Questões de Concurso Para hu brasil

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Q4313288 Medicina
No Serviço de Emergência de seu hospital dá entrada um homem de 24 anos, com dor abdominal iniciada há 22 horas, que, em princípio, era na região periumbilical, migrando posteriormente para a fossa ilíaca direita. Relata anorexia, náuseas e um episódio de vômito. Não há história de cirurgias prévias. Ao exame físico, encontra-se afebril, com frequência cardíaca de 98 bpm e pressão arterial de 120/70 mmHg. O abdome apresenta dor localizada em fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e sinal de Blumberg positivo no ponto de McBurney. Os exames laboratoriais demonstram leucocitose de 15.600/mm³ com desvio à esquerda. Realizou-se uma tomografia computadorizada evidencia apendicite aguda supurativa sem perfuração. Durante uma apendicectomia aberta, após a ligadura do mesoapêndice e secção do apêndice, o cirurgião solicita ao residente que identifique qual técnica corresponde ao tempo cirúrgico de síntese do coto apendicular, após a realização da exérese. Uma técnica clássica de síntese utilizada nesse momento da operação é a de 
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Q4313287 Medicina
Seu paciente tem 62 anos, foi admitido para hemicolectomia direita eletiva por adenocarcinoma de cólon ascendente, diagnosticado durante investigação de anemia ferropriva. Durante a avaliação pré-operatória apresenta hipertensão arterial controlada, diabetes mellitus tipo 2 e índice de massa corporal (IMC) de 32 kg/m². Refere alergia grave à cefalosporina, previamente associada a episódio de anafilaxia, que necessitou de assistência respiratória. Os exames pré-operatórios demonstram hemoglobina de 12,3 g/dL, creatinina normal e glicemia adequadamente controlada com esquema de insulina regular. Na manhã da cirurgia, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico. Durante a preparação anestésica, o primeiro auxiliar observa que a prescrição de profilaxia antimicrobiana contém cefazolina. Simultaneamente, a enfermagem identifica divergência entre a lateralidade registrada no prontuário eletrônico e a anotação da programação cirúrgica. O paciente já se encontra na sala operatória, porém ainda não foi realizada a indução anestésica. O cirurgião principal está presente e argumenta que a divergência é um erro administrativo sem relevância clínica e que a cirurgia deve prosseguir para evitar atrasos na programação do centro cirúrgico. De acordo com os princípios de segurança do paciente descritos na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (OMS), a conduta mais apropriada nesse momento será  
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Q4313286 Medicina
Um homem de 42 anos foi encaminhado a seu ambulatório de cirurgia do aparelho digestivo por disfagia progressiva há quatro meses. Relata que, há aproximadamente seis meses, ingeriu acidentalmente grande quantidade de um produto de limpeza alcalino industrial armazenado inadequadamente em uma garrafa de refrigerante. Na ocasião, apresentou intensa odinofagia, sialorreia, dor retroesternal e queimaduras orais, sendo internado por vários dias. Evoluiu sem necessidade de cirurgia de emergência. Recebeu alta hospitalar e após melhora inicial, começou a apresentar dificuldade para deglutir, a princípio, para alimentos sólidos, com progressão gradual para alimentos pastosos. Nas últimas semanas, passou a tolerar apenas líquidos. Refere perda ponderal de 14 kg nesse período, refere episódios frequentes de regurgitação alimentar e importante comprometimento nutricional. Não há história de hematêmese, melena ou sintomas respiratórios. Ao exame físico encontra-se emagrecido, com índice de massa corporal de 17 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+), discreta atrofia muscular e sinais clínicos de desnutrição proteico-calórica. O exame cervical é normal. Não há linfonodomegalias palpáveis no pescoço. O exame cardiopulmonar e abdominal não apresenta alterações. Uma seriografia do esôfago demonstra estenose longa, irregular, localizada no terço médio e distal do esôfago, com importante redução luminal. A endoscopia digestiva alta revela estenose cicatricial extensa, permitindo passagem apenas de endoscópio ultrafino. As biópsias não demonstram malignidade. Considerando as diretrizes cirúrgicas atuais para o manejo da estenose cáustica do esôfago, a conduta mais apropriada nesse momento, será  
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Q4313285 Medicina
