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Q4378355 Português

Considerar as duas orações abaixo.



I. Pedro estava doente.


II. Pedro não foi ao trabalho.



Assinalar a alternativa em que as orações I e II foram unidas em uma frase, de forma que a primeira oração seja a causa da segunda. 

Alternativas
Q4378354 Português
Sobre os encontros vocálicos, assinalar a alternativa que contém um ditongo, tritongo e hiato, respectivamente. 
Alternativas
Q4378350 Português

Sobre os tipos de sujeito, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.



(1) Sujeito indeterminado.


(2) Sujeito simples.


(3) Sujeito composto.


(4) Sujeito oculto.



( ) A mulher com o bebê estava esperando na fila.


( ) Dizem que ômega 3 faz bem para a saúde.


( ) Matheus e José foram ao supermercado.


( ) Comprou muitas roupas no outlet. 

Alternativas
Q4378348 Português

Considerando o uso dos porquês, analisar os itens.



I. Eu não sei porque o sistema falhou.


II. A vida sempre tem um porquê, mesmo que não o compreendamos.


III. Você não entregou os relatórios no prazo. Por que?


IV. Não se preocupe, porque tudo vai dar certo.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q4378347 Português

A respeito das regras de pontuação, analisar os itens.



I. A caneta, dela, estava no lugar errado.


II. Já disse que o guarda-chuva quebrou!


III. Meu gato, Bóris, derrubou todos os potes da mesa.


IV. Não conheço essa mulher, Alana.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q4378346 Português

Analisar as frases abaixo.


“Mal podíamos esperar a hora da janta chegar.”

“Ela sempre janta muito cedo.”


Qual é a relação que as palavras destacadas estabelecem entre si? 

Alternativas
Q4378345 Português

29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades


    Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.


    Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.


    Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.

Considerando o aumentativo das palavras, analisar os itens.



I. Gato/gatarrão.


II. Nariz/narilão.


III. Vento/ventarilão.


IV. Pedra/pedroso.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q4378344 Português

29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades


    Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.


    Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.


    Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.

No 2º parágrafo, as palavras “mas” e “portanto” são, respectivamente: 
Alternativas
Q4378343 Português

29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades


    Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.


    Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.


    Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.

No 3º parágrafo, a conjunção “assim” é classificada como: 
Alternativas
Q4378342 Português

29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades


    Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.


    Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.


    Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.

De acordo com o texto, é CORRETO inferir que atualmente usamos o calendário: 
Alternativas
Q4378341 Português

29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades


    Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.


    Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.


    Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.

De acordo com o texto, o ano bissexto foi nomeado assim porque: 
Alternativas
Q4378161 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

Assinale a alternativa cuja reescrita de um fragmento do texto tenha sido feita de maneira incorreta segundo a norma-padrão da Língua Portuguesa no que se refere ao emprego da pontuação. 
Alternativas
Q4378160 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

“Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.”


No fragmento acima retirado do texto I, a expressão sublinhada fez uso da Crase obrigatória pela regra de Regência nominal. Para que ela continuasse a receber o mesmo sinal, porém, de modo facultativo, deveria possuir a seguinte elaboração: 

Alternativas
Q4378159 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

Leia os períodos abaixo antes de responder ao que se pede.


I. “Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.” (5º par.)


II. “Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos.” (7º par.)



Assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, elementos coesivos de mesma natureza semântica das expressões em destaque dos períodos acima.

Alternativas
Q4378158 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.


( ) Em “O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento” (2º par.) – o termo em destaque exerce função sintática de objeto indireto no contexto.


( ) Em “O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.” (3º par.), os verbos em destaque são sintaticamente transitivos indiretos. 


( ) Em “Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.” (5º par.) – o termo preposicionado exerce função sintática de Complemento nominal.


( ) Em “O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força.” (7º par.) – a conjunção integrante em destaque inicia uma oração subordinada substantiva subjetiva no contexto.


Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência.

Alternativas
Q4378157 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

Analise o fragmento abaixo que servirá de base para a análise da questão.


“O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.”



De acordo com as regras de Morfologia, assinale a alternativa cujos vocábulos em destaque no contexto pertençam à mesma classe de palavra. 

Alternativas
Q4378156 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta palavras retiradas do texto I acentuadas pela mesma regra, segundo o Novo Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q4378155 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

Marque a alternativa cuja indicação do processo de formação de palavras esteja incorreta para a expressão em destaque.
Alternativas
Q4378154 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

“O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força.”


A partir do fragmento exposto acima, assinale a alternativa cuja reescrita manteve o valor semântico presente, bem como o respeito à norma-padrão da Língua Portuguesa.

Alternativas
Q4378153 Português

TEXTO I


Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil

Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília


    Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.


    O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.


    Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.


    Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.


    Equipamento é usado em pesquisas do Exército


    No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.


    As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.


    O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.


Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).

Sobre a estrutura de criação do texto I em destaque, avalie cada afirmação a seguir antes de analisar o que se pede.



I. O texto possui fundamentalmente natureza tipológica descritiva com o intuito informativo para o público-leitor.


II. O texto em destaque prescinde de informações objetivas e de linguagem formal para a transmissão do seu conteúdo.


III. Enquanto gênero textual, a matéria jornalística cumpre o papel de informar o público-leitor a respeito de uma pauta de importância social.


IV. O texto é de caráter expositivo-informativo e se vale do uso formal do idioma, apresentando postura objetiva e imparcial sobre os fatos.



Pode-se dizer que se encontra correto o que foi dito apenas em: 

Alternativas
Respostas
561: D
562: B
563: C
564: C
565: C
566: A
567: A
568: D
569: C
570: B
571: A
572: B
573: D
574: A
575: C
576: D
577: A
578: E
579: E
580: B