tomadas de decisões dos seus próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços em ações afirmativas para as e os jovens em áreas descentralizadas é a direção correta que precisamos seguir. Potencializando, especialmente, a juventude no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento econômico local.

Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá carrega o maior percentual de jovens em sua população, cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de 2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde, condições essenciais para o desenvolvimento humano, como revela um dos recortes do estudo “Quilombos Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.

Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados e demandas das comunidades que fazem parte dessa região, duas delas reconhecidas como quilombos. Os resultados mostram a presença numerosa de jovens nas comunidades. Em média, 54% da população quilombola da APA do Curiaú possuem menos de 29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem entre 36% e 9%, respectivamente.

Nessa formação social com predominância da juventude, constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais de 30% da população atrasada ou que abandonou os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode estar atrelada com a necessidade de abandonar os estudos para ajudar na geração da renda familiar. O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá. 

Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e construir estratégias e ações afirmativas de mobilização e empoderamento da juventude quilombola. Atuação que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando o debate para o contexto internacional, apresentando durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito, subsídios que confirmam a necessidade de incentivar jovens quilombolas na organização do seu território e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o lugar das comunidades tradicionais na linha de frente do combate às mudanças climáticas e como primeiros afetados pelas alterações bruscas no clima.

Apostar na educação como o agente fundamental para o desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental na garantia da justiça social.

Disponível em: l1nq.com/Yvvrs.
Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
Assinale alternativa que apresenta a função de linguagem predominante no texto.
Alternativas
Q2119160 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.

TEXTO IV

Os jovens na proteção das comunidades tradicionais da Amazônia

Sendo maioria na região Norte, juventude precisa assumir seu papel na garantia da justiça social e climática na Amazônia

Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais voz e participação nas tomadas de decisões dos seus próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços em ações afirmativas para as e os jovens em áreas descentralizadas é a direção correta que precisamos seguir. Potencializando, especialmente, a juventude no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento econômico local.

Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá carrega o maior percentual de jovens em sua população, cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de 2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde, condições essenciais para o desenvolvimento humano, como revela um dos recortes do estudo “Quilombos Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.

Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados e demandas das comunidades que fazem parte dessa região, duas delas reconhecidas como quilombos. Os resultados mostram a presença numerosa de jovens nas comunidades. Em média, 54% da população quilombola da APA do Curiaú possuem menos de 29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem entre 36% e 9%, respectivamente.

Nessa formação social com predominância da juventude, constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais de 30% da população atrasada ou que abandonou os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode estar atrelada com a necessidade de abandonar os estudos para ajudar na geração da renda familiar. O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá. 

Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e construir estratégias e ações afirmativas de mobilização e empoderamento da juventude quilombola. Atuação que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando o debate para o contexto internacional, apresentando durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito, subsídios que confirmam a necessidade de incentivar jovens quilombolas na organização do seu território e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o lugar das comunidades tradicionais na linha de frente do combate às mudanças climáticas e como primeiros afetados pelas alterações bruscas no clima.

Apostar na educação como o agente fundamental para o desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental na garantia da justiça social.

Disponível em: l1nq.com/Yvvrs.
Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá.”
Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração destacada.
Alternativas
Q2119159 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.

TEXTO IV

Os jovens na proteção das comunidades tradicionais da Amazônia

Sendo maioria na região Norte, juventude precisa assumir seu papel na garantia da justiça social e climática na Amazônia

Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais voz e participação nas tomadas de decisões dos seus próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços em ações afirmativas para as e os jovens em áreas descentralizadas é a direção correta que precisamos seguir. Potencializando, especialmente, a juventude no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento econômico local.

Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá carrega o maior percentual de jovens em sua população, cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de 2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde, condições essenciais para o desenvolvimento humano, como revela um dos recortes do estudo “Quilombos Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.

Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados e demandas das comunidades que fazem parte dessa região, duas delas reconhecidas como quilombos. Os resultados mostram a presença numerosa de jovens nas comunidades. Em média, 54% da população quilombola da APA do Curiaú possuem menos de 29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem entre 36% e 9%, respectivamente.

Nessa formação social com predominância da juventude, constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais de 30% da população atrasada ou que abandonou os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode estar atrelada com a necessidade de abandonar os estudos para ajudar na geração da renda familiar. O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá. 

Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e construir estratégias e ações afirmativas de mobilização e empoderamento da juventude quilombola. Atuação que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando o debate para o contexto internacional, apresentando durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito, subsídios que confirmam a necessidade de incentivar jovens quilombolas na organização do seu território e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o lugar das comunidades tradicionais na linha de frente do combate às mudanças climáticas e como primeiros afetados pelas alterações bruscas no clima.

Apostar na educação como o agente fundamental para o desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental na garantia da justiça social.

Disponível em: l1nq.com/Yvvrs.
Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá carrega o maior percentual de jovens em sua população, cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de 2021.”
Acerca da palavra destacada, analise as afirmativas a seguir.
I. É classificada como um numeral. II. É classificada como uma conjunção subordinativa. III. Pode ser substituída por “de acordo com” sem prejuízo na informação.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2119158 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.

TEXTO IV

Os jovens na proteção das comunidades tradicionais da Amazônia

Sendo maioria na região Norte, juventude precisa assumir seu papel na garantia da justiça social e climática na Amazônia

Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais voz e participação nas tomadas de decisões dos seus próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços em ações afirmativas para as e os jovens em áreas descentralizadas é a direção correta que precisamos seguir. Potencializando, especialmente, a juventude no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento econômico local.

Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá carrega o maior percentual de jovens em sua população, cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de 2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde, condições essenciais para o desenvolvimento humano, como revela um dos recortes do estudo “Quilombos Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.

Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados e demandas das comunidades que fazem parte dessa região, duas delas reconhecidas como quilombos. Os resultados mostram a presença numerosa de jovens nas comunidades. Em média, 54% da população quilombola da APA do Curiaú possuem menos de 29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem entre 36% e 9%, respectivamente.

Nessa formação social com predominância da juventude, constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais de 30% da população atrasada ou que abandonou os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode estar atrelada com a necessidade de abandonar os estudos para ajudar na geração da renda familiar. O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá. 

Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e construir estratégias e ações afirmativas de mobilização e empoderamento da juventude quilombola. Atuação que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando o debate para o contexto internacional, apresentando durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito, subsídios que confirmam a necessidade de incentivar jovens quilombolas na organização do seu território e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o lugar das comunidades tradicionais na linha de frente do combate às mudanças climáticas e como primeiros afetados pelas alterações bruscas no clima.

Apostar na educação como o agente fundamental para o desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental na garantia da justiça social.

Disponível em: l1nq.com/Yvvrs.
Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado.”
Qual palavra destacada não desempenha função de substantivo no trecho?
Alternativas
Respostas
321: C
322: D
323: B
324: C
325: D
326: C
327: D
328: B
329: C
330: C
331: D
332: D
333: C
334: C
335: A
336: A
337: B
338: C
339: C
340: D