Você é o médico responsável por um paciente de 68 anos, que foi encaminhado ao serviço de cirurgia digestiva após diagnóstico de adenocarcinoma de cabeça de pâncreas potencialmente ressecável. Após avaliação e discussão da conduta terapêutica, optou-se pela realização de uma duodenopancreatectomia cefálica (Whipple). Durante a avaliação pré-operatória, relata perda ponderal involuntária de 15 kg nos últimos quatro meses (18% do peso corporal), anorexia importante, fadiga progressiva e redução significativa da ingestão alimentar nas últimas seis semanas. Refere diabetes mellitus tipo 2, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) moderada associada a tabagismo de 40 maços ano (ainda fumando), hipertensão arterial sistêmica e coronariopatia estável com colocação de stent farmacológico há três anos. Ao exame físico, apresenta-se emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m². Observam-se perda muscular evidente em região temporal, deltoides e interósseos das mãos. A força de preensão manual encontra-se reduzida. Frequência cardíaca de 88 bpm, pressão arterial de 130/80 mmHg e saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente. Exames realizados mostram: Albumina sérica: 2,7 g/dL; Pré albumina reduzida; Hemoglobina: 9,4 g/dL; Hemoglobina glicada (HbA1c): 9,2%; Bilirrubina total: 11 mg/dL; Creatinina normal. Uma tomografia computadorizada não demonstra metástases e confirma doença potencialmente ressecável. Considerando esse caso clínico, a melhor conduta antes da realização da cirurgia será  
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Q4313284 Medicina
Na sua Unidade de Emergência dá entrada um homem de 62 anos, após episódio súbito de hematêmese volumosa, seguido de tontura e síncope transitória. Relata história de dor epigástrica em queimação há vários meses, parcialmente aliviada pela alimentação, mas nunca investigada. Refere uso diário de anti inflamatórios não esteroidais para osteoartrose dos joelhos nos últimos três anos. Nega doença hepática ou etilismo importante. Nas últimas 24 horas, apresentou dois episódios de melena e um episódio de hematêmese com eliminação de grande quantidade de sangue vermelho vivo. Ao exame físico, encontra-se consciente, porém pálido, sudorético e ansioso. Pressão arterial: 90/60 mmHg; frequência cardíaca: 120 bpm; frequência respiratória: 22 irpm. Extremidades frias e tempo de enchimento capilar prolongado. O abdome é plano, com discreta dor à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de irritação peritoneal. O toque retal confirma presença de melena. Após reposição volêmica inicial, o paciente é submetido à endoscopia digestiva alta. O exame evidencia úlcera duodenal de aproximadamente 1,5 cm na parede posterior do bulbo duodenal, apresentando vaso visível não sangrante (Forrest IIa), sem sangramento ativo no momento do exame. Considerando as recomendações atuais, a conduta mais apropriada para o caso será 
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Q4313283 Patologia
Sua equipe cirúrgica discute a conduta a ser instituída para um paciente de 61 anos que apresenta fadiga progressiva, plenitude pós-prandial e desconforto epigástrico inespecífico há aproximadamente seis meses. Relata episódios intermitentes de melena nas últimas semanas e perda ponderal de 7 kg nos últimos seis meses. Nega vômitos, disfagia ou alteração do hábito intestinal. Ao exame físico, está em bom estado geral, porém discretamente emagrecido. Apresenta mucosas hipocoradas (++/4+). O abdome é plano, flácido, indolor à palpação superficial, mas palpa-se massa pouco móvel e mal delimitada no epigástrio. Não há sinais de irritação peritoneal e não se observa linfonodomegalias. O hemograma mostra hemoglobina de 8,7 g/dL, compatível com anemia ferropriva. Uma endoscopia digestiva alta evidencia abaulamento subepitelial na parede posterior do corpo gástrico, medindo aproximadamente 8 cm, com área central ulcerada. A ecoendoscopia demonstra lesão originada da muscular própria. A tomografia computadorizada de abdome evidencia massa gástrica exofítica de 8,5 cm, sem invasão de órgãos adjacentes e sem metástases hepáticas ou peritoneais. Foi realizada biópsia guiada por ecoendoscopia, cujo resultado da imuno-histoquímica revela: CD117 (KIT): positivo; DOG1: positivo e CD34: positivo. Diante desse quadro clínico a conduta mais apropriada será
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Q4313282 Medicina
Você atende, no seu ambulatório, a uma mulher de 68 anos, que vem referenciada de uma Unidade Básica de Saúde. Quando da anamnese, queixa-se de episódios progressivos de desconforto retroesternal pós-prandial, sensação de plenitude após pequenas refeições, regurgitação de alimentos não digeridos e disfagia intermitente para sólidos há aproximadamente dois anos. Nos últimos seis meses, passou a apresentar episódios ocasionais de dispneia após refeições volumosas e relata duas internações por anemia ferropriva sem causa evidente. Refere perda ponderal de 6 kg no último ano. Nega pirose importante. Possui antecedente de hipertensão arterial e obesidade grau I. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada (+/4+), hidratada, afebril e hemodinamicamente estável. O exame cardiopulmonar é normal. O abdome é flácido, indolor e sem massas palpáveis. Um hemograma mostra hemoglobina de 9,8 g/dL com padrão compatível com anemia ferropriva. Tem uma endoscopia digestiva alta que evidencia grande hérnia hiatal, com parte significativa do fundo gástrico herniado para o mediastino. Observam-se erosões lineares na mucosa gástrica ao nível do diafragma compatíveis com lesões de Cameron. Não existe esofagite significativa. Um esofagograma contrastado demonstra migração intratorácica de aproximadamente 50% do estômago, com a junção esofagogástrica permanecendo em posição anatômica normal. Uma tomografia de tórax confirma hérnia paraesofágica volumosa, tipo III, sem sinais de perfuração ou isquemia. Para essa paciente, a conduta mais apropriada será 
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Q4313281 Medicina
Na sessão clínica do seu hospital é apresentado o caso de um homem de 63 anos com disfagia progressiva há cinco meses. Inicialmente, ele apresentava dificuldade para deglutir carnes e pães, evoluindo posteriormente para dificuldade com alimentos pastosos e, nas últimas semanas, até mesmo com líquidos. Refere perda ponderal de 15 kg nos últimos seis meses, anorexia, fadiga progressiva e episódios ocasionais de dor retroesternal não relacionada ao esforço. Relata tabagismo de 50 maços-ano e etilismo pesado desde a juventude. Nega hematêmese. Ao exame físico está emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+) e discreta atrofia muscular. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tem auscultas pulmonar e cardíaca normais. O abdome não apresenta alterações. Uma endoscopia digestiva alta evidencia lesão vegetante e ulcerada localizada no terço médio do esôfago, causando redução luminal significativa. A biópsia demonstra carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado. O estadiamento prossegue com tomografia computadorizada de tórax e abdome, que não demonstra metástases à distância. A ecoendoscopia identifica invasão da camada muscular própria e da adventícia, sem invasão de estruturas adjacentes. Observam se três linfonodos periesofágicos suspeitos, confirmando doença regional linfonodal. O paciente apresenta bom desempenho funcional (ECOG 0) e avaliação cardiopulmonar favorável para tratamento multimodal. Diante desse caso clínico, a conduta mais apropriada é 
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Q4313280 Medicina
No seu Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo dá entrada um homem de 67 anos, ex-tabagista, 40 maços-ano, que se queixa de epigastralgia moderada há aproximadamente seis meses, associada a plenitude pós-prandial precoce, anorexia progressiva e perda ponderal de 12 kg nesse período. Relata episódios ocasionais de náuseas e dois episódios recentes de melena. Nega hematêmese. Refere fadiga progressiva e redução importante da capacidade funcional. Possui história de gastrite crônica associada ao Helicobacter pylori, tratada há vários anos. Quando do exame físico, encontra-se emagrecido, hipocorado (++/4+), com índice de massa corporal de 19 kg/m². Apresenta discreta dor à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de irritação peritoneal. Observa-se linfonodo supraclavicular esquerdo endurecido, indolor e móvel, medindo aproximadamente 2 cm. Não há evidência de ascite. Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina de 8,9 g/dL com padrão de anemia ferropriva. A endoscopia digestiva alta evidencia lesão ulceroinfiltrativa localizada na pequena curvatura do antro gástrico, medindo aproximadamente 5 cm. As biópsias confirmam adenocarcinoma gástrico moderadamente diferenciado. Uma tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve não demonstra metástases hepáticas, pulmonares ou peritoneais evidentes. Diante da presença do linfonodo supraclavicular, foi realizada punção aspirativa guiada por ultrassonografia, que confirma infiltração metastática por adenocarcinoma gástrico. Considerando os princípios de estadiamento e tratamento recomendados, a conduta mais apropriada será 
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Q4313219 Medicina
Paciente de 15 anos relata quadro de desequilíbrio de marcha, incoordenação nos membros e disartria progressivos há 1 ano. História prévia de escoliose em acompanhamento ortopédico. O neurologista confirma uma síndrome atáxica e identifica pés cavos, propriocepção abolida em membros inferiores, arreflexia global e sinal de Babinski bilateral. Nega história familiar, mas os pais são consanguíneos. A principal hipótese é Ataxia de Friedreich. O seguinte resultado de exame complementar é frequentemente encontrado nessa doença:
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Q4313218 Medicina
Homem de 45 anos é trazido à emergência por familiares, pois vem apresentando, há 24 horas, alterações do comportamento, confusão mental e desorientação. Mostra-se apático, indiferente ao ambiente e a seu estado de saúde. Está desnutrido, desidratado, com temperatura de 36,5 °C e pressão arterial de 10 por 7 mmHg. Ao exame neurológico, apresenta aumento de base e dismetria nas provas dedo-nariz e calcanhar-joelho. As pupilas são mióticas e apresentam fraca reação à luz. Nos antecedentes, alcoolismo crônico e hipertensão arterial. A tomografia de crânio é normal.
A conduta imediata mais apropriada é 
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Q4313217 Medicina
Uma paciente de 89 anos é levada ao ambulatório por esquecimentos e perguntas repetitivas sobre fatos recentes. Caminha bem e faz tarefas domésticas há cerca de dois anos. O médico solicita exame de neuroimagem, porém, um mês após, é informado de que ela foi encontrada morta em residência, por suposta causa cardiovascular, e a família autoriza a realização de autópsia. Infarto coronariano é confirmado. O exame neuropatológico do cérebro revela intensa esclerose hipocampal e inclusões de uma proteína específica restrita ao sistema límbico, com ausência ou quantidade insignificante de placas amiloides e emaranhados neurofibrilares de Tau.
Considerando os achados clínicos e de necropsia, assinale a alternativa que indica corretamente a proteína acumulada, a população epidemiológica típica e o padrão de acometimento cerebral dessa entidade nosológica.
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Q4313216 Medicina
Paciente vítima de traumatismo cranioencefálico por acidente de moto é levado ao hospital de Emergência pelo SAMU desacordado. Ao exame apresenta abertura ocular somente ao estímulo álgico, mas rapidamente fecha os olhos sem nenhuma resposta verbal e é observado flexão anormal dos membros superiores neste momento. As pupilas estão isocóricas e fotorreagentes.
De acordo com esses dados, a pontuação na escala de coma de Glasgow é 
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Q4313215 Medicina
Paciente apresenta quadro súbito de diplopia binocular. Devido a persistência do quadro por mais de 5 dias, procura avaliação com neurologista. Ao exame da motilidade ocular extrínseca, foi dado o diagnóstico sindrômico de oftalomoplegia internuclear bilateral.
As alterações encontradas no exame do movimento ocular são:
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Q4313214 Medicina
Mulher de 57 anos pergunta ao marido, durante o café da manhã, se ele está sentindo cheiro de queimado, e ele nega. Dias depois, o quadro se repete e passa a acontecer em outros lugares como no trabalho, dentro do carro e mesmo tomando banho. O cheiro surgia de repente e desaparecia em menos de um minuto. Ninguém além dela sentia. Numa noite, o cheiro voltou,, e logo após ela sentiu um aperto no estômago subindo até o peito, e lembra-se de um medo intenso sem saber explicar por quê. O marido a chamou, e ela ficou olhando fixamente por alguns segundos. Ela mexia a boca como se estivesse mastigando, mas não respondia. Após alguns segundos, ela perde a consciência, cai ao chão e tem abalos tônico-clônicos nos 4 membros, incontinência urinária e mordedura de língua. O marido apenas a protege. Quando os movimentos cessam, ela dorme profundamente por alguns minutos e acorda um pouco confusa, queixando de cefaleia e pergunta o que aconteceu. É, então, levada ao hospital, onde é avaliada, não sendo detectadas alterações ao exame clínico e neurológico.
A localização mais provável do foco epileptogênico responsável por esse quadro clínico é 
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Q4313213 Medicina
Paciente de 67 anos apresenta hemiplegia súbita e afasia iniciada há 1 hora e 20 minutos. A tomografia de crânio não evidencia hemorragia nem sinais de isquemia precoce.
Segundo os critérios atuais, essa paciente 
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Q4313212 Medicina
Uma mulher de 35 anos, grávida de 20 semanas, é levada ao setor médico da empresa por um colega de trabalho, que acabou de presenciar, mais uma vez, um episódio de início agudo e duração de 2 minutos, em que a paciente ficou parada, com movimentos faciais semelhantes à mastigação e durante esse período. Após o episódio, ela não se recordava do que estavam falando, porém afirmou que, nos últimos meses, de vez em quando notava que, ao chegar ao trabalho, parecia não reconhecer o ambiente. Procurou um clínico que sugeriu que era nervoso, pois estava se separando do marido.
A melhor conduta a ser adotada para o tratamento dessa paciente é 
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Q4313211 Medicina
Uma paciente de 54 anos, arquiteta, é trazida ao consultório por familiares devido a mudanças progressivas no comportamento no último ano, com apatia crescente, abandono de seus projetos e indiferença emocional diante de problemas familiares graves. Desenvolveu perda do filtro social, fazendo comentários inadequados em público e passando a comer doces compulsivamente. No exame do estado mental em consultório, está orientada no tempo e no espaço e preserva a memória de fatos recentes. Mini mental = 30.
Considerando que o quadro clínico é altamente sugestivo de uma demência neurodegenerativa pré-senil, assinale a opção que indica corretamente as três variantes clínicas que compõem o espectro clínico dessa doença.
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Q4313210 Medicina
Idoso tem queda da própria altura e bate a cabeça no chão. Mantém-se acordado e não apresenta sintomas imediatamente após o trauma, por isso não busca avaliação médica. Após 1 mês acorda confuso e nos dias subsequentes fica sonolento e com e dificuldade motora em dimidio esquerdo. Procura então o serviço de emergência. O médico de plantão confirma as queixas e solicita tomografia computadorizada de crânio que evidencia coleção extra-axial fronto-temporo-occipital com forma em crescente hipodensa a direita.
O diagnóstico é
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Q4313208 Medicina
Paciente de 82 anos, juiz de direito aposentado, procura atendimento neurológico com quadro de esquecimentos de fatos recentes há 2 anos. Relata que perde objetos com frequência pois não sabe onde os colocou, como chaves e celular. Já encontrou a chave dentro do sapato e a carteira é esquecida com frequência no carro. Esposa relata que ele se tornou repetitivo, fazendo a mesma pergunta várias vezes. Continua administrando suas finanças e pagando as contas sem dificuldades. Nega episódios de desorientação espacial. A avaliação neuropsicológica que mostrou preservação do funcionamento cognitivo global e independência para as atividades de vida diária, além de queixa subjetiva de dificuldade de memória com evolução nos 2 anos. Objetivamente evidenciou comprometimento acentuado da memória episódica e da memória anterógrada. A ressonância magnética de crânio mostrou microangiopatia leve (FAZEKAS = 1) e atrofia hipocampal (MTA = 2). PET-CT com marcador betaamilóide demonstrou acúmulo moderado de beta-amilóide cerebral.
O diagnóstico sindrômico e etiológico nesse momento é 
Alternativas
Respostas
2601: B
2602: E
2603: C
2604: E
2605: D
2606: B
2607: A
2608: A
2609: E
2610: D
2611: D
2612: A
2613: B
2614: D
2615: D
2616: A
2617: B
2618: E
2619: B
2620: E